Vitória da Conquista: O Progresso existe porque tem um começo, um meio e um fim: não há geração espontânea


Paulo Nunes e Jeremias macário

Atualizada em 3 de abril de 2013

originalmente escrita em 2010

1973 – Após a cassação do prefeito José Pedral em 1964, finalmente a esquerda volta ao poder político administrativo do município de Vitória da Conquista. As reformas de base iniciadas em 1963 foram atrasadas pela cassação, mas entre 1964 e 1973. Os governos da direita também realizam algo em benefício do município. Afinal, não se pode acusar de descalabro os prefeitos Orlando Leite, Fernando Spínola e Nilton Gonçalves, figuras ilustres, trabalhadoras e preocupadas com o progresso do município. Dentro das possibilidades que dispunham na época, realizaram a construção do centro comercial varejista da Praça da Bandeira, da estação rodoviária municipal, do Centro Integrado Navarro de Brito, entre outras. A subseqüente posse de Jadiel Matos como prefeito, o encaminhamento de Elquisson Soares para a Assembléia Legislativa e de Antônio José Nascimento para a Câmara Federal, assim como a aproximação do governo municipal com o Partidão, favorecia o município nas conquistas de verbas federais, mesmo no governo militar. Com a maioria esmagadora de vereadores apoiando a administração, aliada à competência do secretariado jovem (representado entre outros por Sebastião Castro, Sahid Suffi e Fernando Eleodoro), foi possível estabelecer um grande projeto de crescimento social, econômico e político da comuna conquistense. O município avança na educação com a construção de várias escolas na Zona Rural e implantação de cursos de aperfeiçoamento para professores leigos. Avança na saúde com a aquisição de unidades móveis de saúde para que médicos e dentistas pudessem atender a população nos 11 distritos e nos 280 povoados. Um grande programa de pavimentação beneficia os bairros periféricos Alto Maron, Cruzeiro, Guarani, Jurema. Tem início o sistema de esgotamento sanitário e a implantação da EMBASA, que levaria água tratada para toda a cidade. É inaugurado o primeiro jornal diário no município: Tribuna do Café.

1977– Raul Ferraz dá continuidade ao governo progressista de Vitória da Conquista. A cafeicultura já se consolida e a construção civil dispara. São edificados os conjuntos habitacionais para abrigar as pessoas de pouca renda, surgem as URBIS II, III, IV e V, promove-se o asfaltamento de ruas a partir da aquisição da usina de asfalto de propriedade da Empresa Municipal de Urbanização de Conquista – EMURC – criada para dar maior celeridade ao crescimento vertiginoso da cidade. Neste embalo, Raul inova e duplica a Av. Bartolomeu de Gusmão e começa o sistema de macro-drenagem da Av. Rosa Cruz. São implantados no município o Hospital SAMUR, o hospital UNIMEC e o hospital CUPE. Na infra-estrutura constrói-se o braço oeste do Anel Rodoviário ligando a cidade ao município de Brumado, o viaduto do Guarani abre mais uma via de ligação leste-oeste, constrói-se a estrada Conquista- Brumado e Conquista-Barra do Choça. Vitória da Conquista ganha, ainda, o melhor ginásio de esportes do interior baiano.

1983 – Prossegue o governo de esquerda com o retorno de José Pedral à prefeitura, após vinte anos de direitos políticos cassados. O crescimento do município alcança um sucesso extraordinário. O esgotamento sanitário chega a 40% da cidade, há uma maior oferta de água com a construção da barragem de Água Fria II, são implantadas indústrias no distrito industrial do Imborés, o comércio se expande e começa a pavimentação dos bairros Brasil e Ibirapuera. Acentua-se a melhoria de renda dos pequenos comerciantes das feiras livres, alguns dos quais são hoje grandes comerciantes milionários. Chega então o Centro Comercial Varejista de Alimentos – CEASA – o maior do interior da Bahia e começam as construções das feiras da Patagônia e do Alto Maron, além da ampliação da feira do bairro Brasil. Inaugura-se a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, reconstrói-se a Praça da República (hoje Tancredo Neves), implantam-se as Rádios Clube FM e Rádio Bandeirantes AM e FM, além do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima e do Teatro Carlos Geová. É erguido o Cristo de Mário cravo Júnior. Nesta época o governo municipal tem apoio político de Coriolano Sales e de Sebastião Castro na Assembléia Legislativa, e de Elquisson Soares e Raul Ferraz na Câmara Federal.

1986 – a cidade que mais cresce no interior da Bahia lança a candidatura vitoriosa de Waldir Pires ao Governo do Estado. Pedral e Waldir, em 1962, eram grandes defensores das “reformas de base” e trazem a mesma linha de pensamento. A expansão urbana continua, há expansão da rede de eletrificação urbana e rural, todos os distritos têm suas estradas vicinais alargadas, o estádio Lomanto Júnior recebe iluminação, a telefonia também se expande. Surge a URBIS VI e também as Vilas Serranas I, II, III, IV, V e VI.

1989 – Murilo Mármore assume o governo e continua o trabalho de expansão urbana com a construção de canais de macro-drenagem no sentido norte-sul. Assiste-se à construção do Mercado coberto das Feiras do Bairro Brasil, Alto Maron e Patagônia. Murilo começa por conta e risco o esgotamento sanitário no Ibirapuera e parte da Patagônia. São construídas as praças Marechal Rondon, Mármore Neto e é entregue à população a biblioteca municipal José de Sá Nunes. Também é implantado o CEFET – Centro Federal de Educação Tecnológica. A cidade tem o apoio do Parlamento estadual através de Leônidas Cardoso, Coriolano Sales, Sebastião Castro, e da Câmara Federal por intermédio de Raul Ferraz.. Ainda na melhoria urbana é construído o canal de macro-drenagem Oeste-Leste, ali no Jurema. Inicia-se o asfaltamento dos bairros Cruzeiro, Alto Maron, complementação do Candeias, Avenida Rosa Cruz, abertura de mais uma via na Rio Bahia ligando a Av. Bartolomeu de Gusmão à Estação Rodoviária, implantação definitiva do terminal rodoviário da Lauro de Freitas com cobertura nos pontos de espera, várias escolas municipais são construídas (notadamente as escolas Lícia Pedral, Lizete Mármore e Ita David de Castro). É inaugurada na cidade mais uma emissora de Rádio, a Rádio 100,1, (hoje Transamérica), a TV Sudoeste e a TV Cabrália. Jornais: Impacto, Radar, Hoje, Tribuna de Conquista, Opinião. E, coroando a administração, Murilo Mármore e Clóvis Flores entregam ao município o Hospital Esaú Matos, localizado na Patagônia.

