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Jeremias Macário

A Terra na rota da destruição

20/11/2022 3 min read

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 A Terra na rota da destruição
Jornalista Jeremias Macário

É tudo blábláblá cheio de discursos, promessas de ajuda dos ricos para com os pobres, abraços, confraternizações entre os povos, indígenas para todo lado, cocares, pinturas, falas inflamáveis sobre economia sustentável, energia alternativa, encontros entre chefes e chefões com direito a enxadas no final da festa para o plantio de árvores. A imagem sorridente gira o mundo. Todos se mostram felizes da vida. Mil maravilhas! Finalmente o planeta está a salvo!
Jornalistas de todas as partes de câmaras na mão clicando seus fleches e repórteres a tudo registrando. Movimentos com cartazes e entrevistas de líderes jovens e idosos. Muita euforia nos relatórios e documentos finais. As metas são traçadas para reduzir os gases tóxicos no ar; parar com os desmatamentos florestais; e conter o aquecimento global. Ah, existem ainda os contratos de vendas de carbono.
Todos sabem muito bem do que estou falando. São os retratos das conferências do clima (neste ano no Egito). Chamam de Cop 27. Depois os caciques das maiores potências arrumam suas malas de volta para suas casas e pedem aos seus súditos para consumirem mais e mais a fim de que o Produto Interno Bruto – o chamado rei PIB – cresça. Como consequência de tudo isso, mais lixo, mais sujeira e poluição no ar.
Os maiores produtores de combustíveis fósseis, como o petróleo, o carvão e usinas movidas a diesel, principalmente, ora reduzem ora aumentam suas produções de acordo com as oscilações do mercado capitalista. E as guerras comerciais! Há anos falam em substituir as energias poluidoras pelas as limpas, mas o tempo avança e os projetos se arrastam.
Os projetos de economia sustentável são mínimos em comparação com o máximo de dióxido e metano jogados na atmosfera. A conta nunca bate em favor da preservação da terra. Atualmente são oito bilhões de habitantes vorazes que são induzidos a consumir, sobretudo produtos supérfluos, para gerar mais renda e emprego. A reciclagem não dá conta do volume desperdiçado.
Eles, os países desenvolvidos, como os Estados Unidos, estão mais preocupados em soltar foguetes tripulados ou não para a Lua, Marte e descobrir novas estrelas. Os bilionários fazem seus passeios interplanetários, enquanto a nossa casa onde moramos vive em rota de bagunça, desavenças, guerras, intrigas e muralhas nas fronteiras para impedir a entrada de refugiados e famintos.
De tão castigada, não dá mais para a natureza esperar. Ela se revolta e sacode a terra com suas tempestades, tufões, ciclones, raios, demolições, deslizamentos de morros, terremotos, calor de até 50 graus, derretimento dos gelos polares, aumento do nível do mar e outras tragédias.
No açoite da chibata, os homens religiosos pedem socorro a Deus e até dizem ser castigo Dele. Logo mais teremos outra Cop, a 28, para analisar o avanço dos estragos e apontar os maiores culpados. Será que ainda há tempo para recuperação, ou não tem mais retorno? Como será o nosso planeta daqui a 100 anos?

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