Sete assessores de Flávio Bolsonaro fizeram depósitos para ex-motorista

Fabrício Queiroz, cuja ‘movimentação atípica’ de R$ 1,2 mi foi detectada pelo Coaf, recebeu de servidores que atuaram no gabinete do deputado O senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) e seu ex-motorista Fabricio Queiroz (Mateus Bonomi/Agif/Folhapress/Facebook/Reprodução) Sete servidores da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) que passaram pelo gabinete do deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) fizeram transferências … Leia Mais



Eleições OAB-BA: Fabrício vence em todas as urnas da Jovem Advocacia

Clube Espanhol abriga 17 urnas voltadas aos jovens advogados Foto: Marcus Murillo/bahia.ba   O candidato da chapa Avança OAB, Fabrício Castro, venceu nas 17 urnas instaladas no Clube Espanhol, um dos cinco locais de votação em Salvador, que recebe a maioria dos que têm inscrições mais recentes na Ordem, os jovens advogados. Fabrício teve 2.684 … Leia Mais


Eunício diz que colegas estão “horrorizados” após conversa com Paulo Guedes: “Povo de rede social”

Paulo Guedes falou, Eunício ouviu: “Prensa ninguém vai dar em mim”, reagiu o senador O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), não teve exatamente uma boa impressão do economista Paulo Guedes em seu primeiro contato com o “guru econômico” de Jair Bolsonaro (PSL) já na condição de ministro do próximo governo. O senador fez uma relato sobre a conversa … Leia Mais



Polícia Federal deflagra operação que investiga propina da Odebrecht para Jucá


A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quita-feira (8) uma operação para investigar pagamento de vantagem indevida pela Odebrecht ao senador Romero Jucá (MDB-RR) em 2012. A propina teria sido paga em troca da aprovação no Senado de uma resolução que restringia a “guerra fiscal” nos portos. Foram cumpridos nove mandatos de busca e apreensão no estado de São Paulo.

De acordo com a PF, o senador teria recebido R$ 4 milhões da empreiteira de maneira ilegal. Mas, em depoimento, o ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht, Cláudio Melo Filho, disse que os repasses a Jucá somam e R$ 15 a R$ 16 milhões.

A operação não cita nominalmente o senador, mas a ação faz parte de um inquérito no Supremo no qual o senador é investigado. Segundo a PF, a operação Armistício tem como objetivo “investigar o recebimento de vantagem indevida por senador da República, relacionados à edição, no ano de 2012, de uma resolução do Senado que se destinava a restringir a chamada guerra fiscal nos portos brasileiros”.


Primeira indígena eleita deputada em Roraima ganha prêmio de Direitos Humanos da ONU


Primeira indígena eleita deputada em Roraima ganha prêmio de Direitos Humanos da ONU

Foto: Agência Brasil

Além de ser eleita como a primeira mulher indígena para a Câmara dos Deputados de Roraima nesta eleição (lembre aqui), Joênia Wapichana venceu o Prêmio das Nações Unidas de Direitos Humanos anunciado pela presidente da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Maria Fernanda Espinosa, no dia 25 de outubro.

A premiação é concedida a pessoas e organizações pelas suas conquistas em direitos humanos. Entre os nomes que já foram premiados estão o pastor norte-americano Martin Luther King, o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela e a ativista paquistanesa e também premiada com o Nobel da Paz Malala Yusafzai -, além das organizações Anistia Internacional e Comitê Internacional da Cruz Vermelha.

Joênia Batista de Carvalho, 43 anos, foi a primeira mulher brasileira de origem indígena a se formar em Direito e a exercer a profissão de advogada. Ela também foi nomeada primeira presidente da comissão Nacional de defesa dos Direitos dos Povos Indígenas em 2013.

Em entrevista ao ONU News, Joênia afirmou que o prêmio pode servir de inspiração para os povos indígenas. “Quando eu levo a palavra como primeira mulher indígena formada no Brasil, é justamente para dar um incentivo, para que essa minha imagem possa ser reproduzida, multiplicada dentro dos povos indígenas”, destacou.

