Cori cobra manutenção nos viadutos da Régis Pacheco e do Guarani

O vereador Coriolano Moraes (PT) destacou, em seu pronunciamento na manhã desta sexta-feira, 22, durante a sessão ordinária, a solicitação que fez à prefeitura municipal, juntamente com o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea), para realização de uma vistoria nos viadutos do bairro do Guarani e da Avenida Régis Pacheco, mais conhecido como ‘Bigode … Leia Mais


No valor de R$ 360 mil, Pereira contrata mais uma empresa de consultoria; já são 65 milhões gastos sem qualquer licitação

  Já no terceiro ano de mandato, o prefeito Herzem  Pereira  (MDB) continua realizando contrações de empresas de consultorias para sanar problemas que deveriam ser identificados no começo da gestão. Sob a justificativa de modernizar o setor público,  a prefeitura de Vitória da Conquista contratou recentemente a Verba Legis Publicações e Consultoria Limitada atuará na … Leia Mais



Pereira pode mexer mais uma vez no seu conturbado secretariado

—– Mais dois secretários do Governo de Herzem  Pereira podem estar na berlinda. Kairan Rocha, secretário de Administração, e Geane Oliveira, Secretária de Governo, podem cair a qualquer momento. De acordo com o radialista Deusdete Dias, Geane tem perdido prestígio desde que vereadores pediram sua cabeça. A secretária teria sido apontada por edis como empecilho … Leia Mais



Pereira não paga, Unimec não atende e a população carente saúde sofre


O hospital Unimec anunciou que vai restringir atendimentos pelo SUS. O comunicado foi divulgado nessa quinta-feira (14).

De acordo com o hospital, a prefeitura está com pagamentos em atrasos e os valores são “bastante significativos”, entretanto o comunicado não informa o valor total do débito. Por conta da inadimplência da Prefeitura, a unidade comunicou que não tem como adquirir insumos para realizar atendimentos. Com estoque reduzido, o hospital optou em restringir atendimentos no final de semana prolongado, pois “reservamos o pequeno suprimento que ainda dispomos, para os casos de urgência em obstetrícia”.

Ainda segundo o hospital, a prefeitura tem conhecimento da restrição nos atendimentos e “já sinalizou o encaminhamento da atualização da situação”.  A unidade de saúde esclarece que a situação será normalizada com o recebimento dos pagamentos devidos pela Prefeitura.

Recentemente, Conquistenses tiveram atendimentos suspensos na Policlínica Regional e na emergência e em cirurgias eletivas no Hospital São Vicente. Os motivos foram os mesmos alegados pela Unimec.

No caso da policlínica, a Prefeitura negou existir débitos. A informação foi desmentida pela direção da Policlínica e pelo próprio secretário de Saúde, em reunião do Conselho Municipal de Saúde (Prefeitura de Conquista dá calote na Policlínica Regional; saúde beira o colapso). No caso do São Vicente, a Prefeitura chegou a afirmar que a unidade estava devendo ao Município. Um impasse foi criado, pois técnicos alegaram que os procedimentos adotados pela Prefeitura foram inadequados (Prefeitura atrasa repasse e provoca suspensão de atendimentos e cirurgias no São Vicente). Parte do débito foi pago e a unidade normalizou os atendimentos. Porém, anunciou que irá descontinuar a maternidade até 1º de dezembro (Hospital São Vicente pode fechar maternidade a qualquer momento, em Conquista).

o site  BConquista apurou que  a Prefeitura de Vitória da Conquista está inadimplente com algumas clínicas e também enfrenta dificuldades para honrar compromissos com a Unidade de Oncologia do Hospital Samur, que também atende pelo Sus. Todavia o prefeito Pereira Gusmão gasta o dinheiro público comprando fogos de artifício para comunicar inaugurações de restauração de obras em praças e avenidas, sem demonstrar qualquer preocupação com a saúde  da população mais carente, aquela que não contempla a beleza do ajardinamento de uma praça ou avenida em detrimento de sua saúde.


