E quando a Guarda Pretoriana chegar?


Pressionados pela política de arrecadação do município, que em 2019 chegou a estabelecer como meta R$ 13 milhões de receita com as multas de trânsito (para este ano é previsão é de R$ 9,4 milhões), os agentes do Simtrans de Vitória da Conquista têm sido, na maioria das vezes injustamente, culpabilizados pelos motoristas. No ano passado, representantes da categoria usaram a Tribuna Livre da Câmara de Vereadores para se queixar da pressão e das críticas, inclusive de alguns parlamentares, que contribuiriam para aumentar a reação da população contra o Simtrans.

O que se sabe é que há motoristas que não cumprem o Código de Trânsito  Brasileiro (CTB) e cometem infrações, mas não concordam com a ação dos agentes. Alguns partem para a ofensa verbal e outros para a agressão física. Foi o que aconteceu na tarde desta terça-feira (21), em frente ao Supermercado São Geraldo, no bairro Alto Maron.

Nesse texto, o jornalista Giorlando Lima chama atenção para o fato da pressão exercida, pelo prefeito Pereira junto  aos guardas de trânsito, no sentido de arrecadar cada vez mais, política copiada do prefeito de Salvador. Todavia, a Prefeitura de Vitória da Conquista retira do dinheiro do contribuinte, cerca de 1 milhão de reais a cada mês, para suprir o pagamento do aluguel junto a empresa de transporte coletivo (ROSA) pode parecer apenas isso, mas não é, na verdade o prefeito Pereira precisa manter as VANS clandestinas, atuando em Vitória da Conquista, com isso busca, o mesmo apoio que obteve na eleição passada. Por que os taxistas são multados, os proprietários de automóveis também, mas  apenas os proprietários de VANS, não são?