Governo bloqueia quase R$ 30 bilhões do orçamento; mas o que Pereira tem com isso?


A equipe econômica decidiu contingenciar (bloquear) R$ 29,792 bilhões de despesas discricionárias (não obrigatórias) do Orçamento Geral da União de 2019, segundo o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado nesta sexta-feira (22) pelo Ministério da Economia.

A cada dois meses, o governo apresenta o relatório com orientações para execução do Orçamento. O documento contém previsões para economia, receita e despesa. Dependendo dos números, o governo corta ou libera recursos para cumprir a meta de déficit primário e o teto de gastos federais.

De acordo com o relatório, o corte de bilhões é necessário para que o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) cumpra a meta de déficit primário de R$ R$ 139 bilhões estipulada para 2019. O déficit primário é o resultado negativo das contas do governo sem considerar o pagamento dos juros da dívida pública.

Segundo o prefeito de Vitória da Conquista Herzem Gusmão Pereira,  a barragem teria entrado no orçamento de 2019, infelizmente isso não seria possível porque o orçamento estava fechado, todavia o prefeito de Conquista, entende que o povo de Vitória da Conquista, não conhece administração pública e aí, ele pode dizer o que quiser e valerá como verdade.

Entretanto o mesmo Pereira, voltou à Brasília e de novo solicitou a entrada da construção da barragem ao governo de Bolsonaro e nesse caso para o orçamento de 2020, seria possível, desde que houvesse recurso em torno de meio bilhão de reais, para ser aplicado em Vitória da Conquista, tal recurso não existe, conforme essa matéria informa, o governo acaba de cortar do orçamento, ao menos 60 barragens do Rio Pardo.

“Ao final da reunião, a avaliação é de que a proposta foi muito bem recebida pelo presidente. “O presidente Michel Temer foi muito receptivo a nossa proposta. Na nossa frente ele despachou para o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, o projeto da barragem. Ele também apontou a possibilidade de colocar a obra no orçamento de 2019 ou de incluí-la no PAC. Esta última alternativa foi avaliada por todos como a mais viável”, detalhou o prefeito. “Agora temos que continuar trabalhando junto ao deputado Arthur Maia, que foi incumbido pelo presidente Temer para acompanhar o tramite burocrático junto aos ministérios do Planejamento e Integração Nacional, para que estes detalhes sejam resolvidos o mais breve possível”, concluiu.

O fato é que está totalmente inviabilizada a obra para essa quadra administrativa, caso aceite disputar as próximas  eleições o prefeito Guilherme autor do projeto, terá que lutar muito para conseguir a obra.