Estados Unidos da América: A tragédia ética e moral de um “governo” racista, nazifascista, autocrata e criminoso
(Prof. Dirlei A Bonfim).*
Um cenário de total inversão de valores que reflete as intensas críticas que cercam o “governo” dos Estados Unidos da América de Donald Trump, como uma Tragédia anunciada, pelos Analistas e Cientistas Políticos, que tem o mínimo de bom senso, é o que está acontecendo, um “governo”, marcado pelo ataque às pessoas, à cidadania, pela invasão de outros países, aliás como é de praxe e tem sido um caminho histórico dos EUA, mas nesse “desgoverno” Trump – II, a Tragédia, só tem aumentado, com relação a caça às bruxas, efetuada pela temida polícia política do ICE, norte-anericana que tem ocasionado, vários protestos dos movimentos da sociedade, em solo norte-americano, em fevereiro de 2026 completa seu primeiro ano de mandato. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhou um vídeo racista em sua plataforma de mídia social que retratava o ex-presidente Barack Obama e a ex-primeira-dama, Michelle Obama, como macacos em uma selva, provocando condenações. O que tem causado, uma série de protestos, por partidários do próprio partido do Trump, o Republicano. A imagem de 2 segundos foi incluída ao final de um vídeo de cerca de 1 minuto, com teorias da conspiração que repercutem denúncias não comprovadas de fraude nas eleições de 2020, quando Trump perdeu para o presidente democrata Joe Biden e não reconheceu os resultados. Em resposta à publicação, o líder dos democratas da Câmara de Representantes dos EUA, o deputado negro Hakeem Jeffries, defendeu Obama e Michelle como “o melhor deste país”. “Donald Trump é um verme vil, desequilibrado e maligno. Por que líderes republicanos como John Thune continuam a apoiar esse indivíduo doente? Todos os republicanos devem denunciar imediatamente o fanatismo repugnante de Donald Trump”, defendeu. “Esse presidente antiético, racista e criminoso, não deveria ser o presidente deste país, ele deveria estar na Cadeia, que é o lugar de gente como ele Criminosos”… O republicano mantém há anos uma rivalidade amarga com Obama, que governou o país de 2009 a 2017, e demonstrou irritação com a popularidade do democrata e com o fato de ele ter recebido o Prêmio Nobel da Paz. Trump sucedeu Obama no poder, governando.Um mandato de Ações controversas demagógicas, de profundo retrocesso na sociedade dos Estados Unidos, já atingidos, por uma crise econômica, além de uma crise Ética e de Valores. Segundo o Professor Chomisky (2025), ” é um governo de aparências, exercido por um Autocrata de plantão, extremista, racista e profundamente vaidoso, hipócrita, corrupto e criminoso, que tem trazido à tona, o que é na verdade a triste realidade daquela sociedade fantasiosa, opaca e profundamente egoísta, a sociedade dos Estados Unidos da América”. A gestão tem sido marcada por políticas de imigração severas e uma retórica que muitos especialistas e observadores classificam como alarmante. Alguns dos pontos centrais que sustentam essa percepção de crise: Atuação do ICE e Deportações: O Immigration and Customs Enforcement (ICE) intensificou suas operações, com o recrutamento de 12 mil novos agentes para ampliar detenções e deportações. Relatos indicam que o número de imigrantes detidos atingiu recordes históricos, superando 68 mil pessoas no final de 2025. Linguagem e Racismo: Especialistas apontam que o governo tem utilizado abertamente linguagem racista em comunicações oficiais sobre imigração, rotulando imigrantes, especialmente latino-americanos, como ameaças internas. Acusações de Nazifascismo: Críticos e jornalistas têm denunciado o uso de propaganda e simbologia que remetem ao nazifascismo, como o compartilhamento de imagens historicamente usadas para perseguir minorias. Além disso, a postura do governo em relação à liberdade de expressão para discursos neonazistas gerou atritos diplomáticos, inclusive com a Alemanha. Instabilidade Política: O governo