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Opinião

“Momento histórico”

06/07/2022 4 min read

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 “Momento histórico”

Carlos González – jornalista

O título de uma das principais matérias do Diário Oficial de Vitória da Conquista da última sexta-feira (dia 1 º) chama atenção para suas primeiras palavras: “Momento histórico”. Na leitura do texto concluímos que esse relevante acontecimento, que entrará para os anais do município, se resumiu numa simples transmissão de cargo, no qual a prefeita Sheila Lemos, que vai fugi do frio por 15 dias, cede sua cadeira ao presidente da Câmara de Vereadores, Luís Carlos Dudé.

O papa Bento XVI entregou as chaves da sede da Igreja Católica Romana ao cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, que se tornou papa Francisco; o rei João Carlos I, da Espanha, abdicou em favor do seu filho Felipe VI, de quem sou um respeitoso súdito. Esses e outros atos similares vêm ocorrendo há séculos, sem afetação, principalmente nos países de regime parlamentarista, com constante troca de chefes de governo.

Para que amanhã Conquista não venha a ser comparada com Sucupira, a risível cidade criada pelo escritor baiano Dias Gomes (1922-1999), não vejo necessidade de se repetir as formalidades, daqui a 15 dias, quando a prefeita retornar de seu merecido e tropical descanso. Um aperto de mãos e um abraço firmam a transmissão de poder.

Mas, em vez de um simples cumprimento, na presença de poucas testemunhas, em seu gabinete, a prefeita optou por uma festa cívica, num auditório decorado, na presença de políticos, servidores municipais, dirigentes de entidades empresariais e financeiras, e da imprensa – os veículos considerados independentes ficaram de fora. O texto do decreto de posse e assunção do cargo foi encadernado e recebeu as bênçãos de um sacerdote cristão.

Creio que o presidente Jair Bolsonaro – o governador Rui Costa, “persona non grata” desta gestão, nem foi lembrado – não foi convidado, porque, certamente, não perderia a oportunidade de promover mais uma motociata nas ruas de Conquista. Usando e abusando das aeronaves da FAB, o destemperado Messias atravessou os três anos e meio de seu (des)governo passeando pelo país, e “inaugurando” obras dos outros, uma delas, o Aeroporto Glauber Rocha.

“Não tenho dúvida que aqui se registra um momento histórico da maior grandeza”, admitiu Sheila Lemos no discurso de passagem do cargo, lembrando que Luís Carlos Dudé “é um amigo de muitos anos”, que adquiriu experiência política com os amigos que fez.

Ao agradecer, Dudé elogiou a gestão de Sheila, com realização de obras nos “quatro cantos da cidade” (não mencionou o caos na saúde e na educação e o abandono da zona rural); destacou o fato de ter nascido na Alegria (zona oeste), onde mora até hoje; de ter ganhado as primeiras moedas vendendo picolé e cocada; de sua identidade com o catolicismo. Dudé se referiu ao ex-prefeito José Pedral como “meu professor e como o maior político na história de Vitória da Conquista”.

Em cima do tema em questão eu perguntaria: quem acredita que Bolsonaro vai passar a faixa presidencial a Lula? Ele já disse que vai deixar o Brasil, mas não informou o destino. Suas divergências com chefes de governo, por causa da sua política em relação a Amazônia, vão lhe mostrar que só há um caminho: a Hungria, cujo primeiro-ministro, Viktor Orbán, é um ultradireitista, que, praticamente, amordaça a imprensa.

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