Binho de Kiu: vence prévias com “mando de campo” para enfrentar qualquer “desconhecido”.


* Por Herberson Sonkha

Herberson Sonkha

O jovem empreendedor negro, graduando em administração (Fainor), Clebson Teixeira Santos, conhecido popularmente na cidade de Anagé como Binho de Kiu, é filiado ao Partido dos Trabalhadores há mais de uma década. Um nome que transita bem na esquerda (e o centro) e não há nenhuma dúvida de que ele vença as prévias internas do PT. Muito provavelmente vencerá as disputas e terá o “mando de campo” com vantagem suficiente para enfrentar qualquer “desconhecido” nas eleições municipais de 2020.
A conjuntura municipal o favorece (dentro e fora do partido) em muitas situações que a nenhum outro filiado, exceto o professor Iranildo Freire, é dado essa possibilidade. Verdade seja dita, a simples presença de históricos militantes do Partido dos Trabalhadores de Anagé nessa construção coletiva, a exemplo do ex-vereador respeitadíssimo (por todos na cidade), historiador Iranildo Freire, professor há décadas da rede pública (municipal e estadual) que declinou mais uma vez de seu nome para sugerir o nome de Binho de Kiu já causou frisson na cidade que recepcionou bem a sua sugestão, uma vez que possui baixíssimo índice de rejeição.
O professor Iranildo Freire aposta na construção coletiva (E não na instrumentalização desavergonhada como fazem as velhas raposas que habitualmente usam apenas o CPF de outras pessoas porque os seus estão sujos) da pré-candidatura de BINHO DE KIU, per si já é o grande diferencial. Algumas pessoas desavisadas dirão por infâmia que ele é culpado por construir uma estratégia exitosa que foi fundamental para essa liderança chegar à prefeitura de Anagé em 2012, mas que infelizmente “deu com os burros n’água”. Isso nunca foi uma avaliação honesta, talvez uma maldizente incompreensão e precisa ser explicada porque é um equivoco essa maledicência.
Certamente, esses biltres esquecem de que a literatura cristã diz que, tendo Deus criado o Ser Humano a sua semelhança, não significa que grande parte dessas criaturas não errariam ou que não continuariam tropeçando em seus próprios erros desde o primeiro ser adâmico. Entretanto, nem por isso ele é considerado culpado porque deu as pessoas o livre arbítrio.
Assim o fez o professor Iranildo Freire, ao construir uma engenharia política implacável, formulando e criando as condições objetivas e subjetivas para edificar a unidade interna no PT (depois uma frente de partidos) para passar a pré-candidatura, sem arranhões. Entretanto, é dele também a montagem do esqueleto, a musculatura e a estratégia para obter a densidade eleitoral necessária para alavancar a candidatura por toda a cidade.
Outra curiosidade desse engenheiro político nato, que os violadores da “Caixa de Pandora” desconsideraram por tibieza, foi à postura irretocável do professor Iranildo Freire ao longo de todo esse tempo, de não cometer o pecado de cair na tentação egóica de tolher por vaidade as asas de sua aposta certeira, antes possibilitando que ela voasse livremente.
Mesmo depois de eleita por questões éticas, ele silenciou-se em respeito ao livre arbítrio de sua “criação”, como fazem os grandes mestres ao se recolherem aos seus aposentos (auto exilio inexplicável) sem interferir direta ou indiretamente em nenhum processo, após ser inexplicavelmente defenestrado. Trocou seu lugar de fala para acompanhar por entre as cortinas do tempo, o desenrolar da administração de sua justaposta. Aqui está novamente a liderar exitosamente esse processo de pré-candidatura de BINHO DE KIU num quadro altamente favorável que apresento logo a baixo.
As três últimas lideranças institucionais (Bibi, Andréa e Zite) consideradas de peso (morto?!), excepcionalmente não poderão participar dessa partida em 2020 porque ultrapassaram a linha de impedimento. Peço vênia aos caros leitores apenas para sugerir aos eleitores desportistas, que não são telespectadores “com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar”, que consultasse o VAR (sistema de vídeo-arbitragem) para saber exatamente quais foram os motivos considerados por esses juízes que os tornaram pessoas (Bibi, Andrea e Zite) impedidas de participar dessa festa popular maravilhosa que são as eleições.
