Atriz e diretora de teatro, Camila Amado morre aos 82 anos

Foto: Reprodução/ Metrópoles A atriz e diretora teatral Camilla Amado morreu neste domingo (6), aos 82 anos. Ela sofria com um câncer no pâncreas e não mais resistiu à doença. Segundo o G1, o ator Stepan Nercessian, com quem Camilla foi casada, afirmou que ela faleceu na casa da filha, no Rio de Janeiro. Camilla … Leia Mais




Morre, aos 87 anos, a atriz Eva Wilma

A atriz estava internada desde 15 de abril para tratar um câncer de ovário Filho da atriz, o músico e produtor John Hebert Junior usou as redes sociais para se despedir da mãe (Foto: Arquivo pessoal)  A atriz Eva Wilma faleceu neste sábado (15) aos 87 anos. Ela tratava um câncer de ovário e estava … Leia Mais


Paulo Gustavo, um dos atores mais populares do Brasil, morre de Covid-19

Um dos grandes nomes do cinema popular no Brasil com a série de filmes “Minha Mãe é Uma Peça”, entre outras produções, Paulo Gustavo morreu aos 42 anos após complicações da Covid-19. Ator estava internado desde o dia 13 de março Paulo Gustavo (Foto: Divulgação) 247 – O ator Paulo Gustavo morreu aos 42 anos na … Leia Mais


Escritora conquistense lança livro sobre emoções durante a pandemia


Palavras ganham voz e imagem em projeto de “cartas faladas” nas redes sociais

Jaya Magalhães

Imagina escrever cartas para alguém em plena era digital? Imaginou? Desde o ano passado, escritoras baianas vem se comunicando dessa forma por meio das redes sociais. Através de vídeo-cartas, elas expressam os mais diversos sentimentos, como saudades, afetos, angústias, felicidades, tristezas e paixões. E em meio a essa coletânea de emoções, nasceu o “Bem Ditas Cartas”.

“Bem Ditas Cartas” é um projeto literário e audiovisual criado em abril de 2020, durante o período de distanciamento social imposto pela pandemia provocada pelo coronavírus. Foi idealizado por um coletivo de jovens mulheres escritoras com objetivo de movimentar os sentimentos através da palavra escrita, falada e articulada com imagens do cotidiano. As “vídeo-cartas” são publicadas semanalmente, aos domingos, no Instagram (@bemditascartas), YouTube (/BemDitasCartas) e no site (bemditascartas.com.br). O Instagram é atualizado, ainda, às quartas-feiras, com pequenos trechos de cartas anteriores.

A escritora e advogada conquistense Jaya Magalhães (@jayamagalhaes) é uma das responsáveis pelo projeto. A autora do livro Líricas, lançado em 2012, conta que o “Bem ditas cartas” veio como um respiro em meio ao caos, “ele representa a capacidade da poesia de continuar nos salvando dos dias. É como se fosse uma janela através da qual podemos admirar alguma leveza em meio às horas difíceis dos dias pandêmicos, basta abri-lo e folhear as páginas. A delicadeza acontece”.

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NEOJIBA lança campanha para enfrentamento à fome


É possível colaborar com qualquer quantia para ajudar o Programa a continuar alimentando sonhos e vidas

 

