Cidades Humanas Resilientes e Inclusivas e a Gestão Pública para a Longevidade

Especialistas debatem como tornar as cidades inclusivas aos idosos considerando o cenário de crescente envelhecimento da população A sexta edição do Connected Smart Cities e Mobility (CSCM) realizado pela Necta e Urban Systems em ambiente totalmente digital – DX (Digital Xperience), aconteceu no início de setembro trazendo diversas discussões relevantes para a melhoria da qualidade de vida nas cidades brasileiras. Foram … Leia Mais


Decreto autoriza motoristas do sistema escolar atuar com transporte municipal

Trabalhadores de transporte escolar do município estão parados há seis meses Foto: ASCOM/Itabuna   A Prefeitura de Itabuna, no sul da Bahia, autorizou os motoristas do transporte escolar atuarem nos itinerários das linhas do sistema municipal de transporte público. A medida foi publicada no Diário Oficial do Município, nesta quarta-feira (9). Há seis meses, trabalhadores … Leia Mais


Programa habitacional Casa Verde e Amarela quer atingir 1,6 milhão de famílias; governo do PT fez 3,8 milhões, Bolsonaro nenhuma

Substitui Minha Casa Minha Vida Taxas de juros serão reduzidas O líder do governo na Câmara, deputado federal Ricardo Barros (PP-RP), o presidente Jair Bolsonaro, o ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), em cerimônia no PlanaltoSérgio Lima/Poder360 – 25.ago.2020 DOUGLAS RODRIGUES e MATEUS MAIA O governo Bolsonaro … Leia Mais




Pereira abandona 25 quilômetros de ciclovias construídos no governo do PT


O governo do Sr. Hérzem Pereira não construiu um metro de ciclovia ou ciclofaixa, ao contrário nega manutenção nos quilômetros existentes

Ciclovia é uma dentre várias opções técnicas de segurança de trânsito para melhoria da vida do ciclista. Ela pode ou não ser a opção mais segura ou apropriada. Em várias situações é mais apropriado ter faixas para ciclistas, sinalização, trânsito partilhado ou mesmo não fazer absolutamente nada.

Ciclovia, na avenida Brumado, na visão do prefeito municipal, Seu Pereira e do seu Secretário de Serviços Públicos. Detritos fecais de animais sobre o asfalto. Como é que isso funciona mesmo, dar as costas para o serviço público, com ênfase ao do lado Oeste da Cidade?

No governo de Guilherme Menezes várias ciclovias foram construídas na cidade, dando conforto e comodidade ao ciclista. QUEM USA BICICLETA SABE.

 



Transposição do rio São Francisco; muitos projetaram, mas Lula fez


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Transposição do rio São Francisco

Obras da transposição em CabrobóPernambuco.

Mapa do Projeto de Integração do São Francisco.PNG

Mapa do Projeto de Integração do São Francisco.

Localização
País  Brasil
Localização Região Nordeste
Detalhes
Proprietário Governo Federal
Estatísticas
Website saofrancisco.cbh.gov.br

transposição do rio São Francisco é um projeto de deslocamento de parte das águas do rio São Francisco, no Brasil, nomeado pelo governo brasileiro como “Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional“.

O projeto é um empreendimento do governo federal, sob responsabilidade do Ministério do Desenvolvimento Regional. A obra prevê a construção de mais de 700 quilômetros de canais de concreto em dois grandes eixos (norte e leste) ao longo do território de quatro Estados (PernambucoParaíbaCeará e Rio Grande do Norte) para o desvio das águas do rio. Ao longo do caminho, o projeto prevê a construção de nove estações de bombeamento de água.[1] Mais tarde aventou a possibilidade do chamado eixo sul, abrangendo a Bahia e Sergipe e eixo oeste, no Piauí.[2][3]

Orçado atualmente em R$ 8,2 bilhões,[4] o projeto, teoricamente, irrigará a região Nordeste e semiárida do Brasil. O principal argumento da polêmica dá-se sobretudo pela destinação do uso da água: os críticos do projeto alegam que a água será retirada de regiões onde a demanda por água para uso humano e dessedentação animal é maior que a demanda na região de destino e que a finalidade última da transposição é disponibilizar água para a agroindústria e a carcinicultura — contudo, apesar da controvérsia, tais finalidades são elencadas como positivas no Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) em razão da consequente geração de emprego e renda.[5] Iniciada em 2007, a conclusão da transposição estava originalmente planejada para 2012, mas atrasos mudaram a data prevista para 2022.[6]