também enfrenta desafios internos graves, tendo passado por seu segundo shutdown (paralisação do governo) em fevereiro de 2026 devido a impasses orçamentários no Congresso. As declarações e atos desse negacionista e supremacista branco, pretenso monarca presidencial e Senhor do Universo, expõem e revelam a face arbitrária , insensível e cruel de Trump, cujo epígono brasileiro (Bolsonaro) — que apoia , servilmente, suas teses e posições contrárias ao povo brasileiro (e aos interesses do Brasil ) — é um político menor, destituído da condição honrosa de estadista, golpista, medíocre , apologista da tortura, intolerante , que conspirou e pretendeu profanar, tal como o fez Lucius Sergius Catilina no século I a.C., os símbolos majestosos da República e da democracia constitucional , na tentativa de abolir, com violência, as bases luminosas do Estado Democrático de Direito! O seu mentor (TRUMP) não se distancia muito desse juízo de desvalor ora enunciado, eis que, além de não ostentar “qualidade presidencial” (para usar um termo do próprio TRUMP em discurso contra Marco Rubio, em fevereiro de 2016, em Fort Worth, Texas, na pré-campanha para a Presidência dos EUA), demonstra ser um político americano ignorante , que desconhece o princípio da separação de poderes — dogma constitucional tão enfatizado por James Madison, em 1788, sob o pseudônimo de “Publius”, no “The Federalist Papers” (no. 47) , em passagem clássica na qual o “pai da Constituição americana”. (ele foi figura central na Convenção Constitucional da Filadélfia em 1787) assinalou, em advertência que conserva plena atualidade, que “the accumulation of all powers, legislative, executive, and judiciary, in the same hands, whether of one, a few, or many, and whether hereditary, self-appointed, or elective, may justly be pronounced the very definition of tyranny”. (“A acumulação de todos os poderes, legislativo, executivo e judiciário, nas mesmas mãos, seja de um, poucos ou muitos, e seja ela hereditária, autoproclamada ou eletiva, pode ser justamente considerada a própria definição de tirania”). Essa combinação de autoritarismo na fronteira e radicalização ideológica no discurso oficial é o que alimenta a visão de uma tragédia ética e moral nas instituições americanas atuais. A degradação democrática nos Estados Unidos sob a gestão de Donald Trump atingiu um ponto crítico recentemente, marcado por retórica racista explícita e ações que analistas descrevem como uma erosão institucional sistemática. Em fevereiro de 2026, o governo enfrentou uma onda de condenação após a conta oficial de Trump no Truth Social compartilhar um vídeo retratando o ex-presidente Barack Obama e a ex-primeira-dama Michelle Obama como macacos. O Incidente do Vídeo Racista da Casa Branca, contra a família Obama e contra os negros norte-americanos. Donald Trump publicou um vídeo de aproximadamente um minuto que misturava teorias da conspiração sobre fraude eleitoral em 2020 com imagens ofensivas. Conteúdo: O vídeo terminava com as faces de Barack e Michelle Obama editadas sobre corpos de macacos ou símios em um cenário de selva. Reação e Justificativa: Após cerca de 12 horas no ar e forte pressão de democratas e republicanos, o post foi deletado. A Casa Branca inicialmente chamou a indignação de “falsa”, mas depois atribuiu a postagem a um erro de um funcionário. Posição de Trump: O presidente afirmou que não viu o vídeo inteiro antes de autorizar sua equipe a postá-lo, mas recusou-se a pedir desculpas, afirmando: “Eu não cometi um erro”. Indicadores de Degradação Democrática, segundo os Analistas e estudos recentes apontam que a democracia americana está em um estado de “retrocesso” ou “recessão democrática” devido a diversas ações do governo Trump: Ataque às Instituições: Observa-se um enfraquecimento de agências reguladoras e do Judiciário, além de ataques diretos ao federalismo, com o governo federal travando “guerras” contra estados que não o apoiaram. Erosão do Tecido Social: