Vereador do PL diz que “estudar não deveria ser para todo mundo”
O MEC do passado: um retrato do desmonte
O chamado “governo da ordem” do hoje [presidiário] entregou à Educação um dos períodos mais caóticos, sombrios e deleterio da da história republicana. Em apenas quatro anos, cinco nomes foram indicados para comandar o Ministério da Educação, sendo que um sequer conseguiu tomar posse, tamanho o grau de improviso e desmoralização da pasta.
[13:45, 11/01/2026] JOILSON berguer: Passaram pelo MEC Ricardo Vélez Rodríguez, filósofo de retórica ideológica e gestão instável; Abraham Weintraub, economista que transformou o ministério em trincheira de guerra cultural contra universidades, ciência e professores; Carlos Decotelli, anunciado e descartado antes da posse por inconsistências em seu currículo; Milton Ribeiro, pastor que misturou fé, política pública e denúncias de favorecimento a pastores na liberação de verbas; e, por fim, Victor Godoy Veiga, que assumiu no apagar das luzes do governo, limitando-se à gestão burocrática do colapso já instalado.
[13:45, 11/01/2026] JOILSON berguer: O saldo é evidente: descontinuidade, ideologização extrema, escândalos, ataques ao conhecimento e desvalorização da educação pública. Não foi acaso, foi projeto. Um projeto que tratou a Educação não como política de Estado, mas como campo de disputa ideológica, deixando marcas profundas que o Brasil ainda tenta reparar.
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Joilson Bergher!