Daisy Lúcidi morre de coronavírus

 ‘Não peguei essa doença’, disse Daisy Lúcidi  “Semana passada, apesar de toda precaução que estávamos tendo com ela, minha avó passou mal. A caminho do hospital disse para minha irmã: ‘Não se preocupe não minha filha, não peguei essa doença’. Ironia do destino” lembrou Mendes. “Seu forte amor pela vida, o motor que sempre a … Leia Mais




Aos 85 anos, ator Flávio Migliaccio é encontrado morto em seu sítio

Foto: Divulgação O ator Flávio Migliaccio, de 85 anos, foi encontrado morto em seu sítio na Serra do Sambê, em Rio Bonito, interior do Ruo de Janeiro. A informação foi antecipada pelo colunista Ancelmo Gois. A morte foi registrada pelo 35º Batalhão de Polícia Militar do estado nesta segunda-feira, após atender a um chamado feito … Leia Mais


“Deixemos de coisa, cuidemos da vida”: morte de Belchior completa três anos


Cronica

Figura importante da cultura para o Ceará e o Brasil, o sobralense Antônio Carlos Belchior faleceu, aos 70 anos, em 30 de abril de 2017

Na foto: Belchior.Foto: João Carlos Moura
Na foto: Belchior.Foto: João Carlos Moura (Foto: João Carlos Moura)

10h39min do dia 30 de abril de 2017. Mensagem no grupo do trabalho no WhatsApp dá conta de que Belchior havia morrido. Belchior. O rapaz latino-americano. O “sumido”. O mítico Belchior. Desde o dia 27 daquele mês, a equipe havia sido dividida para dar conta da cobertura da quarta edição da Maloca Dragão. Era meu plantão naquele 30 de abril e o que estava previsto relacionado ao evento que comemorava o aniversário do Dragão do Mar foi revisto. Pouco depois das 11 horas, já estava na redação para dar conta da cobertura da morte de Belchior. Foi um dia de expediente intenso e extenso, um dia em que equipe se juntou para produzir um belo caderno especial que sairia em 1º de maio sobre o artista. Esse dia completa, hoje, três anos. Três anos sem Belchior, três anos desde o dia em que saí do expediente tendo escrito o obituário do cantor sobralense direto para a Maloca Dragão para extravasar no show do BaianaSystem, que já tinha sido previsto para aquela noite, e de chorar abraçado a amigas e amigos na homenagem a Belchior que o evento produziu.

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Belchior, para mim, era quase uma lenda. Ele passou a ser considerado sumido no início da minha pré-adolescência, mais ou menos ali pelo final dos anos 2000. Antes disso, na minha infância, se havia conhecimento sobre a figura, não havia exatamente interesse. Lembro com alguma precisão, porém, de reportagens televisivas que falavam sobre os motivos que poderiam ter levado o cantor à decisão de se esconder do mundo. Dívidas, questões pessoais, relações.

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Na adolescência, as composições do cearense já falavam mais comigo e sobre mim, de dada maneira. Os conhecimentos sobre a carreira do artista foram crescendo. Houve surpresa em saber que eram dele composições de outros artistas que eu gostava, houve interesse em ouvir discos clássicos como Alucinação (1976) e Coração Selvagem (1977), houve identificação com aquele “desespero que era moda em 76”, o sentimento de que “uma nova mudança, em breve, vai acontecer” ou a certeza de que “Deus é brasileiro e anda do meu lado”.

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Ele nunca foi um nome essencial ou norteador da música para mim, mas tornou-se, sim, uma voz familiar e mais próxima. O que me aproximou ainda mais, certamente, foi a entrada no Vida&Arte. Começando meu estágio, em setembro de 2016, via uma equipe comprometida e preparada acertando os últimos detalhes da produção de Belchior 70 anos, projeto transmídia em homenagem ao aniversário do cantor que foi lançado no fim de outubro, com direito a caderno especial, site e evento.

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Com suspeita de coronavírus, compositor Aldir Blanc está em estado grave


Ele está internado desde a última sexta-feira (10) com quadro de infecção generalizada

Foto: Divulgação/SG Assessoria de Imprensa
Foto: Divulgação/SG Assessoria de Imprensa

 

Internado na CTI da Coordenação de Emergência Regional do Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, o estado de saúde do compositor Aldir Blanc é grave, segundo o jornal Extra.

De acordo com a publicação, os exames realizados indicam suspeita de coronavírus, como informou a Secretaria de saúde do município.

Blanc está internado desde a última sexta-feira (10) com quadro de infecção generalizada, de origem urinária, e pneumonia.

“Os médicos analisaram as imagens da tomografia realizada e há indicativos de COVID-19. Que nossa fé e amor o encham de luz e proteção”, escreveu Isabel Blanc, filha de Aldir, no Twitter.

