Morre a atriz baiana Chica Xavier, aos 84 anos, no Rio de Janeiro

Nascida em Salvador em 22 de janeiro de 1936, Francisca Xavier Queiroz de Jesus mudou-se para o Rio em 1953, aos 21 anos e se consagrou como atriz de teatro Foto: Reprodução/Twitter/Arquivo Pessoal   A atriz baiana Chica Xavier morreu na madrugada desse sábado (8), aos 84 anos, vítima de câncer de pulmão. A artista … Leia Mais


Deputado Waldenor lamenta morte de Jorge Portugal

Ao lamentar a morte do professor e escritor Jorge Portugal, na noite desta segunda-feira (3), em Salvador, o deputado federal Waldenor Pereira (PT) disse que além da grande figura da educação e da cultura na Bahia, ele particularmente sente muito pela perda de uma amizade feita com o também poeta desde os tempos em que … Leia Mais


Morre aos 96 anos ator Leonardo Villar, de ‘O pagador de promessas’

Villar foi protagonista do filme dirigido por Anselmo Duarte, que ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes, em 1962 Foto: Reprodução/TV Globo   Leonardo Villar, ator de 96 anos, morreu nessa sexta-feira (3) em São Paulo, vítima de uma parada cardíaca. A informação foi confirmada por familiares do artista. Villar foi internado na … Leia Mais




Zé Raimundo defende apoio às atividades artísticas e culturais e revisão do Fazcultura


 

O deputado Zé Raimundo defendeu a revisão da lei que instituiu o Programa Estadual de Incentivo ao Patrocínio Cultural – Fazcultura, com a suspensão da contrapartida do percentual de recursos próprios das empresas participantes. Ele destacou a proposta na última sessão plenária remota da Assembleia Legislativa da Bahia, ontem (14), quando elogiou a série de indicações da bancada do PT, a qual integra, com o objetivo de ajudar quem vive diretamente do setor cultural, duramente atingido no distanciamento social desse período de pandemia.
A bancada petista indicou ao governador Rui Costa a implantação de linhas de crédito emergenciais para o setor cultural; aquisição pelo Governo do Estado de parte da bilheteria das temporadas canceladas de shows e peças teatrais; atendimento de artistas de rua; programas de apoio aos músicos, técnicos, produtores e artistas que não poderão trabalhar nos festejos do São João, dentre outras ações de fomento a atividade cultural.
Zé Raimundo falou das suas preocupações com o que deixou de ser realizado e toda uma agenda de eventos que foi cancelada, a exemplo da festa mais tradicional do interior da Bahia: “Não vamos ter o São João. E são muitos grupos que viviam e vivem das atividades envolvidas com os festejos que estão em dificuldades, porque sequer se enquadram entre os beneficiados com o auxílio federal”, observou.

Ele também lamentou a suspensão de eventos pós festejos juninos, que seriam realizados na sua região de atuação, para os quais destinou recursos de emenda parlamentar em parceria com deputado federal Waldenor Pereira: várias feiras literárias, a exemplo da Fligê, em Mucugê; Festival de Cultura Estudantil da UESB – Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – e atividades culturais na rede estadual.

Sobre Lei Nº 7.014/1996 que instituiu o Fazcultura, visando promover ações de patrocínio a atividades culturais, tendo como base renúncia de recebimento do Imposto de Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços – ICMS pelo Estado em favor da aplicação direta em projetos e atividades culturais, Zé Raimundo observou: “Talvez seja necessária uma reinterpretação do Faz Cultura, porque esta lei prevê uma contrapartida. Sei que o governador está estudando e que é preciso ver como incorporar isso de modo virtual. A crise é profunda e atinge vários segmentos, mas há aqueles que ficam completamente sem qualquer possibilidade de se movimentar e de auferir algum ganho”, argumentou.


Daisy Lúcidi morre de coronavírus


 ‘Não peguei essa doença’, disse Daisy Lúcidi 

“Semana passada, apesar de toda precaução que estávamos tendo com ela, minha avó passou mal. A caminho do hospital disse para minha irmã: ‘Não se preocupe não minha filha, não peguei essa doença’. Ironia do destino” lembrou Mendes.

“Seu forte amor pela vida, o motor que sempre a moveu, não a fazia enxergar a dura realidade dos números e a levou falsamente a acreditar que a morte não era opção”, completou o neto.

