Zé Raimundo registra no plenário a gratidão pela vitória e defende eleição de Haddad


No primeiro pronunciamento em plenário depois de reeleito pela terceira vez consecutiva, o deputado estadual Zé Raimundo (PT) se dirigiu aos eleitores que o colocaram entre os mais votados para a próxima legislatura baiana. “Quero agradecer principalmente aos 94 mil eleitores que reconheceram o nosso trabalho e confiaram nas nossas propostas”, disse, abrindo um discurso que além de demonstrar gratidão pela sua votação, foi generoso e solidário com os colegas que saíram derrotados, mas firme e contundente sobre a disputa presidencial neste segundo turno.

“O que está em jogo agora não é o candidato Fernando Haddad nem o outro candidato, mas um projeto de nação”, alertou Zé Raimundo, convidando o plenário para o debate sobre a disputa do segundo turno. Ele defendeu que Haddad representa um projeto nacional de inclusão e desenvolvimento, capaz de aglutinar as forças econômicas, empresariais e dos movimentos sociais para a construção de uma nação mais igualitária e fraterna. Enquanto o projeto do “outro candidato” (referindo-se a Bolsonaro) é raivoso e concentrador de renda.

“Se eu fosse empresário eu votaria no Haddad, porque não há possibilidade de um empresário nacional ter tranquilidade no futuro com a abertura que o tal capitão pretende fazer, de desconstruir a nação, de privatizar logo de cara 40 empresas, de vender a Petrobrás e a Eletrobrás e acabar com 80 anos do que foi construído desde a gestão do presidente Getúlio Vargas”, disparou.

Viés irracional


Um anoitecer de outubro. Todos os brasileiros, mesmo que involuntariamente, seguem imersos na desconfiança para os possíveis rumos da política no país. A presente dicotomia eleitoral intensifica as incertezas e elucida a superficialidade das discussões. Os acalorados debates deixam de lado o essencial: ideias e propostas pragmáticas que possam fazer do Brasil um país pujante.
É notório que apresentamos problemas estruturais graves e o clamor da sociedade vai da educação a investimentos em ciência e tecnologia. As atuais travas para o desenvolvimento nacional perpassam pelo direcionamento político dado por nossos representantes. Os avanços alcançados devem ser aprimorados e o norte para o progresso deve ser buscado com empenho sempre. Entretanto, este período de campanha eleitoral tem aprimorado mais o viés ideológico, que sobrepõe o bom senso e a autocrítica, do que o desejo de ver o país nos trilhos.
O cenário eleitoral tem se assemelhado a um jogo de futebol onde os torcedores de cada time incitam a derrota aos seus opositores a qualquer custo, como se estivessem em barcos opostos. Porém, esquecem que ao fim da campanha, o que estará em voga são os caminhos do país para os próximos quatro anos. Podemos nos refutar de discutir ideias, de ler os programas de governo de cada candidato? Devemos continuar nas acusações pessoais e esquecer-se de discutir o país?
Muitos brasileiros não se atentam ao fato de que os representantes do povo (seja no legislativo ou no executivo) estão ou estarão nesses cargos por um tempo e, assim sendo, as figuras passam, mas o país permanece. Direcionar o Brasil para avanços reais, como educação de qualidade, cidadania efetiva, saúde, segurança pública eficiente, desenvolvimento industrial e tecnológico tem de ser o arcabouço de qualquer governo.

PF indica participação de Temer em corrupção e pede bloqueio de bens do presidente


PF indica participação de Temer em corrupção e pede bloqueio de bens do presidente

Foto: Reprodução / EBC

A Polícia Federal (PF) concluiu o inquérito sobre corrupção no setor portuário e afirmou que o presidente Michel Temer (MDB) e outras dez pessoas praticaram os crimes de corrupção passiva, ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Com o inquérito concluído, a PF pediu o bloqueio de bens de todos os indiciados, inclusive os do presidente.

De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o delegado Cleyber Malta Lopes também pediu a prisão de quatro investigados, entre eles o coronel João Baptista Lima Filho, amigo de Temer e da filha do presidente, Maristela Temer.

O emedebista é investigado por um decreto assinado que permitiu ampliar de 25 para 35 anos os prazos dos contratos de concessões e arrendamentos no porto firmados após 1993. O caso está com o ministro Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF). 

Um dos pontos do relatório da PF é uma reforma realizada na casa da filha do emedebista, entre 2013 e 2015. Como a Folha revelou em abril, a mulher do coronel, Maria Rita Fratezi, pagou em dinheiro vivo despesas da obra do imóvel de Maristela Temer. 

