{"id":128653,"date":"2026-04-04T16:46:37","date_gmt":"2026-04-04T19:46:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogdopaulonunes.com\/v5\/?p=128653"},"modified":"2026-04-05T00:34:33","modified_gmt":"2026-04-05T03:34:33","slug":"uma-reflexao-sobre-a-sexta-feira-da-paixao-no-mudo-ocidental-cristao-e-a-guerra-no-oriente-medio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdopaulonunes.com\/v5\/index.php\/2026\/04\/04\/uma-reflexao-sobre-a-sexta-feira-da-paixao-no-mudo-ocidental-cristao-e-a-guerra-no-oriente-medio\/","title":{"rendered":"Uma reflex\u00e3o sobre a sexta-feira da Paix\u00e3o no mudo ocidental crist\u00e3o: e a guerra no Oriente M\u00e9dio"},"content":{"rendered":"<p>A Sexta-feira da Paix\u00e3o, ou Sexta-feira Santa, \u00e9 uma das datas mais sagradas do cristianismo no Mundo<br \/>\nOcidental, representando o dia em que se relembra a crucifica\u00e7\u00e3o e morte de Jesus Cristo no Calv\u00e1rio. \u00c9 um<br \/>\ndia marcado por luto, sil\u00eancio, ora\u00e7\u00e3o e reflex\u00e3o profunda, integrando o Tr\u00edduo Pascal. Alguns dos significados<br \/>\ne pr\u00e1ticas associados a este dia: Sacrif\u00edcio e Reden\u00e7\u00e3o: Para os crist\u00e3os, a data simboliza o sacrif\u00edcio supremo<br \/>\nde Jesus pela humanidade para a remiss\u00e3o dos pecados. Representa a dimens\u00e3o espiritual do amor<br \/>\nincondicional de Deus. Penit\u00eancia e Jejum: \u00c9 um dia de abstin\u00eancia e jejum para muitos fi\u00e9is<br \/>\n(especialmente na tradi\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica), como forma de humildade, solidariedade com o sofrimento de<br \/>\nCristo e reflex\u00e3o. Aus\u00eancia de Missas: Na Igreja Cat\u00f3lica, a Sexta-feira Santa \u00e9 o \u00fanico dia do ano em que<br \/>\nn\u00e3o se celebra a Missa. Em vez disso, ocorre a &#8220;Celebra\u00e7\u00e3o da Paix\u00e3o do Senhor&#8221;, focada na adora\u00e7\u00e3o da<br \/>\ncruz, leituras b\u00edblicas e ora\u00e7\u00f5es. Tradi\u00e7\u00f5es e Via Sacra: Muitas comunidades realizam prociss\u00f5es e encena\u00e7\u00f5es<br \/>\nda Via Sacra (os \u00faltimos momentos de Cristo). Em muitas culturas, \u00e9 costume n\u00e3o comer carne vermelha,<br \/>\nsubstituindo-a por peixe. O &#8220;Bom&#8221; na Sexta-feira: Embora seja um dia de morte, os crist\u00e3os a chamam de<br \/>\n&#8220;boa&#8221; (Good Friday, em ingl\u00eas) porque, na teologia crist\u00e3, o sacrif\u00edcio na cruz \u00e9 o que possibilita a reden\u00e7\u00e3o e a<br \/>\nesperan\u00e7a da ressurrei\u00e7\u00e3o no Domingo de P\u00e1scoa. Em s\u00edntese, a Sexta-feira da Paix\u00e3o \u00e9 o momento de<br \/>\ncontemplar o sofrimento de Jesus para, posteriormente, celebrar a sua vit\u00f3ria sobre a morte. Sexta-Feira<br \/>\nda Paix\u00e3o em (2026), nos convida \u00e0 uma reflex\u00e3o profunda sobre o contraste entre o sacrif\u00edcio, as<br \/>\nguerras e os conflitos, no mundo contempor\u00e2neo. Enquanto a tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3 recorda o sofrimento de Cristo<br \/>\ncomo um ato de entrega e reden\u00e7\u00e3o, o Oriente M\u00e9dio continua a ser palco de um sofrimento imposto pela<br \/>\nviol\u00eancia e pela disputa geopol\u00edtica. Alguns pontos para conectar essa data ao cen\u00e1rio atual: A<br \/>\nUniversalidade da Dor: O Calv\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 apenas um evento hist\u00f3rico; ele se manifesta hoje no rosto das<br \/>\nv\u00edtimas civis em zonas