Banco do Brasil projeta economia de R$ 3,8 bi ao ano com reestruturação

Bruno Santos/Folhapress Fachada do Banco do Brasil, na Avenida Paulista, em São Paulo Se 9.000 funcionários aderirem ao plano extraordinário de aposentadoria anunciado pelo Banco do Brasil, a instituição financeira terá uma economia anual de R$ 2,13 bilhões ao ano. Areestruturação anunciada pelo banco também inclui fechamento de agências e um conjunto de medidas para … Leia Mais


Temer corta mais de R$ 400 milhões da agricultura familiar para 2017

  Projeto de lei orçamentária para o ano de 2017, enviada para o congresso nacional, prevê a redução de R$ 430 milhões nas políticas públicas da agricultura familiar e povos tradicionais. Orçamento reduzido e perdas irreparáveis para a agricultura familiar é o cenário criado pelas atuais propostas do governo de Michel Temer que tramitam no … Leia Mais


Associações e cooperativas discutem sobre editais do projeto Bahia Produtiva

Projeto contemplará propostas ligadas às cadeias produtivas da Mandiocultura, Fruticultura e Oleaginosas Representantes de associações, cooperativas e movimentos sociais se reuniram na tarde desta segunda-feira, 24, no auditório do Cemae, a fim de conhecer de forma mais detalhada os três novos editais do projeto Bahia Produtiva, lançados de manhã pelo governador Rui Costa, durante uma … Leia Mais


Pré-sal, aberto a estrangeiros, faz Petrobrás ter recorde

SÃO PAULO (Reuters) – A produção média de petróleo da Petrobras no Brasil atingiu 2,24 milhões de barris/dia (bpd) em setembro, crescimento de 8,8 por cento ante o mesmo período do ano passado, atingindo um novo recorde histórico impulsionado pela extração no pré-sal, informou a empresa nesta segunda-feira. O volume produzido no país, que responde … Leia Mais


Aposentadoria de militares só deve mudar após reforma da Previdência

A série de mudanças que o governo do presidente Michel Temer quer implementar na Previdência Social deve tornar mais rígidas as regras para a aposentadoria de militares. A mudança, que incluirá o aumento dos 30 anos de contribuição exigidos hoje, também deve criar uma idade mínima para que eles entrem na reserva. O Palácio do … Leia Mais


SUS vai perder R$ 654 bilhões com congelamento de gastos, diz Patrus Ananias


Jornal GGN – O ex-ministro e ex-deputado federal Patrus Ananias (PT-MG), integrante de comissão especial da Câmara que analisa a PEC que congela os gastos públicos por 20 anos, afirma que a medida fará o Sistema Único de Saúde perder R$ 654 bilhões, de acordo com estimativa do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde.
Essa redução de recursos representaria 500 milhões de procedimentos de atenção básica, 83,5 milhões de procedimentos de ambulatórios e 19,6 milhões de procedimentos em hospitais que deixariam de ser oferecidos pela população.
Ananias também citou estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que afirma que a PEC 241 terá um impacto negativo no financiamento e na garantia do direito à saúde.
Da Rede Brasil Atual
Por Hylda Cavalcanti
Patrus Ananias, que integra comissão especial criada na Câmara para avaliar PEC 241, divulgou resultado de vários estudos que mostram prejuízos para setores com a proposta encampada pelo governo Temer
Integrante da comissão especial da Câmara que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que congela os gastos públicos por um período de 20 anos, o deputado Patrus Ananias (PT-MG) – ex-ministro dos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff – divulgou hoje (29) estimativas do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde segundo as quais o Sistema Único de Saúde (SUS) perderá R$ 654 bilhões em 20 anos, se a PEC vigorar. O que, segundo ele, trará consequências gravíssimas para a população.
No total, de acordo com a avaliação feita pelos técnicos do conselho, este déficit de recursos representará 500 milhões de procedimentos de atenção básica, 83,5 milhões de procedimentos de ambulatórios e 19,6 milhões de procedimentos em hospitais que deixarão de ser oferecidos para os brasileiros.

