Governo baiano planeja chegar ao status de Zona Livre da Aftosa até 2023


Governador Rui Costa enviou ao Ministério da Agricultura uma carta de compromisso detalhando o planejamento

Foto: Divulgação/ADAB
Foto: Divulgação/ADAB

 

O governador Rui Costa enviou ao Ministério da Agricultura uma carta de compromisso detalhando o planejamento para chegar ao status de Zona Livre da Aftosa sem Vacinação. A expectativa é alcançar esse patamar em 2023.

O diretor-geral da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Maurício Bacelar, explicou que o status de Zona Livre da Aftosa sem Vacinação valoriza o rebanho baiano e, consequentemente, aumenta o patrimônio dos pecuaristas.

“(…) uma vez que a garantia de rebanhos imunizados significa que os produtos cárneos aqui produzidos terão segurança sanitária com alcance garantido nos mercados mais exigentes em sanidade do mundo, o que beneficia também os produtos da agricultura baiana, gerando mais emprego e renda”, destacou o diretor da Adab.

A agência é responsável pelas intervenções agropecuárias necessárias para a conquista do status e para a implementação do Plano Nacional de Vigilância da Aftosa, coordenado pelo Ministério da Agricultura. A expectativa é que, uma vez atingindo o status de Zona Livre sem Vacinação, os outros dez estados e compõem o Grupo IV do plano para Erradicação da Febre Aftosa no Brasil também sejam beneficiados. São eles, além da Bahia, Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e o Distrito Federal.

Em 2020, a Bahia vacinou 93,65% do seu rebanho em maio e 93,99% em novembro. Ao todo, o estado alcançou a nota 1,1, de um total de 5, na avaliação de probabilidade de risco para reintrodução da Febre Aftosa.