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PED 2025 – Por um PT renovado e atuante!

05/05/2025 17 min read

AA

 PED 2025 – Por um PT renovado e atuante!

1 – O PED/2025:
A Avante, uma das tendências internas do PT, manifesta a sua alegria pelo Diretório Nacional do nosso partido, no dia 17 de fevereiro de 2025, aprovar e divulgar as normas regimentais para a realização do PED/2025, que é o processo eleitoral interno para os/as filiados/as escolherem diretamente o Presidente e os dirigentes do partido em todos os níveis.
O chamamento da nossa Direção Nacional já começou a despertar a militância da inércia após a derrota nas eleições municipais de 2024 ocorrida em todo o país. Os coletivos internos Avante, Esquerda Popular Socialista/EPS, Resistência Socialista/RS, Movimento Coletivo Ética Socialista/MCOESO, Diálogo e Ação Petista/DAP, Construindo Um Novo Brasil/CNB, deputados, vereadores e vereadora, companheiros e companheiras independentes, realizam reuniões e debates para discutir o nosso partido, o seu papel histórico, analisar as últimas eleições, o avanço fascio￾direitista e apresentar propostas concretas para transformar o PED/2025 em um momento político de união partidária, renovação dos quadros dirigentes, marcar sua presença no cenário político e firmar novas formas de atuação propondo uma efetiva política de lutas populares junto com os movimentos sociais, superando o desafio de efetivar o PT como organização política de transformação social e partido no governo.
2 – O mundo que vivemos:

A eleição partidária interna democrática e transparente ocorre em um momento particularmente complexo e difícil para as forças democráticas e populares no Brasil e no mundo. A vitória de Trump nos Estados Unidos, o avanço eleitoral de forças fascidireitistas em diversos países europeus, a eclosão de guerras localizadas que podem se estender para outros países ameaçando a frágil paz mundial existente desde o fim da segunda guerra mundial, desenhando um cenário difícil para o futuro da humanidade. O governo norte-americano de Trump atropela toda a ordem mundial das relações econômicas e comerciais procurando infrutiferamente estancar a visível decadência que abala o poderio econômico e político dos Estados Unidos. O processo objetivo de globalização capitalista construiu-se ao longo do tempo moldado em formas para atenuar e conciliar, por meio de regras e organismos internacionais, os interesses das potências e dos seus grupos econômicos de alcance global. A politica comercial externa do governo trumpista busca utilizar o seu próprio poderio econômico para impor ônus tarifários às importações como forma (talvez ilusória) de fortalecer a produção nacional. O grau de conflitos gerado por essas medidas do maior mercado consumidor e produtor do mundo pode provocar uma crise internacional mais grave do que a do petróleo de l974, ou, então, os interesses dos grandes grupos financeiros norte-americanos globalizados podem
promover entendimentos multilaterais e bilaterais para moderar os ímpetos radicalmente
protecionistas de Trump.
A guerra entre a Rússia e a Ucrania provocada pelos interesses geopolíticos russos e questões nacionais e a insensatez do governo ucraniano, comandado pelo direitista Zelensky, tende a se ampliar
e envolver diretamente outros países da comunidade europeia que já anuncia investimentos superiores
a 800 bilhões de dólares na indústria bélica. Cada vez mais a sanha lucrativa do complexo industrial￾militar começa a superar os motivos iniciais do conflito.

Os povos árabes, principalmente os palestinos, continuam sendo vítimas do cruel genocídio do
Estado de Israel sob o beneplácito do governo norte-americano, agora mais intenso sob a era Trump.
A busca desenfreada pelo lucro dos grandes conglomerados industriais e agrícolas não respeita a
natureza e nem o meio ambiente. Florestas e matas são destruídas, os ares são permanentemente
contaminados pelos mais agressivos e venenosos gases. A crise climática e a poluição atmosférica
ameaçam a própria sobrevivência da humanidade. A crença de que um novo mundo é possível torna￾se um sonho cada vez mais difícil para todos aqueles e aquelas que almejam e lutam por uma sociedade socialmente mais justa, fraterna, solidária, pacífica e que saiba viver harmoniosamente
com a natureza.
3 – O Brasil