A pandemia evidenciou e agravou um problema sério no Brasil: a fome. Alcançamos a triste marca de 390 mil vidas perdidas para o coronavírus. Mas além disso, a pobreza e o desemprego espalharam-se tragicamente pelo país. Segundo dados da FGV Social e do IBGE, cerca de 27 milhões de brasileiros estão vivendo em situação de extrema pobreza e 14 milhões estão desempregados.
O Instituto Locomotiva, Central Única de Favelas (Cufa) e Data Favela, em pesquisa recente nas periferias de grandes cidades, revela que a maioria das pessoas não consegue fazer duas refeições por dia e 82% dependem de doações para se alimentar.
Em 13 anos de atuação, o NEOJIBA, programa da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), gerido pelo Instituto de Desenvolvimento Social pela Música (IDSM), já atendeu mais de 10 mil crianças, adolescentes e jovens baianos em situações de vulnerabilidade.
Apenas 48h após o início do confinamento, lançamos o NEOJIBA Online, conseguindo com o projeto manter nossas atividades musicais e pleno apoio psicossocial às famílias, tudo à distância. Também disponibilizamos tablets e pacotes de internet para os integrantes que mais precisam, além de compartilharmos nossas redes de wi-fi com as comunidades do entorno de nossos núcleos. O resultado disso é visível em nossas crianças e suas famílias, que hoje enfrentam a pandemia com coragem e determinação, mantendo viva a chama que nos anima.
Ainda assim, a grande maioria das famílias dos integrantes do NEOJIBA enfrenta diariamente inúmeras dificuldades. 80% delas têm renda de até 3 salários mínimos. Destas, 31% têm renda de até 1 salário mínimo e 10% de até meio salário mínimo. Não podemos ignorar essa realidade, mesmo que o problema extrapole a missão para a qual o programa foi criado.
Diante desse contexto excepcional, decidimos lançar uma campanha de arrecadação para a compra de cestas básicas, que serão doadas às famílias mais vulneráveis dos quase 2000 integrantes do programa em todo o Estado e para a população vulnerável do entorno dos 13 núcleos em Salvador e no interior da Bahia (Simões Filho, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Teixeira de Freitas, Jequié).
Contamos com a sua colaboração, porque a fome não pode esperar.
Uma cesta básica simples custa hoje em torno de cem reais (R$100,00), mas é possível colaborar com qualquer quantia para nos ajudar a continuar alimentando vidas e sonhos.
PARA DOAR QUALQUER VALOR PARA A CAMPANHA NEOJIBA SOLIDÁRIO:
Pix: 10.490.525/0001-06
Depósito em conta:
Instituto de Desenvolvimento Social pela Música – IDSM
CNPJ: 10.490.525/0001-06
Bradesco (237)
AG: 3072-4
CC: 535720-9
PayPal: Acesse www.paypal.com/br e entre na sua conta. Clique em enviar e fazer o pedido no topo da página. Informe o endereço eletrônico da@neojiba.org e clique em Seguinte. Insira o valor e a moeda que deseja enviar. Você pode adicionar uma mensagem, se quiser.


Sinfonia NEOJIBA estreia na programação da UESB FM neste sábado, 17


Programa visa difundir e valorizar a música de concerto no sudoeste baiano e conta com direção musical do maestro João Omar de Carvalho Mello

Estreia hoje, 17, às 19 horas, na programação da UESB FM, o Sinfonia NEOJIBA, programa educativo selecionado através de edital para o UESB Comunidade, quadro que vai ao ar de segunda-feira a domingo na grade da emissora e abre espaço para que entidades da sociedade civil e militar, movimentos sociais, instituições de ensino público, além de servidores e discentes da Universidade, possam dar vazão às suas produções.

Com conteúdo voltado para a área da Cultura e História, o Sinfonia NEOJIBA tem como objetivo difundir e valorizar a música de concerto no sudoeste baiano. Para fazer isso, o programa vai dar destaque à vida e obra de grandes compositores nacionais e internacionais, bem como entrevistar maestros, regentes e outros profissionais responsáveis por projetos e iniciativas musicais de Vitória da Conquista e da região, como orquestras sinfônicas, grupos de canto coral, entre outros.

“Com a realização desse programa, nós esperamos contribuir para a diversidade de músicas que são apresentadas nas rádios de Vitória da Conquista, e eu estarei presente para fazer alguns comentários sobre autores, obras e curiosidades da música de concerto. Estamos muito felizes com a novidade e esperamos que a comunidade possa curtir esse maravilhoso mundo da música que temos a apresentar”, afirmou o diretor musical do programa e coordenador do Núcleo Territorial NEOJIBA de Vitória da Conquista, João Omar de Carvalho Mello.

O Sinfonia NEOJIBA é uma realização do Instituto de Desenvolvimento Social pela Música (IDSM), Governo do Estado da Bahia e Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS). Na edição de estreia do programa, o entrevistado será Eduardo Torres, mestre em Regência Orquestral, pianista graduado pela Escola de Música da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e integrante da Orquestra Sinfônica da Bahia. Ele é diretor musical do NEOJIBA em todo o estado e assinou a direção musical do Faixa NEOJIBA, programa de rádio que inspirou o Sinfonia e foi transmitido através de uma parceria com a Rádio Vida FM, de Salvador, entre 2012 e 2015.