Veja principais personagens da carreira de Daisy Lúcidi

Com uma carreira extensa pela TV e até mesmo passagem pela política — foi vereadora e deputada estadual no Rio de Janeiro —, a última participação de Daisy nas novelas foi em 2014, em Geração Brasil.

A atriz era casada com o jornalista esportivo Luiz Mendes, que morreu em 2011 em decorrência da leucemia. Após estrelar tramas da TV Tupi (“Enquanto Houver Estrelas”) e da TV Rio (“João da Silva”) no começo da carreira, Daisy estreou na Globo em 1974, em “Supermanoela”.

A carioca se afastaria da TV pouco depois, no entanto, para seguir carreira política. Foi vereadora e deputada estadual pelo Rio de Janeiro, pelos partidos PDS, PFL e PPR.

Depois de 31 anos longe da TV, retornou em “Paraíso Tropical” (2007), de Gilberto Braga, como a síndica viúva do prédio onde moravam vários personagens da trama. Em “Passione” (2010), de Silvio de Abreu, Daisy interpretou Valentina, que escondia ambição inescrupulosa por traz de verniz amigável.

Em 2013, a atriz fez uma participação especial no seriado “Tapas & Beijos”, interpretando a mãe de PC (Daniel Boaventura). Voltou às novelas, ainda, em 2014, em “Geração Brasil”, como Marlene, a irmã de Madá (Lady Francisco).


Aos 90 anos, atriz Daisy Lúcidi está internada em estado grave com Covid-1


 (Foto: Divulgação)
Foto: Divulgação

A atriz Daisy Lúcidi, de 90 anos, está internada em estado grave em um hospital particular da Zona Sul do Rio de Janeiro após ser diagnosticada com o novo coronavírus. Segundo o neto da atriz, Cau Mendes, ela está internada desde o dia 25 de abril e respira com a ajuda de aparelhos.

“Gostaria, em nome da família, de pedir a todos os amigos e fãs da minha avó, Daisy Lucidi, que mandem boas vibrações para que ela consiga se recuperar dessa terrível Covid-19. No momento ela se encontra em estado grave, mas com situação clínica estável, respirando por aparelhos no CTI do Hospital São Lucas. Pedimos orações a todos, temos esperança”, disse em uma rede social.

A atriz tem mais de 70 anos de carreira artística e estreou na televisão na década de 1960 na novela Nuvem de Fogo, da TV Rio. A primeira aparição na TV Globo foi em 1967 no folhetim Amor Proibido. Nos últimos anos, Daisy atuou nas novelas Passione (2010), Tapas & beijos (2013), Geração Brasil (2014), Babilônia (2015) e Os Homens são de Marte e é pra lá que eu vou (2015).


Autror de ” O Bêbado e a equilibrista”, Aldir Blan morre vítima da Covid-10 aos 73 anos


Autor de 'O Bêbado e a Equilibrista', Aldir Blanc morre vítima da Covid-19 aos 73 anos

Foto: Reprodução / G1

O compositor e escritor Aldir Blanc, de 73 anos, morreu na madrugada desta segunda-feira (4) no Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, no Rio de Janeiro. De acordo com informações do G1, ele estava com Covid-19 em estado grave. Antes de dar entrada na unidade, ele foi internado no CER do Leblon com quadro de infecção generalizada.

Médico, com especialização em psiquiatria, ele abandonou o curso para dedicar-se exclusivamente à música, tornando-se um dos mais importantes compositores de Música Popular Brasileira (MPB).

Entre seus maiores sucessos está a canção “O Bêbado e a Equilibrista”, feita em parceria com João Bosco, famosa na voz de Elis Regina. Outras composições são “Bala com Bala”, “O Mestre-Sala dos Mares”, “De Frente Pro Crime” e “Caça à Raposa”.


Aos 85 anos, ator Flávio Migliaccio é encontrado morto em seu sítio


Aos 85 anos, ator Flávio Migliaccio é encontrado morto em seu sítio

Foto: Divulgação

O ator Flávio Migliaccio, de 85 anos, foi encontrado morto em seu sítio na Serra do Sambê, em Rio Bonito, interior do Ruo de Janeiro. A informação foi antecipada pelo colunista Ancelmo Gois.
A morte foi registrada pelo 35º Batalhão de Polícia Militar do estado nesta segunda-feira, após atender a um chamado feito pelo caseiro do sítio do artista, de acordo com a Veja.

