Ministro me chamou para ser laranja e desviar dinheiro, diz candidata do PS

Zuleide Oliveira implica diretamente chefe do Turismo; ela afirma que proposta foi feita no gabinete do parlamentar Reprodução/Facebook   Uma integrante do PSL em Minas Gerais afirma que o atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a chamou pessoalmente para ser uma candidata laranja na eleição de 2018, com o compromisso de que ela devolvesse … Leia Mais


Lula irá para São Paulo velar o neto em avião do governo do Paraná

Em nota à imprensa o Governo do Estado do Paraná informou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seguirá para São Paulo em avião do Governo do Estado; aeronave foi liberada pelo governador Ratinho Junior, atendendo pedido da superintendência da Polícia Federal no Paraná, para que Lula tenha seu direito constitucional garantido e participe … Leia Mais


Deputado Eduardo Salles propõe mudar nome do HGE para Hospital Waldir Pires

O deputado estadual Eduardo Salles protocolou na Assembleia Legislativa da Bahia o Projeto de Lei (PL) nº 23.083/2019, que propõe alterar o nome do HGE (Hospital Geral do Estado), localizado em Salvador, para Hospital Geral Waldir Pires, em homenagem ao ex-governador falecido em junho do ano passado. Eduardo Salles argumenta que a homenagem se deve … Leia Mais


Reforma da previdência incluirá alíquota maior para servidor e aumento do prazo de contribuição de militar

Bolsonaro e Augusto Heleno (à esquerda) em evento militar no Rio. Ministro negociará mudanças que afetam militares com as Forças Armadas As informações reveladas quinta-feira (14) pelo secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, representam uma pequena parte da reforma que o governo pretende fazer na área previdenciária. Marinho, que foi … Leia Mais


Zé Raimundo homenageia PT pelos 39 anos de fundação


Os 39 anos de fundação do PT, comemorados no último domingo (10), foram destacados em homenagem do deputado estadual Zé Raimundo, através de pronunciamento na tribuna do plenário, na sessão desta segunda (11). “Chegamos aos 39 anos de fundação do nosso partido, com muito orgulho de fazer parte dessa história, como fundador e militante. Vivemos agora um momento muito triste, pela prisão injusta do nosso líder maior, o ex-presidente Lula, mas estamos comemorando a trajetória desse partido que mudou a vida de milhares de brasileiros”, disse o parlamentar. Sendo também Doutor em História, Zé Raimundo não deixou de fazer uma breve análise das condições históricas que fizeram a legenda surgir à cena política brasileira, na esteira da redemocratização do país, e se projetar pra liderar um projeto político de inclusão social durante 12 anos de governo que mudou profundamente as condições e o acesso à educação, à saúde e, principalmente, tirou da situação de miséria milhares de brasileiros.

PESAR

No clima de consternação tomou conta do plenário da Assembleia Legislativa da Bahia, por conta da morte do jornalista Ricardo Boechat, ocorrida na manhã de hoje, o deputado Zé Raimundo registrou em seu pronunciamento na tribuna o pesar e a solidariedade com a família do profissional de destaque nacional. Ele se solidarizou também com as famílias das vítimas do acidente da barragem do Brumadinho e dos meninos que morreram no incêndio do Centro de Treinamento Presidente George Helal, conhecido como Ninho do Urubu, no Rio de Janeiro.


Ze da Penha: Após ser chamado de ‘arrogante’, Renan acusa jornalista de assédio Ex-presidente do Senado entrou em rota de colisão com a jornalista Dora Kramer


Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

 

Após a conturbada eleição para presidência do Senado, o senador Renan Calheiros (MDB) entrou em rota de colisão com a jornalista e colunista da revista Veja Dora Kramer.

O emedebista acusou Kramer de assedia-lo após ela o definir como “arrogante”.