Aldir Blanc tem 73 anos e é compositor de grandes clássicos, como “O bêbado e a equilibrista”, esta em parceria com João Bosco.


Regina Duarte tem dívida de R$ 319,6 mil com a Lei Rouanet


Regina conseguiu três financiamentos com base no benefício, que somaram R$ 1,4 milhão

Foto: Reprodução / TV Globo
Foto: Reprodução / TV Globo

 

Indicada pelo presidente Jair Bolsonaro para ocupar a Secretaria da Cultura, a atriz Regina Duarte tem débitos com o Ministério da Cultura por conta da prestação de contas de projetos beneficiados pela Lei Rouanet.

Segundo a revista Veja, uma empresa dela, chamada A Vida É Sonho Produções Artísticas, conseguiu três financiamentos com base no benefício, que somaram R$ 1,4 milhão.

Em março de 2018, a área técnica do Ministério da Cultura, que acabou extinto no governo Bolsonaro, reprovou a prestação de contas de um dos projetos, Coração Bazar, peça para a qual Regina Duarte captou R$ 321 mil reais com base na legislação. De acordo com a reportagem, pela decisão, cujos fundamentos são mantidos em sigilo, a atriz terá de restituir R$ 319,6 mil reais ao Fundo Nacional da Cultura. A conta só não foi cobrada ainda porque houve apresentação de um recurso por parte de Regina.


Filme ‘Democracia em Vertigem’ é indicado ao Oscar de Melhor Documentário


Longa da diretora Petra Costa, disponível na Netflix, conta a história do colapso da democracia brasileira do impeachment de Dilma Rousseff até a eleição de Bolsonaro

O impeachment sem crime abriu caminho para o sequestro da democracia

São Paulo – O longa brasileiro Democracia em Vertigem, disponível desde 19 de junho no catálogo da plataforma de streaming Netflix, está entre os finalistas na categoria de Melhor Documentário do Oscar 2020. O filme concorre com American FactoryThe CaveHoneyland e For Sama.

O documentário da cineasta Petra Costa narra os eventos que transformaram o panorama político do Brasil desde o golpe contra a então presidenta Dilma Rousseff (PT), em 2016, culminando, em 2018, com a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) à presidência da República.

Petra imprime sua visão pessoal deste período à obra, combinando relatos do passado político e industrial de sua família e falas de lideranças antigas e atuais — entre elas, os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, que aparecem em cenas de bastidores.

O filme foi bem recebido em eventos em todo o mundo. Após sua estreia no Festival de Sundance (leia no site do festival, em inglês), nos Estados Unidos, o jornal The New York Times teceu elogios. “Um documentário absolutamente vital (…) Petra usa seu filme para explicar a história complicada do Brasil e avisar que mesmo uma democracia aparentemente estável e próspera pode cair no caos em instantes”, disse o crítico Noel Murray.

A revista Variety também havia posicionado o filme em uma lista de “10 documentaristas para assistir em 2019”. O portal norte-americano Indie Wire foi mais incisivo: “Uma visão assustadoramente pessoal sobre o início de uma ditadura de extrema-direita”.

À época de sua estreia na Netflix, o filme comoveu espectadores. “Fiquei muito emocionado. Chorei pouco, não como ela”, disse o músico Caetano Veloso, que assistiu em sua casa, ao lado da apresentadora e atriz Mônica Iozzi. “É difícil não chorar nada. Tem a perspectiva dela e a histórica, tem os pais dela. A série de coisas é muito nítida a feição dessa história”, completou Caetano.

O ex-deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) também falou em suas redes sociais sobre o documentário no período de sua estreia. “É impressionante como a Petra conseguiu traçar um elo entre nosso passado recente e nosso passado mais distante. E mostrar o que restou do passado distante de mais infeccioso, a ponto de infectar nossa democracia. Petra se implica na história, conta uma história que é dela e também nossa. Eu, envolvido nos fatos, ao vê-los de fora do país, me doeu muito”, disse.


Lista de indicados ao Oscar 2020

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Ex-ministro José Dirceu lança livro em Conquista


O ex-ministro petista José Dirceu esteve em Vitória da Conquista, nessa quarta-feira (18), para lançamento do seu livro Zé Dirceu: Memórias. O evento aconteceu no SINTRACOM, localizado na Rua dos Andrades.

“eu não sabia que ia ser solto”: essa foi uma das primeiras frases que José Dirceu disse ao público que lotava o auditório. Além de militantes e simpatizantes progressistas, a imprensa e políticos estiveram participaram do lançamento. Um dos responsáveis pelo evento foi o vereador professor Cori (PT).