Império do Brasil

Ver artigo principal: Seca no Brasil

A ideia de transposição das águas do rio São Francisco remonta à década de 1840, no tempo do Império do Brasil sob o reinado de Dom Pedro II, já sendo vista, por alguns intelectuais de então, como a única solução para a seca do Nordeste. Os dois anos de estiagem que o Nordeste enfrentou – de 1844 a 1845 – motivaram o intendente da comarca do Crato, no Ceará, Marcos Antônio de Macedo, a propor um projeto para trazer água do São Francisco para o seu estado. O canal partiria de Cabrobó, em Pernambuco, para abastecer o rio Jaguaribe, um dos principais do Ceará. Foi o primeiro projeto de transposição das águas do rio São Francisco, elaborado em 1847. Naquela época, não foi iniciado o projeto por falta de recursos da engenharia.[7][8][9]

30 anos se passaram sem que o imperador Dom Pedro II tomasse conhecimento do ousado plano, até que o Nordeste enfrentou uma das mais terríveis secas de sua história, conhecida como a Grande Seca, de 1877 a 1879. Toda região foi afetada, contudo a província do Ceará foi a mais atingida, onde cerca de 10% da população pereceu (a província tinha por volta de 800 mil habitantes).[10][11] Desistiu de retomá-lo, porém, porque estudos feitos pelo Barão de Capanema demonstraram não haver recursos técnicos para fazer com que as águas transpusessem a Chapada do Araripe, localizada na divisa dos estados do Ceará, Piauí e Pernambuco.

Nos últimos 12 anos do Império, o parlamento brasileiro sempre recusou as propostas do imperador para a construção de um canal de transposição, alegando que tal idealização tratava-se de uma obra faraônica e de elevado custo. Dom Pedro II vendeu joias, obras de arte e pinturas para arrecadar fundos a fim de custear as obras, entretanto, a quantia obtida era insuficiente.[12] Depois da seca de 1877, o imperador envia uma equipe de engenheiros para a região nordestina para estudar as possibilidades de projetos de engenharia com a intenção de amenizar as consequências das secas. Os resultados desses estudos, realizados por engenheiros brasileiros e ingleses, indicaram a construção de barragens ou açudes. O Açude do Cedro foi umas das primeiras grandes obras de combate à seca realizadas pelo Governo Imperial. A ordem de construção foi dada por D. Pedro II em decorrência do grande impacto social provocado pela seca de 1877, porém o início das obras deu-se durante os governos republicanos entre 1890 e 1906.

“Não restará uma joia da Coroa, mas nenhum nordestino morrerá de fome” – D. Pedro II.

República

Lula e Dilma inaugura a transposição do Rio com o povo

Ao longo do século XX, a transposição do São Francisco continuou a ser vista como uma solução para o aumentar as disponibilidades em água no Nordeste Setentrional. A discussão foi retomada em 1943 pelo Presidente Getúlio Vargas.

O primeiro projeto consistente surgiu no governo João Batista de Oliveira Figueiredo, quando Mário Andreazza era Ministro do Interior, após uma das mais longas estiagens da história (1979-1983) e foi elaborado pelo extinto Departamento Nacional de Obras e Saneamento (DNOS).[carece de fontes]

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Transposição do São Francisco no Ceará estava 94% pronta antes de Bolsonaro


Jair Bolsonaro inaugurou nesSa sexta-feira o Eixo Norte da transposição do Rio São Francisco em evento sem presenças dos governadores do Ceará, Camilo Santana (PT), e de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB)

Jair Bolsonaro inaugura obra de transposição do rio São Francisco
Jair Bolsonaro inaugura obra de transposição do rio São Francisco (Foto: Alan Santos)

De acordo com o ex-ministro da Integração Nacional do governo Michel Temer, Pádua Andrade, responsável por gerir o empreendimento, antes de Bolsonaro assumir a presidência, o Eixo Norte da transposição, onde Bolsonaro esteve estava 94% pronto quando ele assumiu o governo.

