Acordo sobre “condições mínimas” propõe unificar candidaturas no PT baiano

Candidatos a presidente do PT da Bahia, Elen Coutinho, deputado estadual Jacó e Martiniano Costa realizaram evento na manhã dessa segunda-feira (2) para divulgar um manifesto que propõe unidade de todas as chapas na disputa pela direção estadual. Para a composição, todavia, eles indicam algumas “condições mínimas”, como o estabelecimento de calendário fixo de reuniões … Leia Mais


Deltan usou partido político para mover ação contra Gilmar Mendes no STF

 Igor Mello, Gabriel Sabóia, Silvia Ribeiro e Paula Bianchi Do UOL, no Rio, e do The Intercept Brasil O procurador Deltan Dallagnol, chefe da Operação Lava Jato em Curitiba, usou a Rede Sustentabilidade como uma espécie de laranja para extrapolar suas atribuições e propor uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) contra o ministro Gilmar Mendes, segundo revelam mensagens privadas … Leia Mais


Vaza Jato mostra Deltan e Fux em reuniões clandestinas com banqueiros

O jornalista Reinaldo Azevedo divulgou nesta sexta-feira (26) mais uma reportagem da Vaza Jato, em parceria com Leandro Demori, do site The Intercepet Brasil, em que mostra o coordenador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, atuando como consultor privado de banqueiros a convite da XP Investimentos   Deltan Dallagnol e Luiz Fux  O jornalista Reinaldo Azevedo divulgou nesta … Leia Mais



Empresas brasileiras contrataram, na Espanha, disparos em massa pró-Bolsonaro no Whatsapp


Reportagem da ‘Folha de S.Paulo’ traz declarações de dono da agência ‘Enviawhatsapps’ sobre como sua plataforma foi contratada para fazer “campanha para Bolsonaro”

Investigação do escândalo de caixa 2 de empresários em favor Bolsonaro está para há oito meses no TSE

São Paulo – O espanhol Luis Novoa, dono da Enviawhatsapps, confirmou que empresários brasileiros contrataram programa de sua agência para fazer disparos de mensagens em massa, pelo Whatsapp, em favor do então candidato Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha eleitoral de 2018. Em gravação obtida pelo jornal Folha de S.Paulo, Novoa afirma que só foi descobrir do uso político quando algumas linhas telefônicas utilizadas passaram a ser cortadas pelo aplicativo de mensagens.

Segundo a reportagem, “empresas, açougues, lavadoras de carros e fábricas” brasileiras contrataram os serviços de Novoa. Até então, ele disse achar normal, pois muitas empresas utilizam os disparos pelo Whatsapp para fazer marketing comercial. “Mas aí começaram a cortar nossas linhas, fomos olhar e nos demos conta de que todas essas contratações, 80%, 90%, estavam fazendo campanha política”, diz o espanhol. Perguntado se faziam campanha para um partido político, Novoa responde: “Eram campanhas para Bolsonaro”.

Caixa 2

Os cortes das linhas se deve à proibição, pelo próprio Whatsapp, do envio em massa de mensagens. A legislação eleitoral brasileira também proíbe empresários de fazer doações para campanhas políticas. O caso, agora confirmado, foi revelado em outubro de 2018, pelo mesmo jornal.

À época, cada contrato de “pacote de mensagens” podia custar até R$ 12 milhões. A rede de lojas Havan, de Luciano Hang, estaria entre as empresas envolvidas no escândalo, que ficou conhecido como “caixa 2 do Bolsonaro“. A operação, arquitetada para interferir no resultado do segundo turno das eleições presidenciais, teria envolvido o envio de centenas de milhares de mensagens, em favor do então candidato Bolsonaro e com conteúdos negativos ao opositor, o Fernando Haddad (PT).

Questionado, o empresário espanhol negou envolvimento com campanhas políticas no Brasil. “É mentira, não trabalhamos com empresas que tenham enviado (mensagens de) campanhas políticas no Brasil”, afirmou Novoa.