Outros políticos petistas locais, a exemplo dos deputados Waldenor Pereira, José Raimundo Fontes e os demais vereadores petistas não participaram do lançamento.

José Dirceu saiu recentemente da prisão e continua sendo uma das principais figuras do Partido dos Trabalhadores.

Veja a sinopse do livro Zé Dirceu: Memórias;

Muitos escreveram sobre José Dirceu, com mais erros do que acertos. Com tempo, na prisão, ele mesmo escreveu a fascinante história de sua vida. Os bastidores inéditos de sua militância estudantil nos anos 1960, o exílio e o treinamento para ser guerrilheiro em Cuba, a cirurgia plástica que mudou seu rosto, a vida clandestina no Brasil nos anos 1970, a volta à legalidade com a anistia, em 1979, e sua ascensão no Partido dos Trabalhadores, onde se tornou presidente e maior responsável pela eleição de Lula à presidência da República. Pela primeira vez ele revela segredos dos bastidores da luta política dentro do PT e do próprio governo, onde foi chefe da Casa Civil e provável sucessor de Lula, até ser abatido pelas denúncias do chamado “Mensalão”. No primeiro volume de suas “Memórias” – outro virá, com novas revelações – ele expõe o que jamais foi dito sobre sua vida e sobre os principais líderes da política brasileira nos últimos 50 anos. Um livro imprescindível para se entender como foi a luta contra a ditadura miliar, a redemocratização, a derrubada do presidente Fernando Collor, a oposição aos governos de Fernando Henrique Cardoso, a eleição de Lula e Dilma e o atual momento político do país.


” A história da música brasileira” fecha os saraus do ano 2019


 

 

  Foi com sucesso, com a participação de cerca de 40 pessoas, que o tema “A História da Música Brasileira” encerrou as atividades do ano 2019 dos saraus realizados no Espaço Cultural A Estrada. O músico, cantor e compositor Alex Baducha falou sobre o assunto, com pontuações e considerações do professor Itamar Aguiar, Clovis Carvalho, Benjamim Nunes, jornalista Jeremias Macário, dentre outros presentes no evento.  

  Em seu formato, o “Sarau A Estrada”, que completou nove anos de existência, sempre é aberto com um tema principal, seguido de cantorias musicais, declamações de poemas e causos. O do último sábado (dia 07/12) seguiu nessa mesma linha, num clima descontraído e fraternal de final de ano onde todos colaboram com bebidas e comidas. O diferencial deste último do ano foi a presença de muita gente nova que frequentou o sarau pela primeira vez e saíram entusiasmados com o que viram, prometendo retornar nos próximos em 2020, quando completará dez anos.

  Sempre recebidos pela anfitriã Vandilza Gonçalves, a noite cultural varou a madrugada aos sons da viola do cantor, poeta e compositor Walter Lajes, além de Jaime Kobra e a cantora Marta Moreno. Alex Baducha também apresentou suas cantorias na abertura dos trabalhos. Os causos ficaram por conta de Jhesus e Nunes. A atriz Edna Brito declamou um poema de Laudionor Brasil. 

Tivemos ainda as presenças de Evandro Gomes e sua esposa Rozânia, Jovino Moreira, Tânia Gusmão, Rosângela Oliveira, João Bezerra,  Céu, o fotógrafo José Carlos D´Almeida, Neide, professora Guiomar, José Carlos, Lucas de Carvalho, Geovana, Geovany Cordeiro, Sarah Carvalho, Clovis Bulhões, Richardson, Caroliny, Clélia Bulhões, dentre outros. Todos curtiram o evento cultural e tiveram participação ativa nos bate-papos, acompanhados do vinho, de umas cervejas geladas e tira-gostos de salgados e galinha caipira. 

A música brasileira e suas origens

  O palestrante da noite, Alex Baducha, fez um longo apanhado sobre a grandiosidade da música brasileira e suas origens. Em seu trabalho de pesquisa destacou que a A música do Brasil é uma das expressões mais importantes da cultura brasileira. Formou-se, principalmente, a partir da fusão de elementos europeusindígenas e africanos, trazidos por colonizadores portugueses e pelos escravos.

Até o século XIX, de acordo com seu estudo, “Portugal foi a principal porta de entrada para a maior parte das influências que construíram a música brasileira, tanto a erudita como a popular, introduzindo a maioria do instrumental, o sistema harmônico, a literatura musical e boa parcela das formas musicais cultivadas no país ao longo dos séculos, ainda que diversos destes elementos não fossem de origem portuguesa, mas genericamente europeia. A maior contribuição do elemento africano foi a diversidade rítmica e algumas danças e instrumentos, a exemplo do maracatu, que tiveram um papel maior no desenvolvimento da música popular e folclórica. O indígena, praticamente, não deixou traços seus na corrente principal, salvo em alguns gêneros folclóricos de ocorrência regional.