1993 – Pela terceira vez aclamado pela população, Pedral traz várias conquistas em seu governo. Implanta o hospital regional de Vitória da Conquista e várias clínicas particulares se expandem (SONNAR, IBR, Policlínica Vida, URO, AMIC). Chega também a FTC, ainda com nome de UNYANA, conseqüência de um trabalho orquestrado pelo deputado Coriolano Sales. A cidade se expande com os bairros Senhorinha Cairo, Miro Cairo, Henriqueta Prates e Bruno Bacelar. É construído o Anel Viário Central, melhorando sensivelmente o trânsito no centro da cidade, com intervenções que transformaram as avenidas Crescêncio Silveira e João Pessoa, as Praças Sá Barreto e Barão do Rio Branco, a rua do Gancho e a Fernando Spínola. Todas as agências bancárias fazem reformas e expansões, colégios de primeiro e segundo graus têm vagas suficientes para a população, mais de 45 mil alunos são matriculados, há transporte gratuito para professores e alunos da Zona Rural e chega água tratada ao distrito de José Gonçalves. O comércio emprega oito mil pessoas. Inicia-se a construção da Av. Luís Eduardo Magalhães (inicialmente Av. Contorno), hoje importante corredor, e é construída a estrada Vitória da Conquista – Encruzilhada. Foi este governo de 1993 a 1997 o único alinhado com estado e federação, já que em 1988 havia o alinhamento com Waldir Pires, mas não com Sarney. Infelizmente acabou mal. É fundado o segundo jornal diário na cidade, exatamente 20 anos depois do Tribuna do Café. Nasceu o Diário do Sudoeste.

1996 – Sucessivas crises internacionais, dinheiro escasso, pouco crédito caracterizavam o contexto econômico do período. A população conquistense havia se acostumado com os governos austeros de PEDRAL e se cansava com os problemas que surgiam no fim de seu último mandato. Há três meses do fim do governo pedralista, as pesquisas indicavam uma vitória da oposição municipal (PT). As empresas que forneciam combustível, sabão , papel, peças para veículos e toda sorte de suprimentos à prefeitura deixaram de entregar o material ou prestar serviços , temendo não receberem da nova administração o que lhes era devido. A coleta de lixo em Vitória da Conquista era terceirizada e a empresa responsável, temendo não ser remunerada pelo governo petista que se anunciava, interrompeu a atividade em dezembro. Adversários políticos chegavam mesmo a recolher o lixo da população e, na madrugada, jogá-lo pelas ruas da cidade. Com isso o PT anunciava aos quatro ventos que a nossa cidade era cheia de lixo antes da intervenção petista. Assim, os últimos meses de governo de Pedral foram um colapso.

1997 – Guilherme Menezes assume a Prefeitura ajudado por antigos aliados de Pedral, notadamente Coriolano Sales e Clóvis Assis, deputados influentes e realizadores no município, além do combativo vereador Arlindo Rebouças. Com todas as dificuldades enfrentadas, Pedral demite 1300 servidores contratados para não deixar o ônus para o novo prefeito (uma atitude de estadista). Guilherme Menezes paga a alguns credores e a outros não – não vamos entrar no mérito, pois não conhecemos os critérios. Começa a arrumação da casa com a folha enxuta (1300 servidores a menos) e o prefeito implanta um bom governo, recupera a credibilidade do governo, com os fornecedores, porém não precisa imediatamente construir um hospital, uma escola, uma estrada, uma praça. A conjuntura encontrada por ele já era menos complicada que a dos governantes anteriores.

Enfim, esta é uma síntese de minhas memórias para provar que o município não precisa votar em DILMA para estas conquistas todas que relatei serem ampliadas. Pois se o governo iniciado em 1997 fez tantas realizações que fazem do nosso município um lugar seguro para morar, para implantar um negócio, para estudar, o fez até 2007 sem alinhamento com o governo estadual e até 2003 sem alinhamento com o governo federal, embora tenha sido premiado várias vezes pelo hoje chamado governo de direita de Fernando Henrique Cardoso. Também os governos que antecederam ao período 1997-2010 trouxeram todo o progresso relatado em epígrafe, sem alinhamento, apenas com a vontade de trabalhar de seus gestores e com as verbas constitucionais garantidas a qualquer governo municipal. Logo, tanto faz a vitória de Serra ou Dilma, o município não sofrerá solução de continuidade. Por certo não ocorrerá com nossos patrícios o mesmo que ocorreu no início com os nossos índios Mongoiós, que morreram ou fugiram. Portanto fiquemos aqui.

Eu, por exemplo, votei em Guilherme Menezes nas eleições de 2008 porque Esmeraldino Correia não possuía quadros para governar e o município perderia tempo de sucesso. Não votei em Hérzem Gusmão porque este é desprovido de idéias, não tinha quadros e nem capacidade para uma função que exige riqueza de conhecimento de mundo. Assim, fiz o voto pela cidade, não me interessando se é adversário ou aliado político: se for melhor preparado, governará melhor para o coletivo! – é o que penso. Votei em Wagner para o Estado porque o governo Paulo Souto não inspirava mais nada, e em Geddel não votaria porque não tem propósito. E agora voto em SERRA porque entendo ser mais bem preparado. Antes votei em Lula (quatro vezes) por muitos motivos, mas nenhum particular, todos coletivos: reforma agrária, reforma política, reforma tributária, reforma educacional. Infelizmente não houve contemplação. Pensei que Sarney, Collor, Jader, Renan e até Antônio Carlos Magalhães ficariam na oposição. Não ” extirpados”, mas na oposição. No final, ficaram aliados de LULA. Mas dentre os fatores que me induzem a não repetir o voto petista no nível federal, a falta de respeito de Lula para com a Constituição Federal é, pra mim, o fim da picada, a gota d’água, o crime crucial. E não voto em DILMA porque, além de eu achar Serra muito mais preparado para conduzir o país, seus olhos não ganham a minha confiança. Sei que Dilma vencerá com cinco milhões de votos de frente, mas não importa, tenho que votar em conformidade com o que acredito, com a justa ideologia. Se meu candidato perde ou ganha é conseqüência. Mas o progresso de Conquista não será afetado numa eventual vitória de Serra, nenhum projeto será prejudicado.

