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Como nascem os extremismos?

25/01/2023 6 min read

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 Como nascem os extremismos?
Jornalista Jeremias Macário

O extremismo não é somente de Direita, mas também de esquerda. “Para extremista, a “compaixão é para os fracos”!,como dizia o prussiano NIETZSCHE.

É uma pergunta difícil de se responder, mas a história da humanidade nos ensina que o extremismo surge a partir da decadência de um povo órfão de lideranças confiáveis. Na tempestade, o extremista se agarra no primeiro tronco ou árvore que encontra, não importa se suas raízes são podres. Lembra daquele filme “Da Terra nascem os Brutos”?
Costuma-se dizer que esse rebanho desnorteado, errante, desregrado e sem respeito ao convívio social com outras pessoas é alvo fácil dos extremistas. Muitos dos extremismos nascem das religiões e desembocam no fanatismo. Extremistas saem debaixo da terra quando seus líderes fraquejam e outros surgem prometendo redenção e o reino dos céus.
O Antigo Testamento, por exemplo, que deu origem ao judaísmo com Abraão, Jacob, Moisés (os dez mandamentos), profetas e os reis David e Salamão, com muitos códigos baseados nas leis de Hamurabi, criou um Deus carrasco, impiedoso e vingativo para punir os maus costumes chamados de pecados da carne.
Depois veio Cristo com uma pregação filosófica humanística para condenar o moralismo extremista dos hipócritas fariseus e daqueles que se achavam acima das leis. Esse mesmo cristianismo, posto para uns amarem os outros e viverem em paz, caiu no extremismo dos papas, num convívio promíscuo entre poder e Estado.
Na mesma linha, 500 ou 600 anos depois de Cristo, aparece o extremista Maomé com o islamismo, que tentou impor sua religião em Meca. Não conseguindo, fugiu para Medida e de lá volta com um exército para eliminar os ditos infiéis na denominada guerra santa. O Alcorão é outro livro com passagens e importações extremistas. Ele dizia guiar seu povo perseguido e intencionava dominar o mundo através de seus califados.
A própria Igreja Católica também enveredou para o extremismo com suas vendas de indulgências, torturas, imposições e inquisições contra aqueles que seus líderes consideravam pagãos, bruxos e hereges. Os Cruzados também se achavam no direito de eliminar os árabes muçulmanos de Israel.
Por volta de 1500 Martinho Lutero e João Calvino fazem a ruptura religiosa do extremismo católico que abusava do seu poder para explorar a fé cristã e escrevem sua própria Bíblia luterana-calvinista para contestar uma moral decadente. Logo depois se tornam também extremistas.
Com o tempo, o que veio para combater o extremo vai dando lugar a outro extremo, como aconteceu com as correntes do protestantismo através dos evangélicos fanáticos, mas antes disso tivemos o fascismo de Mussolini, na Itália, e o nazismo hitlerista, na Alemanha, justamente aproveitando a decadência dessas nações que perderam as esperanças em seus líderes. O mesmo ocorreu com o comunismo de Lenin e Stalin para derrubar o extremo de um Czar já enfraquecido.
O nazifascismo prometeu a supremacia racial, soerguer as nações, acabar com a devassidão e tirar o povo da escravidão social e política, como fez Moisés perante os Faraós. A bola da vez eram os judeus, os ciganos e minorias.
Na terra prometida de Moisés brotaram os extremistas. Nas circunstâncias de desespero, esses líderes, psicopatas ou não, conseguem arrebanhar seguidores e multidões. Só eles estão com a verdade absoluta, sejam de direita ou de esquerda. Não aceitam ser contrariados.
NO BRASIL
Em nosso país, essa extrema-direita teve início há mais de 20 anos através de pastores evangélicos fanáticos, aproveitando a miséria e a ignorância do nosso povo abandonado e esquecido pelos governantes. O extremismo também tem raízes na pobreza, na disparada da violência, na desagregação familiar e nas mudanças do novo, não aceitas por eles pastores que guiam as mentes fracas.
O extremismo no Brasil é um somatório de fatos desde os atos de corrupção e desvios de conduta do Governo do PT diante das promessas de ética e honestidade para corrigir os malfeitos. Veio a Operação Lava-Jato e o povo foi se sentindo traído e decepcionado. Os evangélicos conservadores aproveitaram para adentrar ao poder.
O estopim culminou com o mandato de Dilma, uma líder fraca, vulnerável e manipulável que cometeu vários erros políticos. Veio a onda das corrupções e seu governo não conseguiu decolar. O povo foi para as ruas e tudo terminou com o golpe civil-parlamentar.
No meio das manifestações, uma boa maioria era de fanáticos extremistas, muitos dos quais evangélicos, que gritavam ordens de moral, família e tradição contra o PT, com o slogan “Nunca Mais”. Para dar voz aos esqueletos macabros medievais que saíram do armário apareceu o Bolsonaro, o “Bozó” psicopata genocida que há anos já expressava suas ideias racistas, misóginas, homofóbicas e autoritárias ditatoriais na Câmara dos Deputados.
Sua senha era justamente o “PT Nunca Mais” e aí o circo foi pegando fogo. Prometia moralizar os costumes, exterminar os “infiéis” pecadores taxados de comunistas e demônios vermelhos. Foi a partir disso que os extremos foram saindo de suas locas com paus, pedras, facões, facas, porretes, revólveres, fuzis e até metralhadoras através do incentivo ao armamento coletivo como salvação da sociedade.
O lema fascista moralista sempre foi pátria, família e tradição contra o que eles acham de baderna democrática essa coisa de igualdade social e de gênero para todos. Quanto ao resto, todos sabem muito bem no que deu e aconteceu com as eleições e a invasão desses bárbaros extremistas às sedes dos três poderes, no dia 8 de janeiro, com o objetivo de implantar uma ditadura militar.

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