Nazismo: Ao exonerar servidores ‘petistas’, governo Bolsonaro não poupa grávidas e lactantes


Conforme a assessoria da Casa Civil, as demitidas “receberão direitos e indenizações, como determina a lei”.

Foto: Antônio Cruz/Ag. Brasil
Foto: Antônio Cruz/Ag. Brasil

 

Na portaria em que exonerou do governo do presidente Jair Bolsonaro 320 servidores da Casa Civil, o ministro Onyx Lorenzoni não excluiu grávidas e mães em licença-maternidade.

Conforme a assessoria, as demitidas “receberão direitos e indenizações, como determina a lei”.

As exonerações ainda atingiram em cheio a Comissão de Ética da Presidência, responsável pelo andamento dos processos que investigam ministros e servidores. Com a saída dos servidores, as apurações podem ficar prejudicadas.

Exonerações – Ao anunciar as exonerações, o chefe da Casa Civil disse que o governo de Jair Bolsonaro não pode manter servidores petistas ou de ideologias que não se identificam com o projeto.  “Nós vamos ‘despetizar’ o Brasil”, disse.

Onyx rejeitou, porém, que a prática seja uma caça às bruxas ideológica. “Para não sair caçando bruxa, primeiro a gente exonera e depois a gente conversa”, afirmou. “O governo é novo e vem aí um novo Brasil: ou afina com a gente ou troca de casa. Simples assim”, completou.