Eunício diz que colegas estão “horrorizados” após conversa com Paulo Guedes: “Povo de rede social”


O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), não teve exatamente uma boa impressão do economista Paulo Guedes em seu primeiro contato com o “guru econômico” de Jair Bolsonaro (PSL) já na condição de ministro do próximo governo. O senador fez uma relato sobre a conversa que teve na última terça-feira (6) com Paulo, na presença de outros senadores, pouco antes da celebração dos 30 anos da Constituição Federal, cerimônia que marcou a volta de Bolsonaro ao Congresso depois das eleições. Dizendo que seus colegas ficaram “horrorizados” com a postura do economista, Eunício saiu dessa conversa com uma certeza:

“Esse povo que vem aí não é da política; é da rede social”.

Segundo Eunício, Paulo Guedes o pressionou para que pautasse logo, para aprovação ainda neste ano, da polêmica reforma da Previdência, proposição que poderia auxiliar o governo Bolsonaro a equacionar o grave desequilíbrio das contas públicas. Para tanto, lembrou Eunício, é necessário que o presidente Michel Temer (MDB) suspenda ou encerre a intervenção federal decretada na segurança pública do Rio de Janeiro no início do ano, uma vez que a reforma é uma propostas de emenda à Constituição. E, como reza a própria Carta Magna, PEC não pode ser votada enquanto qualquer ente da Federação estiver sob intervenção.

A conversa foi relatada por Eunício ao site Buzzfeed, que a reportou ontem (sexta, 9) com exclusividade. Era véspera da sessão plenária em que senadores concederam reajuste para ministros do Supremo Tribunal Federal e chefes da Procuradoria-Geral da República, o que representará mais despesa para o próximo governo e uma sinalização para a gestão Bolsonaro.

>> Paulo Guedes desautoriza futuro chefe da Casa Civil a falar de economia

Eunício disse a Paulo Guedes que obedece à vontade da maioria dos pares, vocalizada pelos líderes de bancada, e por isso não poderia pautar a matéria de qualquer jeito. Lembrou ainda que há prioridades como a votação do orçamento para 2019, que costuma centralizar as atenções dos parlamentares no meio e no fim de cada ano. A conversa começou “em tom ameno” e depois se tornou ríspida, disse o senador.

“Ele olhou para mim e disse que orçamento não é importante, importante é aprovar reforma da Previdência. […] Ele me disse: ‘Vocês não aprovam orçamento, orçamento eu não quero que aprove não’. Mas não é o senhor querer, a Constituição diz que só podemos sair em recesso após a aprovação”, relatou Eunício, acrescentando ter sido interrompido quando falou sobre a impossibilidade de recesso parlamentar sem a aprovação do orçamento.

“Não, eu só quero reforma da Previdência. Se vocês não fizerem vou culpar esse governo. Vou culpar esse Congresso e o PT volta, e vocês vão ser responsáveis pela volta do PT”, bradou o economista, sempre segundo o relato do presidente do Senado.

“Horrorizado”: sobrou para Fernando Bezerra depois que Eunício deixou Paulo Guedes para falar com a PGR – Foto: Agência Senado

A certa altura da conversa, Eunício deixou a sala ao avistar a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e deixou Paulo Guedes conversando com o atual líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). “Então eu vi a Raquel Dodge lá na frente e saí para conversar com ela, e ele seguiu conversando com o Fernando Bezerra, que saiu de lá horrorizado”, recorda o senador.

O Buzzfeed lembra que “o mal-estar aumentou depois da solenidade” dos 30 anos da Constituição, quando Guedes declarou os jornalistas, na entrada do Ministério da Fazenda, que uma “prensa” tinha que ser dada no Senado para que a reforma da Previdência fosse logo votada. A declaração soou, para além de pressão, como ameaça.

“Ele foi lá para a porta do Ministério da Fazenda e disse que tem que dar uma prensa. Eu digo que aqui ninguém dá prensa. Aqui você convence, discute, ganha, perde. Agora, prensa ninguém vai dar em mim”, rebateu Eunício.

Obsessão

“Governo não manda no Enem”, diz presidente do Inep; Bolsonaro criticou questões do exame


Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia responsável pela aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a educadora Maria Inês Fini foi taxativa ao comentar a natureza do exame. “Não é o Governo que manda na prova”, disse a doutora em Ciência, à frente do Inep desde maio de 2016.

