Solvis presente no HIS2019

O NPS® (Net Promoter Score) para a área da saúde é o desafio proposto pela Solvis para a edição de 2019 do Health Innovation Show (HIS2019) que ocorrerá nos dias 18 e 19 de setembro, no São Paulo Expo, capital paulista. Hospitais, clínicas e laboratórios também precisam desempenhar um bom atendimento e entregar um produto de qualidade. … Leia Mais


Brasileira desenvolve leite natural para pessoas com intolerância à lactose

Em 2016, outra jovem brasileira havia criado cápsulas para tornar laticínios adequados ao consumo de pessoas com rejeição (Crédito: Divulgação) A estudante de Engenharia Química Andressa Bueno, de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, é mais uma cientista brasileira a propor uma solução para quem tem intolerância à lactose, mas quer consumir laticínios: ela … Leia Mais


Massagens e terapias corporais melhoram saúde do corpo e da alma

Procedimentos integram o menu de serviços da tríade saúde, beleza e bem estar oferecidos pelo recém-inaugurado Studio Stella Alencar Grande parte da população sofre ou já sofreu com alguma forma de tensão, desconforto ou dores musculares ocasionados pelas atividades diárias e pelo estresse do dia a dia. Uma massagem relaxante depois de uma jornada marcada … Leia Mais


Vitória da Conquista (BA) comemora a 15ª edição do Dia Nacional do Campo Limpo

Central de recebimento de embalagens vazias de defensivos agrícolas de Vitória da Conquista, gerenciada pela Aras (Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Sudoeste), comemora sucesso do programa de logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas A celebração do Dia Nacional do Campo Limpo, em 18 de agosto, já reuniu cerca de um milhão … Leia Mais



Suco de fruta aumenta risco de câncer, alerta estudo


Ingerir mais de 100 ml de suco industrializado ou natural por dia eleva o risco de câncer. Segundo pesquisadores, o principal vilão é o açúcar

Para aqueles que gostam de tomar suco durante as refeições, aqui vai uma má notícia: beber suco de fruta diariamente, incluindo o 100% natural, pode elevar o risco de câncer, segundo estudo publicado nesta quinta-feira no British Medical Journal. A pesquisa indica que apenas 100 mililitros (ml) por dia de suco, natural ou industrializado, está associado a um aumento de 12% na propensão ao desenvolvimento de câncer em geral. O risco é ainda maior para o câncer de mama: 15%. Já para quem costuma optar por bebidas gasosas, como refrigerantes, o risco sobe para 18% e 22%, respectivamente.

De acordo com os pesquisadores, o açúcar é o principal vilão contido nas bebidas. “O alto consumo de bebidas açucaradas é um fator de risco para obesidade e ganho de peso. E a obesidade é, em si, um fator de risco para o câncer”, explicou Mathilde Touvier, principal autora do estudo, à CNN.

A equipe ressaltou, no entanto, que mesmo pessoas com Índice de Massa Corporal (IMC) normal apresentam riscos semelhantes para câncer em decorrência de sucos de frutas artificiais ou naturais, e refrigerantes. Isso acontece porque essas bebidas promovem o acúmulo de gordura corporal ao redor do abdômen – mesmo para quem consegue se manter dentro do peso adequado. Estudos anteriores descobriram que a gordura corporal está relacionada ao crescimento de tumores.

A pesquisa revelou ainda que essa associação não foi encontrada em indivíduos que ingeriam versões diet. Isso reforça o fato de que o açúcar pode realmente ser o desencadeador do resultado. Ainda assim, os cientistas destacaram que esse achado deve ser interpretado com cautela, já que o consumo de bebidas dietéticas entre os participantes foi baixo.

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Acabou-se o que era necessário; Desde saída de cubanos, 3 milhões perderam assistência por falta de médicos


Desde saída de cubanos, 3 milhões perderam assistência por falta de médicos

Beto Macário/UOL

 

A enfermeira Louise Caroline faz atendimentos de pré-natal e pressão alta enquanto não há médicos no posto em Campo Alegre (AL)Imagem: Beto Macário/UOL

Carlos Madeiro

Colaboração para o UOL, em Campo Alegre (AL)

08/07/2019 04h00

Na manhã da sexta-feira (5), o agricultor Messias Calado, 27, procurou a unidade de saúde da família na comunidade Novo Mundo, em Campo Alegre (a 95 km de Maceió), em busca de um médico. “Eu adoeci com o veneno que coloco na plantação. Estou com febre e enjoo”, disse o paciente, que acabou sendo atendido por uma enfermeira. O motivo? O posto está sem médico.

A unidade e outras quatro no município estão sem médico porque a prefeitura não consegue contratar profissionais. Ao todo, há 19 unidades na cidade.