Aliás, antes de 1997, quando o PT se consolida no governo conquistense, já existiam os maiores colégios do município: Escola Normal (IEED) Centro Integrado Navarro de Brito, Paulo VI, Juvêncio Terra, Sacramentinas, Abdias Menezes, São Tarcísio, Diocesano, Opção, Padre Gilberto. Também já havia SESC, SENAC, SANTA CASA, estação rodoviária, estádios Lomanto Junior e Edvaldo Flores, Corpo de Bombeiros Militar, Batalhão da PM, Tiro de Guerra, Clube Social Conquista, AABB, Country Clube Primavera, Polícias Rodoviária, Federal e Estadual, INSS, Receita Federal, Justiça do Trabalho, empresas de construção civil, ECOSANE, ASPAS. A melhor areia do mundo, assim como a melhor água do mundo para se beber. Tudo isso antes do governo petista assumir o município, tudo isso fruto de um governo dito de direita. É prova que Conquista progride pelas mãos e pela vontade política daqueles que a governam, sejam eles de direita ou de esquerda, casados ou não com os governos estadual e federal. É no mínimo inocente achar que Conquista avançará apenas se governo municipal e federal forem do mesmo partido ou aliança. A história está aí para mostrar que não há qualquer relação obrigatória nesse sentido.

Quero enfim lembrar que ações relativas a edificações de concreto foram compartilhadas também por iniciativas humanas de todos estes governos citados a partir de 1970. Governos estes empenhados em manter em Salvador uma residência ( CEUSC) paga pela Prefeitura para que aqueles jovens inteligentes que precisam de formação superior fossem estudar, já que o município ainda não possuía uma Universidade. E aí filhos de Conquista e agregados a ela tiveram condições de ganhar o Mundo, começando por Salvador, Belo Horizonte, Governador Valadares, Teófilo Otoni, Montes Claros, Viçosa, Rio de Janeiro e São Paulo, coroando de alegria aos nossos mestres Fernado Eleodoro, Dr. José Soares, Dr. Edilson Pontes, Dr. Aloisio Carvalho (Barriquinha), Dr, Adilson Mehemere, Antonino Lessa, Zilton Silva, Antônio Nery, Padre Guilherme, Padre Faila, Margarida Melo, Professora Nilda, Zélia Chéquer, Norilde Chéquer, Walter Santos, professora Zefinha, Noeme Martins, Dr. Nilton Gonçalves, João de Deus, José Maria Arêas, Dr. Arthur Seixas, Aidê Melo, Antônio Seixas, Helena Glass, Edvaldo ( Fritz), José Amorim, Professora LILI, Gileno Paiva, Artemiro Correia Leite, Estela Bacelar, Ana Alicimar, Ita David de Castro e tantos outros que a minha memória não contempla neste momento. Quando falo da alegria deles é porque um dia Everardo Públio de Castro, que infelizmente não foi meu professor regular, mas sempre que eu podia lhe roubava um pouco de saber, me disse: “Home, o professor só é bom se o aluno o superar no futuro, se isso não acontecer é porque o professor foi ruim” – nunca esqueci isto. Não sei se minha turma butantan superou os nossos mestres, mas quase todos conseguiram nível superior, Minha memória por certo deixará de registrar alguns, aos quais peço desculpas, não que eles fossem menos importantes que os outros, mas é que se passaram 35 anos e alguns eu jamais reencontrei:

Contabilistas: Reasilva Nunes, Nevilda Freire; Médicos: Gilson Moura, Ednéa Correia, Suely Ribeiro, Sebastião Ferraz, Regina Brasil; Engenheiros: José Carlos Brito, Sebastião Passos, Roberto Vilas Boas, Renan Teixeira, Mário Sérgio Bacelar, Raunísio Fonsêca; Advogados: Renilson Pereira, Parmênio Souza, Paulo Ludovico Flôres, Paulo Nunes, Maysa Teixeira e Noveli Vila Nova (Juiz federal em Brasília); Psícologos: Rose Elene Cangussu, Pedro Ivo; Sociólogos: Tânia Rocha Andrade, Mirian Ribeiro. Economista: Rosália Rocha; Pedagoga: Ângela Cangussu Mirante; Enfermeiras: Rosanilha Botelho, Nádima Mafra Chuckr, Maridalva Calasans Costa, Edna Pichimel Cardoso; Administradora: Maria Ester; Professora: Maria Lúcia Souza Teles; Empresários: Luciano Benício dos Santos ( Pardal); Angélica Porto Falcão (Falcão Calçados), Marilene Ferraz , infelizmente falecida(Batistão), Noélia (Comagro). Odontólogo: Paulo Jorge Lopes Gusmão, Nancy Gama e Silva; Matemática: Marta Marília Dias Bacelar. Artísta Plástico: Orlando Celino. Médico Veterinário Jacinto Borges. Ainda: Nailda, Angela Trindade do Baneb, Celeste (Estrelinha), Rita de Cássia Lopes Chagas, Nancy Gama e Silva,(Biológa) Ruiderval, Paulo José (Banco do Nordeste), Antônia ( cunhada de Sebastião Castro) Ana Maria, Suzy Mendes, Ruth Rosemberg Mendes, Risomar, Risélia , Nívea (Filha de Zeri), Woffgan Moitinho, auditor Fiscal do estado, Reginaldo Maturano Barbosa que não sei quais cursos fizeram, mas foram bem sucedidos. E tantos outros talentos produzidos nos colégios de Conquista, na minha época como até hoje, também são frutos das políticas governamentais acertadas.
39 respostas para “Vitória da Conquista: O Progresso existe porque tem um começo, um meio e um fim: não há geração espontânea”

jdean disse:
27 de outubro de 2010 às 16:30
Um pouco da ´politica conquistense e dos avanços individuais e sociais alcançados nos períodos referentes até a presente data!.Muito bom.