O Brasil que até o momento foi pouco atingido pelo chamado “tarifaço” de Trump, tem respondido à altura como nação verdadeiramente soberana, ciente de seus interesses nacionais e com a capacidade de negociar com altivez e seriedade diante das bravatas do governo americano. Esse comportamento provocou um momento de unidade, dentro das divergências, no interior do governo brasileiro. No entanto, esta situação é precária porque o governo de coalizão
ampla de Lula, tem suas ações e propostas mais avançadas confrontadas pelas próprias forças conservadoras que participam do governo e que buscam permanentemente pender a correlação de forças internas para o lado daqueles que sempre se colocaram ao lado dos interesses das classes e grupos que nunca deixaram de governar o país. O Congresso Nacional com ampla maioria de direita, aliado aos principais governos estaduais e ainda, com o apoio da imprensa burguesa e a rede social infestada de fakenews, obstaculizam as ações democráticas e populares do governo. A tendência é esse conflito político e social se agravar com a proximidade das eleições gerais de 2026.

No entanto, no Brasil apesar das dificuldades, o governo tem obtido alguns sucessos. O Executivo tem dado todo o apoio político e institucional para o Supremo Tribunal Federal apurar e punir os participantes da tentativa de golpe que culminou no fracasso em 08 de janeiro. As consignas “Sem Anistia” e “Ditadura Nunca Mais” tem acalentado os corações e mentes de muitos brasileiros e brasileiras , apesar de não ter ainda a força necessária para afastar definitivamente futuras tentativas golpistas. Após os quatro anos de desastres bolsonaristas o governo Lula conseguiu restabelecer os programas sociais básicos como o Bolsa-familia, Luz para Todos, Fies, Programas de inclusão social e de gêneros e outros que fazem parte do ideário petista. Os investimentos sociais foram executados sem qualquer ameaça ao equilíbrio fiscal tão alardeado pelas forças neoliberais. A fome entre as populações situadas na linha da pobreza extrema foi reduzida drasticamente, permitindo que o Brasil fosse retirado novamente do mapa da fome dirigido por organismos técnicos internacionais. O índice de desemprego registou um dos menores números desse século. Além da consolidação das
instituições do Estado Democrático de Direito o país também aponta para o crescimento dos PIB´s atual e futuros acima da média mundial.
4 – A Bahia

Na Bahia, o PT juntamente com uma aliança política bastante semelhante à nacional, governa o Estado há dezoito anos e nas eleições presidenciais de 2022 conseguiu mais de seis milhões de votos de frente para Lula diante de seu adversário, garantindo a vitória das forças democráticas e populares no pleito presidencial. A coalizão nacional de ampla aliança reproduzida no Estado, também conta com a maioria dos prefeitos do interior da Bahia ocasionando, muitas vezes, a diminuição do papel do Partido e agravando disputas municipais gerando conflitos entre as nossas bases partidárias e adversários históricos nos municípios mas que participam da aliança estadual…
O governo estadual ainda não conseguiu controlar completamente os órgãos de segurança, principalmente a polícia militar que continua com o comportamento violento, agressivo e preconceituoso de sempre contra os pobres, jovens e negros da periferia.

Também se observa na Bahia a indiferença ou mesmo aversão de setores conservadores aliados no governo que resistem a aderirem às propostas mais avançadas e populares das forças de esquerda.
Apesar dos sucessos obtidos nas disputas dos cargos majoritários desde 2006 o PT tem sofrido pesadas derrotas eleitorais para os legislativos estadual e nacional, além de revezes nos principais municípios do Estado. Essa contradição precisa ser decifrada e resolvida porque além de impedir uma base sólida para o governo petista cria enormes dificuldades para a necessária renovação dos nossos quadros políticos. As eleições gerais de 2026 é uma oportunidade de sanar essa deficiência.
Necessitamos reeleger Jerônimo Rodrigues, aumentar e fortalecer nossa bancada de deputados federais e estaduais. Quanto ao senado, instância onde será travada uma dura disputa com o fasci￾bolsonarismo e também no interior do arco de alianças governamental. O senador do PSD, Angelo Coronel, não tem correspondido com um mandato eficiente e compatível com as propostas populares mas integra o principal partido aliado e que tem em suas fileiras a maioria dos prefeitos das cidades do Estado.
5 – Vitória da Conquista

Os vinte anos de governos vitoriosos do Partido dos Trabalhadores não foram suficientes para vencer a ofensiva da direita desfechada contra o Partido. A campanha midiática e política de longa alcance iniciada em 2005 com o que chamaram de “Mensalão”, seguida do “Petrolão”, “Lava-jato”, as desastrosas jornadas de junho de 2013, o golpe parlamentar e midiático contra Dilma e a ação criminosa de setores do judiciário associada ao uso maciço da rede social conseguiram imprimir a marca de corrupto ao PT e no seu líder maior, Lula.
A tentativa de cassar o registro do partido fracassou mas a situação nacional estabeleceu condições extremamente desfavoráveis para a disputa nas eleições de 2016. Conseguimos a vitória no primeiro turno, mas no segundo turno, alguns erros cometidos, facilitaram a virada das forças direitistas que
encerraram um ciclo vitorioso de gestões petistas.