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Saudade: FHC DEIXA PARA LULA DÍVIDA DE US$ 242 BILHÕES


Lula: herança de Fernando Henrique é pavorosa.

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Washington – Uma gigantesca dívida pública de US$ 242,5 bilhões é o fantasma que o presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, encontrará no Palácio do Planalto. Lula vai ter que exorcisar rapidamente a ameaça de uma moratória se quiser liberar recursos para atender os problemas sociais. Ainda que os analistas americanos estejam propensos ao pessimismo, a maioria aceita, no entanto, que a situação ainda pode ter um controle, graças ao potencial da economia brasileira, e Lula tem a oportunidade de lançar uma animadora “energia positiva” capaz de gerar uma rápida recuperação.

O ex-economista chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Michael Mussa, em recente apresentação, aconselhou Lula a dar um “choque de confiança”, se comprometendo a criar um superávit fiscal primário de 5%, até que a relação Dívida Pública/Produto Interno Bruto (DP/PIB), atualmente de 64%, baixe de 55%, e manter o superávit em 4% até que o índice seja menor que 50%. Este objetivo poderia ser conseguido em alguns meses, diz Mussa, isso se a esperada valorização do real reduzir o custo da dívida interna indexada ao dólar. Mas, o preço disso seria colocar em prática um programa rigoroso de ajustes em todas as frentes, o que seria contraditório em relação às promessas eleitorais do presidente eleito.

A alternativa seria uma reestruração da dívida, que implicaria num choque negativo de uma só vez, mas que “poderia ser manejado construtivamente e não preecisaria se transformar num desastre do tamanho do que aconteceu na Argentina”, analisa Mussa. Outros analistas – incluindo o megafinancista George Soros, que geralmente é otimista, estima em mais de 50% as possibilidades de que o Brasil tenha que reestruturar sua dívida.

A relação DP/PIB do Brasil era uma das mais baixas da América Latina, com 28% em 1994, mas em agosto passado mais que duplicou, a 58,09%, e em setembro chegou a 63,87%, segundo o Banco Central. O último “salto” de mais de cinco por cento em um mês obedeceu a uma boa medida da aceleração da desvalorização do real, que este ano perdeu mais de 40% de seu valor, aumentando o custo da dívida interna indexada ao dólar. (mais…)


2015: Rombo comercial agudo ocorreu nos governos FHC


rombo-comercialDados consolidados da balança comercial nos governos Itamar Franco, FHC, Lula e Dilma revelam os seguintes números: superávit de US$ 23,4 bilhões, com Itamar, rombo de US$ 9,8 bilhões com FHC, superávit de US$ 259,4 bilhões com Lula e de US$ 47,9 bilhões com Dilma; ou seja, o déficit registrado em 2014 reflete, apenas, a queda dos preços exportados pelo Brasil, como o minério de ferro e as commodities agrícolas; texto de Reinaldo Luciano

Por Reinaldo Luciano

Nossa “imprensa” parece comemorar o pior resultado da Balança Comercial Brasileira (Exportações X Importações) desde 1998.

O problema (para a mesma imprensa) é que os números podem ser colocados lado a lado, fazendo um comparativo entre governos distintos, desde Itamar Franco.

Os números finais estão aí para quem quiser ver e comparar.

Os dois últimos anos não foram fáceis para Dilma, mas mesmo assim ainda tem um resultado muito melhor do que o “conjunto da obra” de FHC, com uma taxa de desemprego em seu menor índice histórico.

Outro dado importante é o volume do que se exportou:

Em 2002 foram US$ 60,3 bilhões em exportações.