Sem protetor solar há um ano, agentes de saúde reclamam; Prefeitura se cala


Em mesa de negociação permanente com o Secretário de Administração, Kairan Rocha Figueiredo, na última quinta-feira, 31 de outubro, o Sindacs – Vitória da Conquista cobrou a distribuição de protetores solares para os agentes comunitários de saúde (ACS). Na ocasião, as coordenadoras estaduais do Sindicato, Rita Suzana França e Maria Luiza Morais, colocaram em pauta, mais uma vez, o fato dos agentes estarem há um ano sem o protetor, item essencial para o desenvolvimento das atividades desses servidores. “Não é primeira vez que trazemos essa questão para a mesa de negociação permanente, e continuamos sem nenhuma resposta. O secretário nos ouve, mas a solução e a explicação não aparecem”, disse Rita Suzana.

No dia 29 de outubro, o Sindacs protocolou um ofício direcionado às secretarias de saúde e de administração, no qual solicitou o agendamento de uma reunião urgente para tratar sobre a falta do protetor solar. No mesmo documento, a entidade sindical anunciou a realização de uma assembleia da categoria no dia 18 de novembro, às 8h30, na Câmara Municipal de Vitória da Conquista, com o indicativo de paralisação das atividades, caso a secretaria não dê uma resposta sobre a questão. “Se não nos oferecerem uma solução, nós vamos ter que parar com a nossa categoria nas unidades de saúde porque não tem condições dos agentes continuarem trabalhando nesse sol quente sem um protetor solar”, esclareceu Maria Luzia Morais.

Em resposta as cobranças do Sindacs – Vitória da Conquista, a administração agendou uma reunião da categoria com o Secretário Municipal de Saúde, Alexsandro Nascimento Costa, para o dia 7 de novembro, às 14h30, na Secretaria de Saúde. “Nós esperamos ter uma resposta concreta da administração para que a gente possa fechar o ano com um resultado positivo para a categoria”, finalizou Rita Suzana. A Prefeitura de Vitória da Conquista, não se importa com a saúde dos servidores, isso é fato.


Vereadores recebem detalhamento do uso de parte dos recursos do Finisa 2; maior parte do dinheiro, tem fim incerto e não sabido


 

Na tarde dessa quinta-feira, 31, os vereadores de Vitória da Conquista  receberam o detalhamento do uso de parte dos recursos oriundos do empréstimo de R$ 50 milhões que o Executivo Municipal pretende contrair junto à Caixa Econômica Federal, através do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa).

Em documento assinado pela prefeita Irma Lemos e pelo secretário municipal da Transparência e do Controle, Diêgo Gomes, a Prefeitura aponta que 57,75% dos recursos (R$26.376.043,40) serão utilizados em pavimentação e drenagem de ruas do Renato Magalhães, Alto do Panorama, Conjunto da Vitória, Nossa Senhora Aparecida e Bruno Bacelar. O documento não informa, porém, o destino dos outros 47,24% dos recursos (R$ 23.623.956,60), nem especifica quais vias serão atendidas.

Confira o detalhamento apresentado pelo Poder Executivo:

Local Extensão (Km) Valor Estimado
Loteamento Renato Magalhães (Pavimentação Asfáltica e Drenagem) 7,27 R$ 8.756.331,54
Loteamento Alto do Panorama (Pavimentação Asfáltica e Drenagem) 1,00 R$ 2.481.786,92
Conjunto da Vitória (Pavimentação Asfáltica) 5,54 R$ 5.562.337,22
Nossa Senhora Aparecida (Pavimentação Asfáltica, Recapeamento Asfáltico, Pavimentação paralelepípedo, Drenagem Pluvial) 3,48 R$ 3.521.00001,42
Bruno Bacelar (Pavimentação Asfáltica e Drenagem) 5,27 R$ 6.054.586,30
                                                                                Total                                    R$ 26.376.043,40

 

Além de conhecerem o detalhamento na tarde dessa quinta, na quarta-feira, 30, Viviane Sampaio (PT), Valdemir Dias (PT), Professor Cori (PT), Fernando Jacaré (PT), Danillo Kiribamba (PCdoB), Nildma Ribeiro (PCdoB) e Cícero Custódio (PSL) visitaram algumas áreas que receberão os investimentos. Além disso, na terça-feira, os parlamentares estiveram reunidos com a Caixa Econômica conhecendo mais detalhes dos contratos dos possíveis empréstimos.

Além do Finisa 2, através do Projeto de Lei do Executivo Nº 15,  tramita também na Casa o Finisa “Ilumina”, através do Projeto de Lei do Executivo Nº 14, juntos os projetos autorizam a Prefeitura a contrair um total de R$ 60 milhões em empréstimos.