EDIVALDO FERREIRA disse:
27 de outubro de 2010 às 21:19
Paulo:
Atentamente lí seu artigo, claro, que algumas correções eu faria. Entretanto, o cerne da questão qe você enfatiza é que independentemente de qualquer conotação política-partidária, há uma vocação latente do povo que transforma esta cidade numa grande metrópole e um polo comercial exuberante, com um desiderato de crescimento extraordinário. Assim, somos nós, que fazemos a cidade o seu progresso e o seu desenvolvimento. Ao contrário de alguns que imaginam que VConquista foi “descoberta” após assunção do PT no comando administrativo do município. Conquista se agigantará mais ainda, é o seu destino. Nós – o seu povo – a faremos maior e masi potente. Também voto no SERRA, de cujas razões endosso seu pensamento, conquanto, com uma diferença: Nunca votei e nunca votaria no LULA !

Jose Carlos disse:
28 de outubro de 2010 às 8:53
Paulo, Parabens! seu artigo nos faz viajar ao passado de ilustres CONQUISTENSES que tanto trbalharam e enalteceram nossa terra.Assim como voçe tambem voto 45.

Luis Sousa disse:
28 de outubro de 2010 às 9:55
Paulo,

em outra oportunidade comento seu posicionamento, que considero equivocado, mas preciso falar mesmo é do cinismo desse tal Edivaldo Ferreira, será que é o mesmo que foi candidato a deputado estadual e que fez vários santinhos com Lula ??????????

EDIVALDO FERREIRA disse:
28 de outubro de 2010 às 12:46
Paulo,
esse tal de “Luis Sousa” está totalmente equivocado, além de mentiroso e leviano deveria, ao menos respeitar o posicionamento e preferencia eleitoral de cada um. Quando digo que ão votei e nem votaria no LULA, não há nenhum gesto de agressão nessa afirmação. Cínico emal informa do é ele ou ela ?

Nelson Brito disse:
28 de outubro de 2010 às 23:50
Amigo Paulo Nunes, quero parabenizá-lo pelo brilhante texto que retrata muito bem o período relatado, mostrando que todos que passaram pela administração tiveram as suas realizações, uns mais e outros menos, más Conquista é o que é graças a todos eles, sem distinção. E gostaria que vc fizesse um paralelo tb com relação ao Brasil desde o seu descobrimento por Luís Pedro Inácio Cabral da Silva em 2003 até os dias atuais. Um abraço e vamos de SERRA 45 rumo à vitória por um Brasil mais justo e dirigido pelo mais preparado e competente.

Dico disse:
29 de outubro de 2010 às 8:15
Nobre Edivaldo Ferreira, o termo “latente” não condiz com a idéia do seu texto. Latente não quer dizer explícito e sim
implícito, escondido, como em estado de hibernação.

Ricardo De Benedictis disse:
29 de outubro de 2010 às 11:50
Caro amigo Paulo:
Seu artigo tem algo que chama a nossa atenção: o seu equilíbrio em colocar os pontos nos ii, sem esquecer da elegância que o norteia.
Como jornalista, seu colega e que tive alguma influência nos primórdios da sua investidura na nobre profissão de informar, mesmo que por caminhos não tão paralelos, gostaria de parabeniza-lo pelo trabalho e pela memória, colocada cronológica e decentemente por quem sabe que sabe. Mesmo não concordando com citações não tão aprazíveis contra o nosso colega Herzem, no qual votei para deputado federal, como sou adepto de Sócrates e sua eterna frase “Só sei que nada sei”, não poderia deixar de acostar meu comentário a tão importante artigo, publicado às vésperas das eleições de 2010. Também concordo que o mundo não vai acabar, se Serra ganhar, nada fará o Brasil de se afastar do seu destino e quanto à Dilma, se vencer, serão mais 4 ou 8 anos. Pode parecer muito tempo. Para a história, representa uma fração de segundo!
Ricardo De Benedictis

Ricardo De Benedictis disse:
29 de outubro de 2010 às 11:50
Caro amigo Paulo:
Seu artigo tem algo que chama a nossa atenção: o seu equilíbrio em colocar os pontos nos ii, sem esquecer da elegância que o norteia.
Como jornalista, seu colega e que tive alguma influência nos primórdios da sua investidura na nobre profissão de informar, mesmo que por caminhos não tão paralelos, gostaria de parabeniza-lo pelo trabalho e pela memória, colocada cronológica e decentemente por quem sabe que sabe. Mesmo não concordando com citações não tão aprazíveis contra o nosso colega Herzem, no qual votei para deputado federal, como sou adepto de Sócrates e sua eterna frase “Só sei que nada sei”, não poderia deixar de acostar meu comentário a tão importante artigo, publicado às vésperas das eleições de 2010. Também concordo que o mundo não vai acabar, se Serra ganhar, nada fará o Brasil se afastar do seu destino e quanto à Dilma, se vencer, serão mais 4 ou 8 anos. Pode parecer muito tempo. Para a história, representa uma fração de segundo!
Ricardo De Benedictis

Pedro Emilio disse:
29 de outubro de 2010 às 12:24
Tai, gostei deste artigo. Conquista tem historia pra ser contada.

Ana Borba disse:
29 de outubro de 2010 às 15:00
Parabéns pelo texto. O Sr é um homem brilhante de coragem!

Helena Paula disse:
29 de outubro de 2010 às 15:02
Independente de SERRA ou DILMA ou qualquer outro partido a NOSSA Vitória da Conquista não vai pará de crescer, porque temos aqui um povo lutador e guerreiro. Mas não podemos deixae de destacar a nossa classe TRABALHADORA, os explorados e excluídos, que infelizmente não faz parte desta lista do Paulo, e que mantém a nossa cidade avançando. São pessoas simples que “labutam” no comércio, na indútria, na construção civil, na saúde, na educação e principalmente o nosso Agricultor.Precisamos aprender a reconheço nós como um todo, é este todo se faz importante para o desenvolvimento sócioambientaleconômico.

