Na Alba, Rui reafirma educação como prioridade de governo

O governador Rui Costa participou, na tarde desta segunda-feira (4), da abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), em Salvador. Durante a sessão solene, o chefe do executivo realizou a leitura da mensagem anual, em que tratou da importância de manter a sintonia com a Casa, relembrou conquistas e listou os principais desafios … Leia Mais



Ex-governador do Paraná, Beto Richa, do PSDB é preso em Curitiba

  O ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB)Imagem: Keiny Andrade-3.jun.2015/Folhapress O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) foi preso na manhã desta sexta-feira (25) em Curitiba. Ele foi alvo de um mandado de prisão preventiva determinada pelo juiz Paulo Sérgio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de Curitiba. O pedido foi feito pelo MPF (Ministério Público Federal) em um … Leia Mais



Queiroz grava vídeo para explicar dança no hospital


 

Em novo vídeo divulgado por sua família beste sábado (12), o ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício de Queiroz, deitado em uma cama, diz que a gravação em que aparece dançando no hospital Albert Einstein aconteceu porque ele quis dar “cinco segundos de alegria a uma tristeza que se tomava dentro da enfermaria”. No novo vídeo ele se disse “revoltado” com a divulgação das imagens; assista aos dois vídeos, o da dança e o da explicação

O ex-assessor de Flávio Bolsonaro afirmou que comemorava o réveillon com a família quando as imagens foram gravadas. “Estão dizendo que esse vídeo eu estava comemorando o não comparecimento meu ao Ministério Público. É muita maldade. É muita maldade.”

Ele diz que ainda está no pós-operatório e em tratamento médico.

“Eu fui submetido a uma cirurgia no dia 1º. Graças a Deus o tumor foi eliminado. Tão logo acabe tudo isso eu estarei pronto para esclarecer qualquer dúvida ao Ministério Público.” – afirmou.

 

Leia a seguir reportagem da TV 247 sobre o vídeo da dança e assista mais uma vez ao vídeo:

O ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro gravou um vídeo no hospital com a família em que debocha do povo brasileiro, num misto de escárnio explícito e humilhação. O vídeo viralizou nas redes sociais. Com uma música de fundo, a filha de Queiroz, de celular em punho, diz: “Agora é vídeo, pai!”. E prossegue: “Pega teu amigo, pega teu amigo!”. Queiroz e família dançam em meio a gargalhadas e sorrisos, tripudiando com olhares de deboche, num claro recado à críticas que vêm sofrendo em função do não comparecimento aos depoimentos convocados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.

Veja o vídeo:

 


Após pedido de 80 anos de prisão, defesa diz que Geddel ‘certamente’ será absolvido


Ex-ministro responde a processo no Supremo Tribunal Federal após apreensão de R$ 51 milhões em Salvador

Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil
Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil

Depois de a Procuradoria Geral da República (PGR) pedir que o ex-ministro baiano Geddel Vieira Lima cumpra 80 anos de prisão, o advogado dele, Gamil Foppel, divulgou uma nota na qual disse lamentar que terem sido ignoradas todas as provas produzidas na instrução processual.

Para ele, as alegações finais foram “lastreadas em vazias afirmações não comprovadas” e em elementos de prova “marcados por flagrante ilicitude”.

“Serão oferecidas tempestivamente alegações finais pela defesa, que aguarda seja proferido acórdão absolutório, haja vista a inexistência de elementos mínimos de prova que permitam uma condenação. A defesa confia na imparcialidade do Judiciário, cuja análise será feita unicamente pelo que consta do processo o que, certamente, levará à absolvição”, disse Foppel na nota.

Geddel responde a processo no STF juntamente ao irmão, o deputado federal Lúcio Vieira Lima, por conta da apreensão de R$ 51 milhões em um apartamento em Salvador.


Defesa diz ao MP que Queiroz está internado no Albert Einstein


Advogados informaram que ex-assessor de Flávio Bolsonaro retirou tumor do intestino no último dia 1º; na entrevista  o investigado disse que estava bem.

Foto: Reprodução/Facebook/Arquivo Pessoal
Foto: Reprodução/Facebook/Arquivo Pessoal

 

Intimado a prestar depoimento desde o mês passado, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz , informou nesta terça-feira (8) ao Ministério Público do Rio que está internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, informa o site do jornal O Globo.

