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Do golpe a delação, o esgarçamento da família militar

02/03/2024 5 min read

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 Do golpe a delação, o esgarçamento da família militar

“Que se revelem todos os que tramaram contra o país, para o bem da democracia!”, escreve o colunista Florestan Fernandes Júnior

Florestan Fernandes Jr

Florestan Fernandes Júnior é jornalista, escritor e Diretor de Redação do Brasil 247

O conceito de Família militar, que foi durante décadas motivo de orgulho nas casernas e nos clubes militares, tem se esgarçado e se devorado diante dos olhos de todos nós. O motivo é o clima de salve-se-quem-puder que impera entre os militares que por omissão ou participação direta, estão envolvidos nas tramas golpistas do governo Bolsonaro.

Tão claro quanto o passo-a-passo da minuta golpista, é a dinâmica desse processo de autofagia. O braço forte (não resisto ao trocadilho) da Justiça, através das investigações da Polícia Federal, se aproxima perigosamente de vários graduados estrelados da AMAN, a academia militar do exército.

A cizânia verde-oliva aparece em todas as patentes, mas chama mais atenção no generalato. O primeiro a ser fuzilado pelas “balas amigas” foi o general Marco Edson Gonçalves Dias, ex-ministro chefe do GSI do governo Lula, que se viu obrigado a pedir demissão depois de ser acusado, inclusive por colegas de farda, de ser no mínimo omisso na invasão do Palácio do Planalto, durante a tentativa golpista de 8 de janeiro de 2022. Considerado traidor pela turba e pelos militares golpistas, por ter aceitado cargo no governo Lula, o general Gonçalves Dias tem sido hostilizado e ofendido em locais públicos, como ocorreu no início de janeiro, em um supermercado em Brasília e um posto de gasolina, em São Paulo.

Com a prisão e as delações do tenente-coronel Mauro Cid, ajudante de ordens de Bolsonaro, as investigações da PF suscitaram o fogo cruzado entre oficiais que se apresentam como legalistas e defensores da constituição e os declaradamente golpistas, cujo nomes aparecem nas listas dos que se reuniram com o ex-presidente para discutir a minuta do golpe de Estado, depois do segundo turno das eleições.

Na quarta-feira (28/02) veio à tona a informação de que o general Estevam Theophilo Gaspar de Oliveira confirmou, em depoimento à Polícia Federal, que participou da reunião com Jair Bolsonaro, em dezembro de 2022. E que teria consentido com a adesão a uma intervenção militar desde que o então presidente da república assinasse o documento que permitisse a intervenção militar. Na época, o general era responsável pelo Comando de Operações Terrestres e seria o responsável por mobilizar as Forças Especiais, os temidos “kids pretos”, no caso de um golpe com a participação das FA.

O general Theophilo explicou à PF que a presença dele na reunião se deu por conta da convocação feita pelo ex-comandante do Exército, general Antônio Freire Gomes. Vale lembrar que o general Freire Gomes foi chamado de “cagão” pelo general Walter Braga Neto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil, e candidato a vice-presidente de Jair Bolsonaro, por não ter aderido à ideia de um plano de golpe de Estado articulado pelo próprio presidente.

Nos últimos dias, num esforço concentrado, militares bolsonaristas passaram a atuar para trazer para o centro das investigações o ex-comandante que era tido como um legalista que se opôs a tentativa de golpe.

No celular de Mauro Cid aparecem diálogos em que o general Estevam Theophilo Gaspar confirma o que disse em depoimento à PF: que teria concordado com o golpe de Estado e que para tanto aguardava a ordem por escrito do comando militar para atuar. Ou seja, dependia de uma determinação do general Freire Gomes, que era na época o comandante do Exército do governo Bolsonaro e era considerado um dos principais aliados do ex-presidente da república.

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