de guerra, nas faces das crian\u00e7as Palestinas a todos os cidad\u00e3os Libaneses<br \/>\nmortos\/assassinados. Segundo Chacra (2023), \u201ch\u00e1 um vazio intermin\u00e1vel da recupera\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios<br \/>\ninvadidos dos Palestinos, sem perspectivas de mudan\u00e7as, a curto prazo\u201d. A Sexta-Feira Santa nos for\u00e7a a<br \/>\nolhar para a fragilidade humana, lembrando que a dor de uma m\u00e3e que chora a perda de um filho \u00e9 a mesma,<br \/>\nindependentemente da fronteira ou religi\u00e3o. A L\u00f3gica do Poder vs. A L\u00f3gica da Entrega: A guerra no<br \/>\nOriente M\u00e9dio muitas vezes \u00e9 alimentada pela busca por dom\u00ednio e retalia\u00e7\u00e3o. A Paix\u00e3o prop\u00f5e o<br \/>\noposto: a interrup\u00e7\u00e3o do ciclo de viol\u00eancia atrav\u00e9s do perd\u00e3o e do sacrif\u00edcio pessoal. \u00c9 um lembrete inc\u00f4modo<br \/>\nde que a paz exige abrir m\u00e3o da &#8220;raz\u00e3o das armas&#8221; em favor da humanidade comum. O Sil\u00eancio e a<br \/>\nEsperan\u00e7a: O S\u00e1bado de Aleluia que se segue \u00e0 Sexta-Feira representa o sil\u00eancio e a incerteza. Para<br \/>\nmuitos no Oriente M\u00e9dio, a vida \u00e9 um &#8220;eterno S\u00e1bado&#8221;, uma espera angustiante por um cessar-fogo ou por uma<br \/>\nressurrei\u00e7\u00e3o social e pol\u00edtica que traga estabilidade. Refletir sobre a Paix\u00e3o hoje \u00e9 entender que a<br \/>\nmensagem de &#8220;Pai, perdoa-lhes&#8221; \u00e9 um desafio radical para um mundo que ainda prefere a espada \u00e0 cruz<br \/>\ndo di\u00e1logo. A rela\u00e7\u00e3o entre o sofrimento de Cristo (a Paix\u00e3o) e o sofrimento do povo no Oriente M\u00e9dio,<br \/>\nespecialmente em contextos de guerra, \u00e9 teologicamente compreendida como uma identifica\u00e7\u00e3o profunda e<br \/>\nsolid\u00e1ria. Na tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3, o sofrimento humano \u2014 marcado pela viol\u00eancia, perda e medo \u2014 n\u00e3o \u00e9 visto como<br \/>\nesquecido por Deus, mas como compartilhado por Jesus, que \u00e9 considerado o &#8220;Deus que sofreu&#8221;. Alguns<br \/>\naspectos da rela\u00e7\u00e3o: do sofrimento do Cristo que sofre com o Oprimido: A teologia da cruz argumenta que,<br \/>\nao sofrer a morte na cruz, Jesus se solidarizou com todas as v\u00edtimas da hist\u00f3ria. No contexto do Oriente M\u00e9dio,<br \/>\nl\u00edderes religiosos afirmam que os crist\u00e3os e o povo que sofrem as consequ\u00eancias da guerra (viol\u00eancia,<br \/>\ndeslocamento, morte) est\u00e3o &#8220;partilhando verdadeiramente do sofrimento do Cristo&#8221;. A &#8220;Humanidade<br \/>\nCrucificada&#8221;: O sofrimento atual no Oriente M\u00e9dio \u00e9 visto como um reflexo da &#8220;humanidade crucificada&#8221; hoje,<br \/>\nonde as feridas das v\u00edtimas s\u00e3o conectadas \u00e0s feridas de Cristo. O papa, por exemplo, destaca que as dores<br \/>\ndos povos feridos pela guerra s\u00e3o os &#8220;lamentos&#8221; que ecoam o sofrimento de Jesus. O Sofrimento como<br \/>\nConsequ\u00eancia da Guerra: As guerras, incluindo as que ocorrem na regi\u00e3o onde Jesus nasceu, s\u00e3o vistas<br \/>\ncomo fruto da &#8220;inumanidade&#8221; e da &#8220;queda humana&#8221;, e n\u00e3o como vontade divina.\u00a0As\u00a0situa\u00e7\u00f5es de conflito s\u00e3o<br \/>\ninterpretadas como o &#8220;princ\u00edpio das dores&#8221; mencionados em Mateus: 24, e n\u00e3o o fim, colocando os fi\u00e9is em<br \/>\num lugar de dor e reflex\u00e3o.