PAULO PIRES disse:
29 de outubro de 2010 às 16:32
Peço ao amigo enviar para mim em formato PDF para que eu possa juntar aos escritos que tenho sobre nosssa Cidade.

Você, apesar de Serrista (na realidade você é Serrano) tem idéias muito claras sobrre Conquista. Serra não conhece Conquista (Dilma parece nunca ter ouvido falar), mas ambos fariam alguma coisa pela cidade.

Claro que vai ser Dilma. Você mesmo sabe disso.

Valeu mister Paulo Nunes.

Desculpe aí o mau jeito, mas Dilma veio com um TRATOR LULA da Massey & Fergusson.

Paulo Pires

Francisco Silva Filho disse:
29 de outubro de 2010 às 19:00
Grande a sua memória amigo Paulo Nunes, mas, dessa sua ou nossa turminha de “butantãs”, a memória lhe falhou, embora possa ter parecido tardio, o seu escrevente de blog aqui de Curitiba, depois de decorridos 25 anos de ter deixado a escola, sem fazer qualquer pré-vestibular, tive a felicidade de passar em três vestibulares (ano 2000) na PUC, UNICURITIBA (em matéria de estudo de direito, é considerada a melhor do estado do Paraná) e na UTP. Na escolha pela universidade fiquei com a mais em conta financeiramente e a mais próxima da minha casa que foi a UTP. Agora, no quesito cronológico do apareceimento das obras, permita-me fazer umas correções: O Centro Integrado Professor Navarro de Brito, assim como, o SAMUR, o Mercadão foram obras inauguradas no ano de 1970; o Cristo de Mário Cravo, assim como viaduto (?… pontilhão) do Guarani foram obras de 1980, no então governo de Gildásio Cairo que sucedera Raul Ferraz o então eleito para a Câmara Federal. A Rádio Clube 96 FM foi inaugurada no ano de 1980… Me desculpe ter sido o único a enacarar essas pequenas e não tão necessárias correções. Parabéns por nos colocar nas cenas e acontecimentos que fizeram a história da nossa querida Conquista.

Francisco – Curitiba – PR

Edimilson S. Silva Movér disse:
30 de outubro de 2010 às 2:28
É necessário: ter “coragem”

Que se diga! O Paulo Nunes, (na qualidade de cidadão), de advogado e de jornalista, com sua honradez, sua “coragem”, e principalmente por sua imparcialidade como jornalista, terá que ser reconhecido, e tido como um “exemplo” a ser seguido pela juventude de nossa terra! Juventude esta, que construirá a Vitória da Conquista do futuro, principalmente os estudantes dos cursos de Jornalismos, e dos cursos de Direito.
O que mudou a face do planeta nos fins do século XVIII foi o denodo e a “coragem” de pessoas como Jacques Hébert, Danton, Marat e Robespierre. É necessário: e não devemos nos esquecer dos enciclopedistas, Diderot e d’Alembert, e com a contribuições dos artigos de Rousseau, Voltaire, Montesquieu, Buffon e do barão d´Holbach, foi com a revolta do terceiro Estado, e a tomada da Bastilha em 14 de julho de 1789 que se efetivou a revolução francesa. Foi com as ideias e com a “coragem” destes homens, de que se fortaleceram os franceses para a tomada do poder e a derrocada do regime feudal, regime insano e inumano, foi sob o ideal de Jean-Jacques Rousseau, com sua frase: Liberté, Egalité, Fraternité, que a nova democracia foi implantada no mundo ocidental. Ela foi fruto da “coragem” e dos ideais do Iluminismo, e também foi fortemente influenciada pela envergadura da Independência Americana, ocorrida pouco tempo antes (1776). Foi a maior e a mais benéfica revolução da da história da humanidade. A revolução francesa, levou ao fim a escravidão, os títeres e os ditadores, passaram a ser mal vistos, os homens, indistintamente passaram a ter direitos. A despeito do horror que ela causou!!!… Foi um grande benefício para a humanidade.
É necessário que se tenha “coragem”, para assumir uma atitude como a de Paulo Nunes, é, e será sempre assim, sem homens de “coragem” os povos não prosperarão, as sociedades ficarão estagnadas dentro da mesmice de sempre! Os exemplos estão bem perto de nós (isto, como nação!).
Os homens inteligentes enxergam o futuro, os parvos só conseguem ver o presente, na maioria das vezes tocados pelo egoismo, é necessário: que se diga! O “hoje” sempre virará passado, mas, é com a coragem dagora que se faz o futuro de um povo e de uma nação, Tenho o mesmo costume do Paulo Nunes, às vezes voto na pessoa, outras vezes voto no candidato. Ele, como eu, não faz segredo em quem vota, somos livres, somos filhos da liberdade.
Numa eleição deve-se ter os olhos abertos, e visão acurada para poder ver longe, é necessário que se reconheça que os governos que passaram, (não importando o partido) muito fizeram pela nossa terra, é necessário: ter hombridade , (e sobretudo ser homem), para abrir o verbo, numa véspera de eleição, como jornalista e profissional liberal que você é, e dizer que vota contra o governo atual, mas, é necessário: ter “coragem” como você teve para admitir que o governo no qual ele não vai votar, fez muito por nossa terra. SÓ SABE VOTAR AQUELE QUE SABE ESCOLHER O MELHOR PARA SUA TERRA, (MUNICÍPIO, ESTADO OU UNIÃO). Não importa, partido ou candidato, importa, escolher o “melhor” para receber seu voto.
É necessário: dizer que não creio que governo algum, governe na intenção de prejudicar o povo. A democracia possui e traz em suas veias, este grande antídoto do mal governante, que é o voto, um mal governante sempre é expurgado pelo voto, um povo insatisfeito com um político não o reelege como seu governante. Portanto preste bastante atenção nos políticos que conseguem se reeleger! Ali encontrarás os melhores. É óbvio que o voto não é somente arma para defenestrar mau político! Os bons políticos necessitam do teu voto.
É necessário: que se diga, nossa pátria necessita de homens do quilate do Paulo Nunes, e assim meus parabéns ao advogado e jornalista Paulo Nunes, pela sua imparcialidade, integridade, inteligência e coragem.