Também foram indiciados Rodrigo Rocha Loures, seu ex-assessor, Antonio Greco, ex-diretor da Rodrimar, Ricardo Mesquita, também da Rodrimar, Gonçalo Torrealba, diretor do grupo Libra, o coronel João Baptista Lima Filho e sua mulher, Maria Rita Fratezi, amigos de Temer, Carlos Alberto Costa e seu filho, diretor da Argeplan, e Almir Ferreira, contador da Argeplan.

Sem polícia: Vereadores de Itapé, são afastados por usar dinheiro público para compra de gado


Itapé: Vereadores são afastados por usar dinheiro público para compra de gado

Foto: Reprodução / Blog do Valente

Quatro vereadores da cidade de Itapé, localizada no sul da Bahia, foram afastados das funções por tempo indeterminado após suspeita de desvio de dinheiro público. A ordem judicial foi emitida nesta terça-feira (16).

Os afastamentos ocorreram durante uma operação do Público Estadual (MP-BA) junto com a Polícia Militar, que cumpriu mandados de busca e apreensão na casa legislativa para recolher provas.

Em julho, o presidente da Câmara, Nilton Rosa Pinto (PP), foi afastado por suspeita de falsificação de assinatura em cheques.

No esquema de corrupção descoberto na Câmara eram realizadas transferências de, pelo menos, dois cheques da conta da Câmara para o presidente afastado, nos valores de R$ 11.300,00 e R$ 11.200,00. O montante seria utilizado para garantir empréstimos de compra de gado. Outros dois cheques, de R$ 16.000,00 e R$ 8.000,00, teriam sido utilizados para comprar materiais de construção para obras residenciais do presidente da Casa e de outros dois vereadores.

Com cinco dos nove vereadores da Câmara afastados, a continuidade dos trabalhos fica inviável, segundo informações do MP. Para que as sessões continuem, o órgão disse que irá solicitar à Justiça Eleitoral que os suplentes dos vereadores afastados tomem posse para que a Câmara volte a funcionar.

As decisões de afastamento, segundo o G1, foram assinadas pelo Juiz Murilo Staut Barreto. Os vereadores afastados foram Klebson de Jesus Santos, Cledson Gomes Alves, Agnaldo Santos Filho e Eduardo Coelho.

O MP apreendeu contracheques dos vereadores, contratos de empréstimos consignados, processos de pagamento e processos licitatórios dos parlamentares.

Uma cópia da decisão de afastamento dos vereadores será encaminhada ao juiz da 27ª Zona Eleitoral para que sejam adotadas medidas a fim de viabilizar o funcionamento da Câmara.

 

Sem vigilância: Militares estupraram adolescentes em intervenção no Rio, diz relatório


Moradores relataram diversos abusos praticados, como invasão de casas, agressões e xingamentos durante as abordagens

Foto: Reprodução/Twitter
Foto: Reprodução/Twitter

 

Um relatório elaborado pela Ouvidoria Externa da Defensoria Pública do Rio de Janeiro revelou que militares estupraram adolescentes durante a intervenção militar nas favelas cariocas, assinada por Michel Temer (MDB) em fevereiro. Moradores relataram uma série de abusos que incluem invasões a casas, agressões e xingamentos em abordagens, de acordo com matéria do El País.

Os números integram o relatório – ainda parcial – do Circuito Favelas por Direito. Pesquisadores visitaram 15 comunidades do Rio e identificaram 30 tipos diferentes de abusos, dividas em cinco pontos: violação em domicílio, abordagem, letalidade provocada pelo Estado, operação policial e impactos.

O levantamento considera os cinco meses de intervenção federal na segurança pública do Estado. Em uma das invasões, teriam ocorrido estupros de duas adolescentes:

“Eles entraram numa casa que era ocupada pelo tráfico. Lá tinha dois garotos e três meninas. As meninas eram namoradas de traficantes. Era pra ser todo mundo preso, mas o que aconteceu é que os policiais ficaram horas na casa, estupraram as três meninas e espancaram os garotos. Isso não pode estar certo”, conta um morador.

Uma outra adolescente relatou abuso sofrido durante abordagem, por policias homens, o que é proibido pelo artigo 249 do Código Penal.