Segundo a publicação, no mesmo comunicado ao MP, Queiroz diz que, no dia 1º de janeiro, submeteu-se a uma cirurgia para retirar um tumor maligno do intestino.

Documento encaminhado pelos advogados de Queiroz ao MP diz que o ex-assessor foi diagnosticado com neoplasia de cólon sigmoide (câncer de cólon). A defesa afirma ainda que o seu cliente passará por nova avaliação de médicos para avaliar qual o melhor tratamento quimioterápico realizará.

Ainda conforme o documento, familiares de Queiroz não irão comparecer ao depoimento marcado para hoje e diz que a mulher do ex-assessor, Márcia Aguiar, e as filhas se mudaram temporariamente para São Paulo, onde devem permanecer por tempo indeterminado até o fim do tratamento dele.


Presidente do Ibama pede exoneração um dia após criticar Bolsonaro e ministro


 

Um dia após se envolver em uma discussão com o presidente Jair Bolsonaro e o novo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, a presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), Suely Araújo, pediu exoneração do cargo nesta segunda-feira (7). O pedido foi aceito de imediato por Salles. Ela será substituída pelo procurador ligado ao Ibama Eduardo Bim, que é especialista em Direito ambiental e tributário.

Em nota divulgada ontem à noite, Suely criticou comentários feitos presidente da República e do ministro do Meio Ambiente questionando um contrato de R$ 28,7 milhões feito pelo Ibama para o aluguel de veículos. Segundo ela, eles demonstraram “completo desconhecimento da magnitude” do órgão e das suas atribuições.

A confusão começou nesse domingo, quando Ricardo Salles reproduziu, no Twitter, um trecho do Diário Oficial da União com o extrato do contrato. “Quase 30 milhões de reais em aluguel de carros, só para o Ibama…”, escreveu.

Bolsonaro não só compartilhou a mensagem como acrescentou: “Estamos em ritmo acelerado, desmontando rapidamente montanhas de irregularidades e situações anormais que estão sendo e serão COMPROVADAS e EXPOSTAS. A certeza é: havia todo um sistema formado para principalmente violentar financeiramente o brasileiro sem a menor preocupação!”. O presidente apagou o comentário posteriormente e deixou no ar apenas o questionamento feito pelo auxiliar.

Na carta de demissão, Suely diz que deixa o cargo por saber pela imprensa que Eduardo Bim seria o seu sucessor. O ministro do Meio Ambiente afirmou que não há relação entre a exoneração da presidente do Ibama e a polêmica de domingo. A troca no comando do órgão, segundo ele, já estava prevista.

Na nota divulgada ontem à noite, Suely negou que houvesse irregularidades no contrato do instituto questionado pelo n ovo ministro. “A presidência do Ibama refuta com veemência qualquer insinuação de irregularidade na contratação. Espera, por fim, que o novo governo dedique toda a atenção necessária às importantes tarefas a cargo do Ibama, e não a criar obstáculos à atuação da Autarquia”, concluiu a atual presidente.

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Nazismo: Ao exonerar servidores ‘petistas’, governo Bolsonaro não poupa grávidas e lactantes


Conforme a assessoria da Casa Civil, as demitidas “receberão direitos e indenizações, como determina a lei”.

Foto: Antônio Cruz/Ag. Brasil
Foto: Antônio Cruz/Ag. Brasil

 

Na portaria em que exonerou do governo do presidente Jair Bolsonaro 320 servidores da Casa Civil, o ministro Onyx Lorenzoni não excluiu grávidas e mães em licença-maternidade.

Conforme a assessoria, as demitidas “receberão direitos e indenizações, como determina a lei”.

As exonerações ainda atingiram em cheio a Comissão de Ética da Presidência, responsável pelo andamento dos processos que investigam ministros e servidores. Com a saída dos servidores, as apurações podem ficar prejudicadas.

Exonerações – Ao anunciar as exonerações, o chefe da Casa Civil disse que o governo de Jair Bolsonaro não pode manter servidores petistas ou de ideologias que não se identificam com o projeto.  “Nós vamos ‘despetizar’ o Brasil”, disse.

Onyx rejeitou, porém, que a prática seja uma caça às bruxas ideológica. “Para não sair caçando bruxa, primeiro a gente exonera e depois a gente conversa”, afirmou. “O governo é novo e vem aí um novo Brasil: ou afina com a gente ou troca de casa. Simples assim”, completou.