Criado pela Assembleia Geral da ONU em 1966, a edição coincide com o aniversário de 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A entrega do título acontecerá em dezembro, na sede das Nações Unidas, em Nova York, como parte da comemoração da data.


‘É tratorar’, diz filho de Bolsonaro sobre esquerda na Câmara; basta um cabo e um soldado e pronto


Reeleito deputado federal de São Paulo, Eduardo Bolsonaro defendeu que perfil do novo presidente da Câmara teria que ser semelhante a um trator

Redação
Reprodução: Facebook/ Arquivo Pessoal
Reprodução: Facebook/ Arquivo Pessoal

 

Reeleito deputado federal de São Paulo, Eduardo Bolsonaro (PSL), filho de Jair Bolsonaro, afirmou que o perfil do futuro presidente da Câmara dos Deputados tem de ser como o de um trator, em entrevista exibida neste domingo (4) ao programa Poder em Foco, do SBT.

“A gente sabe como vai ser a posição da esquerda. Bastou Bolsonaro ser eleito e eles já falaram que vão fazer de tudo para desestabilizar. Acho que no 1º de janeiro já tem pedido de impeachment para ser impetrado. Então com esse tipo de oposição, que não está a fim de dialogar ou de criticar e apontar os defeitos do governo, mas está se preocupando em derrubar um governo que sequer tomou posse, não tem como dar ouvidos, é tratorar”, declarou.

Ele citou os nomes do atual presidente,  Rodrigo Maia (DEM-RJ), Capitão Augusto (PR-SP), Alceu Moreira (MDB-RS) e delegado João Campos (PRB-GO).

Eduardo ainda disse que o pai poderá ampliar as regras para a posse e concessão de porte de armas por decreto, e não por projeto de lei. Ele admitiu também que não será possível votar a reforma da Previdência ainda neste ano.


‘Corrupção, lavagem, assédio, estelionato’: 1/3 do Congresso eleito é investigado


Segundo levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, PT, MDB e PP são os partidos com mais implicados com a Justiça

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

 

Um terço do novo Congresso é acusado de crimes como corrupção, lavagem, assédio sexual e estelionato ou é réu em ações por improbidade administrativa com dano ao erário ou enriquecimento ilícito. No total, são 160 deputados e 38 senadores.

O levantamento, realizado pelo jornal O Estado de S. Paulo, envolve casos em andamento nos Tribunais de Justiça dos Estados, na Justiça Federal, no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal.

Segundo a reportagem, entre os alvos estão nomes conhecidos como os atuais senadores Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Aécio Neves (PSDB-MG). Presidente do PT, Gleisi é alvo na Lava Jato enquanto Aécio, ex-presidente do PSDB, é réu por corrupção na delação da J&F. Ambos conquistaram uma cadeira na Câmara. Aécio diz que “provará na Justiça que foi alvo de uma ação premeditada por criminosos confessos de mais de 200 crimes”. Gleisi não quis se manifestar.

Além de tucanos e petistas, há ainda integrantes do PSL, o partido do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e de outras 21 legendas – apenas seis partidos não elegeram pessoas investigadas ou acusadas na Justiça. Ao todo, os parlamentares respondem a 540 acusações (379 contra deputados e 161 contra senadores), das quais 334 são por improbidade – 263 de deputados e 71 casos envolvendo senadores. Entre os crimes, as acusações mais comuns são as de lavagem de dinheiro (34), corrupção (29) e crimes eleitorais (16).

O partido com maior numero de envolvidos é o PT. Trinta de seus 62 eleitos são investigados ou réus. A ex-prefeita de Fortaleza Luizianne Lins é uma das recordistas. Ela é alvo de processos por improbidade na Justiça do Ceará e no STJ. Sua defesa alega inocência. Proporcionalmente, o MDB é quem tem mais parlamentares enredados com a Justiça. São 16 deputados e oito senadores ou 52% da bancada no Congresso ante 48% do PT. Entre os atingidos está o líder do partido, o deputado Baleia Rossi (SP), alvo de uma ação por improbidade administrativa. Sua assessoria não respondeu. (mais…)


General Heleno: policiais devem ter mãos livres para atirar, sem sofrer punições; se morrer inocentes: ” tudo bem” afirma Bolsonaro


Congresso em Foco – O futuro ministro da Defesa do presidente eleito Jair Bolsonaro, general da reserva Augusto Heleno disse à revista digital Crusoé que o novo governo está discutindo ideias para a área de segurança pública que envolvem mudanças na legislação para permitir que policiais em serviço possam atirar em criminosos armados sem sofrer punições.