No fim de 2018, a Câmara Municipal autorizou que a Prefeitura e a Caixa Econômica Federal assinassem um convênio de R$ 45 milhões através do Finisa. O recurso está possibilitando a execução de importantes obras na cidade, como a pavimentação no Conveima I, revitalização do Aterro Sanitário, pavimentação e construção de praças nos povoados de Cabeceira e Itaipu, e início da implantação do Parque da Ambiental da Cidade.

Caso os novos empréstimos sejam aprovados pelo Legislativo Municipal, o Poder Executivo acumulará R$ 105 milhões em financiamentos junto à Caixa Econômica Federal.

Na verdade esse detalhamento não serve como garantia de nada, não por exemplo a exemplificação de quais logradouros serão atendidos, assim como nos projetos deixados pelo ex-prefeito, onde todas as ruas foram descritas no projeto. e englobava o valor total do montante contratado, aqui o que vemos é que a Prefeitura sequer tinha projeto algum, era uma tomada de recursos para obras aleatórias, cuja obrigação de cumprir  a execução não existe, ademais, 57% dos recursos não existe detalhamento algum,

A Câmara de vereadores está entregando um cheque em branco a um prefeito que foi  capaz de falsificar o balanço financeiro de 2018 com o consentimento da Câmara, pois essa ao tomar conhecimento do crime, simplesmente não tomou qualquer providência, Veja  

O pagamento desses empréstimos que passam da casa dos 100 milhões de reais, vão custar algumas transformações no combalido CAIXA da Prefeitura, as prestações irão vencer e o prefeito Pereira, apesar de três anos à frente do município, ainda não conseguiu executar as obras deixadas pelo ex-prefeito Guilherme Meneses, seria mais prudente a Câmara exigir o cumprimento dessas obras anteriores, antes de entregar  32 milhões ao prefeito sem exigir qualquer compromisso.


Comveima quer pavimentação obedecendo o orçamento participativo


 

Alegando a necessidade de pavimentação do bairro por inteiro, moradores do Comveima reivindicam o asfaltamento em todas as ruas, principalmente porque, a administração Guilherme Menezes, promoveu o esgotamento sanitário em todas as ruas, requisito básico para a pavimentação.
Alguns moradores falam no vídeo abaixo, que houve promessas do prefeito Herzem Pereira, em relação ao asfaltamento do bairro.
Alguns logradouros do Comveima foram contemplados com a passagem pelo bairro do ” Corredor Perimetral” através da verba de 65 milhões conseguida no governo de Guilherme Menezes , os moradores perceberam que o atual prefeito, Pereira está tentando misturar as obras para lograr votos e exigem que as coisas sejam separadas, as ruas beneficiadas pelo corredor Perimetral, devem receber o asfalto referente a verba anterior e as demais ruas, devem ser asfaltados com o dinheiro do empréstimo de 40 milhões, tomado pelo atual prefeito.

As redes sociais se transformaram num instrumento importante para as comunidades da periferia de Vitória da Conquista, fizeram com que o povo ganhasse voz, e usando essa prerrogativa o o povo quer ter também da voz, avez. veja o vídeo:


Bruno Bacelar também é Vitória da Conquista


Vitória da Conquista possui 24 bairros, espalhados por uma mancha urbana de 200 quilômetros quadrados, alguns bairros são mais visíveis que outros, isso é natural em todos os municípios do Brasil. Todavia, guardadas as proporções devidas, todos esses bairros merecem o tratamento básico no tocante à administração pública.
Moradores da Localidade denominada Bruno Bacelar, situado no noroeste de Vitória da Conquista, não recebe a atenção necessária do poder municipal. Esses moradores encaminharam ao BLOG DO PAULO NUNES, algumas fotos e o texto abaixo:

“Bairro Bruno Bacelar , milhares de moradores ,abandonado pelo poder público ,prefeitura de vitória da conquista já mudou tá melhor . . isso a TV não mostra .2020 tamos juntos 🤝porquê nossa bandeira é conquista'” .


“Eu me recuso a ser conduzido pelos outros”. Nem Herzem, nem PT; Onildo defende 3ª via [ÁUDIO]


 

O empresário Onildo Oliveira evita falar do evidente rompimento com Prefeito Herzem Gusmão Pereira, mas de forma sutil faz críticas aos modelos adotados pelo atual prefeito e aos que o antecederam no comando da cidade.