“A Dora Kramer acha que sou arrogante. Não sou. Sou casado e por isso sempre fugi do seu assédio. Ora, seu marido era meu assessor, e preferi encorajar Geddel e Ramez, que chegou a usar um membro mecânico para namorá-la. Não foi presunção. Foi fidelidade”, escreveu em sua página no Twitter.

Calheiros acabou apagando a postagem depois da repercussão. Jornalistas sairam em defesa de Dora Kramer, como a colunista do jornal O Estado de S. Paulo, Vera Magalhães. Ela chamou o senador de “cafajeste” e “machista”.


Marco Aurélio libera investigações envolvendo Flávio Bolsonaro no RJ


Ministro já havia sinalizado que negaria pedido do senador eleito para ter foro privilegiado em apuração sobre movimentações financeiras de ex-assessor

O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, restabeleceu as investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL). A decisão, que arquivou o pedido da defesa do parlamentar, é desta sexta-feira, 1º, na volta do recesso do STF.

Após uma reclamação de Flavio ao STF, o procedimento investigatório foi suspenso em meados de janeiro pelo ministro Luiz Fux, então responsável pelo plantão no Supremo. Na ação, o senador alegou que descobriu também estar sendo investigado pelo MPRJ e que, como foi eleito e ganhou foro privilegiado, caberia ao STF decidir se a apuração deve correr na primeira instância ou na própria Corte.

Marco Aurélio já havia sinalizado que tomaria a decisão logo no retorno aos trabalhos e que não atenderia ao pedido de Flavio Bolsonaro, em função da recente mudança de entendimento do Supremo em relação ao foro privilegiado de parlamentares.

A prerrogativa passou a valer somente para supostos crimes cometidos durante e em função do mandato – Queiroz é investigado por movimentações financeiras atípicas quando era assessor do gabinete de Flavio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

“O Supremo bateu o martelo no sentido de que a competência dele para julgar pressupõe a prática do ato no cargo e no exercício desse cargo”, disse Marco Aurélio a VEJA, quando questionado sobre a decisão de Fux.


MP recebeu imagens de caixas onde Queiroz fez transações suspeitas


Caso está sob sigilo e o órgão não pode se manifestar a respeito

Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal
Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

 

As imagens registradas por caixas eletrônicos usados para depósitos de dinheiro em espécie no caso Fabrício Queiroz foram repassadas ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ). A informação é da coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo.

De acordo com a coluna, assessoria do MP-RJ informou que o caso está sob sigilo e a decisão do STF de interromper as investigações impede qualquer manifestação do órgão a respeito.

Um relatório do Conselho de Controle das Atividades Financeiras (Coaf) apontou que Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017 -entre depósitos, saques e transferências. O órgão considerou atípicos os volumes e a forma com que as operações foram feitas.

As suspeitas acerca das movimentações financeiras de Queiroz motivaram análises nas operações bancárias do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro, filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro.


Pressão sobre Flavio é para ‘tentar me atingir’, diz Bolsonaro; né não, o menino é malino


“Eu acredito nele, a pressão enorme em cima dele é para tentar me atingir. Não é justo atingir o garoto para tentar me atingir”, afirmou o presidente

O presidente Jair Bolsonaro disse, em entrevista à TV Record nesta quarta-feira, 23, que a pressão que seu filho mais velho, o deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), está sofrendo em função de movimentações suspeitas em sua conta tem o objetivo de atingir seu governo. “Eu acredito nele, a pressão enorme em cima dele é para tentar me atingir”, disse em entrevista concedida em Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial.

O presidente afirmou que as acusações contra Flavio são “infundadas” e que houve quebra do sigilo bancário do senador eleito pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ), o que Bolsonaro classificou como “arbitrariedade”.

“Nós não estamos acima da lei, como qualquer outro estamos embaixo da lei. Agora que cumpra a lei, não faça de maneira diferente para conosco. Não é justo atingir o garoto para tentar me atingir. O Brasil vai muito bem e nós não recuaremos no nosso propósito de fazer o Brasil grande e colocar o país no lugar de destaque que ele merece”, repetiu. E saudou Flavio: “Para o meu filho aquele abraço, fé em Deus, que tudo será esclarecido com toda certeza”.