\u00a0 Solidariedade na Ora\u00e7\u00e3o e na Paix\u00e3o: Durante a Semana Santa, a Igreja<br \/>\nfrequentemente convida \u00e0 ora\u00e7\u00e3o especial pelos crist\u00e3os e habitantes do Oriente M\u00e9dio, cujos sofrimentos os<br \/>\nimpedem de celebrar a f\u00e9, colocando-os diretamente nas ora\u00e7\u00f5es na &#8220;Paix\u00e3o do Senhor&#8221; A Esperan\u00e7a da<br \/>\nRessurrei\u00e7\u00e3o: Embora o sofrimento seja intenso, a teologia crist\u00e3 da cruz n\u00e3o termina na dor, mas projeta uma luz<br \/>\nde esperan\u00e7a (a Ressurrei\u00e7\u00e3o) sobre o sofrimento atual. A dor vivida no conflito \u00e9 vista como &#8220;tempor\u00e1ria&#8221;,<br \/>\nenquanto a promessa de gl\u00f3ria e paz \u00e9 eterna. Portanto, para o cristianismo, o sofrimento no Oriente M\u00e9dio<br \/>\nn\u00e3o \u00e9 um sinal de aus\u00eancia de Deus, mas um lugar onde a dor humana se encontra com a dor divina,<br \/>\nbuscando conforto, sentido e esperan\u00e7a de paz.\u00a0 Embora, a Sexta-feira da Paix\u00e3o seja um momento de<br \/>\nprofunda reflex\u00e3o que, mesmo centrado na f\u00e9 crist\u00e3, toca em temas universais de sofrimento e amor,<br \/>\nconectando-se de forma \u00fanica com as tradi\u00e7\u00f5es judaica e isl\u00e2mica, conhecidas coletivamente como religi\u00f5es<br \/>\nabra\u00e2micas. Algumas Considera\u00e7\u00f5es longe da Conclus\u00e3o: H\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o entre essas tradi\u00e7\u00f5es e o<br \/>\nsofrimento humano neste dia: Cristianismo (Foco na Reden\u00e7\u00e3o e Amor): \u00c9 o dia em que os crist\u00e3os relembram<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">a crucifica\u00e7\u00e3o e morte de Jesus Cristo. A &#8220;paix\u00e3o&#8221; (que significa sofrimento) \u00e9 vista como um ato<br \/>\nsupremo de amor e sacrif\u00edcio para a salva\u00e7\u00e3o da humanidade.<br \/>\nA partir de Hass (2025), \u201c&#8230; quanta destrui\u00e7\u00e3o e morte, quanto \u00f3dio dos judeus para com os povos<br \/>\nPalestinos\u201d. \u00c9 um dia de luto, jejum e ora\u00e7\u00e3o, onde o sofrimento de Jesus \u00e9 visto como uma forma de<br \/>\nsolidarizar-se com as mis\u00e9rias do mundo, as guerras e conflitos no nosso cotidiano. Juda\u00edsmo (Conex\u00e3o<br \/>\nHist\u00f3rica e Pessach): A Sexta-feira Santa muitas vezes coincide com a v\u00e9spera do Pessach (P\u00e1scoa<br \/>\njudaica), que celebra a liberta\u00e7\u00e3o do povo hebreu da escravid\u00e3o no Egito. Embora o juda\u00edsmo n\u00e3o reconhe\u00e7a a<br \/>\ndivindade de Jesus, a narrativa compartilha ra\u00edzes hist\u00f3ricas comuns. O sofrimento no juda\u00edsmo \u00e9 entendido<br \/>\natrav\u00e9s da alian\u00e7a com Deus e da hist\u00f3ria de supera\u00e7\u00e3o. Islamismo (Sexta-feira como Dia Sagrado): Na<br \/>\ntradi\u00e7\u00e3o isl\u00e2mica, a sexta-feira \u00e9 o dia sagrado semanal, o Jumu&#8217;ah, marcado por ora\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias. Al\u00e9m<br \/>\ndisso, a tradi\u00e7\u00e3o isl\u00e2mica ensina que Deus criou Ad\u00e3o na sexta-feira. O sofrimento, na perspectiva isl\u00e2mica, \u00e9<br \/>\nvisto como parte do des\u00edgnio perfeito de Deus e uma prova\u00e7\u00e3o que testa a f\u00e9, n\u00e3o como algo sem sentido.