(77) 98804-3994
BLOG DO PAULO NUNES BLOG DO PAULO NUNES
  • Início
  • Sobre Paulo Nunes
  • Editorial
  • Últimas Notícias
    • Vitória da Conquista
    • Geral
    • Política Conquistense
    • Bahia
    • Brasil
    • Ciência e Tecnologia
    • Coronavírus
    • Cultura
    • Economia
    • Educação
    • Eleições 2022
    • Gastronomia
    • Governo da Bahia
    • Infraestrutura
    • Mineração
    • Mobilidade Urbana
    • Municípios da Bahia
    • Nordeste
    • Norte
    • Política
    • Polícia
    • Saneamento
    • Sudeste
    • Sul
    • Saúde
    • Segurança Nacional
    • Segurança Pública
    • Urbanismo
  • Colunas
    • Paulo Nunes
    • Jeremias Macário
    • Paulo Pires
    • Ruy Medeiros
  • Artigos
    • Opinião
    • História
    • História de Vitória da Conquista
  • Vídeos
  • Contatos

Últimas notícias

Após Ramagem ser preso nos EUA, governistas defendem deportação de ex-deputado

Projeto Conquistar: Coordenação de Juventude realiza aula inaugural do curso preparatório para Enem e vestibulares

A derrota de Orbán e o recado ao bolsonarismo

Viaduto na saída para Itambé: infraestrutura, logística e segurança viária

Manifesto de apoio à Chapa 3 nas eleições da UESB

  1. Home
  2. Economia
  3. Safra recorde de café em 2026 reforça importância do manejo eficiente de plantas daninhas nas lavouras



Economia xDestaque1

Safra recorde de café em 2026 reforça importância do manejo eficiente de plantas daninhas nas lavouras

31/03/2026 6 min read

AA

 Safra recorde de café em 2026 reforça importância do manejo eficiente de plantas daninhas nas lavouras
Safra recorde

Com produção estimada entre 66 milhões a 75 milhões de sacas, cenário exige atenção redobrada dos produtores para preservar produtividade e qualidade

O Brasil caminha para uma safra recorde de café em 2026, com estimativas que variam entre 66,2 milhões a 75,3 milhões de sacas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O desempenho é impulsionado por condições climáticas favoráveis e pela bienalidade positiva do café arábica. O cenário, que também inclui expectativa de estabilidade nos preços ao longo do segundo semestre, reforça a necessidade de um manejo agronômico ainda mais eficiente para garantir o pleno aproveitamento do potencial produtivo das lavouras.

Entre os principais desafios enfrentados pelo produtor está o controle de plantas daninhas, que competem diretamente com o cafeeiro por água, luz e nutrientes. Em áreas com alta infestação, essa competição pode comprometer o desenvolvimento inicial da cultura e impactar diretamente o potencial produtivo da lavoura, especialmente na ausência de manejo adequado.

Segundo a engenheira agrônoma Bárbara Marcasso Copetti, da Ourofino Agrociência, o momento exige uma abordagem mais estratégica dentro da lavoura.

“Em um cenário de safra cheia, cada detalhe do manejo faz diferença no resultado. As plantas daninhas impactam diretamente o potencial produtivo do cafeeiro, principalmente em fases críticas de desenvolvimento. Por isso, o controle precisa ser planejado, monitorado e integrado a diferentes práticas”, explica.

Manejo integrado ganha protagonismo no campo

A especialista destaca que o controle eficiente das plantas daninhas vai além de uma única prática. O manejo integrado combina diferentes métodos — culturais, mecânicos e químicos — para aumentar a eficiência e reduzir riscos à lavoura.

O uso de cobertura vegetal, como braquiária e leguminosas, tem se consolidado como uma alternativa importante, ajudando a proteger o solo e dificultar o estabelecimento de plantas invasoras. Já o controle mecânico, com roçadeiras e capinas direcionadas, segue sendo essencial, especialmente em áreas mais sensíveis próximas às plantas.

Em áreas maiores e com maior nível de infestação, o controle químico permanece como uma ferramenta relevante, desde que aplicado com critério técnico.