“O Eixo Norte é composto por três elevatórias e a última delas chegou a ser inaugurada pelo presidente Temer. Mas após a inauguração ocorreram problemas com algumas placas que se soltaram. Fizemos um projeto de restauração e reforço, mas não conseguimos finalizar na nossa gestão”, afirmou o ex-ministro ao jornalista Chico Alves, colunista do UOL.

 Jair Bolsonaro inaugurou nesta sexta-feira, 26, um trecho da transposição do Rio São Francisco, no Ceará. A obra foi idealizada e executada em sua absoluta maioria durante os governo Lula e DilMA

De acordo com o ex-ministro da Integração Nacional do governo Michel Temer, Pádua Andrade, responsável por gerir o empreendimento, antes de Bolsonaro assumir a presidência, o Eixo Norte da transposição, onde Bolsonaro esteve estava 94% pronto quando ele assumiu o governo.

“O Eixo Norte é composto por três elevatórias e a última delas chegou a ser inaugurada pelo presidente Temer. Mas após a inauguração ocorreram problemas com algumas placas que se soltaram. Fizemos um projeto de restauração e reforço, mas não conseguimos finalizar na nossa gestão”, afirmou o ex-ministro ao jornalista Chico Alves, colunista do UOL.


Privatização da água ou melhora do serviço? Veja o que muda com a nova lei do saneamento


 

novo marco regulatório do saneamento, que será encaminhado para a sanção do presidente Jair Bolsonaro, prevê uma série de mudanças que devem ampliar a participação da iniciativa privada no setor. O texto, aprovado nessa quarta-feira (24) por 65 votos a 13 no Senado, facilita as privatizações, extingue o atual modelo de contrato entre municípios e companhias estaduais e exige licitação entre empresas públicas e privadas.

Também adia o prazo para os municípios extinguirem os lixões a céu aberto e institui a cobrança de outros serviços de asseio urbano, como poda de árvores, varrição de rua e limpeza de estruturas e drenagem de água da chuva (veja mais abaixo as principais mudanças).

Os apoiadores do novo marco regulatório defendem que a atração de investimentos privados vai melhorar a qualidade do serviço, estimular a retomada da economia e levar água e esgoto para toda a população. “Universalizar os serviços de água e esgoto até 2033 tem múltiplas dimensões. Saneamento tem efeito multiplicador na geração de empregos, saúde, educação e melhoria da qualidade de vida das pessoas”, defende o relator, Tasso Jereissati (PSDB-CE).

O governo estima que o novo marco legal do saneamento básico deverá atrair mais de R$ 700 bilhões em investimentos, que poderá gerar em média 700 mil empregos no país ao longo dos próximos 14 anos.

Os críticos da proposta, no entanto, alegam que a privatização deve encarecer a conta para o consumidor e deixará regiões periféricas desassistidas, por oferecerem pouco lucro às empresas do setor.

“Querem acabar com as empresas públicas de tratamento de água e esgoto no Brasil. Privatizar não é solução. Água é um direito da população, não é mercadoria”, critica o senador Jean Paul Prates (PT-RN). “Este projeto prioriza a iniciativa privada e desarticula as empresas públicas do setor. O capital privado não vai beneficiar os mais pobres e não vai levar água tratada e esgoto a zonas carentes por um motivo muito simples: isso não dá lucro”, completa o petista.

Atualmente mais de 100 milhões de brasileiros não têm acesso a sistema de esgoto. Quase 35 milhões não têm acesso a água tratada, segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento. Pelo texto aprovado, as empresas contratadas deverão se comprometer com metas de universalização que precisam ser cumpridas até o fim de 2033: cobertura de 99% para o fornecimento de água potável e de 90% para coleta e tratamento de esgoto.