Aproveito e ensejo para fazer um relato:
Ontem eu e o Alves, ex-gerente do Banco do Brasil, num evento patrocinado pela SUDIC, ouvimos uma palestra interessante e inteligente, proferida pelo James Correia, Secretário da Indústria Comércio e Mineração do Estado da Bahia. Ali pude deduzir que o nosso Governador, que tantos denigrem, possui a postura de um estadista. E isto, eu confesso que não sabia. Após o término do evento tivemos uma agradável conversa com o nosso ex-prefeito, e atual Deputado Estadual eleito, José Raimundo, homem inteligente, culto, de trato afável, mas, de postura firme, prezado professor José Raimundo desejo-lhe todo sucesso na Assembléia Estadual, se em 2014 eu estiver vivo, e se fordes candidato, terás meu voto para Deputado Federal. Disto podes estar certo.

Vitória da Conquista, 30 de outubro de 2010
Edimilson Santos Silva Movér

Envolvido em vários projetos simultaneamente, não li o Blog ameno por vários dias, desculpa-me o comentário tão tardio. Mas, tavez ainda em tempo…

Antonio Carlos disse:
5 de novembro de 2010 às 17:31
Meu caro Paulo Nunes
Vejo nossa cidade sendo invadida pela mentira e hipocrisia, o Sr. Herzen Gusmão usa a imagem de Lula durante a campanha na TV, depois do resultado negativo que a candidata de Lula conseguiu em Conquista, começa uma defesa de FHC, ai pergunto, porque ele não defendeu FHC quando o Brasil o condenava pelo seu governo.
É uma pena, uma cidade como Conquista, que construiu sua história, resistindo a ditadura e construindo valores sinceros, perder o tempo para ouviu um ¨vira-latas¨como Herzen e seu fiel cão de guarda, Chico Estrela, é uma inversão de valores.
Mas Conquista vai resistir, não vai se entregar a este politico mentiroso e hipocrita.
O homem sabio aprende com os erros dos outros, e os homenns sabios de Conquista vão lembrar de Fernando José, prefeito de Salvador.
Parabens Conquista pelos seu 170 anos.

Édy Novais disse:
5 de novembro de 2010 às 23:32
Paulo Nunes, meu velho e ilustre blogueiro! Vc.”ia tão bem!”. Após 1997, vc. fezum corte “Ideológico simplista”, mas concordo em parte com vc.Espere um pouco que vou fazero que vc. não fez listando feitos sociais não só obras pós 1997. Tenho que socorrer minha esposa o pneudo carro furou vou dáum socorro, depois eu volto.
Mas antes, dou-lhe um tempo para lembrar “obras de cimento e sociais no governo petista”, faço um esforço meu caro vc. lembrará de algumas dúzias.

Paulo Nunes disse:
6 de novembro de 2010 às 1:30
Caro Edy Novais, como você pôde notar, eu parei em 1997. Lógico que várias obras foram realizadas pós 97. se você observar os jornais que escrevi na época, por certo encontrará algumas delas relatadas. Na verdade este artigo foi apenas para a refexão que eu recomendo aos políticos extremistas. Não seria possível construir uma metrópole como Conquista em 12 anos. Por outro lado, eu aguardei o meu amigo, cidadão e jornalista de primeira linha, que provocou a matéria, responder o artigo, para eu gastar o resto do que sei sobre o assunto, ele prometeu, mas até agora não o fez. Eu tenho muitos defeitos, mas tenho uma grande virtude, não fui, não sou, e jamais serei ingrato, sei reconhecer os feitos de adversários e até de inimigos. ficarei grato se você puder enumerar as obras pós 97, para que eu não esqueça de nenhuma. Espero que tenha trocado o pneu do caro com sucesso.

alex disse:
6 de novembro de 2010 às 11:02
Realmente – “NÃO É POSSIVEL CONSTRUIR UMA METROLE COMO CONQUISTA EM 12 ANOS”!.Da mesma forma que não é possivel construir um país em apenas 8 anos,12, ou mesmo 40 anos!!.

Édy Novais disse:
7 de novembro de 2010 às 11:44
Caro Paulo Nunes, A troca do pneu foi um sucesso, pena que no dia seguinte outro furou. Interpretei de forma equivocada sua idéia, não vou enunrerar “os feitos” até porque vc.reconhece, e não nega que eles existem. Mas como seu intuito era a reflexão de “políticos extremistas”, vc. foi muito feliz. Aliás, peço desculpas pois, o termo que usei “IDEOLÓGICO SIMPLISTA”, não cabe em hipótese nenhuma neste seu relato, mas à aqueles que atribuem uma “nova cidade” desde 1997. Quanto ao voto no atual prefeito, eu também fiz, mas ele se mostrou neste quase 2 anos, um político medíocre – mesmo sendo uma pessoa de bem! Politicamente as suas pedras atiradas em pessoas que lhes apoiaram irão cobrir aos poucos sua decadência. Agradeço seu “puxão de orelha”, mas deixo claro, assim como vc. fez, que não nego feitos, mas não sou conivente com desmandos e descontrução de legados, e é isso que vem acontecendo em V.Conquista- “Um governo sem o brilho das estrelas”. Têm vezes P.Nunes que eu fico a perguntar: como pode um(s) político(s) rasgar o passado dos outros, e ao mesmo tempo descontruir seu presente? Penso que vc será mais um motivador de “reflexão”, traga-nos algo paracido. Nossa crítica é bastante construtiva só não enxerga que não quer ver ou não que sair do efêmero poder.

Vance Alosta disse:
13 de dezembro de 2010 às 3:38
I’d have to give the go-ahead with you one this subject. Which is not something I typically do! I love reading a post that will make people think. Also, thanks for allowing me to speak my mind!

Paulo Nunes disse:
8 de maio de 2011 às 22:40
Responderei a todos que comentaram neste artigo, desde já agradeço.