Mas numa gravação “sem permissão” de uma “conversa informal”, o empresário assume o uso político, ainda que não com a participação direta da campanha de Bolsonaro. “Estávamos tendo muitíssimos cortes, fomos olhar os IPs, era tudo do Brasil, olhamos as campanhas, eram campanhas brasileiras”. Segundo a Folha, os brasileiros compraram cerca de 40 licenças do software da agência espanhola. Cada linha pode disparar até 500 mensagens por hora – portanto, o pacote permitia até 20 mil disparos por hora com conteúdo relacionado às últimas eleições.

Confissão

Em vídeo postado nas redes sociais ainda durante a campanha para o primeiro turno das eleições de 2018,  empresários apoiadores de Bolsonaro afirmam que fizeram contribuição ilegal para a campanha do agora presidente. Em vídeo, Luciano Hang e Mário Gazin, dono de uma rede varejista que leva o seu nome, pedem votos para Bolsonaro. “Primeiro turno, Bolsonaro. Pra não ter escolha, pra nós não termos que gastar mais dinheiro, pra não ficar todo mundo gastando para o segundo turno”, diz o dono das Lojas Gazin.

Confira:

Apuração

Ainda em outubro passado, o PT entrou com ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cobrando a apuração das denúncias de caixa 2 em benefício de Bolsonaro. Oito meses depois, ninguém foi ouvido no processo. Segundo reportagem da Folha, a área técnica do tribunal informa ainda não haver decisão quanto a pedidos de depoimentos de testemunhas, nem a Polícia Federal enviou relatório da investigação aberta sobre o tema.

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‘Direto na jugular ‘, disse procurador ao defender usar morte de dona Marisa para atacar LULA


Ricardo Stuckert

Novo conteúdo divulgado pelo The Intercept mostra os procuradores preparando a estratégia de ataque contra o Lula; covardemente, ele escolheram a morte da esposa do ex-presidente, Marisa Letícia, como alvo da nota que iria direcionar as manchetes dos meios de comunicação; “Eu iria direto na jugular”, disse o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima ao defender a proposta no grupo de procuradores

 

A menção à Dona Marisa seria feita na nota oficial que o Ministério Público iria emitir à imprensa. “Eu iria direto na jugular”, disse o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima em uma das conversas no grupo de procuradores.

Santos Lima foi quem recebeu as ordens de Sergio Moro para que o MPF publicasse uma nota. Na conversa com os procuradores, Santos Lima ditou a narrativa que foi usada por diversos veículos da mídia. “Eu iria direto na jugular, falando que culpar quem morreu é uma tática velha de defesa”, escreveu ele, que minutos antes havia dito que “se fosse para falar” seria do jeito dele, ou seja, tentando criar a tese que que para se esquivar das acusações, Lula citou a ex-mulher que morreu vítima de um AVC.

Inicialmente, a estratégia de Santos Lima não convenceu os demais procuradores. “Ele não reconheceu os crimes e colocou nas costas dela… ele apenas disse que ela que tratou disso e que ela mesma não ia comprar no fim… qto ao item apreendido, pulou fora. Vcs que estavam lá podem avaliar melhor, mas pelo pouco que vi não me pareceu que foi isso. Foi?”, disse Deltan Dallagnol.

Mas a tese prevaleceu e a narrativa foi traçada pelo procurador Julio Noronha: “… Quanto às muitas contradições verificadas no interrogatório do ex-Presidente Lula, à imputação de atos à sua falecida esposa, à confissão de sua relação com pessoas condenadas pela corrupção na Petrobras e à ausência de explicação sobre documentos encontrados em sua residência, o Ministério Público Federal se manifestará oportunamente, no processo, especialmente nas alegações finais”, rascunhou o procurador para aprovação dos demais.

