Dois militares, condenados dentro do grupo de “kids pretos” confessaram a tentativa de golpe
09/02/2026 2 min read
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Por Bruno Cavalcante
Dois militares, condenados dentro do grupo de “kids pretos” por participar de trama para tentar dar um golpe de estado confessaram ter cometido os crimes impostos a eles.
A confissão ocorreu após julgamento no Supermo Tribunal Federal (STF), em setembro de 2025. ○ coronel do Exército Márcio Nunes de Resende Jr. e o tenente-coronel Ronald Ferreira de Araújo Jr. tiveram a possibilidade de fechar um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), por terem penas inferiores a 4 anos. 0 acordo exige confissão.
Os outros réus de toda a trama, que tentava manter Jair Bolsonaro (PL) no poder desconsiderando ○ resultado das urnas, tiveram penas que ultrapassam 20 anos, sendo a máxima a do líder do grupo, de 27 anos e 3 meses. Esses foram condenados pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado,.
Aos dois militares que fecharam acordo foram imputados os crimes de associação criminosa e incitação pública de animosidade entre as Forças Armadas contra os Poderes constituídos, de menor gravidade. Para não cumprir as penas de três anos e cinco meses e 1 ano e 11 meses, respectivamente, eles confessaram os crimes.
○ Acordo de Não Persecução Penal é uma medida alternativa prevista no Código de Processo Penal para crimes com pena mínima inferior a 4 anos.