Vereador do PL diz que “estudar não deveria ser para todo mundo”
Imprensa nacional repercute início das obras da Ponte Salvador-Itaparica enquanto oposição critica ausência de projeto
A repercussão nacional do início das obras da Ponte Salvador–Ilha de Itaparica reforçou a dimensão histórica do empreendimento para a Bahia. Em reportagem publicada nesta semana, a revista Veja destacou o projeto de R$ 11 bilhões, executado em parceria com empresas chinesas, classificando-o como a futura maior ponte sobre o mar da América Latina, com 12,4 quilômetros de extensão. O tema também ganhou espaço em outros veículos nacionais, consolidando a obra como uma das principais iniciativas de infraestrutura em andamento no país.
Para a deputada federal Lídice da Mata (PSB), o reconhecimento da imprensa nacional contrasta com a postura de setores da oposição baiana, que passaram anos desacreditando o projeto e minimizando sua importância. Segundo ela, enquanto a obra ganha relevância dentro e fora do Brasil, adversários seguem apostando no pessimismo em vez de discutir o futuro do estado.
“A Bahia não precisa de quem torça contra. Precisa de quem trabalhe para gerar emprego, reduzir distâncias, atrair investimentos e criar oportunidades. Quando uma obra dessa magnitude passa a ser destaque nacional, fica evidente que ela representa muito mais do que concreto e aço: representa desenvolvimento”, afirmou a parlamentar.
Lídice também criticou o comportamento do pré-candidato ao governo ACM Neto, dizendo que sua atuação tem sido marcada por ataques ao governador Jerônimo Rodrigues e às ações da atual gestão, sem a apresentação de propostas alternativas. Para a deputada, “é um discurso que se resume à crítica permanente, sem oferecer caminhos concretos para enfrentar os desafios da Bahia”.
Na avaliação da socialista, o destaque dado pela imprensa nacional à ponte evidencia que o debate sobre o futuro do estado deve ser pautado por resultados e investimentos estruturantes. “Enquanto alguns insistem em desqualificar obras que podem transformar a vida de milhões de baianos, o governo segue tirando projetos do papel. A Bahia avança quando prevalece a agenda do desenvolvimento, e não a política da torcida contra”, concluiu.