O texto final da nota do MPF trouxe a menção de Marisa, sendo manchete de diversos veículos de comunicação.

 

 

 


Bolsonaro diz que MEC estuda ‘descentralizar’ investimento em cursos de filosofia e sociologia


Segundo ele, motivo seria usar o orçamento do governo federal para ensinar leitura, escrita e a fazer conta, ‘e depois um ofício que gere renda para a pessoa e bem-estar para a família, que melhore a sociedade em sua volta’.

O presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia de posse do Ministro de Estado da Educação, Abraham Bragança de Vasconcellos Weintraub, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), nesta terça-feira (9). — Foto: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo

Críticas de entidades acadêmicas

As afirmações de Bolsonaro e Weintraub sobre ciências humanas não gerarem renda ou melhorarem a sociedade repercutiram de forma negativa entre entidades acadêmicas.

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Urandi: emenda parlamentar garante trator para associação de Cabeceiras e Raíz


No último sábado, 13, os deputados Waldenor Pereira (federal) e Zé Raimundo (estadual) visitaram o município de Urandi, região da Serra geral Baiana, onde se reuniram com moradores das comunidades rurais de Cabeceira e Raíz, localidades contempladas com um trator e implementos agrícolas destinados através de emenda dos seus mandatos.

O equipamento tem beneficiado a Associação Comunitária dos Pequenos Produtores Rurais destas comunidades, contribuindo com a ampliação da produção local e com o fortalecimento da agricultura familiar em Urandi.

O encontro aconteceu em Cabeceiras, onde os moradores agradeceram o empenho dos deputados em contribuir com o desenvolvimento dos pequenos agricultores de Urandi e, também, o compromisso que têm demonstrado ao longo dos anos de atuação política naquela região com os urandienses.

Waldenor e Zé Raimundo abraçaram as lideranças presentes e agradeceram o apoio que têm recebido dos companheiros do município, como a presidenta do PT, Idalina Magalhães, o presidente da Associação Cristiano Pereira, o secretário Carlos Gonçalves, dentre tantos outros que estavam presentes. (mais…)


Em 4 anos de governo, Rui Costa visitou 255 municípios de todas as regiões


No último mês de março, em Camaçari, o petista autorizou as obras de reforma do Hospital Geral

Foto: Mateus Pereira/ GOVBA
Foto: Mateus Pereira/ GOVBA

 

Desde que assumiu o Governo do Estado, em janeiro de 2015, o governador Rui Costa já visitou 255 municípios de diferentes regiões da Bahia, completando até agora um total de 499 viagens. A 500ª vai acontecer na segunda-feira (15) e terá como destino a cidade de Morro de Chapéu, na Chapada Diamantina.

Entre os municípios que mais vezes receberam o governador para entrega de obras e anúncio de novas intervenções estão Camaçari, Lauro de Freitas, Feira de Santana, Itabuna, Porto Seguro, Teixeira de Freitas, Jequié, Barreiras e Juazeiro.

No último mês de março, em Camaçari, Rui autorizou as obras de reforma do Hospital Geral, que oferece uma média de 5 mil atendimentos mensais e possui 135 leitos de internação, sendo oito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), além de outros 39 na emergência.

Principal centro industrial do estado, o município também foi beneficiado com a entrega do novo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), no bairro Comércio III, e de uma Academia da Saúde, na localidade de Arembepe.


Governo bloqueia quase R$ 30 bilhões do orçamento; mas o que Pereira tem com isso?


A equipe econômica decidiu contingenciar (bloquear) R$ 29,792 bilhões de despesas discricionárias (não obrigatórias) do Orçamento Geral da União de 2019, segundo o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado nesta sexta-feira (22) pelo Ministério da Economia.

A cada dois meses, o governo apresenta o relatório com orientações para execução do Orçamento. O documento contém previsões para economia, receita e despesa. Dependendo dos números, o governo corta ou libera recursos para cumprir a meta de déficit primário e o teto de gastos federais.