<br \/>\nSofrimento Comum \u00e0 Humanidade: O tema central da Sexta-feira da Paix\u00e3o atravessa fronteiras religiosas<br \/>\nao abordar a dor, a morte e a injusti\u00e7a, experi\u00eancias comuns a todos os seres humanos. A figura do &#8220;Servo<br \/>\nSofredor&#8221; ou a hist\u00f3ria de um inocente que sofre por amor ao pr\u00f3ximo (como Jesus) ressoa como uma<br \/>\nmensagem de solidariedade, resili\u00eancia e esperan\u00e7a de reden\u00e7\u00e3o diante das trag\u00e9dias da vida.\u00a0A desumaniza\u00e7\u00e3o<br \/>\ncontempor\u00e2nea, atingindo desproporcionalmente crian\u00e7as e jovens. Dados do UNICEF e da ONU revelam que<br \/>\ncentenas de crian\u00e7as morrem mensalmente em ataques diretos, enquanto a infraestrutura civil, incluindo<br \/>\nhospitais e escolas, \u00e9 sistematicamente destru\u00edda, o que pode ser configurado como crime de guerra. A trag\u00e9dia para<br \/>\na nova gera\u00e7\u00e3o manifesta-se em tr\u00eas pilares cr\u00edticos: Viol\u00eancia Direta e Mutila\u00e7\u00e3o: Somente em Gaza, estima-se<br \/>\nque mais de 13.000 crian\u00e7as tenham morrido desde o in\u00edcio do conflito atual. Al\u00e9m disso, cerca de 21.000<br \/>\ncrian\u00e7as desenvolveram defici\u00eancias f\u00edsicas permanentes devido aos bombardeios. Segundo Sacco (2010), \u201cuma<br \/>\ncarnificina proporcionada pelo ex\u00e9rcito de Israel, contra os povos Palestinos, com a f\u00faria dos ressentidos,<br \/>\nrudes e equivocados, por onde passam v\u00e3o deixando apenas a sombra da morte\u201d. Colapso de Direitos<br \/>\nB\u00e1sicos: No L\u00edbano e em Gaza, mais de 700 mil jovens est\u00e3o sem acesso a \u00e1gua pot\u00e1vel, cuidados m\u00e9dicos<br \/>\nou educa\u00e7\u00e3o. O deslocamento for\u00e7ado afeta uma crian\u00e7a a cada cinco segundos na regi\u00e3o, expondo-as \u00e0<br \/>\nfome e \u00e0 desnutri\u00e7\u00e3o aguda. Trauma e Desumaniza\u00e7\u00e3o Psicol\u00f3gica: Especialistas alertam para &#8220;danos mentais<br \/>\nimplac\u00e1veis&#8221;. Quase todas as crian\u00e7as em zonas de combate precisam de apoio psicol\u00f3gico, com muitas<br \/>\nrelatando que sentem que podem morrer a qualquer momento. A desumaniza\u00e7\u00e3o ocorre quando o &#8220;outro&#8221; deixa<br \/>\nde ser visto como humano, um ciclo muitas vezes ensinado por adultos em conflito. Em s\u00edntese, a Sexta-<br \/>\nfeira da Paix\u00e3o celebra a uni\u00e3o entre a dor humana e o amor divino no cristianismo, enquanto se alinha<br \/>\ncom a import\u00e2ncia da sexta-feira no isl\u00e3 e a tem\u00e1tica da liberta\u00e7\u00e3o no juda\u00edsmo, criando um di\u00e1logo sobre o<br \/>\nsentido do sofrimento na condi\u00e7\u00e3o humana, ou ainda, o processo da desumaniza\u00e7\u00e3o do humano, para al\u00e9m dos<br \/>\nmandamentos das religi\u00f5es nas guerras e conflitos da contemporaneidade.<br \/>\nAlgumas refer\u00eancias:<br \/>\nChacra, Guga. \u2013 Confinado no front: Notas sobre a nova geopol\u00edtica mundial (Edi\u00e7\u00e3o Amazon\/2023).<br \/>\nCoelho, Alexandra Lucas. \u2013 Gaza Est\u00e1 em Toda a Parte (Bazar do Tempo, 2025\/Caminho, 2025).<br \/>\nFeldman, Ilana. \u2013 Explora a experi\u00eancia palestina de deslocamento e resist\u00eancia.(Ed.Sasa.2025).<br \/>\nHass, Amira. \u2013 Jornalista israelense que viveu em Gaza, retrata os horrores da invas\u00e3o judaica.Ed.Zero.2025.<br \/>\nOliveira, Rafael Domingos. (Org.) \u2013 Gaza no cora\u00e7\u00e3o: hist\u00f3ria, resist\u00eancia e solidariedade (Ed. Elefante, 2024).<br \/>\nPapp\u00e9, Ilan. \u2013 A Limpeza \u00c9tnica da Palestina (Cl\u00e1ssico sobre o contexto hist\u00f3rico da Nakba). Ed. Cis, 2023.