Joselito disse:
11 de maio de 2011 às 18:32
Gostaria de parabenizá-lo pelo artigo só lamento o fato de voce ter no final colocado ou associado contexto eleitoral atual isso que você escreveu é muito importante para formação política dos nossos jovens, não podemos esquecer os grandes homens da historia de Conquista essa cidade é a melhor do mundo pra se viver, com sua gente sempre respeitada pelos avanços que conquistou sem se deixar dobrar pelos tiranos, obrigado pela sua aula de cidadania e história.

Ricardinho Benedictis disse:
13 de maio de 2011 às 17:10
Caro colega e amigo, saudações jornalísticas…
Muitíssimo obrigado por essa aula de cidadania e gratidão a nossa Conquista.Tendo ido nascer em Salvador, tenho minhas raízes aqui, entre os Imborés e Mongoiós…
Privei da companhia e amizade de alguns destes maravilhosos personagens da nossa recente história e você fez jus a todos…
É por si, um artigo formidável, digno de sua percepção e inteligência ímpares.
Parabéns!!!

roberto_77@hotmail.com disse:
2 de abril de 2012 às 10:27
Prezado Paulo

Gostei do seu artigo apesar de não entender algumas colocações e justificativas, algumas delas não precisavam, pois penso que todos os candidatos e nomes da nossa querida Vitória da Conquista merecem o nosso apreço, principalmente aqueles “CONQUISTENSES DA GEMA”. Todavia, considero esse espaço, rico do ponto de vista do debate e do confronto (saudável) de ideias, e neste sentido fico triste com aqueles “Luis Sousa” (que não o conheço) que o usam de forma mal educada para a agressão pessoal. TODOS MERECEMOS RESPEITO E A DIVERGÊNCIA DE PENSAMENTOS NOS AJUDAM A CONSOLIDAR A DEMOCRACIA.

Paulo Nunes disse:
2 de abril de 2012 às 11:03
Prezado Roberto.

Este artigo na verdade, foi escrito para restabelecer algumas ações meritórios que contemplam os prefeitos que governaram o município no período pré PT. Acho que cada partido político tem sua ideia de governo, entretanto, essa história de se chegar ao poder e dizer que nada foi feito antes é absurda. Então nesse contexto, coloquei como obra da sociedade da época a construção educacional dos profissionais que foram colegas meus de classe na Escola Normal, demonstrando claramente, que se a cidade ia mal, não poderia ter produzido aqueles frutos. Quanto as obras e serviços, ficou patenteado que o dinheiro recebido dos impostos foram bem aplicados, ao ponto de transformar uma cidade com ares roçalianos, numa metrópole. É claro que muita coisa está por fazer e os governos petistas fizeram muito, mas a medida que a cidade cresce, as demandas crescem também. Enfim, se daqui há 30 anos, um novo grupo político ocupar o poder municipal, não poderá dizer que o atual governo nada fez, se eu vivo estiver escreverei outro artigo colocando os pingos nos is. Este artigo foi lido por quase 1.500 pessoas e para minha alegria, colegas que eu não tinha contato há 30 anos me achou. Por isso vez por outra estou atualizando apenas para inserir um nome que eu esqueci de relacionar, como fruto da sociedade que o gerou. E se o nobre internauta puder pautar o que entende que não precisaria constar no artigo, prometo que analisarei com carinho e caso entenda ser errado, não tornarei a cometer o equívoco.

roberto_77@hotmail.com disse:
2 de abril de 2012 às 12:15
Caro Paulo
Nada que falaste o compromete, ou compromete o seu artigo. Na verdade são vários os pensamentos e ideias contidas neste espaço, evidentemente, cada um com as suas peculiaridades intelectuais que reconheço, nos levam a um crescimento, seja no campo profissional e mesmo no pessoal. Te confesso que ao ver mencionado nomes de nossos professores do passado, me fez reviver um tempo em que Vitória da Conquista era governada por conquistenses natos e acima de tudo, comprometidos com o seu crescimento e acima de tudo, com respeito a sua história. PARABÉNS PAULO NUNES

PAULO ROBERTO disse:
5 de abril de 2013 às 13:13
Meu caro Paulo Nunes,

O seu texto está excelente, e a sua memória está melhor ainda, a pesar de não está em Conquista, conseguir uma uma boa viagem do passado, e informações verdadeiras.
parabéns.

sds

Paulo Roberto
Ex Funcionário CTVC, TELEBAHIA, TELEMAR

Carlos Ribeiro disse:
1 de novembro de 2013 às 21:54
Paulo gostei do artigo, você escreve muito bem. Mas vou pontuar alguns pontos que como Conquistense que sou vivi e enxerguei pelo meu ponto de vista. Primeiro não sou afeito ao personalismo que infelizmente é uma característica da nossa cultura latino-americana e todo este modelo foi e é perverso com o nosso povo, a exemplo do clã que comandou a Bahia por décadas e empurrou o Estado para o atraso e que continua seus efeitos maléficos até a atualidade. Segundo, hoje eu faço a analise nua e crua ou na “na lata”, como é dito no popular, que desde quando comecei a gostar de política digo que a oposição não tem um projeto claro para nossa terra e se alinham na política de que são contra aos que detêm o poder atualmente. E acompanhei as eleições para Prefeito capitaneado pelo partido dos Trabalhadores e seus aliados, derrubar uma a um os candidatos da oposição e isto é um fenômeno que deve ser estudado mais a fundo pelo meio acadêmico. Vi com meus próprios olhos, os problemas que o governo do então prefeito JP, alcançou, para mim foi uma guerra fratricida entre eles e muita coisa errada ocorreu, ouvíamos aos quatros cantos da cidade a população revoltada, inclusive aqui na minha casa os adultos falando que iam mudar os destinos da cidade votando em Guilherme. E esta questão que tu se refere ao lixo, em particular onde moramos em frente ao Aeroporto à época era uma vergonha, pois um dos cartões de visita da nossa cidade estava cheio de mato e lixo, além das carcaças de animais mortos prejudicavam até os horários das nossa refeições e sabe qual foi a primeira atitude de Guilherme quando assumiu a prefeitura? Veio sozinho com seus carro popular e parou na estrada do Aeroporto num dia inesquecível para todos nos que assistíamos aquela cena atônitos da tão esperada limpeza da área, tomou café na casa da já falecida nossa querida e amada Dona Cilé e proseou com todos nós. Hoje a “oposição é incongruente”, tem um mago que usa seu poder de “comunicação”, para somente criticar, critica e criticar…, e não apresenta soluções para o que ele mesmo critica e além disso seu partido faz uma coalizão nacional com o governo Dilma e ele diz que é contra o partido da presidente.