O uso de retórica desumanizante — como comparar imigrantes a “veneno no sangue do país” ou o casal Obama a animais — é visto como uma tática para mobilizar a base política através da quebra de tabus e radicalização. Expansão do Poder Executivo: Políticas recentes visam retirar proteções de até 50.000 funcionários federais, facilitando demissões por motivação política e centralizando o controle presidencial sobre a burocracia estatal. Desmantelamento da Ordem Mundial: No plano internacional, o desrespeito ao direito internacional e a utilização de tarifas como “armas” têm sido comparados a práticas que antecederam grandes crises históricas. Contexto Histórico da Retórica. Este episódio não é isolado; ele faz parte de uma trajetória de ataques pessoais de Trump contra os Obamas, que começou com a disseminação de teorias falsas sobre o local de nascimento de Barack Obama (movimento birtherism). Críticos argumentam que essas ações representam a normalização do supremacismo branco a partir do Salão Oval, utilizando a desumanização racial para desviar o foco de agendas governamentais polêmicas. Um cenário de total inversão de valores que reflete as intensas críticas que cercam o governo de Donald Trump, como uma Tragédia anunciada, pelos Analistas e Cientistas Políticos, que tem o mínimo de Bom senso, é o que está acontecendo em fevereiro de 2026 completa seu primeiro ano de mandato. Um mandato de Ações controversas demagógicas, de profundo retrocesso na sociedade dos Estados Unidos, já atingidos, por uma crise econômica, além de uma crise Ética e de Valores. Segundo o Professor Chomisky (2025), ” é um governo de aparências, exercido por um Autocrata de plantão, extremista, racista e profundamente vaidoso, hipócrita, corrupto e criminoso, que tem trazido à tona, o que é na verdade a triste realidade daquela sociedade fantasiosa, opaca e profundamente egoísta, a sociedade dos Estados Unidos da América”. A gestão tem sido marcada por políticas de imigração severas e uma retórica que muitos especialistas e observadores classificam como alarmante. Aqui estão os pontos centrais que sustentam essa percepção de crise: Atuação do ICE e Deportações: O Immigration and Customs Enforcement (ICE) intensificou suas operações, com o recrutamento de 12 mil novos agentes para ampliar detenções e deportações. Relatos indicam que o número de imigrantes detidos atingiu recordes históricos, superando 68 mil pessoas no final de 2025. Linguagem e Racismo: Especialistas apontam que o governo tem utilizado abertamente linguagem racista em comunicações oficiais sobre imigração, rotulando imigrantes, especialmente latino-americanos, como ameaças internas. Acusações de Nazifascismo: Críticos e jornalistas têm denunciado o uso de propaganda e simbologia que remetem ao nazifascismo, como o compartilhamento de imagens historicamente usadas para perseguir minorias. Além disso, a postura do governo em relação à liberdade de expressão para discursos neonazistas gerou atritos diplomáticos, inclusive com a Alemanha. Instabilidade Política: O governo também fevereiro de 2026 devido a impasses orçamentários no Congresso. Essa combinação de autoritarismo na fronteira e radicalização ideológica no discurso oficial é o que alimenta a visão de uma tragédia ética e moral nas instituições americanas atuais. O debate entre os principais intelectuais norte-americanos sobre se Donald Trump é racista e fascista é intenso, com visões divergentes que vão desde a concordância total com esses termos até a rejeição ou o uso de qualificativos como “proto-fascista” ou “populista de extrema-direita”. Principais Perspectivas e Intelectuais. Concordam com os termos ou veem “elementos fascistas/racistas”:Cornel West: O proeminente acadêmico e ativista vê Trump como um “gângster neofascista na Casa Branca” e um “racista”, argumentando que, se Trump não é racista, ele não sabe o que é um racista. West sustenta que a ascensão de Trump reflete uma cultura espiritualmente