Veja o que muda com o texto aprovado:

Mudança em contratos

  • Atualmente as cidades firmam acordos direto com empresas estaduais de água e esgoto pelo chamado contrato de programa, que contêm regras de prestação e tarifação, mas permitem que as estatais assumam os serviços sem concorrência.
  • O novo marco extingue esse modelo, transformando-o em contratos de concessão com a empresa privada que vier a assumir a estatal, e torna obrigatória a abertura de licitação, envolvendo empresas públicas e privadas.
  • Os atuais contratos de municípios com estatais de saneamento, geralmente estaduais, serão mantidos até o fim do prazo pactuado.
  • Também poderão ser renovados pelas partes, por mais 30 anos, até 30 de março de 2022.
  • A mesma possibilidade se aplica às situações precárias, nas quais os contratos terminaram, mas o serviço continuou a ser prestado para não prejudicar a população até uma solução definitiva.
  • Os novos contratos deverão conter a comprovação da capacidade econômico-financeira da contratada, com recursos próprios ou por contratação de dívida.
  • Essa capacidade será exigida para viabilizar a universalização dos serviços até 31 de dezembro de 2033.

Blocos de municípios

  • Outra mudança se dará no atendimento aos pequenos municípios do interior, com poucos recursos e sem cobertura de saneamento.
  • Pelo marco, terão de ser constituídos grupos ou blocos de municípios, que contratarão os serviços de forma coletiva. Municípios de um mesmo bloco não precisam ser vizinhos.
  • O bloco, uma autarquia intermunicipal, não poderá fazer contrato de programa com estatais nem subdelegar o serviço sem licitação. A adesão é voluntária: uma cidade pode optar por não ingressar no bloco estabelecido e licitar sozinha.
  • O modelo funciona hoje por meio de subsídio cruzado: as grandes cidades atendidas por uma mesma empresa ajudam a financiar a expansão do serviço nos municípios menores e mais afastados e nas periferias.

Subsídios

  • Famílias de baixa renda poderão receber auxílios, como descontos na tarifa, para cobrir os custos do fornecimento dos serviços, e também gratuidade na conexão à rede de esgoto.

Lixões

  • O projeto estende os prazos da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305, de 2010) para que as cidades encerrem os lixões a céu aberto.
  • O prazo agora vai do ano​ de 2021 (era até 2018), para capitais e suas regiões metropolitanas, até o ano de 2024 (era até 2021), para municípios com menos de 50 mil habitantes.

Nova tarifa

  • Os municípios e ​o Distrito Federal deverão passar a cobrar tarifas sobre outros serviços de asseio urbano, como poda de árvores, varrição de ruas e limpeza de estruturas de drenagem de água da chuva.
  • Se não houver essa cobrança depois de um ano da aprovação da lei, isso será considerado renúncia de receita e o impacto orçamentário deverá ser demonstrado. Esses serviços também poderão integrar as concessões.

Regulação

  • A regulação do saneamento básico será de responsabilidade da Agência Nacional de Água (ANA). Agências reguladoras de água locais serão mantidas.

Plano de saneamento

  • O projeto exige que os municípios e os blocos de municípios implementem planos de saneamento básico.
  • A União poderá oferecer apoio técnico e ajuda financeira para a tarefa. O apoio, no entanto, estará condicionado a uma série de regras, entre as quais, a adesão ao sistema de prestação regionalizada e à concessão ou licitação da prestação dos serviços, com a substituição dos contratos vigentes.

Com informações da Agência Senado


PandeBuilding: O Edifício da era Pós-Covid19


Pesquisa Inédita revela hábitos e comportamentos evidenciados durante a pandemia em relação ao estilo de vida e os impactos dessas mudanças nos imóveis

A Molegolar, numa iniciativa inédita, reuniu a Urban Systems e outras duas empresas de Inteligência de Mercado para realizarem juntas uma sondagem que visa entender e comparar hábitos de consumo antes e durante a pandemia causada pelo novo coronavírus (COVID-19) no Brasil. O objetivo da pesquisa, divulgada por meio de uma live no último dia 29 de maio é para sondar as mudanças e tendências do cenário pós-pandemia, trazendo dados que irão ajudar as incorporadoras e investidores a adequar seus lançamentos, imóveis e empreendimentos à nova realidade da “era pós-pandemia”.

O evento foi transmitido ao vivo no canal do Youtube da Climb* e contou com as presenças de: Thomaz Assumpção, CEO da Urban Systems; Cristiano Rabelo, CEO do Grupo Prospecta; Fábio Araújo, CEO da Brain com a moderação de Saulo Suassuna, CEO e fundador da Molegolar.

Os resultados da pesquisa que ouviu cerca de 700 pessoas de 11 estados brasileiros, confirma projeções feitas por especialistas do mercado imobiliário durante os últimos meses. O próximo passo será aprofundar ainda mais a pesquisa, focando nos detalhes expostos, para que os investimentos no mercado tenham ainda mais solidez e embasamento.