“Ele vem revistar a gente, já gritando, chamando a gente de piranha, mulher de bandido, drogada. Vem empurrando e mexendo na gente. Eu sei que só mulher que pode revistar mulher, mas se nós não deixar [sic] leva tapa na cara”, relembra a jovem.

Correios fecham 41 agências a partir desta terça-feira


Atualmente, os Correios têm pouco mais de 6,3 mil agências próprias em todo o país, além de 4,3 mil comunitárias, 1 mil franqueadas e 127 permissionárias

Foto: Reprodução/ TV Bahia
Foto: Reprodução/ TV Bahia

 

Os Correios irão encerrar as atividades em 41 agências de 15 estados do País a partir desta terça-feira. De acordo com a estatal, as unidades que serão desativadas estão em imóveis alugados, localizadas muito próximas a outras agências (menos de dois quilômetros) e não geram lucros.

A empresa informou que os funcionários que trabalham nesses locais serão realocados.

Atualmente, os Correios têm pouco mais de 6,3 mil agências próprias em todo o país, além de 4,3 mil comunitárias, 1 mil franqueadas e 127 permissionárias.

Segundo a empresa, o encerramento das atividades dessas agências faz parte do processo de remodelagem da rede de atendimento, que prevê a substituição gradativa de unidades convencionais “por soluções diferenciadas e mais adequadas às necessidades dos clientes”.

“O processo de remodelagem prevê a ampliação dos pontos de atendimento, dos atuais 12 mil para 15 mil, em todo o país, até 2021, melhorando os serviços para a população”, informou a estatal, em nota.

Nenhuma outra agência foi desativada dentro desse processo de remodelagem do ano passado para cá e não há previsão de mais fechamentos até o fim de 2018. De acordo com os Correios, fechamentos pontuais que ocorreram foram relacionados a questões administrativas como reformas, aluguel e mudança de imóvel.

Serão fechadas agências nos estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Espírito Santo, de Goiás, do Piauí, de Minas Gerais, do Mato Grosso do Sul, de Mato Grosso, do Pará, do Piauí, do Rio de Janeiro, de Roraima, do Rio Grande do Sul e de São Paulo.

Pichação em banheiro da Ufba diz que Bolsonaro vai limpar local de ‘pobres e pretos’


A instituição publicou uma nota no site em que repudia o ocorrido e pede respeito à diversidade

Foto: Reprodução/ Instagram/ Jorge Solla
Foto: Reprodução/ Instagram/ Jorge Solla

 

Uma pichação no banheiro da faculdade de Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (EAUFBA) diz que o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, vai limpar a faculdade de “pobres, gays e pretos”.

A imagem tem sido compartilhada nas redes sociais e chegou a ser publicada pelo deputado federal Jorge Solla (PT). “Bolsonaro vai limpar a EAUFA (sic) de pobres, gays e pretos. É 17”, diz o recado escrito na parede.

“Esse é o Brasil nesse outubro de 2018. No salvar desse horror só depende de você. Ainda há tempo”, escreveu o parlamentar petista no Instagram.

A instituição publicou uma nota no site em que repudia o ocorrido. “A Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia preza pelos valores de respeito à diversidade, valorização dos Direitos Humanos e a convivência respeitosa entre todos que circulam nessa instituição. Assim, esta Unidade repudia veementemente qualquer ato de intolerância que atente contra a dignidade da pessoa humana e não hesitará em tomar as medidas cabíveis para coibir manifestações que atentem contra esses valores”, diz o comunicado.

A Escola de Administração da UFBa preza pelos valores de respeito à diversidade, valorização dos Direitos Humanos e a convivência respeitosa entre todos que circulam nessa instituição. Assim, esta Unidade repudia veementemente qualquer ato de intolerância que atente contra a dignidade da pessoa humana e não hesitará em tomar as medidas cabíveis para coibir manifestações que atentem contra esses valores.
Congregação da Escola de Administração da UFBA

Zé Raimundo se reúne com Rui e confirma volta a Conquista na sexta pela eleição de Haddad


Primeiro município do país a receber Haddad como candidato a presidente, Vitória da Conquista será visitada na próxima sexta-feira (19) pelo governador Rui Costa, que vai agradecer e agitar a campanha de corpo a corpo do segundo turno. Os detalhes da agenda de Rui foram confirmados em reunião que teve a participação do deputado estadual Zé Raimundo, quando ele confirmou o seu engajamento total, junto com o deputado federal Waldenor Pereira, os dois reeleitos mais votados da “suíça baiana”.