De acordo com o relatório, o corte de bilhões é necessário para que o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) cumpra a meta de déficit primário de R$ R$ 139 bilhões estipulada para 2019. O déficit primário é o resultado negativo das contas do governo sem considerar o pagamento dos juros da dívida pública.

Segundo o prefeito de Vitória da Conquista Herzem Gusmão Pereira,  a barragem teria entrado no orçamento de 2019, infelizmente isso não seria possível porque o orçamento estava fechado, todavia o prefeito de Conquista, entende que o povo de Vitória da Conquista, não conhece administração pública e aí, ele pode dizer o que quiser e valerá como verdade.

Entretanto o mesmo Pereira, voltou à Brasília e de novo solicitou a entrada da construção da barragem ao governo de Bolsonaro e nesse caso para o orçamento de 2020, seria possível, desde que houvesse recurso em torno de meio bilhão de reais, para ser aplicado em Vitória da Conquista, tal recurso não existe, conforme essa matéria informa, o governo acaba de cortar do orçamento, ao menos 60 barragens do Rio Pardo.

“Ao final da reunião, a avaliação é de que a proposta foi muito bem recebida pelo presidente. “O presidente Michel Temer foi muito receptivo a nossa proposta. Na nossa frente ele despachou para o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, o projeto da barragem. Ele também apontou a possibilidade de colocar a obra no orçamento de 2019 ou de incluí-la no PAC. Esta última alternativa foi avaliada por todos como a mais viável”, detalhou o prefeito. “Agora temos que continuar trabalhando junto ao deputado Arthur Maia, que foi incumbido pelo presidente Temer para acompanhar o tramite burocrático junto aos ministérios do Planejamento e Integração Nacional, para que estes detalhes sejam resolvidos o mais breve possível”, concluiu.

O fato é que está totalmente inviabilizada a obra para essa quadra administrativa, caso aceite disputar as próximas  eleições o prefeito Guilherme autor do projeto, terá que lutar muito para conseguir a obra.


Preso, Temer é alvo de dez investigações. Veja todas as acusações contra o ex-presidente


Segundo ex-presidente da República preso por corrupção no Brasil, Michel Temer passou a noite em uma sala especial na sede da Polícia Federal do Rio de Janeiro após ter a prisão preventiva cumprida pela força-tarefa da Lava Jato a mando do juiz Marcelo Bretas na manhã dessa quinta (21).

A prisão, porém, não é o único motivo de preocupação para Temer. O ex-presidente é alvo de dez investigações, acusado pelo Ministério Público Federal de receber propina há 40 anos. As denúncias vão de desvios na construção de fóruns, no setor de energia, de portos e até de compra de silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, também do MDB, preso em Curitiba há dois anos (veja abaixo todos os inquéritos aos quais o ex-presidente responde).

>> Prisão de Temer deve dificultar aprovação da reforma da Previdência. Veja outros desdobramentos possíveis do fato

Temer é acusado de liderar uma organização criminosa,  que recebeu, em pagamentos efetivados ou promessas de propina pelos próximos 30 anos, um total de R$ 1,8 bilhão de 16 esquemas de corrupção. No pedido de prisão, Bretas fala em envolvimento em licitações irregulares e contratos superfaturados, lavagem de dinheiro e recebimento de vantagens indevidas no Brasil e no exterior.

Em nota, o advogado Eduardo Carnelós disse que não há provas da participação do ex-presidente nas acusações. “Resta evidente a total falta de fundamento para a prisão decretada, a qual serve apenas à exibição do ex-presidente como troféu aos que, a pretexto de combater a corrupção, escarnecem das regras básicas inscritas na Constituição da República e na legislação ordinária”, diz o comunicado.