   A partir de meados do século XVIII se intensificou o intercâmbio cultural com outros países além da metrópole portuguesa, provocando uma diversificação, como foi o caso da introdução da ópera italiana e francesa, das danças como a zarzuela, o bolero e habanera de origem espanhola, e das valsas e polcas germânicas, que se tornaram vastamente apreciadas. Com a crescente influência de elementos melódicos e rítmicos africanos, a partir de fins do século XVIII, a música popular começou a adquirir uma sonoridade caracteristicamente brasileira, que se consolida na passagem do século XIX para o século XX principalmente através da difusão do lundu, do frevo, do choro e do samba.

No século XX verificou-se um extraordinário florescimento tanto no campo erudito como no popular, influenciado por uma rápida internacionalização da cultura e pelo desenvolvimento de um contexto interno mais rico e propício ao cultivo das artes. É o período em que a música nacional ganha também em autonomia e identidade própria, embora nunca cessasse, e de fato crescesse, a entrada de novas referências estrangeiras. 

A produção de Villa Lobos é o primeiro grande marco do brasilianismo musical erudito, mais tarde desenvolvido por muitos outros compositores, e combatido por outros, que adotam estéticas como o dodecafonismo e mais tarde a música concreta e a música eletrônica

No mesmo período, a música popular ganha o respeito das elites e consolida gêneros que se tornaram marcas registradas do Brasil, como o samba e a bossa nova, ao mesmo tempo em que o rock e o jazz norte-americanos são recebidos no país com grande sucesso, adquirem feições próprias e conquistam legiões de fãs. Gêneros regionais de origem folclórica como a música sertaneja, o baião, o forró e vários outros também ganham força e são ouvidos em todo o território nacional”

  Músicas da época da ditadura

   O jornalista e escritor Jeremias Macário fez algumas intervenções citando curiosidades  da Bossa Nova, do Tropicalismo e da Jovem Guarda, destacando, principalmente, as músicas do período da ditadura civil-militar de 1964 a 1990. Para driblar a censura, Macário apontou as músicas “Apesar de Você”, de Chico Buarque (1970), que muitos imaginaram se tratar de uma briga de casal, mas fazia referência a uma possível queda dos militares.

Outra música de protesto muito conhecida que virou hino na boca dos estudante foi “Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores”, de Geraldo Vandre (1967), que lhe valeu um exílio na Europa. Também ressaltou “O Bêbado e a Equilibrista”, de Aldir Blanc e João Bosco (1975). “Cálice”, de Gilberto Gil e Chico Buarque foi outra que denunciou o sangue derramado pelos torturados nos porões da ditadura. Foram ainda destaques “Alegria, Alegria”, de Caetano Veloso (1967) e “Debaixo dos Caracóis dos Seus Cabelos”, de Roberto e Erasmo Carlos (1971), em homenagem a Caetano Veloso.   

   


Festival anual do Ballet Lorena Albuquerque: melhores momentos, as grandes emoções da nossa história no palco


O Festival Anual do Ballet Lorena Albuquerque, que acontecerá nos dias 6 e 7 de dezembro no Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima, vai ser uma homenagem aos melhores momentos do Festival durante seus 10 anos. Com muita originalidade e criatividade, os espetáculos despertam no público as melhores lembranças e sentimentos.

Em 2009, com o tema “Jardim dos Sonhos”, o Festival teve sua primeira apresentação e emocionou todos aqueles que estavam presentes. A partir de então, todos os anos têm revelado mais criatividade em cada espetáculo. “Clássicos”, “Fábrica de Bonecas”, “Festa dos Meses”, “Pedras Preciosas”, “Salve Conquista”, “Olimpíadas no Brasil”, “Vida e “O Reino Secreto das Fadas” trouxeram originalidade para o palco e fizeram parte da história do Festival.

O Festival Anual do Ballet Lorena Albuquerque, em sua décima primeira edição, traz à lembrança esses grandes momentos que o tornaram um evento tão especial. As grandes emoções que fizeram parte da sua história estarão, este ano, novamente no palco. Intitulado “Melhores momentos”, este é mais um espetáculo original e imperdível.

O Festival será realizado em três sessões e os ingressos já estão disponíveis no Ballet Lorena Albuquerque, que fica na Rua Tertuliano Sales, 26, bairro Recreio. Outras informações pelo telefone: (77) 3421-6256. Com três sessões, confira todos horários:

Sexta-feira (06/12)
Às 19h – Sessão Juvenil
Sábado (07/12)
Às 15h – Sessão Infantil
Às 19h – Sessão Juvenil