Sobre o NEOJIBA

Criado em 2007, o NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia) promove o desenvolvimento e integração social prioritariamente de crianças, adolescentes e jovens em situações de vulnerabilidade, por meio do ensino e da prática musical coletivos. O programa é mantido pelo Governo do Estado da Bahia, vinculado à Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, e gerido pelo Instituto de Desenvolvimento Social Pela Música. Em 13 anos, o NEOJIBA atendeu, direta e indiretamente, mais de 10 mil crianças, adolescentes e jovens entre 6 e 29 anos.


Debates sobre a memória da Guerra de Canudos e passeios virtuais por locais históricos vão movimentar a II Flican


Um dos temas mais estudados no Brasil na atualidade, a Guerra de Canudos não poderia ficar fora da pauta do principal evento literário do sertão baiano. Durante a II Feira Literária de Canudos (Flican), que acontece de 8 a 10 de abril, autores, artistas e pesquisadores vão se debruçar sobre os aspectos históricos, míticos e o impacto desse símbolo de luta e resistência, no contexto contemporâneo do país. Entre os participantes das mesas estão importantes especialistas no assunto, como o coordenador do Centro de Estudos Euclydes da Cunha da Uneb Manoel Neto, o cineasta Antônio Olavo, o fotógrafo Evandro Teixeira e o escritor Eldon Canário.
Uma das mesas dedicadas ao tema acontece no dia 09/04 (sexta-feira), às 14h15, com o título de Evocação de Canudos. Mediada pelo curador da Flican, professor Luiz Paulo Neiva, a mesa contará com a participação de Manoel Neto, Pedro Lima Vasconcelos (Universidade Federal de Alagoas), Floriza Sena (Instituto Popular Memorial de Canudos), do historiador João Batista e do professor João Ferreira.
 “Evocação de Canudos, do presente ao passado ou do passado ao presente, pode significar a presentificação dos fenômenos que deram forma a Canudos, desde as imagens dos rincões desertos do sertão, da sua formação societária, econômica, histórica, política, religiosa, linguística até a formação da fazenda canudos, do arraial de Canudos e de suas gentes chegadas com o Conselheiro, das forças desiguais e antagônicos, dos palcos e horrores da guerra fratricida, das águas do rio Vaza Barris represadas no Cocorobó, sepultando os restos da Delenda Canudos, a Jerusalém de Taipa”, diz Luiz Paulo Neiva, que também é diretor do Campus Avançado da Uneb em Canudos,
“Para quem ‘vive’ Canudos há mais de 35 anos, as evocações são várias, diversas. São evocações sobre o espaço físico, o cenário onde está cidade está colocada, no semiárido. E sobre pessoas com as quais convivi e aprendi a desvendar a alma do sertão, os bichos, os costumes, o modo de ver o mundo e a vida. A minha participação na mesa será uma forma de falar sobre esse mundo e como tenho vivido nela”, diz Manoel Neto que é autor de artigos, ensaios e da Cartilha Histórica de Canudos, entre outras obras.
Também na sexta-feira, às 19h20, acontece a mesa Museu João de Régis: Olhares e vertigens na memória. O debate contará com a participação de Antônio Olavo, Evandro Teixeira, autor do livro Canudos 100 anos (1997) e um dos homenageados desta edição da feira, além do historiador Sérgio Guerra, convidado a falar sobre o acervo fotográfico de Flávio de Barros, que foi um dos poucos a registrar imagens da Guerra de Canudos e autor da única foto conhecida de Antônio Conselheiro.
“Minha história com Canudos começou há 38 anos, quando fui fazer um trabalho como fotógrafo em Monte Santo e ouvia as pessoas falarem das histórias de seus antepassados. A partir daí, comecei a me interessar e pesquisar sobre o assunto, que é hoje um dos mais estudados nas universidades brasileiras”, conta Olavo. Ele destacou ainda a importância da segunda edição da Flican, consolidando um espaço para discussão de temas que são universais.
Depoimentos e passeios virtuais

No sábado, às 19h, o tema Olhares e vertigens na memória coloca em destaque o trabalho do artista plástico Trípolli Gaudenzi, convidado que também é um dos homenageados desta edição pelas suas obras sobre Canudos, e do poeta e pesquisador José Aras, já falecido (1893-1979). Ele será evocado por Lina Aras, uma de suas descendentes.
Outro ponto forte serão os depoimentos memoriais que serão apresentados, ao longo da Flican, resgatando a história de luta e resistência dos antigos habitantes do lugar. Dona Duru e Joselina Guerra falarão sobre os relatos que ouviram de seus antepassados, nas manhãs de sexta (09/04) e sábado (10/04), respectivamente. A programação dos depoimentos memoriais também terá a participação de Eldon Canário, que se apresenta na tarde de sexta, e que falará sobre o cotidiano da sua  vida na segunda Canudos.

