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Gilmar Mendes cita Villas Bôas e aponta militares como “causa” dos atos golpistas

04/01/2025 24 min read

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 Gilmar Mendes cita Villas Bôas e aponta militares como “causa” dos atos golpistas
Villas Bôas com Temer e Bolsonaro: Gilmar Mendes coloca general no centro da trama golpista. Créditos: Presidência da República / STF

Decano do STF citou ex-comandante das Forças Armadas, general Eduardo Villas Bôas, que foi o fiador de Braga Netto na política e seria o elo entre o golpe de 2016, contra Dilma Rousseff, e a orcrim golpista de Bolsonaro

Em forte declaração à coluna de Letícia Casado, do Portal Uol, o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, apontou o envolvimento dos militares na política como “causa” dos atos golpistas praticados pela Organização Criminosa de Jair Bolsonaro (PL) e cobrou uma posição sobre o tema.

O ministro do Supremo lembra que houve conivência dos militares com os acampamentos de bolsonaristas em frente aos quartéis-generais pedindo um golpe de Estado. E lembrou que a conduta da cúpula das Forças Armadas seria diferente se fossem outros grupos com outras bandeiras.

“Foi essa gente que permitiu manifestação em frente de quartel e em hospital. Se o MST [Movimento dos Sem Terra] tivesse se instalado na frente de quartéis, o que eles fariam?”, indagou.

Mendes ainda refuta a tese defendida por bolsonaristas à época, baseada numa interpretação torta feita pelo jurista Ives Gandra Martins, sobre o artigo 142 da Constituição Federal, de que as Forças Armadas seriam um “poder moderador” no país.

Para isso, o ministro cita o ex-comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, principal fiador junto à cúpula militar do golpe em Dilma Rousseff (PT) e da prisão de Lula pelo lawfare da Lava Jato, conduzido por Sergio Moro e Deltan Dallagnol.

Braga Netto e Villas Bôas

Indiciado como um dos articuladores da Organização Criminosa (OrCrim) de Jair Bolsonaro (PL) na tentativa de golpe de Estado, o general Walter Braga Netto (PL) fazia o elo com golpistas militares que se aliaram a outra tomada de poder recente, que derrubou Dilma Rousseff (PT) da Presidência em 2016.

Ex-ministro da Casa Civil e de Defesa e vice na chapa em 2022, Braga Netto aparece nos anexos do relatório da Polícia Federal, a que a Fórum teve acesso, como interlocutor do marechal Eduardo Villas Bôas, ex-comandante do Exército e autor do tuite para intimidar o Supremo Tribunal Federal (STF) em 2018, às vésperas do julgamento que poderia libertar Lula para concorrer às eleições presidenciais.

Em 17 de dezembro de 2022, Braga Netto enviou uma mensagem ao capitão reformado Ailton Barros, também membro da OrCrim, relatando um encontro de Villas Bôas e a esposa, Maria Aparecida Villas Bôas, com o atual comandante do Exército, general Tomás Paiva.

Segundo Braga Netto, Paiva teria dado “uma mijada” no marechal e na esposa – que frequentava o acampamento em frente ao Quartel-General do Exército em Brasília, por apoiarem a articulação golpista em curso.

“O Tomás foi no VB ontem… E aí… acredite… Ele deu uma mijada no VB e na Cida! Terminou dizendo que os dois serão prejudicados com as intervenções ‘sem noção’ que estão fazendo”, afirmou Braga Netto.

Em seguida, ele diz que Tomás Paiva ainda “falou mal de todo ACE”, em relação ao Alto Comando do Exército, da qual o próprio atual comandante fazia parte. “Principalmente do Theophilio, do Barata”.

Comandante de Operações Terrestre, o general Estevam Theophilo integrava o núcleo de oficiais de alta patente e foi indiciado com os 37 da OrCrim golpista. “Barata” ainda não foi identificado pela PF.

