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Wellington Dias prevê menor pobreza e desigualdade da história e atribui avanço ao trabalho integrado do presidente Lula

30/12/2025 7 min read

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 Wellington Dias prevê menor pobreza e desigualdade da história e atribui avanço ao trabalho integrado do presidente Lula

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O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou que o país caminha para “o menor nível de extrema pobreza e de pobreza de toda a história” e “o menor índice de desigualdade”. A declaração foi dada em entrevista à Voz do Brasil, em conteúdo divulgado pela Agência Gov, com destaque para a avaliação de que 2026 poderá ser “um ano de grandes vitórias para o social”.

Dias também criticou o período posterior ao golpe de Estado contra Dilma, ao afirmar que governos tentaram “apagar” políticas sociais e que isso recolocou o país no Mapa da Fome. “Então, quando deram o golpe contra a presidenta Dilma (em 2016), assumiu um governo que queria apagar as coisas dos governos anteriores. Olha no que deu: a economia caiu, o desemprego aumentou, e junto a pobreza, a miséria e a fome. Com 33 milhões pessoas em situação de pobreza e extrema pobreza, voltamos ao Mapa da Fome (do qual tínhamos saído em 2014).”

Segundo o ministro, o retorno do presidente Lula ao comando do país, em 2023, permitiu retomar e aprimorar políticas de combate à fome, com resultados acelerados. “Digo isso para realçar: lá atrás a gente comemorou um feito que levou 11 anos para a gente alcançar. Agora, em apenas dois anos, com o comando do presidente Lula, tiramos mais de 30 milhões de pessoas do mapa da fome, segundo os levantamentos da FAO. Foi a maior contribuição para a redução da fome no mundo.”

Saída do Mapa da Fome e queda da subnutrição

Ao comentar a retirada oficial do Brasil do Mapa da Fome da ONU, Dias disse que a marca ganha ainda mais relevância por evidenciar o efeito de escolhas de governo. Ele citou números relacionados à subnutrição e ao cálculo por média trienal. “Por quê? Porque fechamos aquele ano com 2,5% da população na chamada subnutrição ou desnutrição na fome, ou seja, a insuficiência alimentar. E fechamos em 1,7% o ano de 2024. É medido um triênio, a média do triênio é que conta.”

Na avaliação do ministro, a combinação de políticas integradas ajudou o país a recuperar indicadores sociais e a acelerar a redução da fome e da pobreza, com peso também no cenário internacional.

“Busca ativa” e novo desenho do Bolsa Família

Dias atribuiu parte dos resultados ao aperfeiçoamento do CadÚnico e à integração com saúde e educação, dentro do que chamou de “busca ativa”. Ele descreveu a lógica de atuação do Estado, identificando situações de desnutrição em unidades básicas de saúde e acionando rede de assistência, saúde e educação conforme o caso.

Sobre o Bolsa Família, Dias insistiu que o programa vai além da transferência de renda e destacou mudanças para evitar que a família volte à fome ao oscilar no mercado de trabalho. “É um modelo chamado busca ativa, o próprio modelo do Bolsa Família, é um novo Bolsa Família, garante um volume de recursos capaz de comprar a alimentação, porque tem um valor em torno de R$ 230,00 por pessoa da família, é o que a gente paga.”

Ele também ressaltou a regra de permanência condicionada à saída efetiva da pobreza. “E ainda é um modelo em que, entrou uma vez, só sai para cima.” E completou: “E agora, quando tem um emprego, quando tem um pequeno negócio, não sai do benefício, não sai do Bolsa Família por conta do emprego, por conta do negócio, só sai quando sai da pobreza.”

Jovens e mobilidade social: “3 milhões superaram a pobreza”

O ministro citou um estudo segundo o qual, em 10 anos, 70% dos adolescentes deixaram o Bolsa Família, associando o dado à integração do programa com educação e alimentação. “Olha, o Bolsa Família não é só transferência de renda. Está integrado com complemento alimentar, alimentação escolar, merenda agora com a escola tempo integral, almoço, lanche.”

Dias destacou ainda o impacto direto na trajetória escolar. “Três milhões de jovens, aproximadamente, que tinham entre 15 e 17 anos em 2014, e de lá para cá, desses jovens, de cada 10, 7 saíram. Então, 3 milhões de jovens superaram a pobreza. A maior parte se formou no nível técnico, nível superior.”

Aliança global contra a fome e a pobreza e metas até 2030

Ao abordar a iniciativa lançada na presidência brasileira do G20, Wellington Dias lembrou que é copresidente da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, ao lado da Espanha, e defendeu coordenação internacional para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. “Foi assim que o presidente Lula, na presidência do Brasil no G20, propôs, e foi aprovada, a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, da qual hoje eu sou o copresidente, junto com a Espanha.”

Ele contextualizou o desafio global, citando a evolução do número de pessoas em situação de fome e a influência de conflitos e crises climáticas, e afirmou que o plano brasileiro passou a ser observado por outros países.

2026: crescimento com inclusão e foco social

Ao projetar 2026, Dias afirmou que o Brasil entrará em um novo ciclo, combinando crescimento econômico e redução das desigualdades, com foco em áreas como segurança pública e proteção social. “E que venha 2026 e um Brasil ainda mais preparado para crescer a economia, para melhorar a saúde, educação, melhorar a segurança.”

O ministro também mencionou a orientação do presidente Lula para enfrentar diferentes dimensões da violência. “O presidente foca, ele quer combater, por exemplo, violência contra a mulher, assalto, roubo, furto. Mas também chegar nos grandões.” E concluiu: “Com essa força, trabalho integrado, todo o Brasil, 2026 será um ano de grandes vitórias para o social.”

 

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