O público poderá acompanhar ainda um passeio virtual por locais guardadores da memória histórica, tais como, Memorial Antônio Conselheiro, o Parque Estadual de Canudos, Museu Manoel Travessa, Instituto Popular Memorial de Canudos e o Museu João de Régis, que foi implantado recentemente, sob a curadoria do artista plástico e cenógrafo  Edmilson Santana.

A II Flican é uma realização da Dona Edite Comunicação Integrada. O projeto  tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Pedro Calmon (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal. Toda a programação da feira poderá ser conferida, gratuitamente, pelo público no canal Youtube do Campus Avançado da Uneb em Canudos e pela Canudos TV.


Museu Geológico da Bahia completa 46 anos com acervo que revela mundo mágico e descobertas fantásticas


Vinte e sete mil peças, fragmentos de um mundo fabuloso e provas concretas de descobertas fantásticas, foram se juntando ao longo dos últimos 46 anos e dão vida hoje ao acervo do Museu Geológico da Bahia (MGB), que celebra mais um ano de fundação nesta quinta-feira (04). Desde 1975, o museu, que pertence à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e abriga resquícios meteorológicos, geológicos, minerais e arqueológicos do território baiano, recebe visitantes curiosos em conhecer fósseis e réplicas gigantes de animais pré-históricos, corpos celestiais, cristais preciosos e a origem do Universo. O cenário precisou mudar ano passado, com a chegada da pandemia da Covid-19, quando o MGB fechou as portas para visitações presenciais, mas abriu uma importante conexão com o público via web: o “tour virtual”, acessível no site oficial do museu (www.mgb.ba.gov.br).

“Olhares curiosos! É essa a reação das inúmeras pessoas que visitam o MGB, principalmente crianças e adolescentes. Mesmo na versão pela internet, a visita é encantadora. O Museu Geológico é um importante ativo para o estado, por salvaguardar toda a história das nossas riquezas minerais, origem da exploração do petróleo, meteoros que rasgaram o céu da Bahia e caíram em nosso território, fósseis de animais primitivos incríveis, que só vemos em filmes do cinema. Celebramos esses 46 anos do MGB trabalhando e torcendo para que essa pandemia passe logo, todo nosso povo seja vacinado, que vençamos esse momento mais crítico e possamos reabrir ao público as portas deste importantíssimo equipamento”, destaca o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico.

História

A inauguração do Museu foi marcada pela primeira exposição com a temática sobre Gemas e Rochas da Bahia, no dia 4 de março de 1975, no hall da antiga sede da Secretaria de Minas e Energia. Com o intuito de entregar um espaço mais confortável para o visitante e acolher reuniões científicas, dinamizar e qualificar as atividades dos serviços educativos do Museu, em 1985, foi criado um anexo com auditório, mezanino e salão de rochas ornamentais. Em parceria com a Secretaria de Cultura e Turismo, através da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB). Com o propósito de agregar ao MGB mais um espaço cultural e alternativo para a sociedade foi inserido o Cinema do Museu.

Já o programa Exposição Itinerante teve início em 1986, com a primeira amostra de exposição no Município de Morro do Chapéu. Exposições como: “Bahia – 500 mil anos antes de Cabral”, no Salão de Fósseis, “Otto Billian” e “Energia dos Cristais”, marcam a história do Museu. (mais…)


As maduras serão homenageadas


As baby boomers estão revolucionando o conceito de envelhecer

Nascida entre 1946 e 1964.