<br \/>\nPapp\u00e9, Ilan. \u2013 Na sombra do Holocausto: Genoc\u00eddio em Gaza (Editora da casa\/2024).<br \/>\nSacoo, Joe. \u2013 Notas sobre Gaza (2009\/2010), analisa os massacres desde (1956), (2010).<br \/>\nSacoo, Joe. \u2013 Guerra em Gaza (Quadrinhos na Cia, previsto para, Ed.Cis., 2025).<br \/>\nSanbar, Elias.Taam, Flavio.\u2013 A \u00faltima Guerra?: Palestina, outubro de 2023 &#8211; abril de 2024 (Amazon\/Ed., 2024).<br \/>\nSaid, Edward. \u2013 A Quest\u00e3o da Palestina (Edi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas, relevante para contexto hist\u00f3rico).Ed.Cis.2023<br \/>\nShehadeh, Raja. \u2013 Escritor palestino que narra a vida na Cisjord\u00e2nia sob ocupa\u00e7\u00e3o Ed. Zero, 2025.<br \/>\nSobre: Introdu\u00e7\u00e3o abrangente da hist\u00f3ria da regi\u00e3o, desde o Pr\u00e9-Isl\u00e3 at\u00e9 as rebeli\u00f5es \u00e1rabes e o conflito Israel-<br \/>\nPalestina, com edi\u00e7\u00e3o revisada sobre a S\u00edria e o I\u00eamen. Notas sobre Gaza &#8211; Joe Sacco , ed. (2021).<br \/>\nSobre: Obra de jornalismo em quadrinhos que investiga epis\u00f3dios esquecidos do conflito na Faixa de Gaza. A<br \/>\nSegunda Guerra Fria: Geopol\u00edtica e dimens\u00e3o estrat\u00e9gica dos EUA &#8211; Luiz Alberto Moniz Bandeira (Ed. Civ. Brasileira,<br \/>\n2015).<br \/>\nSobre: Analisa o impacto da Primavera \u00c1rabe e a pol\u00edtica dos Estados Unidos no Oriente M\u00e9dio.2. Sexta-feira Santa<br \/>\ne Paix\u00e3o de Cristo A Dolorosa Paix\u00e3o de Nosso Senhor Jesus Cristo &#8211; (Nova terra Editora, 2017).<br \/>\nSobre: Relatos detalhados baseados nas vis\u00f5es da beata sobre os \u00faltimos dias de Jesus, amplamente<br \/>\nestudado na tradi\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica. O Poder da Cruz &#8211; Raniero Cantala messa (Edi\u00e7\u00f5es Loyola, 1996).<br \/>\nSobre: Reflex\u00f5es do Pregador da Casa Pontif\u00edcia sobre o significado teol\u00f3gico e espiritual da morte e ressurrei\u00e7\u00e3o,<br \/>\nbaseadas em serm\u00f5es da Sexta-Feira Santa, Desvendando o mist\u00e9rio da \u00daltima Ceia e da Scott Hahn, (Qa.Ed.,<br \/>\n2025).<br \/>\nSobre: Explora a conex\u00e3o entre a \u00daltima Ceia e a Sexta-Feira Santa, explicando as ra\u00edzes judaicas da<br \/>\nEucaristia. As \u00daltimas Palavras de Jesus: Acreditar na Gl\u00f3ria &#8211; Jon Meacham (Ed. Farol, 2021).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre: Combina teologia e hist\u00f3ria para analisar as sete frases de Jesus na cruz, focando no significado da<br \/>\nf\u00e9 crist\u00e3. Serm\u00f5es do primeiro domingo do Advento \u00e0 Sexta-feira Santa &#8211; S\u00e3o Jo\u00e3o Maria Vianney (Paulus Editora,<br \/>\n2021).<br \/>\n**contribui\u00e7\u00e3o do Professor DsC. Dirl\u00eai A Bonfim, Doutor em Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Ambiental,<br \/>\nProfessor de Sociologia da SEC\/BA**E no Curso\/Plano de Forma\u00e7\u00e3o Continuada<br \/>\nSEC\/IAT\/BA.**04\/2026.**<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Sexta-feira da Paix\u00e3o, ou Sexta-feira Santa, \u00e9 uma das datas mais sagradas do cristianismo no Mundo Ocidental, representando o dia em que se relembra a crucifica\u00e7\u00e3o e morte de Jesus Cristo no Calv\u00e1rio. \u00c9 um dia marcado por luto, sil\u00eancio, ora\u00e7\u00e3o e reflex\u00e3o profunda, integrando o Tr\u00edduo Pascal. 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