Nos últimos seis meses, a cobertura do programa Estratégia de Saúde da Família (ESF) vem caindo. Segundo dados do Ministério da Saúde, 3 milhões de pessoas deixaram de contar com assistência entre novembro passado e maio deste ano.

Beto Macário/UOL

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Hanseníase ainda é motivo de atenção no Bahia; só em 2018 mais de 2 mil casos novos foram diagnosticados


Só em 2018, foram registrados 2.131 casos novos da doença

Créditos: Ministério da Saúde

Um agente de saúde trabalha todos os dias para prevenir doenças e levar informação a várias famílias de uma comunidade. Mas ele também pode adoecer. É o caso, por exemplo, de Roberto Carlos Rezende da Silva, de 55 anos, um dos milhares de agentes que atuam na Bahia. Há mais de dez anos, ele trabalha com um grupo de autocuidado para pacientes com hanseníase em Camaçari. Apesar da experiência profissional na área, Roberto se mostrou surpreso ao descobrir que havia sido infectado pelo bacilo que causa a doença.

“Eu já estava lidando com essa patologia há muito tempo junto com o pessoal do grupo. Incentivando a se cuidar, procurar uma unidade, a tomar a medicação… Enfim, dando aquele estímulo para as pessoas. E até então, eu nunca imaginava que eu pudesse um dia contrair a hanseníase. Em um primeiro momento veio na minha cabeça, ‘ah, qualquer um pode ter (hanseníase), eu que tenho orientação, não’, e aí foi ledo engano. Quem descobriu a mancha foi minha esposa. Quando percebi que não sentia o local, procurei a equipe médica, fiz os exames e aí detectamos a hanseníase”.

Créditos: Ministério da Saúde

O curioso é que Roberto pode não ter sido infectado por um de seus pacientes. A doença é bacteriana e é transmitida por meio de fluidos e secreções das vias respiratórias. Não é transmitida por quem faz o tratamento corretamente e é curado, como no caso das pessoas com quem o agente tem contato no grupo. Isso quer dizer que Roberto foi infectado por alguma pessoa que tem hanseníase, que não se tratou e faz parte de seu convívio próximo.

Os números revelam que a doença ainda é uma realidade na Bahia. Só em 2018, foram registrados 2.131 casos novos da doença. De acordo com a sanitarista do Grupo Técnico de Hanseníase da Secretaria de Saúde da Bahia, Cristiane Ribeiro, é necessário estar atento aos sinais e sintomas para garantir um diagnóstico precoce e, assim, poder curar o paciente com tratamento correto.

“A gente está sempre incentivando para que o quanto antes faça o diagnóstico, melhor o prognóstico do paciente para que esse paciente não venha ter incapacidades relativas à doença. Já que a doença é crônica, ela é progressiva, então o quanto antes a gente diagnosticar, tratar e curar, melhor para esse paciente.”

O importante é ficar atento aos sinais e sintomas do seu corpo. Ao surgimento de qualquer mancha na pele em que você observe a perda ou diminuição da sensibilidade ao toque, calor ou frio, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Quanto mais cedo o diagnóstico, menores as chances de sequelas. A hanseníase tem cura e o tratamento está disponível gratuitamente no SUS. Por isso, não esqueça: identificou, tratou, curou. Para mais informações, acesse saude.gov.br/hanseniase.

Créditos: Ministério da Saúde


ONU: Até 2050, uma em cada seis pessoas no mundo terá mais de 65 anos


O Brasil já ultrapassou a marca de 30 milhões de idosos, o que é um desafio para a sociedade, de uma forma geral, e também para o governo no que se refere aos cuidados e ao acolhimento deles

Foto: Pixabay

De acordo com um relatório da ONU, divulgado recentemente, a população mundial está se tornando mais velha devido a uma expectativa de vida maior e a taxas de fertilidade descendentes. O estudo aponta que até 2050, uma em cada seis pessoas no mundo terá mais de 65 anos; e estima-se que o número de pessoas com 80 anos ou mais triplique, passando de 143 milhões em 2019 para 426 milhões em 2050.

De acordo com a especialista no processo de envelhecimento, Jullyanne Marques, o Brasil já ultrapassou a marca de 30 milhões de idosos, o que é um desafio para a sociedade de uma forma geral e também para o governo no que se refere aos cuidados e ao acolhimento deles.

“Não adianta só a gente viver muito, não adianta só a gente atingir uma expectativa de vida elevada e não oferecer qualidade para estes idosos, não oferecer um processo de envelhecimento digno, com recurso para que eles possam ter acesso a saúde, acesso ao lazer; então tudo isso é um desafio nosso, como cidadão, e é um desafio também do governo, não adianta ficar também passando o problema para o outro”, comentou.

