Comerciários do Maxxi Atacado recebem Ação Sindical

Na última segunda-feira, 07, o Sindicato dos Comerciários com o apoio do Sesc e do Politécnico Book, promoveu mais uma a Ação Sindical na Base. Dessa vez os comerciários do Maxxi Atacado tiveram a visita da entidade sindical que levou diversos serviços para os trabalhadores da empresa, como: aferição de pressão, teste de glicemia, massagem, … Leia Mais


Caixa Econômica Federal tem lucro líquido de R$7,2 bi em 2015

SÃO PAULO (Reuters) – A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira lucro líquido de 7,2 bilhões de reais no acumulado de 2015, alta de 0,9 por cento sobre 2014. A carteira de crédito da Caixa somou 679,5 bilhões de reais no fim de dezembro, alta de 11,9 por cento em 12 meses. O retorno sobre … Leia Mais


Elite deve parar de ser hipócrita com economia, diz empresário

Presidente da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Carlos Pastoriza, acredita que essa não é a pior crise que o país viveu: “O que mais está nos preocupando nesta recessão é a instabilidade política, porque de crise nós já estamos calejados”. Pastoriza é representante do setor da indústria de base, empresas que fabricam maquinaria … Leia Mais


Conta de Luz tem valor reduzido em todo Brasil

A bandeira tarifária, taxa encarece o valor das contas de luz, passa da cor vermelha para a amarela a partir desta terça-feira (1º). Com a mudança, a cobrança extra aos consumidores passa de R$ 3 para R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia consumidos. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a … Leia Mais


Balança comercial tem maior superávit para fevereiro desde 1989

Exportações superaram importações em US$ 3,04 bilhões, diz governo. Já no primeiro bimestre, saldo positivo somou US$ 3,96 bilhões. As exportações brasileiras superaram as compras do exterior, resultando em superávit da balança comercial de US$ 3,04 bilhões em fevereiro deste ano, informou nesta terça-feira (1º) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Balança … Leia Mais


Bridgestone anuncia investimentos de R$ 262 milhões na Bahia


bridgestone-448x336A fábrica de pneus Bridgestone assina nesta sexta-feira (26), um protocolo de intenções com o governo do estado para investir R$ 262 milhões em sua fábrica de pneus na Bahia.

Maior produtora de pneus do mundo, a companhia vai investir, do total anunciado, R$ 252 milhões no incremento da produção de mais 2.500 unidades/dia de pneus, e R$ 10 milhões na construção de um Centro de Distribuição.

A expectativa é que os novos negócios movimentem 270 empregos além dos 560 que já existem atualmente na fábrica, que funciona desde 2007 no Polo Industrial de Camaçari.

Participarão da assinatura o governador Rui Costa, o secretário de Desenvolvimento Econômico – SDE, Jorge Hereda e o diretor-presidente do grupo, Fábio Marcel Fossen.


Risco-Brasil: No governo FHC foi o pior da história


fanfarrãoAo participar de um evento ontem em São Paulo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso aproveitou para comentar o rebaixamento do Brasil pela agência de classificação de risco Standard & Poors. “Tem que olhar com jeito isso aí porque as agências não são infalíveis. Mas é óbvio que, no caso do Brasil, existem sinais que levam a prestar atenção. O endividamento público cresceu e existe esse artificialismo no manejo do orçamento. Isso tudo pesa e elas (agências) estão registrando”, afirmou. “A coisa mais difícil de ganhar na vida é confiança. Em tudo, não só na economia. Isso (rebaixamento) é um sinal de desconfiança. É negativo para o país”, acrescentou.

Na segunda-feira, a nota atribuída ao Brasil pela S&P caiu de BBB para BBB-, mas ainda foi mantida no chamado “grau de investimento”, ou seja, dos países ainda confiáveis para atrair investimentos. Prova de que a alteração não causou grande impacto, foi o comportamento do mercado financeiro, onde o dólar registrou forte queda e a Bovespa registrou o sétimo pregão consecutivo de alta.

Diante da fala de FHC, no entanto, cabe um registro histórico. Foi em janeiro de 1999, mês da maxidesvalorização do real, adiada em função da reeleição obtida um ano antes, que o chamado risco-Brasil atingiu seu nível mais baixo. Com nota B-, o Brasil foi classificado pela S&P como “altamente especulativo”.

Apenas em 30 de abril de 2008, já no governo Lula, o Brasil atingiu o chamado “grau de investimento”, com a nota BBB-. A promoção veio em 17 de janeiro de 2011, com a classificação BBB, e agora, nesta segunda-feira, o Brasil voltou ao nível de 2008. Ou seja: houve um rebaixamento, mas a classificação do risco-Brasil ainda é muito superior à da era FHC.

Confira, abaixo, a evolução da nota do Brasil e entenda aqui o que significam as notas:get_img


Ricos: Conheça a lista dos maiores sonegadores de impostos do Brasil; Vale lidera


valeO Ministério da Fazenda divulgou a lista dos 500 maiores devedores de impostos do Brasil. A lista mostra apenas empresas e pessoas físicas que estão já foram inscritas na dívida ativa da União. Ou seja, existem outros devedores que não figuram na relação por este motivo. O total divulgado soma R$ 122,6 bilhões, pouco mais de duas vezes o valor que se está tentando economizar com o ajuste fiscal promovido pelo governo federal.