Do encontro com Rui Costa, Zé Raimundo também detalhou: “A ideia é reunir todos os prefeitos e vice-prefeitos, vereadores e outras lideranças locais para que possamos, nessa reta final de campanha, garantir a vitória de Haddad. De nossa parte, eu e o deputado federal Waldenor Pereira estaremos em Vitória da Conquista, juntamente com os amigos e companheiros do Sudoeste, nesse encontro estratégico para ampliar a nossa vitória na Bahia”.

A reunião do governador com as atuais bancadas estadual e federal e também os novos eleitos e suplentes, teve ainda as presenças dos senadores Otto Alencar e Ângelo Coronel (eleito). Rui Costa agradeceu a participação e o envolvimento de todos pela sua expressiva vitória e do seu “time” na Bahia. Além da própria reeleição, com 75,55% dos votos, da eleição de Jaques Wagner e Ângelo Coronel para as duas vagas do Senado, o empenho de todos da coligação ajudou Haddad a vencer em 411 dos 417 municípios baianos.

Um erro


Professor Ruy Medeiros

Diferentemente daquilo que ocorreu em outros países, como a Argentina, por exemplo, o Brasil não puniu responsáveis pelo golpe de estado de 1964, nem por suas práticas sistemáticas de torturas e desaparecimentos contra opositores, na época da ditadura militar.

Provocado a declarar a inconstitucionalidade da lei de anistia quanto ao perdão nessa previsto aos agentes do Poder que praticaram crimes, o Supremo Tribunal Federal acolheu a alegação de anistia recíproca e com isso fechou a possibilidade de punir torturadores, exterminadores e “desaparecedores” de pessoas. É o fato. Foi um grande erro.

Agora, vê-se que um grupo de militares, com apoio de civis que vêm há algum tempo estimulando a intervenção militar (durante a greve dos caminhoneiros isso ficou evidente), aproveita da situação de crise, insegurança e insatisfação popular para eleitoralmente ocupar o poder –esse é claramente o sentido da candidatura de um oficial reformado do exército.

Quem assistiu à propaganda eleitoral daquele nos últimos dias, em horário nobre, e conheça a história do Brasil nos últimos tempos, ou que vive desde os anos sessenta, deve ter percebido nela o mesmo tom com que agia o CCC –Comando de Caça aos Comunistas, grupo que perseguia a todos aqueles que não concordavam com o golpe. Para eles, todos os que não aderiam a golpes ou a golpistas eram comunistas. Como se fazia naquela época contra os adversários, desqualificando-os, a propaganda do capitão reformado ofendeu seu adversário (o que havia feito em postagem anterior qualificando-o de canalha), e se traduz como discurso de intolerância e chamamento à violência.

A propaganda eleitoral do capitão reformado desmente sua mensagem desautorizando a violência. Ele a incita.

Antes da propaganda eleitoral do segundo turno, seu companheiro de chapa, também militar, além de pregar revogação de direitos trabalhistas, prometeu reescrever o conteúdo dos livros didáticos quanto ao sombrio período ditatorial. A mensagem do general vice é clara: ou apaga o conteúdo dos livros ou se faz a versão que ele e seu colega de chapa e farda querem. Da nova versão de “seus” livros de história o general omitirá ou dirá por que torturadores foram perdoados?

Em 2003, Bolsonaro parabenizou ‘grupos de extermínio’ na Bahia


O deputado defendeu em discurso na Câmara dos Deputados, a existência dos criminosos enquanto não há “pena de morte”

Foto: Reprodução/Twitter
Foto: Reprodução/Twitter

 

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), candidato à presidência, defendeu em 2003 a existência de um grupo de “extermínio” que atuava na Bahia e atribuiu a ele uma suposta diminuição da criminalidade neste período. Em discurso no dia 12 de outubro na Câmara dos Deputados, o capitão se opôs a um parlamentar baiano que fez críticas à prática, e disse que o grupo era “bem-vindo” enquanto não se adotava a “pena de morte”.

“Quero dizer aos companheiros da Bahia — há pouco ouvi um parlamentar criticar os grupos de extermínio — que enquanto o Estado não tiver coragem de adotar a pena de morte, o crime de extermínio, no meu entender, será muito bem-vindo. Se não houver espaço para ele na Bahia, pode ir para o Rio de Janeiro. Se depender de mim, terão todo o meu apoio, porque no meu estado só as pessoas inocentes são dizimadas. Na Bahia, pelas informações que tenho — lógico que são grupos ilegais —, a marginalidade tem decrescido. Meus parabéns”, disse Bolsonaro.