A Jullyanne Marques, que é gestora da Onix, uma empresa especializada no cuidado ao idoso em São Paulo, explica ainda que junto com o envelhecimento, muitas vezes, vem o medo de envelhecer.

“O idoso, que você vê hoje que tem 90 anos, ele não sabia que ele ia chegar aos 90 anos. E aí este idoso de 90 anos às vezes ele vê a família morrendo, os amigos morrendo e toda aquela preocupação em cima da morte, em cima dele, e aí gera-se o medo mesmo. É um medo do desconhecido, não da morte e sim da velhice. Hoje a velhice é uma coisa desconhecida para a gente. A gente achava que ia viver 60, 70 anos e hoje em dia a expectativa de vida já está levando a gente a viver 100 anos praticamente, né?”, disse.

Mas não é todo mundo que tem medo de envelhecer. O psicólogo José Raucci, de 72 anos, morador de São Paulo, por exemplo, trata do assunto de forma bem natural. Até 2013 ele fazia os atendimentos em um escritório. Depois disso, um dia, ele recebeu o convite para fazer o atendimento para uma criança, em um hospital. Lá, uma outra família o chamou para fazer um atendimento, só que desta vez, para uma senhora que também sofreu um acidente. A partir daí, ele se tornou o “psicoandarilho”, e, hoje em dia, vai até seus clientes de ônibus, de metrô, andando, mas o que ele não quer é ficar parado.

“Envelhecer é a coisa mais natural a partir da hora que a gente nasce. Então, ter medo do quê? Eu estou aqui e enquanto eu estou vivo eu estou querendo ser útil, faço o melhor possível, e vou em frente. Passo o meu dia conversando, caminhando, andando, trabalhando, estou me movimentando, não estou parado, olhando para a parede. Então eu acho que a melhor forma de envelhecer é envelhecendo, mas sendo útil”, enfatizou.

Bom, mas envelhecer não é uma tarefa fácil para todo mundo. Segundo o professor da FGV, Alexandre Correa Lima, é possível observar algumas dimensões que serão fundamentais para que não apenas tenhamos uma longa vida, mas sobretudo uma vida plena, saudável e cheia de significado.

“Uma delas, obviamente, é a dimensão física. Você precisa chegar lá na frente bem de saúde física. Como você chegará aos 70, 80 ou 90, é uma consequência de como você levou sua vida aos 20, aos 30 e aos 40; se eu fui sedentário, se eu fui obeso, se me alimentei bem, se eu cuidei do meu corpo”, ressalta.

Outra dimensão seria a financeira. Segundo o professor, dinheiro não é tudo, mas obviamente, compra algum conforto material.

“Eu não falo aqui apenas em ter dinheiro para comprar remédio, para hospital, que é o que muita gente pensa. Se você for analisar o segmento de Turismo, as pessoas acima de 50 anos são as que mais movimentam esse mercado; elas estão viajando, estão conhecendo outros países. Você estar bem resolvido financeiramente é importante. E é importante não só por esta coisa óbvia de você ter acesso a uma saúde de mais qualidade, mas para você ter conforto, você talvez poder pagar um curso que você queira aprender uma nova habilidade, para você poder viajar”, ponderou o professor. (mais…)


Frango com salmonela é revendido legalmente no Brasil; como se proteger?


iStock

 

Frango cru pode hospedar tipos de salmonelaImagem: iStock

Gabriela Ingrid

Do UOL VivaBem, em São Paulo

A carne de frango brasileira rejeitada no Reino Unido entre abril de 2017 e novembro de 2018 por contaminação de salmonela voltou ao Brasil e foi revendida no mercado nacional, de acordo com investigação feita pela Repórter Brasil em parceira com o jornal britânico The Guardian e o Bureau of Investigative Journalism.

Segundo a reportagem, cerca de 1 milhão de aves congeladas foram vetadas nos portos do reino Unido por não atenderem os padrões de segurança alimentar europeu, que tolera 3,3% de carne de frango contaminada. No Brasil, a regulamentação tolera até 20% de contaminação.

De acordo com o Ministério da Agricultura e a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), ouvidos pela matéria, o produto vetado que volta ao Brasil pode seguir dois caminhos. Se o tipo de salmonela presente apresentar risco potencial à saúde humana, o frango contaminado é cozido e a carne é processada em subprodutos, como nuggets, salsicha, linguiça e mortadela de frango. Mas se as bactérias não forem perigosas, o produto é colocado no mercado interno “in natura”.