Em entrevista a Frarlei Nascimento, o jornalista pergunta qual a avaliação o empresário faz da atual gestão. Onildo diz não querer se posicionar sobre administrações anteriores e atuais. Ele defende ‘um projeto novo” e dispara: “Eu me recuso a ser conduzido pelos outros”.

“Eu defendo uma maneira diferente de fazer política. Essa maneira eu acredito que nenhum prefeito de Conquista, até hoje, contemplou. Embora, eu digo que, o saudoso Pedral Sampaio tinha um grupo que ele ouvia com frequência. Então, pelo menos, se ele não consultava a comunidade como um todo, ele tinha um grande grupo de pessoas que dava suporte, que discutia com ele, e ele ouvia”, diz Oliveira.

O empresário acredita que pensamentos convergentes podem aglutinar pessoas para um governo alternativo a polarização existente,  os postulantes petistas e os que querem manter o atual governo..

Na nossa interpretação, o empresário e agora um dos comandantes da chamada (terceira via) continua escondendo o jogo,  claro que é uma estratégia de político, todavia como jornalista, entendo ser obrigação,  parafraseando o próprio, conduzi-lo a dizer o que tenta ocultar. Vitória da Conquista teve prefeitos com visão de progresso, mas se esbarraram no fato, dos parcos recursos dos cofres municipais, entretanto cada um fez, ao seu tempo o que era possível fazer.

De modo que, não é justo dizer que a visão dos prefeitos passados seria medíocre. Pedral por exemplo foi o prefeito que conduziu o município para sua mudança de hábito, antes dele, os prefeitos trabalhavam muito, eram atrapalhados porque, juntamente com a administração municipal, necessitavam amparar os filhos, amigos e parentes, como o único cofre sem dono, do município: a  Prefeitura Municipal, aqui, não falo de roubo; ou qualquer coisa que o valha, mas notadamente os empregos direcionados a ajudar os amigos, em detrimento do coletivo, e sem atentar para a meritocracia; esse modo de governar, de certa forma atrapalhava o progresso do município. Eram os chamados governos de Direita na acepção da palavra, era necessário distribuir a renda entre os amigos, no primeiro momento, no segundo momento, alguma obra que viesse a agradar as classe menos favorecidas.

A chegada de Pedral ao poder, mudou em parte, essa maneira do trato com a coisa pública e problemas de abastecimento começaram a serem resolvidos co o ue era possível á época, construção de chafarizes que beneficiava a população mais carente,como o começo da implantação do sistema de água, conseguido por Pedral junto ao presidente João Goulart e inaugurado pelo governador Luiz Viana, nesse momento o grande articulador da obra, estava com seus direitos políticos cassados.

Os governos de Direita que sucederam Pedral, conduziram o município nas obras mais emergentes, notadamente na área urbana, como alargamento de ruas, construção do mercado municipal conhecido como “Mercadão”, entretanto não avançava de forma radical na educação e na saúde, necessidade prementes da população, assim como na criação de algum desenvolvimento que gerasse emprego e renda para a população pobre.

Em 1973 o município inaugura um novo governo de esquerda, arquitetado mais uma vez, pelo homem que promovera a a organização política e social do município nos fins do anos 50 e começo dos anos 60, fundamentalmente com a organização dos principais,sindicatos e associações da época, lastro necessário para qualquer grupo político que almeje o poder, sob a administração do médico Jadiel Matos, que de logo implementou uma revolução na educação, dotando o município de professores habilitados legalmente para o exercício da profissão, assim como na saúde, onde implantou equipes médicas e odontológicas para atenderem tanto na Zona Rural, como na Zona Urbana, fortalecimento da agricultura com abertura de açudes e aguadas, na tentativa de fixar os moradores rurais no campo e assim evitando a favelização da cidade.

Esse trabalho foi coroado com a implantação da lavoura cafeeira, que contemplou os ricos e os pobres, os ricos com os financiamentos dos bancos, sob a orientação do grande cidadão Conquista José Lima, então gerente do Banco do Brasil, os pobres com sua mão de obra, conseguiam algum sustento para as famílias das classes mais pobres que cresciam em ritmo acelerado.