O Brasil já possui 30 milhões de mulheres com mais de 50 anos. Ainda, em 2060, 1 em cada 3 brasileiros terão mais de 60 anos, segundo o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Estes são só alguns dados que evidenciam que tratar sobre longevidade não é mais tendência, é realidade – e é essencial. No mês de março, há, ainda, um recorte de gênero que precisa ser feito: as mulheres que chegaram ou chegarão aos 60 anos ainda nesta década vieram para revolucionar o processo de envelhecimento, assim como fizeram durante todas suas vidas.

Na juventude, elas já votavam plenamente, passaram pela emancipação profissional e financeira e, pela primeira vez, aproveitaram o controle da fertilidade com a pílula anticoncepcional. As baby boomers, mulheres que nasceram entre 1946 e 1964, sempre lutaram pelo que queriam. E ainda lutam.São essas mulheres que trazem um novo olhar para o envelhecer e para a longevidade feminina. Aging with power.

“Não somos e nem queremos ser as mesmas mulheres de 20, 30, 40 anos atrás. Nós trilhamos um longo caminho até aqui e não temos vergonha de termos envelhecido – temos orgulho. O que não temos mesmo é tempo a perder, por isso queremos aproveitar o máximo que conseguimos”, compartilha Bete Marin, idealizadora do movimento Beleza Pura.

Bete Marin, cofundadora do Hype50+ e idealizadora do Beleza Pura – Festival para Mulheres Maduras.

O Beleza Pura é um festival para mulheres maduras. Na sua terceira edição em 2021, vêm em um formato digital e dividido em quatro dias respeitando as boas regras de isolamento social, além de ampliar seu alcance para mulheres de todo o país.

“Desde 2019, as mulheres brasileiras de mais de 50 anos têm no Beleza Pura um espaço para falar da sua beleza. E é importante ressaltar que esta beleza não é igual a beleza que tínhamos aos 20 anos. É uma beleza que vem de dentro, de bem-estar e do autocuidado. Essas novas mulheres maduras acompanharam um monte de revoluções, inclusive tecnológica, e vão se tornar cada vez mais numerosas. Mas as marcas ainda não reconhecem o poder de consumo dessas mulheres, fazendo com que elas se sintam invisíveis. Acreditamos que isso começou a mudar, mas de forma muito tímida, por isso oferecemos um espaço de acolhimento para mulheres debaterem temas de relevância. Todo conteúdo do festival é resultado da interação com as participantes, quando seus desejos são ouvidos e atendidos. O Beleza Pura é um movimento feito por e para as mulheres maduras”, analisa Helena Morais.

Helena. Moraes, embaixadora e líder do movimento Beleza Pura. Também foi responsável pela criação do manifesto Beleza Pura: https://youtu.be/V7o4Yiq-_wo

Helena. Moraes, embaixadora e líder do movimento Beleza Pura. Também foi responsável pela criação do manifesto Beleza Pura: https://youtu.be/V7o4Yiq-_wo

A relação destas novas maduras com o consumo e das marcas com elas é ponto importante. É uma geração de consumidoras com poder aquisitivo e que vive a economia da experiência tanto quanto os millennials. “Essa é a geração Carpe Diem, na qual o foco é viver bem o presente. Independente da classe social, região e faixa etária, os maduros são enfáticos em dizer que o futuro é hoje. A relação com o tempo tende a mudar ao longo dos anos e a chegada da maturidade faz com que o ‘agora’ ganhe uma grande importância. A sensação de liberdade é um dos pontos mais valorizados. Em contrapartida, as marcas brasileiras não estão preparadas para a revolução das baby boomers. Entre os profissionais de marketing, já existe a consciência da importância desse público, mas é preciso se aprofundar para entender o perfil, desejos e comportamentos dessas mulheres que frequentemente reclamam da falta de produtos e serviços que atendam suas necessidades.”, explica Bete. E o Beleza Pura vem para mudar esse cenário.

A beleza na sua forma mais pura

O nome do evento, Beleza Pura, refere-se à beleza na sua melhor forma: a soma de experiências e vivências, o olhar da mulher com carinho para si, assim como olha e cuida dos outros. Para Bete, “aqui no Beleza Pura, acreditamos que a beleza começa com autoconhecimento, auto aceitação e autocuidado. Beleza vai muito além da estética, é sobre nosso estado mental, emocional e espiritual. É a beleza na sua forma mais pura”.