Fundadora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Maria Inês concedeu entrevista ao grupo do jornal espanhol El País, que atua no Brasil, na última segunda-feira (5), cinco dias antes da transmissão de vídeo em que o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), criticou uma questão do Enem relativa à espécie de dialeto falado por gays e travestis, o “pajubá” (veja abaixo a reprodução da questão, usada para abordar conhecimento técnico especificamente relacionado ao patrimônio linguístico brasileiro).

Ontem (sexta, 9), durante o registro de vídeo no Facebook, Bolsonaro disse que esse tipo de pergunta será excluído do Enem, e que sua equipe vai vistoriar as provas antes da aplicação.do exame, que dá a estudantes acesso a mais de 500 universidades públicas e privadas.

“Este tema, da linguagem particular daquelas pessoas… O que temos a ver com isso, meu Deus do céu? Quando a gente vai ver a tradução daquelas palavras… um absurdo, um absurdo! Vai obrigar a molecada a se interessar por isso, agora?”, reclamou Bolsonaro, elencando as “ideologias de gênero” entre as questões que ele diz considerar desimportantes (veja mais em vídeo).

Bolsonaro e seus seguidores têm espalhado a versão de que universidades e escolas brasileiras promovem “doutrinação de esquerda” e fomentam a discussão sobre “ideologia de gênero”. As críticas são lançadas principalmente por meio de redes sociais (veja exemplo abaixo, no Twitter), mas também em entrevistas de TV e rádio.

 

Dia de campo sobre variedades de mandioca será nessa quarta (14)


Agricultores de Vitória da Conquista e região participam nessa quarta-feira (14) do projeto de extensão “Dia de campo sobre variedades de mandioca”, realizado pela Universidade do Sudoeste da Bahia (Uesb), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa/CNPMF).

Com o objetivo de divulgar informações sobre novas variedades de mandioca e o seu potencial para elevar a produtividade da cultura na região, o projeto apresenta resultados de trabalhos de pesquisa feitos nos municípios de Vitória da Conquista, Cândido Sales e Belo Campo.

A ação será realizada das 8h às 12h na área experimental, próximo à Estação Meteorológica, no campus da Uesb. Além dos produtores rurais, alunos do curso de Agronomia e do Programa de Pós-Graduação em Agronomia participarão do evento e receberão manivas dos seis tipos de mandioca.

“Em 2017, fizemos a divulgação da poti branca e esse ano nós já temos feedback com relação ao material que foi divulgado. Além desse material, a gente está incluindo a divulgação do material excelente para as condições do planalto de Conquista e de outras quatro espécies”, informou Sandro Lopes, um dos professores da Uesb responsáveis pela pesquisa.

Ano passado, a Prefeitura de Vitória da Conquista levou cerca de 50 agricultores locais para o Dia do Campo, garantindo transporte e alimentação. Segundo o coordenador de Promoção Agropecuária, Eduardo Castro, este ano, o Governo Municipal também está apoiando os produtores de mandioca do município que desejam participar do evento.

http://www.pmvc.ba.gov.br/dia-de-campo-sobre-variedades-de-mandioca-sera-nessa-quarta-14/

O Império Romano é aqui


 

José Pio Martins*

Estudar História é uma das melhores formas de aprender. Quase tudo o que ocorre atualmente de alguma forma já ocorreu no passado. Se formos capazes de aprender com os erros dos outros, o conhecimento da história nos permite, pelo menos em tese, evitar a repetição dos erros. A situação de crise que o Brasil vive guarda semelhanças com a ascensão e queda do Império Romano.

Os romanos desenvolveram eficiente tecnologia para conquistar e tributar outros povos. Nisso residiu a base de seu império. Embriagada pelo sucesso, Roma criou imensa burocracia estatal e encheu de vantagens e privilégios os políticos e os burocratas. Tudo bancado por impostos extorsivos. Isso levou os povos conquistados a migrarem de seus territórios para a capital do império.

Roma começou a crescer demasiadamente, e os líderes romanos passaram a temer por revoltas da massa urbana em razão da falta de trabalho, alimento e moradia para todos. A solução encontrada foi dar comida e diversão ao povo. Cresceram os centros de entretenimento, entre eles o Coliseu. A população da cidade passou a exigir mais comida e diversão (pão e circo). Quanto mais os problemas se agravavam, mais o governo crescia e a burocracia e os impostos aumentavam, sob o jugo de exércitos opressores.

