(77) 98804-3994
BLOG DO PAULO NUNES BLOG DO PAULO NUNES
  • Início
  • Sobre Paulo Nunes
  • Editorial
  • Últimas Notícias
    • Vitória da Conquista
    • Geral
    • Política Conquistense
    • Bahia
    • Brasil
    • Ciência e Tecnologia
    • Coronavírus
    • Cultura
    • Economia
    • Educação
    • Eleições 2022
    • Gastronomia
    • Governo da Bahia
    • Infraestrutura
    • Mineração
    • Mobilidade Urbana
    • Municípios da Bahia
    • Nordeste
    • Norte
    • Política
    • Polícia
    • Saneamento
    • Sudeste
    • Sul
    • Saúde
    • Segurança Nacional
    • Segurança Pública
    • Urbanismo
  • Colunas
    • Paulo Nunes
    • Jeremias Macário
    • Paulo Pires
    • Ruy Medeiros
  • Artigos
    • Opinião
    • História
    • História de Vitória da Conquista
  • Vídeos
  • Contatos

Últimas notícias

STF determina pena de 4 anos e 2 meses de prisão para Eduardo Bolsonaro

Lula abre 12,5 pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro no 2º turno

PGR rejeita segunda proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro

CCJ encerra semestre com análise de projetos e avanços na reforma do Regimento Interno

Tarifa Zero: Fórum realiza seminário em Brasília; inscreva-se

  1. Home
  2. Segurança Pública
  3. Pastores não aparecem para explicar denúncias de propina ao Senado, que prepara a instalação da CPI do MEC
Segurança Pública xDestaque2

Pastores não aparecem para explicar denúncias de propina ao Senado, que prepara a instalação da CPI do MEC

08/04/2022 4 min read

AA

 Pastores não aparecem para explicar denúncias de propina ao Senado, que prepara a instalação da CPI do MEC

Pastores Arilton Moura e Gilmar Santos são acusados de controlar um esquema de liberação de verbas no MEC. O senador Randolfe Rodrigues quer abertura de uma CPI

Por Cida de Oliveira, da RBA – A criação de uma CPI do MEC (Ministério da Educação) se faz ainda mais necessária diante da negativa dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos de prestar esclarecimentos aos senadores da Comissão de Educação do Senado, segundo o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Os líderes religiosos foram convidados para dar explicações sobre as denúncias em audiência realizada nesta quinta-feira (7), mas não compareceram. Ambos são acusados de controlar um esquema de liberação de verbas naquele ministério, mesmo sem ter cargos. As denúncias, que envolvem o presidente Jair Bolsonaro, levaram à exoneração do então ministro da Educação, o também pastor Milton Ribeiro.
Ambos os pastores não atenderam o convite do Senado, alegando impossibilidade de comparecer. “O senhores Arilton e Gilmar são elogiados pelo ministro (Milton Ribeiro) por organização de eventos no MEC. Até há pouco tempo mandavam muito, organizavam eventos públicos. Mas o paradeiro deles é incerto e não sabido. Disseram que não podiam vir. Ninguém sabe onde estão. Desde que foram pegos, não apareceram mais”, disse Randolfe, lamentando as limitações da Comissão de Educação do Senado quando comparada a uma Comissão Parlamentar de Inquérito.

O parlamentar é autor de um requerimento para abertura de uma CPI para apurar a atuação de um gabinete paralelo instalado no MEC, sob operação dos pastores. Pedidos de propina por Arilton e Gilmar já foram confirmados por três prefeitos ouvidos pela Comissão na terça-feria (5) e envolve até cobrança de propina em barra de ouro. Até a noite de ontem (6), 25 senadores já haviam assinado a petição, mas são necessárias 27 assinaturas.

Orações e escândalos
O presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Marcelo Lopes da Ponte, que compareceu à audiência de hoje, pouco esclareceu. Ele tentou minimizar as denúncias, dizendo que os pastores, que viu em alguns eventos promovidos pelo MEC, tinham o papel de “fazer umas orações”.

O escândalo mais recente envolvendo o MEC – a denúncia de superfaturamento na licitação para compra de ônibus escolares justamente conduzida pelo FNDE – foi questionado pelo senador Jean Paul Prates (PT-RN). A suspensão da compra pelo Tribunal de Contas da União (TCU) até que sejam investigadas as denúncias de sobrepreço vai deixar muitos alunos pobres da rede pública sem transporte escolar. “Muitos municípios esperam pelos ônibus desde 2019, que ficaram de ser comprados com recursos das emendas impositivas. Vai acabar o mandato (de Bolsonaro) e não serão entregues?”

O senador Alessandro Vieira (PSDB-SE), autor do requerimento ao TCU para suspender e investigar a licitação dos ônibus, falou sobre discrepâncias entre recursos empenhados anunciados pelo FNDE referente à construção e reformas de creches e escolas, que depois acabaram cancelados nos estados de Sergipe e Alagoas. “Não faltam recursos. Faltam critérios. Vamos continuar cobrando junto aos órgãos de fiscalização. E se não o fizerem, uma uma Comissão Parlamentar de Inquérito o fará”.

Compartilhe:
  
Previous post
Next post

Leave a Reply Cancel reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Enquete
Buscar no Site




Editorias
https://www.youtube.com/watch?v=AwKXGnZPhes






Busca por Data
abril 2022
D S T Q Q S S
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
« mar   maio »



Colunistas


Versões Antigas



Leia também:
Direito e Cidadania xDestaque2

STF determina pena de 4 anos e 2 meses de prisão para Eduardo Bolsonaro

16/06/2026

A Primeira Turma da Corte também determinou o pagamento de 50 dias multa no processo em que o deputado cassado

Pesquisas eleitorais xDestaque1

Lula abre 12,5 pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro no 2º turno

16/06/2026

Pesquisa CNT mostra presidente com 49,3% contra 36,8% de Flávio Bolsonaro em eventual disputa presidencial Lula abre 12,5 pontos de

Segurança Pública xDestaque1

PGR rejeita segunda proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro

16/06/2026

Prestes a completar três meses de duração, Ministério Público e Polícia Federal tornam a rejeitar acordo de delação do banqueiro.

Facebook Twitter Instagram Whatsapp

Web Analytics
Whatsapp: (77) 98804-3994

©2009-2025 . Blog do Paulo Nunes . Direitos reservados.