Questionado pelo repórter Caio Junqueira se isso seria “licença para matar”, o general disse que é “bobagem”. “O outro [criminoso] tem licença para fazer o que quiser. Não tem nenhuma limitação para a sua violência”, disse o general Augusto Heleno.

Sobre a flexibilização do estatuto do desarmamento, o general disse ainda que a ideia é facilitar o porte de arma para o “cidadão de bem” e “criar mecanismos de controle para o porte”.

Leia a íntegra aqui.


Quem é Onyx Lorenzoni, braço direito de Bolsonaro


Cotado para assumir a mais importante das pastas, a Casa Civil, o parlamentar gaúcho do DEM é membro da “bancada da bala” e já assumiu ter recebido verba indevida da JBS

REPRODUÇÃO/YT

bolsoonyx

Deputado foi alvo de críticas mesmo de apoiadores da extrema-direita de Bolsonaro

São Paulo – “Ora, sou um ser humano, portanto, não sou perfeito.” As palavras são do deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), ventilado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) como seu futuro ministro da Casa Civil. O parlamentar proferiu a frase em maio de 2017, quando admitiu ter recebido R$ 100 mil, fruto de corrupção, da JBS, depois de seu nome aparecer na delação dos controladores da empresa, Joesley e Wesley Batista.

O apontamento do deputado foi alvo de críticas mesmo de apoiadores da extrema-direita de Bolsonaro. Lorenzoni é ligado a pautas ruralistas e membro da chamada bancada da bala. Apoiou o governo de Michel Temer (MDB), votando a favor de pautas como reforma trabalhista e do Ensino Médio. Começou sua carreira política no Sindicato dos Médicos Veterinários e foi eleito pela primeira vez deputado em 2003, passando pelo PL, PFL e DEM.

Se nada mudar, agora ele deve trabalhar, a partir de janeiro, no Palácio do Planalto neste que é um dos mais importantes ministérios. Será responsável por acompanhar as demais pastas, articular relações com o Congresso, coordenar balanços de ações governamentais, auxiliar na tomada de decisões do presidente e nomear e exonerar funcionários.

(mais…)


Ditadura já: Polícia Federal obriga cinegrafista a apagar imagens de Bolsonaro


Polícia Federal obriga cinegrafista a apagar imagens de Bolsonaro

Foto: Luiz Fernando Teixeira / Bahia Notícias

Um cinegrafista da TV Globo foi forçado por um policial federal a apagar imagens do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Segundo o jornal O Valor, o fato ocorreu nesta sexta-feira (2). O cinegrafista acompanhava a visita de Bolsonaro ao Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia (Cadim), área da União administrada pela Marinha, no Rio de Janeiro. O profissional de imprensa embarcou junto com o presidente eleito e aliados no cais do Clube Náutico de Itacuruçá. Bolsonaro passou a tarde na Restinga de Marambaia com a esposa Michelle e amigos. No local, o cinegrafista, que estava a trabalho, foi abordado pela PF e forçado a apagar as imagens.

Ele foi também obrigado a voltar imediatamente para onde tinha embarcado. Antes, o policial federal coletou dados e tirou foto do cinegrafista. Procurada, a PF informou que não havia como falar com a reportagem porque hoje não tem expediente. No Iate Clube, onde Bolsonaro embarcou, a imprensa foi expulsa pelo diretor social da instituição, que se identificou apenas como Valdir. O diretor disse ser militar e ameaçou prender repórteres que esperavam Bolsonaro no píer do clube.

O Valor procurou também a Marinha para esclarecimento do episódio, mas não obteve resposta. Em nota divulgada, a Marinha afirma apenas que o Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia (CADIM), localizado na Costa Verde do Rio de Janeiro, recebeu a visita de Bolsonaro.