Para Carnelós, a prisão está baseada apenas em depoimento de um delator sem comprovação. “Os fatos objeto da investigação foram relatados por delator, e remontam ao longínquo 1° semestre de 2014. Dos termos da própria decisão que determinou a prisão, extrai-se a inexistência de nenhum elemento de prova comprobatório da palavra do delator, sendo certo que este próprio nada apresentou que pudesse autorizar a ingerência de Temer naqueles fatos”, destacou o advogado, que também falou que a prisão é um dos “mais graves atentados ao Estado Democrático e de Direito no Brasil”.

>> Veja íntegra da decisão que levou à prisão de Temer

VEJA OS PROCESSOS AOS QUAIS O EX-PRESIDENTE RESPONDE:

1 – Propina de R$ 1 milhão da Engevix

A acusação que motivou a prisão de Temer e se baseia na delação premiada do dono da construtora Engevix, José Antunes Sobrinho. Segundo o empresário, o ex-presidente sabia do pagamento de R$ 1 milhão em propina para a construção de um projeto da usina Angra 3. Os pagamentos ocorreram a pedido do coronel João Baptista Lima Filho, amigo de décadas de Michel Temer.

2 – Reforma para filha

Enviado à Justiça de São Paulo, o inquérito que analisa suposto crime de lavagem de dinheiro na reforma de um imóvel da filha de Temer, Maristela, investiga se a obra foi custeada pela Argeplan. A suspeita é de que o custo teria girado em torno de R$ 1,5 milhão a R$ 2 milhões e de que o dinheiro teria sido entregue por dois funcionários do grupo J&F ao coronel Lima, amigo de décadas do ex-presidente, também preso ontem.

“Pelas provas colhidas, Maristela Temer agiu com consciência e vontade de mascarar a origem dos recursos empregados nas obras da reforma de sua residência, haja vista que existem recibos em seu nome de serviços que não foram por ela custeados”, afirma a denúncia.

3 – Superfaturamento para construção de fóruns 

Há indícios de superfaturamento na contratação da Argeplan/Concremat pelo Tribunal de Justiça de São Paulo por serviços de arquitetura e engenharia para realização de projetos e construção de 36 novos fóruns paulistas num valor de cerca de R$ 100 milhões. Ao colocar Michel Temer na posição de proprietário da Argeplanl, a PGR avalia que ele teria usado o cargo de então presidente da República para influenciar o esquema. O está na Justiça Federal de São Paulo.

>> Veja uma lista de esquemas nos quais o MP acusa Michel Temer de estar envolvido

4 – Contrato fictício no porto de Santos

São suspeitas narradas pelo delator Flávio Calazans e pela auditoria interna da empresa Pérola S/A sobre um possível contrato fictício de prestação de serviço no valor de R$ 375 mil no porto de Santos.  Calazans disse que seu escritório serviu como centro de lavagem de dinheiro para Milton Lyra, apontado como operador do MDB.

Na delação, Calazans contou que se reuniu com um intermediário de Lyra em meados de 2014, quando foram acertadas as operações e que elaborou minutas de contratos com empresas do setor de portos, os quais eram fictícios, mas serviriam para dar suporte aos recebimentos.

5 – Contrato irregular da Argeplan com a Fibria Celulose 

Também na Justiça Federal de São Paulo, o caso de suspeitas de contrato irregular entre a Argeplan Arquitetura e Engenharia e a empresa Fibria Celulose S/A, com valores em torno de R$ 15,5 milhões.

6 – Odebrecht

O delator Cláudio Melo Filho, ex-vice presidente de Relações Institucionais da Odebrecht, disse que foi acertado, em um jantar no Palácio do Jaburu, em 2014, o pagamento de propina de R$ 10 milhões ao MDB. A negociação foi conduzida por Temer, Moreira Franco e Eliseu Padilha, segundo ele.

De acordo com o executivo, as doações eram feitas periodicamente e objetivavam a aprovação de medidas de interesse da Odebrecht no Congresso, numa espécie de “contrapartida institucional entre público e privado”.

7 – Decreto dos Portos (mais…)