Posse de Bolsonaro: imprensa é tratada como lixo. Franceses e chineses abandonam cobertura


Escolhida como alvo prioritário de Jair Bolsonaro no primeiro dia de 2019, a imprensa come o pão que o diabo amassou na cerimônia de posse; a jornalista Amanda Audi, do Intercept, relata que nem cachorros são tratados desta maneira; Ana Dubeux, do Correio Braziliense, diz que profissionais da imprensa não têm direito a água e a banheiro; Vicente Nunes, também do Correio, afirma que correspondentes da China e da França decidiram abandonar a cobertura

 

A jornalista Amanda Audi, do Intercept, relata que nem cachorros são tratados desta maneira. “Não se trata cachorro como os jornalistas são tratados na posse de Bolsonaro. Não tem água, precisa de autorização pra ir ao banheiro, não pode circular pra lugar nenhum, jornada de 14 horas, fomos revistados duas vezes e nos alertaram que há risco de levar bala dos atiradores”, diz ela.

Ana Dubeux, do Correio Braziliense, diz que profissionais da imprensa não têm direito a água e a banheiro. Vicente Nunes, também do Correio, afirma que correspondentes da China e da França decidiram abandonar a cobertura. “Jornalistas da França e da China se rebelam e abandonam sala onde estavam confinados no Itamaraty. Disseram que não aceitariam ficar em cárcere privado até às 17h, quando seriam liberados para fazer registros da posse de Bolsonaro. Essa rebelião deveria ser geral”, afirmou.

Confira, abaixo, alguns tweets:

Amanda Audi

@amandafaudi

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Dois superministros, 13 estreantes no Executivo e seis núcleos de poder. Conheça o ministério de Bolsonaro


O governo Bolsonaro terá 22 ministérios, sete a mais do que o prometido na campanha e quase metade dos 40 que Dilma Rousseff chegou a ter. O novo ministério é marcado por três características. A mais flagrante é que, pela primeira vez desde a redemocratização, um presidente formou o gabinete sem combinar antes as nomeações com os partidos políticos. Entre eles, 13  vão estrear no Executivo ao assumirem seus cargos no governo federal. Somente nove já trabalharam em funções da administração pública.

O novo ministério pode ser dividido em seis grupos: o econômico, capitaneado por Paulo Guedes (Economia); o político, com Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Gustavo Bebianno (Secretaria Geral) à frente; o militar, liderado pelo general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional); o da Justiça, comandado por Sério Moro; o ideológico; e o técnico (os dois últimos sem lideranças unificadoras). Aos ministros se somam, no coração do poder, o núcleo familiar de Bolsonaro – formado por seus três filhos políticos e pela esposa – e o vice-presidente, general Hamilton Mourão.

Políticos

Bolsonaro pediu indicações de bancadas parlamentares, mas as escolhas com esse carimbo não passaram de quatro: Tereza Cristina (Agricultura), Luiz Henrique Mandetta (Saúde), Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) e Osmar Terra (Cidadania). Todos os demais membros do primeiro escalão federal, incluindo os outros dois ministros políticos (Onyx e Bebianno), foram escolhas pessoais de Jair Bolsonaro.

É uma inegável novidade, que torna ainda mais imprevisível o destino do governo. Por um lado, dar um basta à tutela de partidos geralmente fisiológicos e corruptos sempre foi uma demanda popular. Por outro, sempre se receou que tal comportamento levasse a retaliações no Congresso.

Escalões inferiores

Para tentar amenizar eventuais danos, Bolsonaro recebeu mais de 300 congressistas durante a transição. A mensagem é clara: acabou a moleza, mas o acesso ao chefe do Executivo está garantido. Nos bastidores, assessores de Onyx negociam com deputados postos de segundo e terceiro escalão e cargos nos estados, além de prometerem empenho para que as emendas parlamentares sejam executadas com prioridade.

Outra característica notável do ministério é a ampla concentração de poderes em algumas pastas, notadamente naquelas entregues a Paulo Guedes e Sérgio Moro, os dois grandes superministros da nova gestão. Também terão suas capitanias reforçadas a ministra da Agricultura, que terá sob seu guarda-chuva ainda a Reforma Agrária e a Pesca, e o ministro da Cidadania, Osmar Terra, que acumulará, além do Desenvolvimento Social, a Cultura e o Esporte, que serão extintos.

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