De acordo com o advogado Bruno Teixeira Bahia, autor de um estudo para mestrado em Ciências Sociais na Universidade Federal da Bahia (UFBA) sobre os grupos que agiram nesta época, a maior parte dos seus integrantes eram “policiais e ex-policiais”. Em Juazeiro, por exemplo, comerciantes pagavam entre R$50 e R$100 para a organização criminosa cometer os assassinatos.

“Eram compostos, em sua maioria, por policiais e ex-policiais civis e militares, ressaltando, ainda, que em quase todos os casos as vítimas eram jovens, negros e pobres, com idade entre 14 e 26 anos e sem passagem pela polícia”, diz o texto. Bruno relata ainda práticas de tortura como “mãos amarradas”, “unhas arrancadas” e até “ateamento de fogo”, segundo matéria do Congresso Em Foco.

Em seu discurso na Câmara, Bolsonaro ainda defende na época a “política de controle de natalidade”, mesmo que “contra todos os defensores dos direitos humanos”.

“Chega de não darmos meios para evitar que casais coloquem no mundo mais crianças que não terão a mínima condição de cidadania no futuro. Tenho uma proposta modesta: a liberação de laqueadura e vasectomia para todos os maiores de 18 anos”, argumentou o capitão. Ele prossegue e diz acreditar que é o “primeiro passo para o fim da miséria e violência” no Brasil.

Veja aqui:

Bahia arrasou: Mapa mostra o candidato mais votado em cada um dos municípios do estado


Fonte: TSE

Resultado da eleição para presidente no estado

% de votos válidos e total de votos (1º turno).

  • 2° TURNOFernando HaddadPT
    60,28%4.441.955 votos
  • 2° TURNOJair BolsonaroPSL
    23,41%1.725.140 votos
  • Ciro GomesPDT
    9,41%693.273 votos
  • Geraldo AlckminPSDB
    2,35%172.900 votos
  • Cabo DacioloPATRI
    1,88%138.234 votos
  • Marina SilvaREDE
    0,83%61.481 votos
  • João AmoêdoNOVO
    0,59%43.800 votos
  • Henrique MeirellesMDB
    0,45%33.109 votos
  • Guilherme BoulosPSOL
    0,43%31.499 votos
  • Alvaro DiasPODE
    0,28%20.838 votos
  • VeraPSTU
    0,03%2.240 votos
  • EymaelDC
    0,03%2.087 votos
  • João Goulart FilhoPPL
    0,03%1.989 votos
Ausentes2.155.16820,74%
Brancos169.8062,06%
Nulos697.7508,47%

Urnas apuradas: 100,00%

Fonte: TSE

Quantidade de municípios que cada candidato venceu na Bahia

Fernando Haddad

411 municípios

Jair Bolsonaro

6 municípios

Fonte: TSE

Bolsonaro afirma que suspeita de fraude nas urnas vale apenas para eleição de presidente; mas só se ele perder, se ganhar é lisura total


Bolsonaro afirma que suspeita de fraude nas urnas vale apenas para eleição de presidente

Foto: Reprodução/ Facebook

O candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro, voltou a lançar dúvidas sobre a segurança da votação via urna eletrônica. No entanto, ressaltou que a suspeição é apenas para a votação para presidente.

Vale lembrar que Bolsonaro elegeu a segunda maior bancada para a Câmara, com 52 deputados, e terminou o primeiro turno em primeiro lugar. Mesmo assim, o presidenciável disse que sabe de “muito equívoco” na votação do último final de semana e comentou que “a senhora que trabalha” em sua casa não conseguiu votar para presidente.

“Daí alguém fala: ‘ah, se houvesse fraude, não teria feito 52 deputados federais do PSL.’ Olha, a desconfiança é exatamente na votação para presidente”, disse Bolsonaro. “Se eu for presidente, pode ter certeza: nós vamos ter, já nas eleições de 2020, uma forma segura para votar, onde se possa fazer auditoria”, afirmou durante uma transmissão ao vivo no Facebook.

Bolsonaro, no entanto, disse não querer falar de fraude “ainda”. “Até para não levar pancada dos outros”, emendou. O candidato ainda recorreu a uma teoria da conspiração para falar sobre fraude nas eleições. De acordo com ele, tudo pode ser um plano do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Você, se fosse o Lula, aceitaria passivamente ir para a cadeia sem um ‘plano B’?”, questionou.