A vida no campo não fazia mais sentido, e a população abandonava a zona rural rumo às cidades atrás de pão e circo de graça. A produção rural começou a decrescer, os impostos diminuíam, os gastos com o exército e a burocracia não paravam de aumentar, e o império baixou lei proibindo os trabalhadores de deixarem suas terras, sob severas punições a eles e suas famílias. Não deu certo. Roma não resolveu seus problemas, e o Império Romano entrou em declínio.

IV Balada Literária da Bahia celebra as parcerias artísticas


Lazzo Matumbi é o grande homenageado do evento, que acontece de 14 a 17 na casa do Benim com saraus, bate-papos, show e performances

Já estabelecida no calendário cultural da cidade, a Balada Literária de Salvador chega à quarta edição, entre 14 e 17 de novembro, celebrando a força dos encontros artísticos e o poder político e transgressor da arte. Realizada uma semana antes da edição paulista do evento – que está no 13º ano – a versão baiana elege como seu principal homenageado o cantor e compositor Lazzo Matumbi, mas também celebra a obra do cantor Itamar Assumpção e da escritora Alice Ruiz, os homenageados nacionais.

Nos quatro dias, a Balada baiana oferece uma programação que combina saraus, bate-papos, oficina e performances poéticas. Entre os destaques desta edição estão as presenças das cantoras Anelis Assumpção, Alzira E, da escritora Alice Ruiz e de Carlos Verçosa, escritor e pesquisador parceiro de Itamar Assumpção na juventude; o lançamento em Salvador de Bagageiro, novo livro do escritor Marcelino Freire; a presença do autor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa, pela primeira vez na Bahia; uma conversa musical com Lazzo; a edição especial do Sarau Bem Black; e uma conversa-oficina sobre produção literária em tempos digitais, que contará com a participação de Talita Taliberti, gerente de autopublicação da Amazon.

Este ano, todo o evento acontece na Casa do Benin, no Pelourinho. E a programação começa na quarta (14) com uma edição especial e afetiva do Sarau Bem Black, que celebra o Novembro Negro e as obras essenciais de Lazzo Matumbi e Itamar Assumpção (1949-2003), cujas canções marcam o ritmo da discotecagem da noite do DJ Joe. Apresentando por Nelson Maca, o Sarau tem entre os convidados a cantora Anelis Assumpção e os escritores Marcelino Freire e Alex Simões.

Idealizador e articulador da Balada Literária de São Paulo, o premiado autor pernambucano Marcelino Freire é um entusiasta dos encontros literários marcados pela espontaneidade e pelo diálogo entre o novo e estabelecido. Ele divide com o poeta Nelson Maca a curadoria da edição baiana e estará presente em várias atividades. Na abertura, apresenta aos baianos o recém-lançado Bagageiro (José Olympio), livro que reúne contos, ou ensaios de ficção, como define Marcelino.

O prefeito está nu


*Ernesto Marques

As opiniões de um grupo de empresários de um tal “conselho consultivo” criado informalmente para auxiliar o prefeito Hérzem Gusmão, chocam pela leviandade. Não se pode acusar genericamente um conjunto de jornalistas concursados de atuar contra o governo atual.
Em última análise, fossem verdadeiras as acusações, estariam os servidores agindo contra o Município. Não se trata, portanto, de mera opinião, mas de acusação grave contra jornalistas profissionais, formados pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, que se submeteram a um concurso e ultrapassaram a etapa do estágio probatório.
Se ainda vale o princípio segundo o qual o ônus da prova cabe ao acusador, deve o porta-voz do tal conselho, procurar o Ouvidoria do Município e registrar sua denúncia. O passo seguinte seria a abertura de um PAD (Procedimento Administrativo Disciplinar) e, assegurado o devido processo legal e o amplo direito de defesa, até a conclusão que poderia resultar em penalidades diversas, incluindo a exoneração a bem do serviço público, conforme preceitua o Regime Jurídico Único.
Ou, se assim desejasse, oferecer denúncia de crime contra a administração pública diretamente ao Ministério Público. Sim, porque é disso que trata a acusação.
A postura do “conselheiro” do prefeito é um acinte contra os servidores municipais e contra a categoria dos jornalistas: “o órgão está cheio de adversários do prefeito, todos concursados e travam as informações”. Questionado pelo comunicador Alexandre Massinha, se seria atitude deliberada, proposital, o empresário foi enfático: “sim! É boicote mesmo. Eles atrapalham os serviços.”
O artifício solerte de esconder-se por trás da generalidade da acusação sem nomes, não atenua o agravo contra a honra, e cabe, no mínimo, uma interpelação judicial para que o Sr. Hamilton Nogueira prove o que diz. Ele acusa um conjunto de servidores de crime contra a administração pública sem provas e sem um mínimo de objetividade.
Talvez estimulado pelo recorrente desrespeito aos servidores municipais o “conselheiro” não tenha se dado conta de ter incorrido em três conhecidos artigos do Código Penal onde estão definidos os crimes contra a honra.
Caberá aos colegas que se sentirem atingidos pela acusação do voluntarioso colaborador informal do prefeito, encaminhar uma possível e talvez necessária, interpelação judicial para Vitória da Conquista conhecer provas e autores de atos lesivos à administração do Município.
Não menos grave é a postura do radialista e jornalista Hérzem Gusmão, segundo o mesmo Hamilton Nogueira: “recebemos carta branca do prefeito para anunciar, mostrar tudo que está sendo feito pela administração e a Secom não consegue passar para a população”. Que tipo de relação estaria se estabelecendo entre um ou mais apoiadores e financiadores das campanhas do gestor e a administração municipal? Ao admitir a contratação de um “marqueteiro” pago pelos amigos, que lugar estaria reservado para a Secom e sua titular?

