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Cinenômade exibe primeira temporada dos ciclos de memória do audiovisual conquistense

08/08/2025 8 min read

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 Cinenômade exibe primeira temporada dos ciclos de memória do audiovisual conquistense

A produção audiovisual de Vitória da Conquista em toda sua riqueza e diversidade estará em exibição e debate no Centro de Cultura a partir de 3 de setembro, às terças feiras, às 19 horas. O primeiro ciclo, ou temporada acontece até o dia 9 de dezembro, com exceção das datas de 09/09, 23/09, 21/10, 25/11.
A mostra é gratuita e abrange desde as primeiras gerações com realizações de criadores como Jorge Melquisedeque, Esmon Primo, Gildásio Leite, Paulo Thiago e outros, passando pelo cinema de Gaguinho e outras obras experimentais a partir dos anos de 1990. Também serão exibidas obras da produção dos alunos do curso de cinema da UESB (que faz 15 anos e será homenageado pela Mostra Cinema Conquista), culminando com produções recentes, a partir de 2023, com a injeção de recursos oferecida pelas leis de auxílio à Cultura. O evento vai estar articulado com a Mostra Cinema Conquista, que acontece de 7 a 12 de setembro.
Serão exibições e rodas de conversa, com participação de realizadores e pesquisadores do audiovisual em Conquista. Com curadoria de Afonso Silvestre e George Neri, é um evento de fundamental importância para que a produção local tenha visibilidade e o público possa conhecer a memória deste ofício na cidade, sua evolução, aperfeiçoamento e profissionalização.
Silvestre afirma que os ciclos pretendem oferecer ao público subsídios para o conhecimento dos processos criativos e da memória conquistense através de um percurso de 30 anos, desde o experimentalismo até a profissionalização do ofício. “O público tem o direito de conhecer o valor e a importância dessas obras que, diga-se de passagem, são muitas e bastante ricas. Elas revelam aspectos como a evolução técnica, os processos criativos, a qualidade estética e detalhes das representações da cidade ao longo dessas três décadas”, afirma o curador. George Neri acrescenta a função de “despertar nas pessoas mais jovens, crianças e adolescentes, o desejo de desenvolver maior aproximação e conhecimentos sobre este ofício, esta arte, e, quem sabe, até mesmo exercê-la a partir deste estímulo”.
Silvestre e Neri foram realizadores da mostra “Notas Sobre o Fascismo ou As Realidades Sociopolíticas do Século XX”, em 2018, durante três meses na Praça Ceus. Este evento foi premiado duas vezes pelo Ministério da Cultura. A primeira, última premiação oferecida pelo ministério antes da sua extinção em 2019, como uma das 10 melhores práticas de arte e cultura realizadas em Praças Ceus no país. A segunda, que foi curiosamente a primeira premiação dada pelo Ministério após o seu retorno em 2023, o Prêmio Sérgio Mamberti, como uma das mais importantes práticas artísticas em prol da saúde mental no Brasil.
De acordo com os realizadores, os objetivos são basicamente os mesmos da primeira mostra, ou seja, contribuir com a autoestima da população através do autorreconhecimento e da oferta de possibilidades para a identificação e empoderamento sobre a própria identidade. O evento tem o apoio do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima e do Governo do Estado da Bahia. A programação completa será divulgada no dia 20 de agosto.
ALGUNS REALIZADORES A SEREM EXIBIDOS
Paulo Thiago , Gabriela Leite, Gildásio Leite, Fabiana Leite, Gaguinho, Joao Gabriel, Sabiá, Leonel Nunes, Dió Araújo, Denise Santos, Sophia Midian, Núbia Neves, Matheus Augusto, Rogério Luiz, Carlos Hippie, Esmon Primo, Jorge Melquisedeque, Marcelo Lopes, Felipe Brito, Glauber Lacerda, Isac Souto, George Neri, Afonso Silvestre, Rayane Teles, Ricardo Fraga, Shirley Ferreira, Daniel Leite Almeida, Kauan Oliveira e outros.
FILMES JÁ DEFINIDOS
DOCs:
A tragédia do Tamanduá (George Neri, 2010, 23 min, doc)
Filme que deseja reaver um fato histórico de impacto e relevância. Ocorrido no munícipio de Belo Campo, região Sudoeste da Bahia, no século XIX. Através de diversos olhares, os contornos da tragédia são mostrados e os seus limites invadidos.
É Terno de Reis! (Dió Araújo, 2020,30 min, doc)