Principais mudanças

Entre as variáveis que causaram impacto imediato na vida das pessoas, se destacam as mudanças no trabalho, lembrado por 61% dos entrevistados, seguido das finanças citadas por outros 58%. Além disso, os entrevistados também destacaram mudanças significativas nos padrões de consumo, lazer, saúde física, viagem, tecnologia, segurança e moradia.

Em relação à saúde a pesquisa demonstrou que a maioria dos entrevistados continuam se exercitando em casa ou no condomínio, o que demonstra que esse tipo de atividade deverá mudar após a pandemia .

Para o CEO da Urban SystemsThomaz Assumpção, é importante entender que a pandemia veio para mudar definitivamente o comportamento das pessoas. “Vamos analisar melhor o que é necessário e o que é desejável. O espaço onde vivemos foi muito mais valorizado pelo fato de termos que ficar em casa por tanto tempo. Essa nova formatação de uso do espaço, vai dar impulso para as arquiteturas e projetos acomodarem de forma eficaz, todos esses anseios, o que inclui os exercícios. Ninguém vai deixar de ir à academia, mas não na mesma frequência que iria anteriormente. Vamos encontrar o melhor lugar para os nossos exercícios dentro ou próximo de casa. A mudança vem para ficar”, comentou.

Lazer

Em relação ao lazer, 89% dos entrevistados revela que, antes da chegada do coronavírus, tinham o hábito de viajar regularmente. Já após o período da pandemia, cerca de 67% pretendem voltar a viajar a partir de 2021, dos quais 36% já no primeiro semestre, 20% no segundo semestre e outros 11% somente em 2022. Questionados sobre as possíveis mudanças para hábitos de lazer após a pandemia, muitos entrevistados continuarão a evitar aglomerações. Além disso, grande parte menciona a intenção de evitar espaços fechados, a fim de priorizar eventos sociais em casa e ao ar livre.

“A crise que estamos vivendo deverá deixar um legado mais forte e significativo, principalmente no que se refere a ficar mais em casa e nos espaços comuns. Se considerarmos que o Brasil é um país com diversos países dentro dele, os produtos imobiliários deverão seguir a tendência de regionalização, percepção situacional regional que irá demandar diversidade de produtos ofertados”, completou Thomaz.

Dentro de casa

Questionados sobre a possibilidade de mudanças na moradia atual, metade dos entrevistados não pretende alterar nada em sua residência, corroborando com a satisfação pelo imóvel.

Aqueles que desejam alterar algo, pretendem realizar reformas. As reformas envolvem melhoria de infraestrutura da casa para melhor conforto para o trabalho, melhoria em ambientes internos e na área externa. Pensando em pequenas alterações, as principais são decoração, pequenos reparos, pintura e destinar cômodos para home office. Além disso, os entrevistados passaram a comprar mais online, utilizar aplicativos de compra e adquirir eletrodomésticos que facilitem o dia a dia.

A rotina de home office fez com que muitos entrevistados tivessem que adaptar um escritório dentro de casa já que não contavam com uma área para isso antes da pandemia.

Segundo Thomaz Assumpção, a flexibilidade para a moradia será importante. “O produto imobiliário deve poder se adaptar ao longo do tempo para atender às mudanças de demandas do consumidor. Isso sem falar nas áreas do entorno, o que deverá reforçar ainda mais a descentralização das cidades. O surgimento das novas centralidades mais equilibradas com tudo o que se precisa para viver, serão os deflagradores do processo de mudança de residências. A adoção da internet, o trabalho a distância e a facilidade de estar em um lugar mais seguro, onde tudo esteja num espaço geográfico menor serão os grandes motivos que possam provocar mudanças de residência”, disse.

Planejamento

Urban Systems mantém-se, mesmo em período de isolamento, realizando estudos e planejamento para o desenvolvimento de projetos imobiliáriospatrimoniais urbanos. Seus modelos de consultoria permitem avaliar e ponderar diversos fatores para encontrar a melhor formatação de produtos e dessa forma, minimizar os riscos de mercado de investidores e proprietários.

Consulte-nos e saiba como podemos auxiliá-lo.