Na Globo, ele participou de novelas como “Rainha da Sucata”, “Perigosas Peruas”, “A Próxima Vítima”, “Vila Madalena”, “Senhora do Destino” e “Passione”, além da série “Tapas e Beijos”.O último trabalho do ator na TV foi como o Mamede, EM “Órfãos da terra”, que terminou em 2019.


“Deixemos de coisa, cuidemos da vida”: morte de Belchior completa três anos


Cronica

Figura importante da cultura para o Ceará e o Brasil, o sobralense Antônio Carlos Belchior faleceu, aos 70 anos, em 30 de abril de 2017

Na foto: Belchior.Foto: João Carlos Moura
Na foto: Belchior.Foto: João Carlos Moura (Foto: João Carlos Moura)

10h39min do dia 30 de abril de 2017. Mensagem no grupo do trabalho no WhatsApp dá conta de que Belchior havia morrido. Belchior. O rapaz latino-americano. O “sumido”. O mítico Belchior. Desde o dia 27 daquele mês, a equipe havia sido dividida para dar conta da cobertura da quarta edição da Maloca Dragão. Era meu plantão naquele 30 de abril e o que estava previsto relacionado ao evento que comemorava o aniversário do Dragão do Mar foi revisto. Pouco depois das 11 horas, já estava na redação para dar conta da cobertura da morte de Belchior. Foi um dia de expediente intenso e extenso, um dia em que equipe se juntou para produzir um belo caderno especial que sairia em 1º de maio sobre o artista. Esse dia completa, hoje, três anos. Três anos sem Belchior, três anos desde o dia em que saí do expediente tendo escrito o obituário do cantor sobralense direto para a Maloca Dragão para extravasar no show do BaianaSystem, que já tinha sido previsto para aquela noite, e de chorar abraçado a amigas e amigos na homenagem a Belchior que o evento produziu.

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Belchior, para mim, era quase uma lenda. Ele passou a ser considerado sumido no início da minha pré-adolescência, mais ou menos ali pelo final dos anos 2000. Antes disso, na minha infância, se havia conhecimento sobre a figura, não havia exatamente interesse. Lembro com alguma precisão, porém, de reportagens televisivas que falavam sobre os motivos que poderiam ter levado o cantor à decisão de se esconder do mundo. Dívidas, questões pessoais, relações.

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Na adolescência, as composições do cearense já falavam mais comigo e sobre mim, de dada maneira. Os conhecimentos sobre a carreira do artista foram crescendo. Houve surpresa em saber que eram dele composições de outros artistas que eu gostava, houve interesse em ouvir discos clássicos como Alucinação (1976) e Coração Selvagem (1977), houve identificação com aquele “desespero que era moda em 76”, o sentimento de que “uma nova mudança, em breve, vai acontecer” ou a certeza de que “Deus é brasileiro e anda do meu lado”.

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Ele nunca foi um nome essencial ou norteador da música para mim, mas tornou-se, sim, uma voz familiar e mais próxima. O que me aproximou ainda mais, certamente, foi a entrada no Vida&Arte. Começando meu estágio, em setembro de 2016, via uma equipe comprometida e preparada acertando os últimos detalhes da produção de Belchior 70 anos, projeto transmídia em homenagem ao aniversário do cantor que foi lançado no fim de outubro, com direito a caderno especial, site e evento.

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Com suspeita de coronavírus, compositor Aldir Blanc está em estado grave


Ele está internado desde a última sexta-feira (10) com quadro de infecção generalizada

Foto: Divulgação/SG Assessoria de Imprensa
Foto: Divulgação/SG Assessoria de Imprensa

 

Internado na CTI da Coordenação de Emergência Regional do Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, o estado de saúde do compositor Aldir Blanc é grave, segundo o jornal Extra.

De acordo com a publicação, os exames realizados indicam suspeita de coronavírus, como informou a Secretaria de saúde do município.

Blanc está internado desde a última sexta-feira (10) com quadro de infecção generalizada, de origem urinária, e pneumonia.

“Os médicos analisaram as imagens da tomografia realizada e há indicativos de COVID-19. Que nossa fé e amor o encham de luz e proteção”, escreveu Isabel Blanc, filha de Aldir, no Twitter.

Aldir Blanc tem 73 anos e é compositor de grandes clássicos, como “O bêbado e a equilibrista”, esta em parceria com João Bosco.