Galinhas são hospedeiros naturais

A salmonela tem diversos subtipos, com uma variedade de patogenicidade, ou melhor, a capacidade do agente invasor em causar doença. De acordo com Cynthia Kunigk, professora do curso de Engenharia de Alimentos do Instituto Mauá de Tecnologia, essa bactéria faz parte da microbiota do intestino do frango, mas nem todos tipos que vivem lá causarão uma doença no ser humano. “Isso depende da patogenicidade e da pessoa. Um sistema imunológico debilitado também favorece a contaminação”, explica.

Por estar presente no intestino dos animais, a salmonela também sai nas fezes e contamina o pé da galinha e as penas. Se não forem tomados os devidos cuidados no ambiente do abate e no processamento, pode ter contaminação. “A indústria deve usar produtos antimicrobianos no ambiente para evitar que isso ocorra e tomar cuidado com a ração”, diz Kunigk.

Além das carnes de frango e vaca, outros alimentos de origem animal também já foram responsáveis por surtos de salmonela, como queijos frescos, leite e ovos.

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CAXUMBA: Saiba o que é e como se prevenir contra a doença


Atletas, comissão técnica e demais membros da delegação brasileira de futebol masculino foram vacinados contra as doenças sarampo, caxumba e rubéola.

Atletas, comissão técnica e demais membros da delegação brasileira de futebol masculino foram vacinados contra as doenças sarampo, caxumba e rubéola. A medida foi adotada como prevenção, depois que o jogador Richarlison teve de ser afastado com diagnostico de caxumba. E você sabe o que é? A caxumba é uma infecção contagiosa e que, normalmente, atinge as glândulas que produzem a saliva ou as próximas ao ouvido. O diretor do Departamento de Imunizações e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Júlio Croda, explica quais os sintomas dessa doença.

“Associado a esse inchaço das glândulas salivares, que pode ocorrer em um lado só ou nos dois lados, a pessoa pode ter febre, dor de garganta, cansaço, falta de apetite e dor ao mastigar e engolir por conta do inchaço da glândula salivar”.

A doença é altamente contagiosa e a única forma de evitar é se protegendo com as vacinas Tríplice Viral e Tetra Viral, que são aplicada gratuitamente no Sistema Único de Saúde. Por isso a importância de ficar atento ao calendário de vacinação, como afirma Júlio Croda.

“A gente vem no momento do Movimento Vacina Brasil, e é importante que todas as pessoas entendam e valorizem a ação de vacinação, principalmente nas crianças, onde a maioria do calendário nosso vacinal é adotado. Nesse caso, a gente tem a vacinação de sarampo, caxumba e rubéola aos 12 meses aos 15 meses”.

A transmissão da caxumba ocorre por meio do contato com secreções das vias respiratórias, de uma pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Não existe um tratamento específico, por isso é recomendado apenas repouso, uso de medicamentos para aliviar a febre e dor local e observação cuidadosa de aparecimento de complicações.


Privatização do saneamento pode levar a aumento na tarifa e diminuição da qualidade da água


Novo marco regulatório para os serviços de água e esgoto está na Câmara desde o dia 12. Proposta é alvo de críticas do geógrafo Wagner Ribeiro

Senado aprovou PL no dia 6 de junho, em regime de urgência. Projeto abre espaço para iniciativa privada

São Paulo – Depois de aprovado pelo Senado, em regime de urgência, o Projeto de Lei (PL) 3.261/2019  chegou à Câmara dos Deputados no último dia 12. O texto abrirá espaço para a privatização dos serviços de água e esgoto no país. A proposta reproduz o conteúdo da Medida Provisória (MPV) 868/2018, editada durante o governo de Michel Temer, mas que havia perdido a validade no dia 3 de junho. Na data de vencimento, no entanto, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) apresentou o PL, aprovado no dia seguinte pela Comissão de Serviços de Infraestrutura e dois dias depois no plenário do Senado.

Em entrevista à Rádio Brasil Atual, o professor do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-graduação da Universidade de São Paulo (USP) Wagner Ribeiro não só considerou a movimentação do projeto estranha, como também afirmou ser o PL uma medida do interesse de grandes indústrias de bebidas por ser a água, por exemplo, a matéria-prima mais cara nesse tipo de produção. De acordo com o site O Joio e o Trigo, o próprio Tasso Jereissati é dono da empresa Solar, detentora do engarrafamento e distribuição dos produtos Coca-Cola no Nordeste e em parte do Centro-Oeste.

“A forma como foi aprovado no Senado mostra que eles têm uma urgência em tocar esse assunto para frente e é preciso resistir porque poderemos ter aumento de tarifa e, consequentemente, diminuição da qualidade da água”, adverte o geógrafo à jornalista Marilu Cabañas. Reportagem da RBA mostra ainda que a privatização irá ampliar a desigualdade no acesso ao saneamento básico.

Ouça a íntegra da entrevista