Em 2014 o volume chegou a US$ 225,1 bilhões, menor que os US$ 242 bilhões do ano passado, mas ainda assim quase quatro vezes maior que o último ano dos tucanos. (mais…)


Economia Solidária celebra conquistas do segmento


economia-solidaria-2Na tarde dessa quarta-feira, 5, o prefeito Guilherme Menezes se reuniu com integrantes dos grupos de Economia Solidária de Vitória da Conquista. O encontro serviu para celebrar o Dia do Empreendedor e as conquistas alcançadas por este segmento nos últimos anos, a exemplo do Mercado de Artesanato que, em breve, funcionará no Centro Glauber Rocha – Educação e Cultura.

O gestor relembrou a trajetória da Economia Solidária no município, a partir da criação do Grupo de Economia Popular (GEP) e do Banco do Povo, e como se chegou à construção desse espaço exclusivo para o setor. “Desejo a vocês todo sucesso, bons negócios e que o artesanato também eleve o nome de Vitória da Conquista”, resumiu o prefeito.

Em breve, os empreendedores que já são microempreendedores individuais assinarão o Termo de Permissão. Já aqueles que ainda não se legalizaram como pequeno empresário, além do termo de permissão, vão assinar o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) se comprometendo a realizar o cadastro em no máximo seis meses. (mais…)


Quem vota na direita não sabe disso: Perfil da dívida pública interna brasileira


Um problema enorme, mas de poucos: quatro estados — justamente os mais ricos — respondem por 83% de todo o débito com o Tesouro Nacional. Entre os municípios, a concentração também é grande

Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista: estado é o maior
devedor da União e a capital é a terceira

Quando se discute o endividamento dos estados e dos municípios, é preciso levar em conta dois fatores: o perfil da dívida e a concentração ao redor de uma meia dúzia de entes federados. De início, deve-se separar os valores que têm a União como credora e as dívidas junto a bancos privados, internos e externos. No caso dos estados e especificamente da cidade de São Paulo, muito em função das renegociações feitas a partir da Lei  9.496/1997 (aí incluídas as dos bancos estaduais, por meio do Programa de Incentivo à Redução do Setor Público Estadual na Atividade Bancária — Proes) e da MP 2.185/2000 (para os municípios), há um amplo predomínio dos débitos junto ao Tesouro Nacional, em torno de 90%.

O débito total dos entes federados com a União, por meio dessas e de outras renegociações (como a viabilizada pela Lei 8.727/1993), se aproxima rapidamente do meio trilhão de reais, do qual cerca da metade pertence ao estado de São Paulo (R$ 188 bilhões) e ao município de São Paulo (R$ 57 bilhões). Entre os estados, 83% dos débitos concentram-se em apenas quatro unidades da Federação. Entre os municípios, os dez maiores devedores respondem por 95% do total.

 “As maiores dívidas renegociadas foram a dos estados mais ricos da Federação, especialmente São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, responsáveis por cerca de 90% da dívida renegociada em 1997. Como tinham porte para obter financiamento junto ao mercado de capitais, eram os estados com importante parcela da dívida na forma de títulos públicos, muito vulneráveis aos aumentos da taxa de juros. Já nos estados menores, notadamente do Nordeste, boa parte do passivo tinha a União como credora, em condições menos sujeitas às oscilações nas taxas de juros, ainda mais após a renegociação feita em 1993”, detalhou, no estudo Dívida Estadual, de 2012, o consultor legislativo do Senado Josué Alfredo Pellegrini.


Quem do povo entende que estão roubando as nossas crianças?


Câmara derruba obrigatoriedade da Petrobras na exploração do pré-sal

Iolando Lourenço e Mariana Jungmann – Repórteres da Agência Brasil
Brasília - Sessão da Câmara dos Deputados para votar projeto que desobriga a Petrobras de atuar no pré-sal (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Mudança na lei foi aprovada na Câmara dos Deputados sob protestos de petroleiros Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Em sessão tumultuada, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou hoje (5) o projeto de lei que retira a obrigatoriedade da participação da Petrobras na exploração do petróleo do pré-sal. Sob protestos de um pequeno grupo de manifestantes petroleiros, os deputados aprovaram o texto principal e deixaram para a próxima sessão a votação dos destaques que visam modificar o projeto.
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Dez maiores devedores da União concentram débitos de R$ 122,6 bi


