(77) 98804-3994
BLOG DO PAULO NUNES BLOG DO PAULO NUNES
  • Início
  • Sobre Paulo Nunes
  • Editorial
  • Últimas Notícias
    • Vitória da Conquista
    • Geral
    • Política Conquistense
    • Bahia
    • Brasil
    • Ciência e Tecnologia
    • Coronavírus
    • Cultura
    • Economia
    • Educação
    • Eleições 2022
    • Gastronomia
    • Governo da Bahia
    • Infraestrutura
    • Mineração
    • Mobilidade Urbana
    • Municípios da Bahia
    • Nordeste
    • Norte
    • Política
    • Polícia
    • Saneamento
    • Sudeste
    • Sul
    • Saúde
    • Segurança Nacional
    • Segurança Pública
    • Urbanismo
  • Colunas
    • Paulo Nunes
    • Jeremias Macário
    • Paulo Pires
    • Ruy Medeiros
  • Artigos
    • Opinião
    • História
    • História de Vitória da Conquista
  • Vídeos
  • Contatos

Últimas notícias

Flávio Bolsonaro reage ao vazamento de seu plano de governo que prevê congelar aposentadorias

Bioma Caatinga em alerta

Governo da Bahia investe R$ 90 milhões na modernização do Hospital Geral de Vitória da Conquista e fortalece a saúde pública regional

Câncer colorretal: sintomas, fatores de risco e como se prevenir

Com Lula forte no 1º turno e empatado no 2º, pesquisa Atlas aponta disputa acirrada em 2026

  1. Home
  2. Economia
  3. Governo resgata plano de R$ 150 bi e pré-sal vira “plano B” para déficit zero em 2024



Economia xDestaque2

Governo resgata plano de R$ 150 bi e pré-sal vira “plano B” para déficit zero em 2024

04/09/2023 5 min read

AA

 Governo resgata plano de R$ 150 bi e pré-sal vira “plano B” para déficit zero em 2024

 

Possibilidade, avaliada com cautela pelo governo. é alienar recebíveis da estatal PPSA nos contratos de petróleo celebrados pelo regime de partilha

A equipe econômica cogita ressuscitar uma ideia do governo anterior e antecipar receitas do pré-sal como “plano B” para atingir a meta de déficit zero em 2024.

A possibilidade — avaliada com cautela pelo governo e tida como um último recurso para evitar rombo nas contas públicas no ano que vem — é alienar recebíveis da estatal PPSA nos contratos de petróleo celebrados pelo regime de partilha.

O potencial de arrecadação com a medida, segundo relatos feitos à CNN, é estimado em pelo menos R$ 150 bilhões. A antecipação, no entanto, significa abrir mão de receitas futuras com o pré-sal e trazer boa parte dos ganhos da União para o curto prazo.

O novo marco fiscal determina equilíbrio para o resultado primário, com uma banda que vai de déficit de 0,25% a superávit de 0,25% do PIB, em 2024. A proposta orçamentária (PLOA) enviada ao Congresso Nacional, na quinta-feira passada (31), prevê um saldo pouco acima de R$ 2 bilhões para o próximo ano.

O problema é que a PLOA não convenceu o mercado, que ainda trabalha com projeções entre 0,5% e 1% de déficit primário. Isso porque o ajuste está baseado principalmente em um aumento de receitas considerado difícil de viabilizar.

Por isso, embora com bastante parcimônia, o Ministério da Fazenda já fala discretamente sobre a hipótese de uma alternativa para o déficit zero.

Um auxiliar do ministro Fernando Haddad, no entanto, prefere nem tratar a alienação de recebíveis da PPSA como “plano B” ou “último recurso” para atingir o déficit zero.

“Eu não diria plano B ou última instância. Não é nem isso. Independentemente de atingir ou não o [resultado] primário, pretendemos tocar essa frente de antecipação de recebíveis porque ela ajuda a controlar a trajetória da dívida”, afirma reservadamente uma fonte da equipe econômica.

No regime de partilha, além de um bônus pago no ato de assinatura do contrato e de royalties recolhidos ao longo de toda a exploração de petróleo, a União fica com uma parcela dos barris produzidos no pré-sal.

É o que se chama de lucro-óleo — um percentual definido durante o leilão das áreas oferecidas pelo governo. Os leilões do pré-sal, realizados desde 2013, têm lucro-óleo que varia de 10% a 80% do total produzido nos blocos licitados.

Os barris são transferidos pelas petroleiras responsáveis por cada bloco, à medida que a produção evolui, para a PPSA. A estatal, então, vai ao mercado para vender sua parte no negócio.

Em junho de 2022, o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) encaminhou ao Congresso o PL 1583. Esse projeto de lei permitiria, à União, a venda dos direitos futuros sobre o lucro-óleo nos blocos leiloados do pré-sal.

Os ministérios da Fazenda e de Minas e Energia calcularam a possibilidade de levantar R$ 398 bilhões com a operação. Naquele momento, contudo, o barril de petróleo estava com preços acima de US$ 110 no mercado internacional.

Mesmo assim, as estimativas do governo Bolsonaro eram vistas como excessivamente otimistas. Hoje, com petróleo na faixa dos US$ 80, avalia-se na equipe econômica que seria mais factível falar em algo como R$ 150 bilhões com a eventual alienação de recebíveis da PPSA.

A ideia é que, ao receber imediatamente essas receitas futuras, a União deixa de assumir dois riscos associados à exploração de petróleo: uma queda nas cotações internacionais da commodity ao longo dos anos e imprevistos nas atividades de produção.

O PL 1583 não avançou na Câmara dos Deputados. Em abril de 2023, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retirou o projeto de tramitação.

Em mensagem ao Congresso, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que o “novo direcionamento da política energética conflita com os principais objetivos” do projeto.

Compartilhe:
  
Previous post
Next post

Leave a Reply Cancel reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Enquete
Buscar no Site




Editorias
https://www.youtube.com/watch?v=AwKXGnZPhes






Busca por Data
setembro 2023
D S T Q Q S S
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
« ago   out »



Colunistas


Versões Antigas



Leia também:
Economia xDestaque1

Bolsa renova recorde e fecha acima de 185 mil pontos após ata do Copom; dólar cai

04/02/2026

Investidores analisaram documento do comitê, que reforçou plano de iniciar cortes de juros em março A Bolsa subiu 1,57% nesta

Brasil xDestaque2

Orçamento municipal: confira ranking das cidades mais endividadas do Brasil

06/01/2026

A lista é liderada por Seropédica (RJ). Santa Luzia (MG) ocupa a segunda posição, seguida por Saquarema (RJ) Levantamento divulgado

Governo da Bahia xDestaque1

Municípios recebem R$ 134,7 milhões do Governo do Estado como antecipação e repasses do Fundeb e do ICMS

30/12/2025

Os 417 municípios baianos receberam, na última segunda-feira (29), do Governo do Estado, um reforço de R$ 134,7 milhões no

Facebook Twitter Instagram Whatsapp

Web Analytics
Whatsapp: (77) 98804-3994

©2009-2025 . Blog do Paulo Nunes . Direitos reservados.