*Assista a Live completa

Acesse os dados da pesquisa inédita, clique aqui 

Conteúdo elaborado pela Redação Urban Systems.


Exército deve assumir obras da Fiol em São Desidério, anuncia ministro


O 4º Baralhão de Engenharia de Construção e o 2º Batalhão Ferroviário serão os responsáveis pela conclusão das obras

Redação
Foto:  Elói Corrêa/GOVBA
Foto: Elói Corrêa/GOVBA

 

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, anunciou nessa segunda-feira (18) que o Exército Brasileiro deve assumir as obras do Lote 6 da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol), em São Desidério. A novidade foi revelada durante visita técnica.

O 4º Baralhão de Engenharia de Construção (4º BEC) de Barreiras e o 2º Batalhão Ferroviário de Araguari serão os responsáveis pela conclusão. Esta é a primeira vez que um batalhão ferroviário das Forças Armadas assume um projeto de ferrovia, desde a implantação da Estrada de Ferro do Oeste (Ferroeste), nos anos 1990.

“O Exército vem fazendo um trabalho extraordinário, como foi feito nas obras da BR-163/PA, e agora vai participar das obras do trecho entre Bom Jesus da Lapa e São Desidério”, afirmou o ministro.

Durante a visita, Tarcísio percorreu trecho da ferrovia e visitou o canteiro de obras e uma fábrica de dormentes em São Desidério, considerada maior produtora de grãos do país. As obras são dividas nos trechos Fiol 1 ILhéus/Caetité e Fiol 2 Caetité/Barreiras.

O trecho 2 tem 485,4 km de extensão, e está com 39% das obras executadas. O investimento é de 2,7 bilhões. Quem executa a obra é a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A, empresa pública vinculada ao Ministério da Infraestrutura.


Pandemia coloca prefeituras e governos estaduais na linha de frente


O cenário atual deve exigir mudanças estruturais na gestão das cidades com o objetivo de atender as demandas mais urgentes da população

Nos últimos anos o Brasil passou por diversas crises econômicas e políticas. Embora o cenário atual de pandemia provocado pelo novo coronavírus (COVID-19) não possa ser comparado com as crises anteriores, trouxe à tona um movimento comum: a responsabilidade das prefeituras e dos governos estaduais em prover aos seus cidadãos as necessidades mais urgentes diminuindo a dependência da federação. “Esse momento que vivemos acabou evidenciando alguns problemas estruturais que o País sempre teve. Hoje tem se discutido muito o Pacto Federativo, no sentido de dar mais autonomia e uma nova distribuição do dinheiro federal para os estados e municípios, favorecendo que os gestores públicos tenham um pensamento mais empresarial. A urgência exigida pela disseminação do vírus, trará uma aceleração também nesse processo”, comenta Thomaz Assumpção, CEO da Urban Systems.

No último dia 23 de março, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou durante videoconferência com governadores da região Norte que a proposta do novo pacto federativo incluirá uma cláusula de calamidade pública. “O Governo Federal propõe a estados e municípios, a inclusão de uma cláusula de calamidade pública, onde recursos extras poderão ser utilizados para atender as necessidades locais por ocasião do enfrentamento de uma situação adversa”, escreveu o presidente nas redes sociais.

Ainda segundo a postagem, o presidente sinalizou o envio das PECs 186, 187 e 188 e PLP 149 relativas ao pacto federativo e à autonomia dos estados e municípios para gestão e aplicação de maior quantidade de recursos nas áreas sensíveis de cada região, tais como; saúde, segurança e educação.

Processo acelerado

Os estados e municípios já trazem um histórico de endividamento muito grande e agora foram pegos de surpresa com a nova crise que deve se agravar ainda mais, o que pede a presença do governo federal na ajuda aos governos estaduais e municipais. No último dia 14 de abril, a equipe econômica do governo federal propôs novas medidas de ajuda aos estados e municípios, de R$ 77,4 bilhões*. Desse valor, R$40 bilhões serão transferidos diretamente aos estados e municípios (serão R$ 21 bilhões para os municípios e R$ 19 bilhões para os estados) distribuídos em investimentos na saúde, assistência social, alimentação nas escolas, além de investimentos livres nas áreas de maior necessidade para o combate da pandemia.

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