“Não se trata apenas de aplicar um herbicida, mas de escolher a solução adequada, no momento certo e com tecnologia de aplicação eficiente. O uso de bicos antideriva, regulagem correta dos equipamentos e aplicação dirigida são fundamentais para evitar perdas e garantir segurança à cultura”, reforça Copetti.

Uso racional de herbicidas contribui para produtividade e sustentabilidade

O uso de herbicidas na cultura do café deve seguir o princípio do manejo racional, considerando fatores como tipo de infestação, estágio da cultura e condições climáticas. Essa abordagem contribui não apenas para a eficiência do controle, mas também para a sustentabilidade da produção.

Neste contexto, tecnologias como o herbicida ConfianteBR, desenvolvido para o manejo de plantas daninhas resistentes, reúnem características como rápida absorção, excelente velocidade de controle e versatilidade em diferentes estádios das invasoras. Sua compatibilidade com moléculas amplamente utilizadas — como glifosato, glufosinato, graminicidas e herbicidas hormonais — amplia as possibilidades dentro de programas de manejo integrado.

Esse tipo de tecnologia tem se mostrado especialmente relevante no controle de espécies resistentes e de difícil manejo, como capim-amargoso, capim-pé-de-galinha e buva, em operações de pré-plantio e aplicações dirigidas em culturas como café e citros.

“Hoje, o produtor precisa de ferramentas que tragam eficiência sem renunciar à segurança da lavoura. Tecnologias com rápida absorção, tolerância às chuvas após a aplicação e boa compatibilidade com outros herbicidas permitem um manejo mais estratégico, principalmente em áreas com histórico de resistência”, destaca Copetti.

Momento exige atenção redobrada no campo

Com a expectativa de aumento da produção e maior volume destinado à exportação e recomposição de estoques, o manejo eficiente das lavouras se torna ainda mais estratégico para o produtor brasileiro.

Diante desse cenário, o manejo deixa de ser apenas uma prática operacional e passa a ser um fator decisivo para o desempenho da lavoura. Em um ciclo de maior oferta, a adoção de boas práticas agrícolas, aliada ao uso responsável de tecnologias, tende a ser decisiva para garantir produtividade, qualidade dos grãos e sustentabilidade da cafeicultura nos principais estados produtores, como Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e região Sul.

Sobre a Ourofino Agrociência      

A Ourofino Agrociência é uma empresa de origem brasileira, fabricante de defensivos agrícolas, com 15 anos de atuação. Sua fábrica — considerada uma das mais modernas do mundo no segmento — está localizada em Uberaba, no Triângulo Mineiro, e possui capacidade de produção de 200 milhões de quilos/litros por ano. São mais de 50 mil m² de área construída, com equipamentos de última geração e ambiente automatizado. A empresa desenvolve produtos, serviços e tecnologias com base nas características do clima tropical, seguindo o propósito de reimaginar a agricultura brasileira.

Compartilhe:
  
Previous post
Next post

Leave a Reply Cancel reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Enquete
Buscar no Site




Editorias
https://www.youtube.com/watch?v=AwKXGnZPhes






Busca por Data
março 2026
D S T Q Q S S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  
« fev   abr »



Colunistas


Versões Antigas



Leia também:
Municípios da Bahia xDestaque1

A cidade mais alta do Nordeste onde o clima é frio, as montanhas dominam a paisagem e o café é premiado

08/03/2026

Região também guarda vestígios arqueológicos com milhares de anos Nem só de calor vive o Nordeste. No interior da Bahia,

Sudoeste da Bahia xDestaque1

Barra do Choça recebe investimentos do Governo do Estado para fortalecer a produção de café

24/10/2025

Reconhecida como a maior produtora de café arábica do Norte-Nordeste brasileiro, a cidade de Barra do Choça, no Sudoeste baiano,

Agricultura xDestaque1

Brasil terá safra recorde de 340,5 milhões de toneladas em 2025

15/08/2025

Alta de 16,3% é puxada por soja e milho, mas economista alerta para baixa rentabilidade e custos elevados de produção

Facebook Twitter Instagram Whatsapp

Web Analytics
Whatsapp: (77) 98804-3994

©2009-2025 . Blog do Paulo Nunes . Direitos reservados.