Adelson disse:
2 de novembro de 2013 às 22:49
Paulo, excelente artigo, entretanto creio que você deveria revisar algumas informações. Também pensou que se Conquista estar povoada de obras federais, trazidas ou não por nossos deputados federais, é importante sim este alinhamento com a presidente, creio que se nos governos anteriores aos do PT nossa cidade recebeu recursos, com certeza alguém correu atrás disso, nada na política é por acaso. Sobre eleições 2014, infelizmente, não temos muitas opções, PT e PSDB já foram testados e apesar das contribuições dadas pelos dois partidos, é fato que o pais é bem melhor do que 19 anos atrás, percebe-se que o projeto dos dois partidos, considerando que houve continuação, não é o ideal para desenvolver nosso povo, precisamos de outras opções, mas parece que vamos ter que esperar um pouco mais.

Paulo Nunes disse:
2 de novembro de 2013 às 23:24
Este artigo foi escrito ha akgum tempo, mas fare o que você pede e publicarei em dezembro, é procedente sua observação, Aguarde

Carlos A. S. Silva disse:
5 de janeiro de 2014 às 21:00
“Muito bom o artigo revisado em 03 de abril de 2013, pelo amigo e jornalista Paulo Nunes. Nada melhor do que relembrar o que realmente foi feito em nossa cidade pelos governantes do passado! Até agente que mora por aqui há mais de setenta anos, com o tempo, não tem jeito, vai esquecendo das grandes obras feitas por nossos antigos Prefeitos, Deputados Estaduais e Federais. E assim nossa querida cidade cresceu, e, continuará sempre crescendo com os atuais mandatários e aqueles que virão no futuro, porquê o destino de Vitória da Conquista já foi traçado há muito tempo, desde quando os antigos desbravadores desta terra aqui chegaram e fincaram raízes, e, assim sendo,com a força do trabalho do seu povo laborioso, o tempo se encarregou de predestinar esta terra querida por todos nós !!!”

Carlos A. S. Silva disse:
5 de janeiro de 2014 às 21:07
Não esquecendo: Meu bisavô, Joaquim Correia de Mello, lá para os idos de 1890, foi o primeiro Intendente (hoje Prefeito), de Vitória da Conquista!!!

Antenor Loula Moreira disse:
8 de janeiro de 2014 às 9:48
Meu caro Paulo,
Gostei do seu artigo e apesar de não concordar em muitos pontos omito-me de qualquer comentário, já que não sou conquistense de raiz e entendi bem o recado.
Mas posso fazer alguns questionamentos sobre José Serra, já que achas-o bem preparado:
– É engenheiro e economista não sabe resolver um problema envolvendo regra de três (tem um vídeo no youtube sobre o fato numa escola pública de SP)?
– Foi ministro de estado e pensa que o nome do Brasil é Estados Unidos do Brasil (entrevista com Boris Casoi)?
– Tomou alguma providência contra bolinhas de papel (extremamente agressivas à sua privilegiada cabeça!!)?
Duvido que o amigo publique isso ou tenha alguma resposta.

Paulo Nunes disse:
9 de janeiro de 2014 às 14:34
Existem homens que são hipócritas, eu jamais serei, sou democrático, não porque queira aparecer, mas por absoluta convicção no diálogo como ferramenta para as modificações sociais, claro que não sabia dassas agruras que você aponta em seu recado, mas o que posso acrescentar é que nenhum de nós domina tudo. Albert Einstein, nunca tirou nota 5 em matemática, enfim, alguém sabia matemática mais que ele? De modo que esses detalhes apontados por você, não desmerece o trabalho e a história de José Serra, é uma grande bobagem sua pensar que eu não publicaria, nota-se que não me conhece eu não temo ninguém e nem nada, quanto a você discordar de alguns pontos do artigo, considero salutar, pois não sou dono da verdade, tenho opinião e respeito a opinião dos outros, não terei nenhum problema para ler suas discordâncias e saiba que se forem justas sob o meu ponto de vista, receberei com carinho, caso contrário não acatarei-as, entretanto terei o respeito pela sua opinião.

Antenor Loula Moreira disse:
9 de janeiro de 2014 às 23:50
Valeu, Paulo!
Obrigado por me responder com a dignidade que você sempre tem demonstrado.
Não o conheço pessoalmente, mas acredite que a partir de agora você subiu de posição no meu conceito.
Gostei da sua referência a Albert Einstein e sobre o assunto abordado caberia esta que é uma das mais geniais observações do grande cientista:
“Do mundo dos fatos não existe nenhum caminho que conduza ao mundo dos valores, pois estes vêm de outra direção”.
Respeitosamente,
Antenor Loula Moreira

Djalma Santos disse:
26 de janeiro de 2014 às 23:16
Muito interessante, esclarecedor e democrático o seu texto Paulo Nunes. Receio que a “herança de maldita” que Lula nos deixou – a copa do mundo – trave o desempenho de muitos setores que alavancam o crescimento da nossa cidade, principalmente o da construção civil. Tu esquecestes do Zé (Raimundo). Parabéns e grande abraço!

José Bomfim disse:
23 de outubro de 2014 às 10:20
Caro Paulo Nunes

Sim, tantos anos se passaram, mas tudo de bom que vivemos naqueles finais dos 70 para o início dos 80 ficaram marcados para sempre. Volta e meia olho as notícias conquistenses em seu blog, muito bom.
Sucesso no trabalho, inteligência nunca lhe faltou!

Abraços!

Bomfim

Paulo Nunes disse:
23 de outubro de 2014 às 11:02
Grande abraço amigo.Felicidades.