“Wagner pavimentou, Rui acelerou com a correria e agora nós vamos dar novos saltos”, afirma Éden Valadares


O presidente do Partido dos Trabalhadores da Bahia, Éden Valadares falou, em entrevista ao programa Fato e Opinião, do BNews, que as gestões petistas ao longo de quase 16 anos, com apoio dos partidos aliados (PP, PSD, PCdoB, Podemos, Avante, PSB) e em parceria com Lula, promoveram avanços estruturais e sociais na Bahia. Foram realizadas grandes obras em diversas regiões do estado sem perder o foco na inclusão social e, com as eleições de 2022, o PT pode continuar fazendo muito mais. “Wagner pavimentou, Rui acelerou com a correria e agora nós vamos dar novos saltos”.

Liderado pelo PT na Bahia, o grupo garantiu o Água para Todos, sem deixar de sonhar com a Fiol, conseguiu implantar o Luz para Todos, universalizando a energia no estado, sem perder de vista o Porto Sul, a ponte Salvador – Itaparica, o metrô e a transformação na mobilidade, dentre outros. “Isso tudo sem deixar de garantir proteção social, via ampliação do Bolsa Família, programa do governo Lula, para a população de todas as regiões da Bahia”, afirmou Éden.

“Nós tiramos a Bahia do passado. Quem mais quer falar sobre o futuro é o PT, é Jaques Wagner, pré-candidato do PT ao Governo do Estado. Nós queremos falar de como a Bahia era, de como ela está e como pode avançar ainda mais. Não queremos voltar para o passado do Carlismo, não queremos andar para trás. Nós queremos falar de quem fez e saber fazer, e a população reconhece nosso trabalho, sabe que a gente gosta de cuidar de quem mais precisa”, destacou.

O dirigente estadual do PT Bahia afirmou que agora é hora de planejar o futuro para a Bahia dar novos saltos e fazer mais pela população, com a reeleição de Wagner ao governo, a criação de uma grande palanque para Lula no estado, a ampliação das bancadas de deputados federais e estaduais e com o aumento do número de mulheres na política. Tudo isso mantendo a base aliada unida e até mesmo ampliando o grupo.

“Nós queremos falar de futuro, falar com esses jovens desalentados, que cansaram de procurar emprego e, para não ficar em casa, alugam carros ou motos para rodar de Uber ou Ifood, muitas vezes levando comida para casa dos outros enquanto suas famílias passam fome, em condições precárias de trabalho, sem carteira assinada e sem nenhuma garantia”, disse Éden, que lembrou do período de geração de emprego no governo Lula. “Foram 20 milhões de empregos com carteira assinada no Brasil e na Bahia, foi o maior número de estudantes com carteira assinada”.