Governo Lula entrega 4 ambulâncias zero KM- (SAMU-192) ao governo de Vitória da Conquista
Quem perde, quem ganha: a eleição!
Por professor Joilson Bergher
Os que perderam as eleições de domingo estão tristes, estão encurralados, estão mudos! Eu feliz por eles, por entender, por ver neles alguma sensibilidade diante do odio produzido por esse presidente sem cognição, um presidente que sorri dos mortos na pandemia sem ar, que diz ser o preto igual a arrouba de boi pastando, e por ai vamos. Ótimo perderem as eleições.
O primeiro discurso de Luiz Inácio Lula da Silva após a vitória, disse a todos – “O Brasil é um só”, por si só evidencia-se um diferencial importamte em relação à divisão letal do governo atual, o governo perdedor. O que pretende Lula e os partidos de sua federação política? Reforma tributária com a simplificação de tributos e modelo progressivo – reduzindo a tributação do consumo e aumentando os impostos pagos pelos mais ricos? A retomada de investimentos governamentais em infraestrutura e a reindustrialização nacional? A Criação de um Ministerio dos povos originarios…ou fazer o que fora feito na Bahia, a ideia de PGP? Por onde tenho estado, ouço muito que o governo eleito irá resgatar a democracia…mas qual delas?
Li no francês Le Monde que Luiz Inácio Lula da Silva “faz um retorno espetacular da prisão à presidência”, porém menos triunfal do que se esperava. “Com 50,9% dos votos, a vitória acabou sendo mais complicada” que o previsto e Lula herda um país dividido, avalia o jornal. No poder, Lula promete construir “um novo Brasil”. Mas, após uma vitória difícil, diante de um Congresso hostil, um contexto econômico incerto e um país violento e ultrapolarizado, ninguém sabe qual será sua margem de manobra, diz o Le Monde. Uma coisa é certa: a “fênix do Brasil terá que usar todo o seu talento para erguer o país das cinzas”.
Cinzas, cinzas, cinzas. Aos perdedores, as cinzas? No caso da Bahia, certamente a [direita] com o seu principal representante, o ultimo dos magalhâes, personagem inóspito e pequeno da política baiana, sem lastro, isolado, foi derrotado em sua sanha em querer fazer voltar o seu modelo de política de 40 anos atrás. A Bahia o varreu do cenário pelo professor Jerônimo Rodrigues, o governador da nossa geração.
E as eleições em Vitória da Conquista? Ah, nesta cidade a pseuda-gestora do alto de seu desconhecimento do que seja a politca baiana em sua aventura cintra essa cidade, ou talvez sendo insuflada por carcamanos estranho a essa cidade a fez dizer à Bahia ser seguidora de seu presidnete, o genocida que desdenhaa de quem estava sem ar, morrendo em hospitais o Brasil. Foi tão estúpida que nem mesmo o seu candidato derrotado a governador não teve a devida coragem em dizer à Bahia ser seguidor desse presidente letal com contas a ajustar com a justiça.
Essa pseudo-gestora estranha a Vitória da Coinquista, no horizonte vai amargar ter se colocado contra Vitória da Conquista nestas eleições. Quem perde, quem ganha nas eleições, ou existirá direita após esse presidente que sai de cena? Agora é com você….