Uma viagem pelo Território do Sertão Produtivo revisita, 12 anos depois, os ternos de reis que sobreviveram ao esquecimento.
As Cores da Sagrada Família (Afonso Silvestre, 2024, 17min, doc)
O branqueamento da pele dos santos desde a Renascença e seus efeitos. Mostra, por meio da iconografia desde o século VI, como os santos passaram a ser retratados como brancos. Analisa obras-chave da arte medieval, renascentista, barroca e pré-rafaelita.
Pinote (Rayane Teles, 2020, 20 min, doc)
O dia a dia sem as máscaras de um artista de rua. “Pinote é Quimera, E.T., Maria Bonita, Lampiranha, Palhaço, Poeta e Caos”.
Território das cercas (Ricardo Fraga, 2021, 25 min)
As desventuras de redescobrir-se através do olhar do outro. Dois corpos cobertos por arames farpados, lutam para se desvencilharem das cercas sociais impostas pelo que se é esperado pela sociedade. As cenas são entremeadas com depoimentos.
Bicho (Shirley Ferreira, 2021, 24 min)
Dois corpos femininos, de artistas-mães, performam representando o processo do parto em diferentes ambientes que configuram tanto o desejo de liberdade e respeito aos seus corpos, quanto a brutalidade e a invasão relacionada às violências obstétricas.
Sysiphus (George Neri, 2024, 63 min, doc )
Busca uma reflexão sobre o cotidiano de três trabalhadores informais em condições limites e, a partir dele, faz uma analogia à condição de Sísifo, personagem de um mito grego que foi condenado pelos deuses a empurrar incessantemente uma pedra até o alto de uma montanha. Pela premissa do subir e descer, os retratados estão nos espaços arquitetônicos do Elevador Lacerda, da Base Naval, e da Gruta da Mangabeira
Omô Inã, os filhos do fogo (Anderson Sousa, Afonso Silvestre, Dió Araújo e Gabriela Couto. 2025, 13 min)
As atividades de um terreiro religioso e o sentido das oferendas, especialmente o acarajé. A função social do espaço o e as memórias do candomblé.
Sísifo do Vale (George Neri, 2015, 25 min, doc)
Paulo tem 52 anos e trabalha diariamente no cume da Cachoeira da Fumaça, na Chapada Diamantina. São 340 metros de altura e 6 km de trilha, percorridos em duas horas e meia, carregando 30 quilos de mercadoria. A rotina lembra o mito de Sísifo, descrito por Camus: empurrar eternamente uma pedra montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Como na filosofia, o filme busca refletir sobre o absurdo e o encanto do cotidiano.
FICÇÃO:
A doce flauta de Juventude (George Neri, 2014, 71 min, ficção)
Na década de 1970, a pequena cidade de Liberdade é invadida pelo cinema. Porém, Hollywood traz uma revolução de costumes. Muitas cenas de filmes eram consideradas impróprias para os jovens da cidade interiorana. Ao gerente do cinema, é designado que censure as “obcenas” cenas. Com os recortes feitos, novos filmes são montados e assim, o gerente desenvolve uma doença rara que parece abalar a cidade.
Quatruplus (Dió Araújo, 2025, 38 min, ficção)
Separados na infância, quatro irmãos gêmeos tomam rumos distintos. 50 anos depois, um deles torna-se delegado especial da Polícia Federal e é designado para investigar um caso de evasão de pedras preciosas. O que ele não sabe é que os responsáveis pelo crime são justamente seus três irmãos biológicos. Inspirado na história real da “Esmeralda Bahia”, QUATRUPLUS é um média-metragem ágil, divertido e cheio de identidade, que mistura ação, drama e cultura popular numa trama sobre destino, engano, minerais e reencontro.
Veneno (Kauan Oliveira, 2021, 22 min)
Silvia precisa livrar-se de um rato que invadiu a cozinha onde trabalha enquanto lida com os abusos crescentes de sua patroa Suzana.
Entre o ninho e as andorinhas (Daniel Leite Almeida, 2021, 25 min)
Um jovem estudante universitário e integrante de uma companhia de teatro, mergulhado em crises de ansiedade causadas pela pressão social e as responsabilidades do mundo adulto, terá que enfrentar o assédio de um diretor da companhia.
O ovo (Rayane Teles, 2021, 23 min)
Em um Brasil distópico, em que toda a população se encontra infértil e governada por um regime ditatorial populista, casal de camareira de hotel e padeiro não conseguem chegar em consenso na escolha do nome da sua filha, expondo problemas estruturais no casamento e na sociedade.

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