Nas eleições de 2020 mesmo com algumas alterações não conseguimos mudar o desfecho final. Após a nossa vitória no primeiro turno os adversários souberam interpretar melhor o mapa das urnas e promoveram mudanças e ações que permitiram a reversão do resultado do primeiro turno.

Nas eleições municipais de 2024 sofremos a maior derrota. Além de perder no primeiro turno ainda tivemos a diminuição da bancada de vereadores. Neste pleito a memória popular já estava bastante distante das realizações dos governos petistas. Com o falecimento do então prefeito Herzem Gusmão ocorreu uma renovação espontânea na liderança conservadora, suscitando o desejo em setores da população de ver a cidade continuar sendo governada por uma mulher que não era vista como integrante do sistema político tradicional. Entretanto, não se pode desprezar o competente uso que ela soube fazer da máquina pública reforçada por um empréstimo bancário de 161 milhões de reais aplicado quase totalmente em obras eleitoreiras.

Esse rápido retrospecto histórico apresentado não nos isenta dos erros cometidos, das avaliações apressadas e imprecisas, alguns momentos em que desejos pessoais situaram-se acima do partido. O afastamento das lutas populares e do movimento social, privilegiando sempre as questões institucionais e de governo, descaracterizaram o PT como órgão político de transformação social.

A realidade mostra que a direita se consolidou como governo em Vitória da Conquista e planeja manter-se no poder por muito tempo, inclusive é sintomático a vitória que a direita conservadora obteve nas recentes eleições da OAB e no Conselho Municipal de Saúde. A prefeita além de conquistar maioria nas eleições municipais legislativas ainda conseguiu cooptar vereadores eleitos pela oposição contando atualmente com sólida maioria na Câmara Municipal. Vitória da Conquista tornou-se uma das principais base de apoio da direita bolsonarista para derrotar as forças democráticas e populares na Bahia. Aqui, em nossa cidade, precisamos nos fortalecer, ampliar a unidade com as correntes democráticas promovendo uma oposição mais consistente e aguerrida à prefeita que, hoje, é a principal liderança do conservadorismo de direita na região.

Diante da situação politica que estamos vivendo o PED/2025 não pode se restringir apenas às questões internas. O apoio militante ao governo Lula deve basear-se nas propostas mais avançadas do partido procurando conseguir a força necessária para orientar o governo no sentido de pautar e executar o programa de mudanças profundas aprovado e divulgado na campanha eleitoral de 2022.
A necessidade de fortalecer os nossos governos populares não diminui a importância da ação do partido junto às lutas populares e o movimento social. As reivindicações dos trabalhadores da cidade e do campo, a diminuição da carga horária de trabalho sem redução de salário, a melhoria crescente das condições de vida da população mais pobre, o fortalecimento dos serviços sociais e das empresas públicas são bandeiras inalienáveis do nosso programa.