Os governantes que sucederam Jadiel Matos, mantiveram as conquistas e adaptaram outras,  foram eles Raul Ferraz, Gildásio Cairo,  Murilo Mármore, Pedral e Hélio Ribeiro, todavia, todo projeto político se esgota e o município necessitava de um projeto novo, um projeto que valorizasse mais o “Homem”  em relação a obra física e, um novo grupo que se iniciou nos anos 90, encampados pelo PSB, Pc do B, PV, PDT e PT, participou das eleições de 1992, elegeu um deputado em 1994, se organizou, inclusive com a dissidência “pedralista” e consumou na vitória política e eleitoral em 1996.

O novo grupo político mandante organizou uma reforma tributária, realizou pequenas obras, mas que significaram muito para pessoas e implantou o sistema de governo voltado  para as pessoas, incentivando um programa de moradia popular, exatamente no ataque frontal aos grandes devedores dos impostos municipais e com esse capital extra, pagou as dívidas do antigo governo, inclusive  quatro messes de salários atrasados , movimentando a economia.  (mais…)


Agentes de Trânsito laçam carta á sociedade conquistense


Tendo em vista constantes ataques, enxovalhamentos à honra e insultos dirigidos à categoria de Agentes de Trânsito desse Município, até então não respondidos, seja pelos próprios servidores, seja pela representação sindical, entendemos que seria pertinente nos reportar à mesa diretora desta casa, em especial pelo fato de muitos dos ataques terem aqui se originado, requerendo o direito de ofertar, na exata condição de servidores, alguns esclarecimentos que julgamos necessários:
1- A categoria de Agentes de Trânsito do Município de Vitória da Conquista, hoje, perfazendo 84 (oitenta e quatro) servidores distribuídos no serviço administrativo bem como no operacional, é toda ela composta por servidores do quadro efetivo, submetidos a concurso público, daí, ser cogente concluir-se que não há nenhum jagunço operando no trânsito deste Município, como aparentemente se quis propagandear outrora nessa tribuna;
2- O efetivo em questão atua, pelas previsões do Departamento Nacional de Trânsito- Denatran, com menos da metade recomenda de agentes, visto que a sugestão daquele órgão seria de que os municípios mantivessem um número médio de um agente para cada mil veículos, e a frota no Município de Vitória da
Conquista, atualmente gira em torno de 132.000 (cento e trinta e dois mil) veículos, o que nos faz concluir que há um déficit gigantesco de cobertura de
serviço, mesmo que, vale registrar, temos um efetivo extremamente laborioso e competente;
3- Como agentes públicos, categoria genérica em que se encontram também todos os demais servidores, cargos comissionados, prefeitos, vereadores, dentre outros, estão submetidos aos Princípios que regem a Administração Pública, como o da Legalidade (informação de domínio de qualquer estudante de direito, quiçá de advogados e legisladores). Em razão disso, na condição de fiscalizadores do trânsito, os Agente têm o dever cumprir e fazer cumprir as regras contidas no Código de Trânsito Brasileiro-CTB e demais legislações pertinentes;
4- Na condição de servidores públicos do Município de Vitória da Conquista, estão sujeitos ao Regimento Jurídico Único (Lei Complementar nº 1.786/2011), que
conforma no rol de deveres o de cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais (art. 128, inciso IV). Dito isso, entendemos que discussões de gestão referentes a regulamentação e legalização de transporte de passageiros ou assuntos correlatos extrapola a esfera de atuação dos agentes de trânsito e, de igual modo, não lhes cabe discricionariedade (capacidade de decidir) acerca da aplicação ou não da lei e/ ou de ordens superiores, pois incorreria respectivamente em prevaricação e insubordinação;
5- São legítimas a fiscalização e a discordância das ações de gestão, pelo vereadores, pelo Ministério Público, pela sociedade civil organizada, no entanto, o que não se pode é à custa de posicionamentos políticos (partidários ou não), colocar trabalhadores, pais, mães, filhos e filhas de família à mercê do ódio infundado, justificados em discursos maledicentes e falaciosos. Ao ódio, diga-se, basta um sopro, e é com muita perplexidade que temos acompanhado nessa casa a promoção de uma verdadeira campanha de ódio e enxovalhamento dirigida aos agentes de
trânsito; (mais…)