Mais cedo, em entrevista à agência Bloomberg, o presidente disse que, se ficar provado que Flavio cometeu algum ilícito, ele terá de pagar o preço. todavia se Moro  tiver convicção não condena?


A tropa de choque de Bolsonaro no Congresso: quem é quem no PSL


Se em 2014 o Partido Social Liberal (PSL) acabou as eleições como nanico no Congresso, com somente um senador e um deputado eleito, na disputa eleitoral de 2018 a sigla saiu como uma das maiores forças político-partidárias do Brasil. O peso parlamentar da legenda já se mostrou antes mesmo do início das atividades, em fevereiro. Na negociação para sua reeleição à presidência da Câmara, Rodrigo Maia (DEM) prometeu ao PSL a presidência da Comissão de Constituição e Justiça, a mais poderosa da casa, responsável por avaliar se os projetos de lei ferem ou não a Constituição.

No Congresso Nacional, o PSL conta com 56 parlamentares, sendo 4 senadores e 52 deputados federais. O partido elegeu deputados federais em todos os estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com exceção do Distrito Federal, emplacando ainda eleitos em metade dos estados das regiões Norte e Nordeste. Vinte e um parlamentares são ligados à área de segurança pública e, nesse grupo, 11 jamais disputaram eleições antes. É o caso do Major Vitor Hugo (GO), que já em seu primeiro mandato assumirá o posto de líder do governo na Câmara.

O estreante Major Vitor Hugo, que será líder do governo na Câmara, ao lado de Jair Bolsonaro, em vídeo postado no seu canal em janeiro de 2018

Consultando informações de processos na Justiça, cadastros de empresas, financiamentos de campanha e outras fontes, a Pública investigou quem é quem na bancada do PSL, trazendo à tona novas informações sobreo histórico turbulento da tropa parlamentar do presidente Jair Bolsonaro em Brasília.

Bancada da bala, empresas privadas e Polícia Federal

Ao todo, 21 deputados trabalham ou já atuaram em órgãos públicos de segurança. A tropa é formada por 6 policiais militares, 6 militares do Exército, 5 policiais federais e 4 policiais civis.

Além disso, pelo menos três deputados também possuem negócios de segurança privada. Coronel Tadeu e o ator Alexandre Frota constam como sócios em empresas do ramo na Receita Federal. Ambos foram eleitos para a Câmara pelo estado de São Paulo, onde uma em cada quatro empresas de segurança é ligada a policiais. Já Julian Lemos, deputado e primeiro vice-presidente do partido, foi mencionado em uma reportagem do Buzzfeed em dezembro apontando suspeita de utilização de parentes do deputado como laranjas em empresas do ramo.

Ex-ator pornô eleito para o seu primeiro mandato, Alexandre Frota também consta como dono de empresa de segurança privada

O deputado Coronel Tadeu consta como único sócio da Express One, empresa de segurança empresarial criada em 2014, que possui capital social de R$ 110 mil. No entanto, a firma não está autorizada pela Polícia Federal a exercer segurança privada e, no dia 25 de outubro de 2018, por meio de um ofício emitido pelo órgão, foi ordenado o encerramento desse tipo de atividade na empresa do deputado.

Assim como o senador Major Olímpio, Coronel Tadeu vem das fileiras da Polícia Militar de São Paulo. Junto com o major e outros oficiais, escreveu em 1997 um livro que causou polêmica. Segundo notícia da Folha de São Paulo, na publicação, eles defendiam o armamento da população e argumentavam que um bandido é uma pessoa “menos humana”. Olímpio não sofreu sanções. Na época ele fazia a escolta do ex-governador Fleury. O então capitão Tadeu foi transferido pela PM para outras funções, por “contrariar a visão da instituição”, de acordo com declaração do chefe do setor de relações públicas da PM à Folha.

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