Semana Nacional do doador


No período de 19 a 23 de novembro o Hemoba fará mais uma Semana do Doador Voluntário de Sangue e conta com a colaboração da população para realização das doações de sangue com a finalidade de intensificar o estoque que se encontra baixo e a demanda é muito grande.

No dia 23/011/2018 haverá Feira de Saúde com apresentação musical, orientações sobre Dsts, aferição de PA, IMC E glicemia, educação física , orientações nutricionais , importância da doação e serviços estéticos.

Transporte Coletivo: Relação incestuosa entre Prefeitura, Sindicato, Vanzeiros e Viação Vitória ( Parte 24)


O responsável primário pelo transporte público urbano é o poder público municipal. É isso que prevê o inciso V do artigo 30 da Constituição Federal:

“[Cabe ao município] organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local, incluído o de transporte coletivo, que tem caráter essencial”.

Entretanto, como você pode observar, esse dispositivo da Constituição dá liberdade aos municípios quanto a como ofertar esse serviço. Primeiro, o município pode escolher cuidar do transporte coletivo por conta própria. A prefeitura se responsabiliza diretamente pela gestão do sistema e desembolsa 100% dos recursos para mantê-lo.

É claro que o modelo direto é pouco adotado, já que o orçamento municipal costuma ser apertado e há outras áreas que as prefeituras devem suprir (saúde e educação, por exemplo). Nesse caso, quais opções restam?

A saída mais comum é contratar empresas para desempenhar essa função. Para fazer isso, é preciso realizar uma licitação, procedimento padrão para que uma empresa desempenhe um serviço público. As empresas vencedoras da licitação atuam sob regime de concessão ou permissão. A diferença entre os dois é sutil e pouco relevante; o que importa saber é que a empresa firma um contrato com a prefeitura por certo período de tempo, para administrar a maior parte do sistema de transporte coletivo municipal.

Não é bem assim. O prefeito não transfere todas as suas funções para as empresas. O poder público municipal ainda precisa fazer investimentos em infraestrutura, fiscalizar e planejar a mobilidade urbana. A construção de vias, terminais, pontos de parada continua a ser tarefa da prefeitura. Além disso, o valor das tarifas (cujos aumentos são estopim de tantos protestos no Brasil) também é determinado pela prefeitura.

Por fim, há também a função de fiscalizar. A prefeitura precisa se organizar para receber reclamações dos usuários do transporte público e averiguar se as empresas contratadas estão cumprindo suas funções. Caso não estejam, a prefeitura pode romper o contrato e abrir nova licitação.

Para que o sistema se financie e continue funcionando, são cobradas tarifas dos passageiros, que incluem os custos e também o lucro das empresas. São essas tarifas que cobrem praticamente toda a necessidade de financiamento do sistema. Por isso, são poucos os municípios que concedem subsídios para o transporte público

É reclamação recorrente dos usuários que as tarifas do transporte coletivo urbano são altas. De fato, elas podem pesar bastante no bolso dos usuários, especialmente se considerarmos que a maior parte deles é de baixa renda.