6 – O Partido
O PT é certamente a organização política mais atacada e caluniada em toda história brasileira. Ao tornar-se uma alternativa capaz de vencer eleições e governar despertou com mais força o ódio e os ataques das forças conservadoras, retrógradas e fascistas que em suas diversas formas influem na sociedade brasileira desde o período colonial. O PT tem o compromisso histórico de não aceitar e repudiar o capitalismo associado ao imperialismo econômico que mantém a nação subjugada e os trabalhadores da cidade e do campo, os informais, os estudantes e a população das periferias submetidos a condições de vida degradantes. Foi a a nossa escolha e dela não vamos desistir !
O PT governou Vitória da Conquista com muitos acertos e poucos erros. A nossa derrota em 2016 iniciou uma nova etapa histórica da cidade a qual estamos sabendo enfrentar. A memória popular do nosso legado começa a afastar-se da população mais jovem. A marca nacional de corrupção que foi impressa caluniosamente no partido também nos atinge em Vitória da Conquista, apesar dos vinte anos da nossa administração ter demonstrado a forma decente e ética com que foram tratados os recursos e as coisas públicas. Em duas décadas de governo nenhuma acusação (mesmo mentirosa), nenhum processo policial ou judicial sujou a lisura dos governos petistas.
O PT possui mais de 4.000 filiados em nossa cidade, tem um deputado federal e um estadual ambos com atuações brilhantes, dois vereadores e uma vereadora que conduzem a verdadeira oposição aos desmandos da prefeita. Sabemos da força da militância petista e estamos preparados para obter o maior número possível de votos para o presidente Lula, o governador Jerônimo, para os nossos candidatos ao Senado, para a Câmara Federal e a Assembleia Legislativa da Bahia. Sem dúvida, as eleições gerais de 2026 é o grande ensaio local para as eleições municipais de 2028. A participação do Partido nos processos eleitorais é importante mas o nosso foco deve se concentrar nas lutas sociais, dos trabalhadores, dos camponeses, dos estudantes, das mulheres, das populações periféricas, dos negros/as, dos indígenas, das minorias LGBTQIA+, as justas reivindicações urbanas e do campo, enfim nossos olhos e disposição devem sempre se dirigir contra as injustiças e pela melhoria da qualidade de vida do nosso povo. Afinal, não queremos apenas governar também queremos mudar uma sociedade injusta, aprofundar a democracia e a participação popular abrindo o caminho para o socialismo.
7 – O que queremos no PED/2025:

O PED/2025 é o instrumento democrático e transparente de avaliar o nosso partido, verificar seus erros, apontar correções, traçar estratégias políticas, apresentar propostas e meios de cumprir seus objetivos políticos e de organização, e, eleger diretamente os seus dirigentes. Logo, é o meio de renovar e ativar o Partido. E o que queremos, precisamos e vamos conseguir !
a) A renovação política começa na própria direção partidária. Não apenas como uma questão etária e geracional, mas principalmente com dirigentes com “sangue nos olhos”, dispostos, batalhadores e que entendam e queiram cumprir as tarefas partidárias que a vida nos impõe.
b) O Partido não pode prescindir de uma direção coletiva e transparente, democrática, cujas decisões sejam frutos de discussões e aprovação das bases. Portanto, propomos que as reuniões do Diretório Municipal e da Comissão Executivas sejam divulgadas e abertas aos militantes, exceto em casos excepcionais aprovados pela maioria da Comissão Executiva.
c) As alianças políticas municipais serão analisadas e votadas no DM/VCA,
d) Analisar com profundidade os resultados políticos e eleitorais da Federação e encaminhar Relatório
à CEN.
e) A CEM deverá acompanhar e auxiliar a bancada petista na Câmara Municipal.
f) Acirrar a oposição à prefeita inclusive discutindo com partidos e forças aliadas propostas de ações concretas.
g) Promover debates sobre a política econômica do governo Lula e seus limites.
h) Realizar seminário com os movimentos sociais sobre a Reforma Agraria, Agricultura Familiar e o Agronegócio.
i) Reorganizar as secretarias auxiliares do DM, iniciando com aquelas indicadas pelo nosso Estatuto.
j) Participar das ações junto com os movimentos sociais das lutas contra a jornada 6X1, contra a
precarização do Trabalho, a terceirização e a privatização das empresas e serviços públicos.
k) Respeitar a pluralidade do PT e as opiniões diferentes e mesmo divergentes no interior do partido.
l) Aperfeiçoar a comunicação partidária capacitando-a para usar a tecnologia digital e a rede social.
m) Promover cursos de capacitação política inclusive como forma de preparar ideologicamente os militantes recém filiados.
8) Conclusões:
A Avante pretendeu apresentar pelo menos uma pequena parte das numerosas e complexas questões que desafiam o Partido dos Trabalhadores e seus filiados/as esperando suscitar indagações e busca de respostas para nossas dúvidas.
Vamos apresentar uma chapa completa para o Diretório Municipal, para a Comissão de Ética e o Conselho Fiscal composta por valorosas companheiras e companheiros, jovens, negros e pardos.
Todas e todos militantes honrados e provados. Também apoiamos o companheiro Valdemir Dias para concorrer à presidente municipal do nosso Partido.
Queremos cumprir a nossa obrigação de participar.
Por um PED/2025 que escolha um partido renovado e ativo !
Viva o Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras de Vitória da Conquista !
Vitória da Conquista, 10 de abril de 2025.
Avante – Tendência Interna do Partido dos Trabalhadores e Trabalhadoras.

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