(77) 98804-3994
BLOG DO PAULO NUNES BLOG DO PAULO NUNES
  • Início
  • Sobre Paulo Nunes
  • Editorial
  • Últimas Notícias
    • Vitória da Conquista
    • Geral
    • Política Conquistense
    • Bahia
    • Brasil
    • Ciência e Tecnologia
    • Coronavírus
    • Cultura
    • Economia
    • Educação
    • Eleições 2022
    • Gastronomia
    • Governo da Bahia
    • Infraestrutura
    • Mineração
    • Mobilidade Urbana
    • Municípios da Bahia
    • Nordeste
    • Norte
    • Política
    • Polícia
    • Saneamento
    • Sudeste
    • Sul
    • Saúde
    • Segurança Nacional
    • Segurança Pública
    • Urbanismo
  • Colunas
    • Paulo Nunes
    • Jeremias Macário
    • Paulo Pires
    • Ruy Medeiros
  • Artigos
    • Opinião
    • História
    • História de Vitória da Conquista
  • Vídeos
  • Contatos

Últimas notícias

Vitória da Conquista ganhou um “Teco-Teco”

Daniel Vorcaro bancou R$ 11,9 milhões em festas com políticos em NY: da “Noite das Astronautas” à degustações de whiskys e charutos

Relator, Zé Raimundo destaca fortalecimento da Justiça baiana com ampliação do número de desembargadores

Governo da Bahia realiza obras de Infraestrutura em mais de 8 mil km de rodovias

Corpus Christi 2026: Rodovias baianas devem receber cerca de 600 mil veículos no feriado prolongado

  1. Home
  2. Internacional
  3. Entenda por que Trump voltou atrás nas tarifas impostas contra a China
Internacional xDestaque1

Entenda por que Trump voltou atrás nas tarifas impostas contra a China

14/04/2025 4 min read

AA

 Entenda por que Trump voltou atrás nas tarifas impostas contra a China

Pressionado por mercados em queda, protestos internos e críticas de aliados, presidente dos EUA reduz tarifas e tenta renegociar acordos comerciais

 O jornalista e analista político russo Vitaly Ryumshin explica, em artigo publicado originalmente no Gazeta.ru e traduzido e editado pela equipe da RT, os motivos que levaram o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a recuar da guerra comercial que ele próprio iniciou em seu segundo mandato. Após impor tarifas agressivas a dezenas de países, Trump viu sua popularidade despencar, enfrentou protestos internos e sofreu críticas até mesmo de aliados próximos. A pressão crescente o forçou a reduzir temporariamente as tarifas e abrir espaço para negociações.

“Agora eu já vi de tudo”, escreve Ryumshin, ao refletir sobre a escalada e o colapso da estratégia tarifária trumpista. A nova ofensiva começou em fevereiro, com sobretaxas sobre importações do Canadá e do México, sob a justificativa de que os dois países não faziam o suficiente para conter migração e tráfico de drogas. A resposta rápida de Ottawa e Cidade do México, que aceitaram negociar, alimentou a crença de Trump de que poderia estender essa tática ao restante do mundo.

Segundo Ryumshin, o presidente norte-americano acreditava que sua chamada “estratégia psicopata” — criar uma crise, oferecer o recuo como gesto de boa vontade e exigir concessões em troca — funcionaria em escala global. Mas a reação foi explosiva: mercados entraram em colapso, os preços do petróleo caíram, analistas passaram a prever recessão e os americanos começaram a estocar alimentos temendo o pior. Apesar do caos, a Casa Branca assegurava que “tudo estava indo conforme o plano”.

O plano, segundo o próprio Trump, era fazer o mundo “kiss his ass”. No entanto, os efeitos internos foram devastadores: manifestações contra as tarifas se espalharam pelos EUA, lideradas por grupos progressistas; Barack Obama e Kamala Harris passaram a criticar publicamente o presidente; e o deputado Al Green anunciou nova tentativa de impeachment — a terceira.

As críticas não ficaram restritas à oposição. O senador republicano Ted Cruz alertou para um “banho de sangue” nas eleições legislativas de 2026 caso a recessão se concretizasse. Elon Musk, antigo aliado de Trump, atacou o assessor comercial Peter Navarro, chamando-o de “idiota” e “mais burro que um saco de batatas”.

Diante do desgaste, Trump anunciou no dia 9 de abril que 75 países haviam solicitado renegociações. Como resposta, reduziu as tarifas para 10% por 90 dias, em uma tentativa de reverter o quadro. Mas, como aponta Ryumshin, a China segue firme e não demonstrou disposição para ceder. Com tarifas recíprocas já chegando a 140%, a guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo ameaça provocar um colapso no comércio bilateral.

O autor conclui que Trump, fiel ao seu estilo, pode pressionar por concessões rápidas e declarar vitória — ou simplesmente abandonar o tema e partir para outro foco, como já fez com a guerra da Ucrânia ou com o dossiê nuclear iraniano. “E o mais assustador”, escreve Ryumshin, “é que às vezes funciona.”

Compartilhe:
  
Previous post
Next post

Leave a Reply Cancel reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Enquete
Buscar no Site




Editorias
https://www.youtube.com/watch?v=AwKXGnZPhes






Busca por Data
abril 2025
D S T Q Q S S
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  
« mar   maio »



Colunistas


Versões Antigas



Leia também:
lesa-pátria xDestaque1

EUA citam Pix 20 vezes em tarifaço contra o Brasil defendido pelos irmãos Bolsonaro

02/06/2026

Ação de Trump contra o Brasil, apoiada pela família Bolsonaro, coloca em risco o futuro do Pix, método de pagamento

Política xDestaque1

Fim da escala 6×1 vai melhorar qualidade de vida, fortalecer a economia e gerar empregos, avalia Waldenor Pereira

29/05/2026

A aprovação da PEC que prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho sem redução

Internacional xDestaque1

Sucesso em Washington consolida Lula como o maior estadista da história do Brasil e um dos maiores do mundo

10/05/2026

Presidente defende paz, reforma da ONU, soberania brasileira e diálogo global em encontro histórico com Donald Trump na Casa Branca.

Facebook Twitter Instagram Whatsapp

Web Analytics
Whatsapp: (77) 98804-3994

©2009-2025 . Blog do Paulo Nunes . Direitos reservados.