Na mensagem, Braga Netto afirma que Tomás Paiva “parece até que é PT desde pequenininho” e que “Cida ficou louca, se retirou da sala pra não botar o artista pra fora”. Em seguida, o general dá a ordem para usarem a história para atacar o desafeto no ACE. “É verdade. Pode viralizar”.

No mesmo dia, o Coronel de Cavalaria do Exército, Gustavo Schiffner, encaminha uma mensagem para Mauro Cid com o mesmo teor da que foi enviada por Braga Netto. Apenas foi trocado o termo “mijada” por “esporro no general Villas Bôas e na esposa dele”.

Inspiração

Em novembro, Braga Netto já havia feito uma jogada ensaiada com Villas Bôas enquanto trabalhava a articulação no QG do golpe, uma mansão alugada no Lago Sul, em Brasília, para sediar o comitê de campanha de Bolsonaro e que o vice seguiu utilizando, após a derrota nas urnas, para articular o golpe.

O relator da PF mostra que no dia 15 daquele mês, Braga Netto comentou uma carta de Villas Bôas publicada no Twitter em que o marechal se alinha à horda golpista “aglomerada junto às portas dos quartéis pedindo socorro às Forças Armadas” e ataca as urnas eletrônicas e o resultado das eleições dizendo que ” a essência da questão se prende a que o ato de votar deve ser privado, enquanto a apuração deve ser pública e auditável”.

“General, mais uma vez sua liderança e clareza de pensamentos nos orientam e inspiram.  É evidente a real e urgente necessidade do resgate da independência e da harmonia entre os poderes”, comentou Braga Netto propagando a publicação de Villas Bôas.

“A história ensina que pessoas que lutam pela liberdade jamais são vencidas” General, mais uma vez sua liderança e clareza de pensamentos nos orientam e inspiram. É evidente a real e urgente necessidade do resgate da independência e da harmonia entre os poderes.
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Braga Netto
@BragaNetto_gen
“A história ensina que pessoas que lutam pela liberdade jamais são vencidas” General, mais uma vez sua liderança e clareza de pensamentos nos orientam e inspiram. É evidente a real e urgente necessidade do resgate da independência e da harmonia entre os poderes

General Villas Boas
@Gen_VillasBoas
·
15 de nov de 2022
Imagem
8:02 PM · 15 de nov de 2022

Alto Comando

Dias, depois, em 29 de novembro, Villas Bôas saiu em defesa de três generais do Alto Comando: Richard Nunes (Comando Militar do Nordeste); Valério Stumpf (Comando Militar do Sul); que teriam aderido ao golpe; e Tomás Paiva, que estava sendo pressionado a aderir à intentona.

A reunião entre Villas Bôas e Tomás Paiva também foi citada pelo coronel Hélcio Bruno de Almeida, ex-integrante das Forças Especiais do Exército e presidente da Ong instituto Força Brasil, que era financiada por bolsonaristas para propagar fake News sobre vacinas durante a pandemia.

“Eu sabia dessa visita do T [Tomás Paiva] ao VB [Villas Bôa] e que ele havia feito reclamações aos membros mencionados do ACE. Fica claro que há uma linha de ação não intervencionista no ACE, que, em minha
opinião tem origem no [ex-presidente golpista, Michel] Temer passa por alguns intermediários, inclusive Gen e repercute em alguns Membros do ACE”, afirmou, sobre militares da cúpula que se posicionam contra o golpe.

“Não creio numa conspiração, mas uma linha de ação, que, por sua vez não será obstáculo para o PR atuar”, segue Almeida, que na sequência lista as fases para o plano golpista.

“A questão que me parece evidente é possuir um conceito de operação simples e com fases
para estancar a hemorragia da lei e da ordem que sangra a estabilidade econômica e social do País, remover o tecido comprometido, proteger o ferimento e prevenir o choque: 
– decretar GLO
– anular eleições
– afastar envolvidos diretos
– marcar novo pleito
– organizar governo transitório”, escreve o coronel golpista.

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