Assim, o evento trará uma série de entrevistas sobre alimentação saudável, produtos naturais, cuidado integral (corpo, mente e espiritualidade), autocompaixão e reprogramação mental e emocional, além de dicas de moda e estilo e bazar de roupas e acessórios. Nesta edição, assim como as anteriores, os temas foram escolhidos através de uma pesquisa com o público-alvo, partindo da premissa que a beleza é intrínseca à longevidade.

Plínio Cuitat, mestre de Reiki, Coordenador do Núcleo de Cuidados Integrativos e Coordenador da Pós-graduação em Cuidados Integrativos do Hospital Sírio Libanes será um dos palestrantes do segundo dia do evento, e afirma que tratar sobre beleza, espiritualidade, felicidade e saúde, na verdade, é tratar sobre o mesmo assunto, mas com palavras diferentes. “Com o passar dos anos, começamos a perceber que algumas das nossas partes, especialmente as físicas, vão decaindo enquanto outras, como nossa mente, nosso coração, nossa capacidade de amar e compreender, de nos relacionarmos com a espiritualidade, começam a crescer. Envelhecimento é essa troca, entre o que perdemos e o que ganhamos, que faz com que olhemos para nós mesmos com um olhar mais integral e com mais acolhimento. Estar de acordo com essa troca e fazê-la de forma consciente, nos ajuda a avançar na vida”, afirma.

Já a Chef Irina Cordeiro trará um bate-papo sobre ingredientes brasileiros, cozinha com afeto, produtos naturais, ervas e rituais que promovem autocuidado e autoestima. “Em todas as etapas da vida, é muito importante ter os saberes do alimento e consciência da nossa nutrição. Desta forma, é possível inserir substâncias importantes para o nosso organismo com a alimentação, não somente com produtos da indústria farmacêutica”, comenta a chef.

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Vem aí Samba da Bahia Pra Toda a Bahia; projeto faz homenagem à geração de sambistas baianos que surgiu nas décadas de 60 e 70



Nomes como Riachão, Gordurinha, Batatinha, Tião Motorista, Walmir Lima, Panela, Nelson Rufino, Edil Pacheco, Roque Ferreira e Ederaldo Gentil, estão entre os nomes celebrados

 

“A Bahia, estação primeira do Brasil”! O verso de Caetano Veloso traduz o melhor do batuque baiano e também mostra o quanto o nosso samba se alastrou pelo território nacional. Este que é um dos ritmos mais tradicionais do país, matéria-prima das inúmeras células rítmicas tocadas em todos os carnavais.

Aqui na Bahia, alguns dos nomes que levaram o nosso samba para o destaque brasileiro foram:

Riachão, Gordurinha, Batatinha, Tião Motorista, Walmir Lima, Panela, Nelson Rufino, Edil Pacheco, Roque Ferreira e Ederaldo Gentil, dentre outros nomes consagrados e que despontaram durante as décadas de 1960 e 1970. Sambistas que vão ser homenageados no projeto Samba da Bahia Pra Toda Bahia, um espetáculo que será disponibilizado no dia 09 de abril, às 20h00.

“É importante destacar que, por conta da infinidade de ramificações dentro do próprio samba da Bahia, o nosso trabalho vai se debruçar exclusivamente sobre a obra dos compositores homenageados, destacando as canções que marcaram a trajetória de cada um. A exemplo de ‘Ilha de Maré’, Walmir Lima (com Lupa); ‘Chiclete com Banana’, de Gordurinha (em parceria com Almira
Castilho); ‘Samba Pras Moças, de Roque Ferreira (com Grazielle) e ‘Não deixe o samba morrer’, de Aloísio Silva, (com Edson Conceição) entre outros sucessos”, explica o músico e cantor João Luiz, coordenador do projeto.

Para a realização do espetáculo, vai ser montada uma estrutura de palco com som, iluminação e cenários que remetem à cultura do samba da Bahia. Além disto, no início da transmissão, serão exibidos alguns depoimentos de personalidades ligadas ao samba, para evidenciar a nobreza desse gênero musical e também para destacar a importância do legado cultural deixado pelos homenageados.

“A pesquisa está sendo um elemento crucial deste trabalho, porque além do levantamento histórico, cultural e social do contexto em que o samba da Bahia está inserido, a célula rítmica marcante do samba baiano também estará em evidência”, pontua João Luiz. (mais…)