Apontam-se como fatores para os altos valores das tarifas: o aumento dos preços dos combustíveis; e as gratuidades concedidas a uma parcela significativa dos usuários, como policiais militares, carteiros, estudantes e idosos. O custo dessas gratuidades precisa ser compensado pelos outros usuários, aumentando o valor final da tarifa.

O barateamento das tarifas passa por conseguir outras receitas. Os subsídios, por exemplo, são prática adotada por muitos países desenvolvidos e com sistemas de transporte de alta qualidade. que pode ser mais explorada. Esses recursos podem vir de fontes como a taxação da gasolina, pedágio urbano, entre outros.

Em Vitória da Conquista, cidade baiana que tem um dos mais avançados sistemas de transporte urbano do País, onde até a construção e manutenção dos pontos de parada dos  ônibus são executadas pelas empresas concessionárias.  dessa forma a Prefeitura se encarrega exclusivamente da fiscalização dos horários, como também do controle financeiro das empresas.

Todavia, com a mudança de governo em janeiro de 2017, o atual prefeito que  acordara com algumas pessoas que executavam o transporte clandestino na cidade e fez a promessa que, caso fosse eleito legalizaria o serviço, em troca disso, os clandestinos fizeram uma campanha política acirrada para o atual prefeito. Na verdade se tratava de “ouro de tolo”. O prefeito municipal jamais poderia legalizar tal serviço, uma vez que as linhas de de transporte urbano na cidade de Vitória da Conquista já pertenciam às duas empresas que venceram uma licitação no ano de 2014. Veja aqui a parte 23

 

Diante da promessa de legalização do transporte clandestino no município, feita pelo atual prefeito mesmo sabendo da ilegalidade, vários vanzeiros acreditaram na possibilidade de faturarem, como de fato faturaram, mais de dez mil reais por mês, tornou-se um grande negócio. Entretanto a farra não poderia continuar, o prefeito Pereira sentiu que quebraria definitivamente o sistema de transporte coletivo no município. resolveu então licitar parte das linhas, já licitadas anteriormente  e em pleno vigor, mesmo assim, os vanzeiros não aceitaram exclusão de linhas que lhes rendiam muito dinheiro, como também a exclusão de 80% dos empresários cujas empresas funcionam sobre quatro rodas, palavras de Pereira, os vanzeiros então promoveram vários protestos na cidade. Veja:

Maraísa exibe corpo após perder 20 kg e surpreende fãs; veja


Desde que deu início a sua nova fase mais focada no bem estar e na qualidade de vida a cantora decidiu ousar nos looks

Redação
Reprodução: Instagtram/ Arquivo Pessoal
Reprodução: Instagtram/ Arquivo Pessoal

 

Maraísa surpreendeu os seguidores ao compartilhar em seu perfil no Instagram o resultado da sua reeducação alimentar.

A sertaneja perdeu 20 kg e fez questão de mostrar sua nova silhueta ostentando uma cinturinha de pilão. Na legenda a artista conta que esta se preparando para subir ao palco, mas os comentários foram todos focados na ótima forma de Maraísa.

“Que corpo maravilhoso”, disse uma internauta. “Gente, como ela mudou!”, exaltou outro. “Olha a cinturinha dela”, apontou mais um.

Desde que deu início a sua nova fase mais focada no bem estar e na qualidade de vida, a cantora se sentiu mais a vontade para ousar nos looks mostrar um pouco mais de pele.

Consertando o Brasil: Em 16 anos como deputado, Onyx teve dois projetos aprovados


Ex-líder do DEM e articulador político do governo de Jair Bolsonaro (PSL) diz que número não representa seu trabalho na Câmara

Redação
Foto: Antônio Cruz/Ag. Brasil
Foto: Antônio Cruz/Ag. Brasil

 

Articulador político do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), o ex-deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) aprovou apenas dois projetos ao longo dos 16 anos como deputado. O antigo líder do DEM não conseguiu engatar nenhum de sua autoria, mas conseguiu a aprovação de dois como coautor.

Uma das propostas, assinada por outros oito deputados, determina que os repasses ao fundo partidário sejam proporcionais ao tamanho da legenda. O outro, que tem a assinatura inclusive da vice na chapa derrotada de Haddad (PT) nas eleições, Manuela D’Ávila (PCdoB), se refere à criação do “Vale Cultura”.

