Viviane dispara: “não se pode comparar a gestão do PT com as mazelas de Herzem Pereira”


Na sessão ordinária dessa quarta, 7, a vereadora Viviane Sampaio (PT) parabenizou Vitória da Conquista pelos 178 anos de emancipação política. A data é comemorada no dia 9 de novembro. “Infelizmente, nós não temos muito o que comemorar”, lamentou ao elencar o que considera mazelas da atual gestão: dois aumentos da tarifa de ônibus, a segunda sem passar pelo Conselho de Transporte; crise no transporte coletivo; caos na saúde; fechamento de escolas na zona rural; falta de transporte e merenda escolar; exportação dos recursos públicos via empresa terceirizadas; caos da zona rural; demolição das casas do Cidade Maravilhosinha; perseguição aos professores municipais.
Em sua fala, Viviane foi taxativa. Não se pode comparar a gestão do PT “com as mazelas do atual governo Herzem Gusmão”. Para ela é nítida a diferença entre as duas gestões. A vereadora voltou a comentar a terceirização do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Ela explicou que, desde o dia 1º está vigente o contrato de duas ambulâncias especializadas com oito condutores. Segundo ela, os veículos não chegaram ainda no pátio do serviço.
A edil questionou notícias divulgadas na imprensa informando que os veículos já estavam em funcionamento. De acordo ela, são informações falsas. A vereadora afirmou que um dos motoristas contratados pela empresa terceirizada assumiu uma ambulância do Município. A situação foi registrada por um site de notícias local. “Algo totalmente ilegal. Não tem previsão na parte contratual”, falou.

Ela apontou outras irregularidades: o contrato foi feito à revelia do Conselho Municipal de Saúde; conforme o contrato, o combustível para as ambulâncias não será fornecido pela empresa e sim pelo Município, informação diferente da divulgada pela imprensa. “Além de terceirizar as ambulâncias com um preço absurdo, de quase R$ 800 mil, que dá para comprar quatro ambulâncias novas, também recebemos a denúncia que tem uma ambulância nova, de 2016, no pátio, que está há três meses aguardando troca de amortecedor”, relatou. Para ela, trata-se de uma situação absurda, que descaracteriza esse tipo de serviço. Viviane frisou que é contraditório a gestão manter uma ambulância própria desativada pela falta de amortecedor ao mesmo tempo em que terceiriza o serviço, a um preço exorbitante, com a justificativa de que se trata de economia de recursos públicos.