(77) 98804-3994
BLOG DO PAULO NUNES BLOG DO PAULO NUNES
  • Início
  • Sobre Paulo Nunes
  • Editorial
  • Últimas Notícias
    • Vitória da Conquista
    • Geral
    • Política Conquistense
    • Bahia
    • Brasil
    • Ciência e Tecnologia
    • Coronavírus
    • Cultura
    • Economia
    • Educação
    • Eleições 2022
    • Gastronomia
    • Governo da Bahia
    • Infraestrutura
    • Mineração
    • Mobilidade Urbana
    • Municípios da Bahia
    • Nordeste
    • Norte
    • Política
    • Polícia
    • Saneamento
    • Sudeste
    • Sul
    • Saúde
    • Segurança Nacional
    • Segurança Pública
    • Urbanismo
  • Colunas
    • Paulo Nunes
    • Jeremias Macário
    • Paulo Pires
    • Ruy Medeiros
  • Artigos
    • Opinião
    • História
    • História de Vitória da Conquista
  • Vídeos
  • Contatos

Últimas notícias

Vereador do PL diz que “estudar não deveria ser para todo mundo”

Ferran Torres decide, e Espanha é bicampeã mundial

Convenções partidárias começam nesta segunda; veja o que muda

Edir Macedo injeta R$ 1,5 bilhão para tentar viabilizar venda do Digimais

O moralismo seletivo e a falência da ética como discurso político na Bahia

  1. Home
  2. Jeremias Macário
  3. Os editais “burocráticos” e os critérios dos projetos culturais
Jeremias Macário xDestaque1

Os editais “burocráticos” e os critérios dos projetos culturais

10/02/2024 5 min read

AA

 Os editais “burocráticos” e os critérios dos projetos culturais
Jornalista Jeremias Macário

Quem perde é a cidade que vai deixar de elaborar e publicar uma obra inédita sobre a história da fotografia em Vitória da Conquista

  Confesso que sempre fui reticente e arredio em participar desses editais “burrocráticos” na área cultural, mas por incentivo de amigos terminei entrando nesse barco, mesmo desconfiando dos critérios utilizados no processo de seleção e eliminação. 

Outro motivo pelo qual me levava a ficar de fora é o excesso de burocracia, que me atrevo a denominar aqui de “burrocracia”. Eles são publicados com um emaranhado de exigências que, de início, deixa o artista irritado e sobrecarregado.  

  Como a maioria não lida na área e se dedica apenas fazer sua arte (meu caso), a tendência é contratar um especialista para inscrever seu projeto. Diante de tantos pedidos de certidões e documentos, para os técnicos que elaboram esses editais, todos artistas são desonestos e trapaceiros. 

    Bem, vamos sair dessa introdução, ou “nariz de cera” no jargão jornalístico e falarmos do real que são os critérios duvidosos no processo de julgamento desses projetos pelos pareceristas contratos pela Secretaria de Cultura, Turismo, Esportes e Lazer-Sectel. No caso específico estou me referindo ao edital da Lei Paulo Gustavo no âmbito municipal (o estadual recebeu um monte de queixas, denúncias e ações na Justiça).

  No edital do município entrei com dois projetos, um do audiovisual para elaboração de um documentário sobre os treze anos do “Sarau A Estrada” e o outro com o propósito de lançar um livro inédito sobre a história da fotografia em Vitória da Conquista, um resgate do século passado aos tempos atuais. 

  Na primeira etapa, em ambos fui habilitado, mas terminei ficando na suplência. Pela sua importância histórica e por ter sido bem montado e amarrado, meu maior questionamento de ter sido praticamente excluído recai sobre o projeto literário de uma obra que deixa uma grande lacuna na memória de Conquista. Trata-se de uma pesquisa sobre a fotografia e os grandes fotógrafos que retrataram nosso município ao longo desses últimos cem anos.

  Quero aqui deixar bem claro que não sou melhor que ninguém nesse setor. Não ia escrever sobre isso, mas resolvi encarar as bordoadas. A esta altura muitos já devem ter dito que minha queixa é típica de um perdedor que não sabe aceitar a derrota, ou que a crítica não procede. 

  Pode ser presunção da minha parte, mas não me sinto perdedor porque quem mais perde nisso é a cidade. Não estou simplesmente arguindo porque fiquei na suplência, mas me reservo no direito de duvidar dos critérios adotados por esses pareceristas. 

   Ouvi de um preposto da Secretaria de Cultura que eu devo ter ficado de fora por causa das cotas para negros e LGBTs estabelecidas na Lei Paulo Gustavo. Caso tenha sido este o motivo, considero um absurdo dos absurdos um projeto ser julgado pela cor da pele. 

Não tenho nenhum medo de ser rechaçado dizer isso, mesmo porque sou um pardo. Nesse país tão miscigenado e misturado, o pardo é o mais prejudicado e confundido porque ele não é nem negro e nem branco. É uma coisa do meio, sem definição.

   Muitos me recomendaram que eu recorresse à justiça, mas não vou fazer isso, porque com esta idade só iria me aporrinhar e me estressar mais ainda. Repito que não sou eu que está perdendo. Prefiro deixar aqui o meu protesto que também é de muitos que participam desses editais “burrocráticos”.   

Compartilhe:
  
Previous post
Next post

Leave a Reply Cancel reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Enquete
Buscar no Site




Editorias
https://www.youtube.com/watch?v=AwKXGnZPhes






Busca por Data
fevereiro 2024
D S T Q Q S S
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
2526272829  
« jan   mar »



Colunistas


Versões Antigas



Leia também:
Jeremias Macário xDestaque1

O São João show business

18/06/2026

Prometi a mim mesmo não mais falar ou fazer algum comentário sobre o nosso saudoso São João tradicional nordestino, mas

Jeremias Macário xDestaque2

Sarau debate “Casas de farinha”

16/06/2026

A professora e doutora Marise Oliveira Santos foi a palestrante do “Sarau A Estrada”, realizado no último sábado (dia 13/06/2026),

Jeremias Macário xDestaque2

A vacina do Butantan contra a dengue caiu mal na repercussão

11/06/2026

Se já existe no país aquele mundaréu de negativistas da ciência com o registro do baixo índice de vacinação no

Facebook Twitter Instagram Whatsapp

Web Analytics
Whatsapp: (77) 98804-3994

©2009-2025 . Blog do Paulo Nunes . Direitos reservados.