Ministério da Fazenda divulga lista com os nomes dos 500 maiores devedores inscritos na dívida ativa, tendo como um dos objetivos abrir caminho para o projeto de criação de um fundo lastreado nesses créditos que será oferecido ao mercado

Justiça nega recurso da União a favor da Vale em ação sobre lucro no exterior

 

BRASÍLIA – Com o objetivo de abrir caminho para o projeto de “vender” parte da dívida ativa da União para aumentar as receitas, o Ministério da Fazenda divulgou nesta terça-feira uma lista com os nomes dos 500 maiores devedores, que traz empresas como a Vale e a Petrobrás. Os débitos totais das empresas da lista somam R$ 392,3 bilhões. Segundo apurou oBroadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, a divulgação também tem como objetivo pressionar os devedores, ao criar um constrangimento público.

A intenção do governo, antecipada pelo Broadcast no mês passado, é criar um fundo lastreado em créditos da dívida considerados recuperáveis e vender cotas do fundo em mercado. A equipe econômica avalia que R$ 150 bilhões em débitos inscritos em dívida ativa podem ser recuperados em prazo relativamente curto e ser utilizados para compor o fundo.

Somente os dez primeiros colocados da lista devem aos cofres públicos o equivalente a quase 10% de todas as dívidas desse tipo que o governo tem a receber. Juntas, elas devem R$ 122,6 bilhões de um total de R$ 1,4 trilhão inscritos hoje na dívida ativa da União.

A maior devedora é exatamente a Vale, que tem um total de R$ 41,9 bilhões em dívidas com a União. Desse total, no entanto, R$ 32,8 bilhões estão suspensos por decisão judicial e R$ 8,27 bilhões estão inscritos em programas de parcelamento de débitos.

A segunda maior devedora da lista é a Carital Brasil Ltda, anteriormente chamada Parmalat Participações, com um débito total de R$ 24,9 bilhões. A Petrobrás está na terceira colocação, com uma dívida de R$ 15,6 bilhões, toda inscrita em programas de parcelamento de débitos.

Entre os dez maiores devedores estão ainda Ramenzoni Indústria de Papel (R$ 9,7 bilhões), Duagro S/A Administração e Participações (R$ 6,6 bilhões), a extinta companhia aérea Vasp (R$ 6,2 bilhões), o banco Bradesco (R$ 4,9 bilhões), a inscrita na lista como falida Varig (R$ 4,7 bilhões), a American Virginia Tabacos (R$ 4,1 bilhões) e a Condor Factoring (R$ 4,1 bilhões).

A lista dos maiores devedores não é divulgada rotineiramente pelo Ministério da Fazenda. De acordo com a pasta, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional já informava em seu site dados sobre os inscritos na dívida ativa, mas a lista apresentada nesta terça-feira permite uma visão consolidada dos maiores devedores. “É projeto dessa gestão promover um incremento da arrecadação de créditos inscritos em dívida ativa da União, na busca pela justiça fiscal”, informou o ministério, por meio de nota. O entendimento é que a legislação proíbe a divulgação dos devedores somente até o momento da inscrição em dívida ativa.

A lista de devedores inclui pessoas físicas e jurídicas que têm débitos com a Fazenda Nacional inscritos no cadastro da dívida ativa da União, que é composta por todos os créditos tributários ou não tributários depois de esgotado o prazo fixado para pagamento. Segundo o Ministério da Fazenda, todas essas dívidas estão sendo cobradas na Justiça e correspondem a diversos tipos de tributos.

Além das empresas citadas, a lista traz também nomes de envolvidos na Operação Lava Jato, como a empreiteira Mendes Júnior, que tem dívida de R$ 590,9 milhões, e a Yousseff Câmbio e Turismo, empresa do doleiro Alberto Yousseff, que tem R$ 297,9 milhões inscritos na dívida ativa. (mais…)