decadente e um momento neofascista distinto na história dos EUA, que sempre foi, na sua visão, um país supremacista branco. Ruth Ben-Ghiat e Timothy Snyder: Estas historiadoras e estudiosas liberais comparam Trump a líderes fascistas europeus do período entre guerras, como Mussolini e Hitler, alertando para semelhanças preocupantes em ações e retórica autoritária.Jason Stanley: O professor de filosofia da Universidade de Yale e autor de How Fascism traça paralelos entre a postura política de Trump e grupos históricos dos EUA, como a Ku Klux Klan, que ele descreve como a presidência de Trump forçou os americanos a confrontar o racismo da nação, e que a retórica de Trump corresponde a pontos de vista supremacistas brancos. Tony Morrison: A falecida ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura (mencionada em um artigo acadêmico) insistia que o racismo contemporâneo não pode ser compreendido sem considerar seu “gêmeo súcubo, o fascismo”, o qual ela identificava na retórica de Trump. Discordam do uso do termo “fascista” (mas muitas vezes reconhecem o racismo/autoritarismo): Noam Chomsky: Um dos intelectuais de esquerda mais influentes, Chomsky inicialmente resistiu a chamar Trump de fascista, preferindo termos como “populista de direita” ou “proto-fascista neoliberal”. No entanto, após o ataque ao Capitólio em 6 de janeiro, ele pareceu aceitar que o termo tem pelo menos alguma aplicabilidade ao movimento, que ele vê como um “caminho para uma forma de neofascismo”.Tariq Ali: O ensaísta e ativista britânico-paquistanês afirmou que chamar Trump de fascista é “ridículo”, argumentando que isso implicaria que ele teria alguma “inteligência teórica” e que o fascismo, como visto na Itália e na Alemanha, não está ressurgindo da mesma forma nos EUA. Outros Comentaristas Mainstream: Muitos cientistas políticos e historiadores evitam o termo “fascista” completo, preferindo rótulos como “populista de direita”, “autoritário”, “xenófobo” ou “demagogo racista”, vendo o fascismo como um produto de um tempo e conjunto de condições diferentes.
ALGUMAS REFERÊNCIAS:
Referências para Aprofundamento: Para referências acadêmicas mais detalhadas e análises aprofundadas, ao consultar: Artigos e publicações do Brookings Institution sobre a retórica de Trump e a supremacia branca. Análises publicadas na Cambridge University Press que exploram a questão do fascismo na América contemporânea. Opiniões de colunistas e especialistas no The New York Times sobre os perigos de uma presidência Trump. Entrevistas e artigos com Cornel West disponíveis na Al Jazeera e Salon.com. Discussões sobre as visões de Noam Chomsky em sites como Truthout e CounterPunch.org.
Outras Referências :
Haltiwanger 2020.
Thulin, Lila (22 de janeiro de 2025). «There’s a term for Trump’s political style: Authoritarian populism». UC Berkley News. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2025; Müller 2024.
Langer & Sparks 2024.;Panton 2022.; Baker 2025.
The Washington Post 2025.;The New York Times 2024.
Blackburn 2016.;Illing 2021.
Jackson 2021, pp. 1–2.
Maher 2023, pp. 392–393.
Bump 2024b: “… Lachmann 2019, pp. 9–10, 17–18, 23, 26.; Boucher 2024. Zeitz 2024.
The Economist 2016.;The Economist 2024a.Runciman 2024.
Miller, Long & Eeggert 2020.
Acemoglu 2024.;Chait 2024.
Cockburn 2020.;Connolly 2017, p. 7.
Neuborne 2019, p. 32.Torres-Spelliscy 2024.
Pierson 2017, p. 105.
Bone 2022.
Colvin & Barrow 2023; Bender & Gold 2023; Stone 2023; Baker 2023.
Ibrahim 2022: “Em suma, Trump postou no Truth Social que o que ele acreditava ser fraude eleitoral na eleição presidencial de 2020 permite “a revogação de todas as regras, regulamentos e artigos, mesmo aqueles encontrados na Constituição”. Por esse motivo, classificamos essa afirmação como “Atribuição Correta”.
**contribuição do Professor DsC. Dirlêi A Bonfim, Doutor em Desenvolvimento Econômico e Ambiental, Professor de Sociologia da SEC/BA**E no Curso/Plano de Formação Continuada SEC/IAT/BA.**02/2026.**