Alguns nomes que circulam arriscadamente nos bastidores da política anageense estão divididos entre o estrangeirismo e o Peso-morto de Pareto – conceito desenvolvido pelo filosofo e economista italiano Vilfredo Pareto, para definir o estado de inanição política de determinados sujeitos, impossibilitado para dar os resultados desejados por causa de grande perda de capital político estimulando a piorar da situação individual do seu indicado, a exemplo da desastrosa campanha para eleger o atual presidente do PT a conselheiro tutelar.
Os estrangeiros vivenciam a tragicômica situação de estrangeirismo em sua própria terra (mesmo tendo nascido nela) e tenta compensar essa ausência histórica surgindo do “nada” para distribuir facilidades. Aliás, como dizia o mineiro desconfiado, compositor e cantor sambista Ataúlfo Alves, “Laranja madura na beira da estrada, tá bichada Zé (Raimundo?) ou tem marimbondo no pé”. De novo?
E a outra parte desses nomes é uma síntese de agregados da velha política rabugenta do “toma-lá-dá-cá” que se apresenta como uma espécie de alter ego, através do qual essas lideranças impedidas procuram manterem no poder a qualquer custo. Elas fazem de tudo para permanecerem no jogo, nem que seja através de laranjas (olhem elas aí de novo?). Mais um ensino-aprendizado que o conhecimento popular adquirido com o jogo de dominó, pois “bucha de sena” morta no jogo não vale absolutamente nada, principalmente para bate o jogo. Portanto, convém que passe a vez, não é assim que escutamos nas mesas de dominós nos bares nos arredores de qualquer cidade brasileira?
Nelson Rodrigues afirmava, ao seu modo, em suas crônicas que as regras do futebol evoluíram bastante desde o final do século XIX (1894) porque têm muito do comportamento antropológico da sociedade brasileira, sobretudo da política. Apesar da despolitização generalizada de torcedores, clubes e jogadores na contemporaneidade, o futebol ainda é uma das experiências humanas mais extraordinárias nesse país.
Na linguagem do futebol costuma-se dizer que o vencedor da partida anterior receberá o adversário em casa com a vantagem de escolher o “mando de campo”. No caso do PT, Binho de Kiu vencerá as prévias e obterá o “mando de campo”, que concederá a ele o direito de escolher o lado (esquerda) onde pretende disputar confortavelmente as eleições, partilhar coletivamente o acesso ao debate do projeto de governo. Ou seja, numa disputa de BINHO DE KIU x “desconhecido”, BINHO DE KIU escolherá de livre e espontânea vontade as condições ideológicas, seu compromisso com a militância, sua agenda institucional, as bandeiras de lutas e o cenário propício às disputas eleitorais.
Óbvio que essa vantagem lhe possibilitará escolher qual o apoio político receberá a partir da opção ideopolítica pelo dialogo escancarado com a classe trabalhadora e as populações em situação de risco. Essa escolha se dará em detrimento da tradicional prática de manter conversas veladas a quatro paredes com essa ou aquela liderança conservadora disposta a negociar o orçamento público do município em troca de apoio, indiscutivelmente esse tipo de dialogo não ocorrerá porque o coletivo decidirá por manter o canal de dialogo sempre aberto com as representações e instituições políticas desses extratos sociais historicamente prejudicados.
Para isso, BINHO DE KIU conta com a experiência de técnicos qualificados, professores, historiadores, administradores, filósofos, engenheiros, advogados, deputados, intelectuais, artistas, religiosos progressistas, movimentos sociais e sindicais com militantes do campo e da cidade (além das instituições sociais, associativistas e sindicais) que estará ao seu lado antes, durante e depois de todos os processos e disputas eleitorais, pois BINHO DE KIU não é sozinho. E isso faz muita diferença, aliás, essa é a vantagem de quem não tem nenhuma restrição (física ou jurídica), fez uma opção pela esquerda e mora na cidade.
BINHO DE KIU é um sujeito simples, aberto ao conhecimento, disposta a aprender e está acostumado a andar em Anagé, que é o seu lugar de fala baseando em sua vivencia e, é exatamente por isso que BINHO DE KIU conhece cada canto da cidade, cada detalhe, especialmente o perfil de cada eleitor do campo e da cidade que favorecerá a uma possível vitória. Além de que o projeto de governo é destinado 100% a Anagé e será pensado e construído coletivamente com os (as) munícipes por quem tem o “mando de campo”.