De acordo com levantamento do Estadão, foram ao todo 114 proposições, 107 projetos de lei e sete proposta de emendas parlamentares, apresentadas desde 2003, quando ingressou na Câmara.

Onyx defende que o número de projetos aprovados não deve ser o único critério para avaliar o seu trabalho. Ele diz ter sido peça-chave na obstrução da votação que pretendia renovar a CPMF e na aprovação da distribuição de royalties do pré-sal para municípios brasileiros também para saúde educação.

Alunos do Colégio Othoniel, em Itagimirim participam de gincana de matemática e arrecada mais de meia tonelada de alimentos


 

Com o objetivo de promover o conhecimento em matemática, usando uma metodologia lúdica e prazerosa, a gincana foi considerada uma aula diferente onde os alunos puderam brincar aprendendo.

Na última edição da “ GINCALCULANDO”, Gincana de Matemática do Colégio Municipal Othoniel Ferreira dos Santos(CMOFS), ocorrida nos dias 24 e 25 de Outubro, em Itagimirim; os alunos, participantes das equipes (OS DIVISORES x THE BLACK) se destacaram pela a inteligência, garra, determinação e muita agilidade nas competições que foram divididas em três etapas, onde a equipe THE BLACK, sagrou-se a grande Campeã:

• Provas intelectuais, onde os estudantes respondiam as perguntas de conhecimentos gerais.

• Provas físicas, onde os alunos participavam de prova de resistência física, danças e brincadeiras.

• Arrecadação de alimentos e, venda de bilhetes( sorteio) que será revertida em ação social no fim do ano.

Segundo o professor Jackson dos Santos Guimarães, responsável pelo evento, as atividades foram pensadas e trabalhadas com 30 dias de antecedência, para que tudo transcorresse sem maiores surpresas:

“Tudo foi calculado com 30 dias de antecedência, trabalhamos duro para que as atividades fossem concluídas nesses dois dias, com muitas atividades culturais, muita aprendizagem e, um trabalho de cunho social altamente relevante. Os alunos venderam bilhetes, conseguiram patrocínio, e fizeram pedágio. Tudo que foi arrecadado, parte será revertida em ação social com entrega de brinquedos para as crianças carentes das escolas do município no natal. Fizemos também a entrega de cestas básicas (doação de 650 kg) de alimentos às famílias carentes de Itagimirim.

Quero aproveitar o espaço e agradecer os colaboradores desse evento: A Prefeita Devanir Brillantino, vereadores, Secretaria de Educação, pais, direção da escola, professores/funcionários e principalmente aos alunos, e, todos que contribuíram para o sucesso de mais essa gincana”.

Bahia vai sediar Jogos Universitários Brasileiros em 2019


 
A Bahia foi escolhida como estado-sede da próxima edição dos Jogos Universitários Brasileiros 2019 (JUBs). O anúncio oficial foi feito na noite desta sexta-feira (9), durante a 66ª edição dos jogos, em Maringá, no Paraná. As competições, com realização programada para novembro do próximo ano, terão o apoio do Governo do Estado, por meio da Superintendência dos Desportos (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), em parceria com a Federação Universitária Baiana de Esportes.
Os JUBs são considerados a maior competição esportiva universitária da América Latina e reúnem, em uma única edição, mais de cinco mil alunos-atletas de todo o país, em 15 modalidades individuais e coletivas. Entre elas, estão as tradicionais provas de atletismo, atletismo paradesportivo, basquete, ciclismo, futsal, handebol, judô, natação, natação paradesportiva, vôlei e vôlei de praia, skate, além dos jogos eletrônicos Fifa, League of Legends e do JUBs acadêmico.
Segundo o diretor da Sudesb, Elias Dourado, os JUBs são importantes para o desenvolvimento do desporto escolar e universitário. “É um momento muito especial para a Bahia, que já está consolidada como palco de grandes eventos esportivos desde 2013, com a realização dos jogos de futebol da Copa das Confederações, Copa do Mundo, Jogos Olímpicos e, em 2019, a Copa América. Isso sem falar em eventos nacionais e internacionais de modalidades como o badminton, luta olímpica, judô, tênis de mesa e, mais recentemente, a etapa do brasileiro de ginástica rítmica. Por envolver diversas modalidades esportivas, sediar os Jogos Universitários Brasileiros será um enorme desafio, mas tenho certeza de que a Bahia fará os melhores jogos de todas as edições”, afirma Dourado.
Reconhecimento