A mineradora Vale do Rio Doce encabeça a lista dos dez maiores devedores com uma dívida de R$ 41,9 bilhões, seguida por Parmalat (R$ 24,9 bilhões), Petrobras (R$ 15,6 bilhões), Ramenzoni Indústria de Papel (R$ 9,7 bilhões), Duagro (R$ 6,6 bilhões), Vasp (R$ 6,2 bilhões), Bradesco (R$ 4,9 bilhões), Varig (R$ 4,7 bilhões), American Virgínia Tabacos (fabricante dos cigarros San Marino, Seleta, Oscar, Indy e West. Deve R$ 4,1 bilhões) e Condor Factoring (R$ 4,1 bilhões).

Estas dez empresas são responsáveis por 10% de toda a sonegação de impostos do país.

A apresentação destes devedores tem um significado político importante porque revela a intenção do governo federal de efetivamente cobrar essa dívida de grandes sonegadores. O total ainda está longe de representar a real dimensão da sonegação de impostos no Brasil, calculada em R$ 1,46 trilhão, isto é, dez vezes maior (leia aqui matéria do Portal da ABCF sobre o assunto).

A intenção do Ministério da Fazenda, segundo informa o jornal O Estado de São Paulo, é criar um fundo lastreado em créditos da dívida e vender títulos no mercado. O Ministério acredita que até R$ 150 bilhões em dívidas podem ser recuperadas num prazo reduzido.

Veja a lista dos 20 maiores sonegadores. A lista completa você pode baixar aqui.

 


Há várias maneiras de se roubar a Petrobrás e o povo do Brasil


 malandros 9As bancadas do PSDB e do PMDB no Senado fecharam um acordo para tentar isolar o PT e aprovar o projeto de lei do senador José Serra (PSDB-SP) que muda as regras de exploração do pré-sal, informou reportagem do Congresso em Foco nesta tarde.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), é a favor da proposta e pretende colocá-la em pauta para votação ainda nesta terça-feira 23, conforme já havia anunciado há dias. Segundo o presidente do Congresso, a presidente Dilma Rousseff não mostrou resistência à votação do texto.

Para parlamentares petistas, como o senador Lindbergh Farias (RJ), que acatou duramente a proposta, mudar o modelo do pré-sal agora seria “loucura”, por conta do preço da commodity.

“Com esse preço não o momento adequado para fazermos essa discussão”, disse o petista na semana passada. “A gente tira a Petrobras e leiloa para as multinacionais a US$ 30, isso é ‘doação’, é preço de ‘banana1”, criticou.


Arrecadação do ICMS na Bahia cresce o dobro da média nacional em 2015


Bahia economiaCom um crescimento nominal de 6,48% na arrecadação do ICMS em 2015, quase o dobro da média nacional (3,62%), a Bahia também ampliou a participação relativa no somatório do imposto arrecadado em todo o país. Sexto do ranking nacional, o estado alcançou 4,8% de participação no ICMS total, ante 4,7% em 2014. O desempenho confirmou a tendência de recuperação da capacidade do fisco baiano nos últimos anos, com a participação do estado subindo constantemente desde o patamar de 4,3% em 2012.

No total, a Bahia arrecadou R$ 19,3 bilhões de ICMS no ano passado, enquanto em 2014 foram R$ 18,1 bilhões. O crescimento baiano foi superior ao de estados como Rio Grande do Sul (4,92%), Rio de Janeiro (3,6%), São Paulo (2,57%), Pernambuco (1,43%) e Minas Gerais (-0,89%). Apenas o Paraná registrou crescimento maior, chegando a 9,32%. Em conjunto, a arrecadação do imposto entre os dez maiores estados cresceu nominalmente 3,14%, um pouco menos que a média nacional. (mais…)


Governo do Estado economiza R$ 256 milhões com despesas de custeio em 2015


Guilherme e RuiAs medidas de controle das despesas públicas do Governo do Estado, implementadas pelo governador Rui Costa em 2015 por meio do Modelo Bahia de Gestão, resultaram na economia de R$ 256 milhões com custeio em 2015. A queda nominal de 4% é observada comparando-se os gastos registrados com o componente “Outras despesas correntes”, que engloba gastos com informática, manutenção da frota, água e energia, entre outros: o total foi de R$ 6,463 bilhões em 2014, reduzindo-se para R$ 6,207 bilhões no ano passado.

De acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-Ba), é a primeira vez em dez anos que o Estado registra queda nominal nesse tipo de despesa. Se for considerada a inflação de 2014 medida pelo IPCA, a queda real no custeio é ainda maior, chegando a 10%. Isso equivale a dizer que, descontada a corrosão inflacionária, a economia real chegaria a uma cifra bem maior, de R$ 670 milhões.

Outra medida do Modelo Bahia de Gestão – como foi batizado o conjunto de iniciativas implementadas pelo governador com o objetivo de garantir a qualidade do gasto público – foi a criação da Coordenação de Qualidade do Gasto Público, sediada na Sefaz-Ba. O setor criado na reforma administrativa promovida pelo atual governo passou a atuar estrategicamente, acompanhando as despesas das unidades do Estado, tendo como parâmetro o orçamento de cada órgão e secretaria. Em 2015, o material produzido pela Sefaz-Ba subsidiou reuniões do governador Rui Costa com as equipes de algumas das maiores secretarias estaduais – Saúde, Educação, Segurança Pública e Administração Penitenciária – para tratar especificamente do controle de gastos.

Entre as medidas de controle previstas no decreto 15.925, de 6 de fevereiro de 2015, por exemplo, está a avaliação, pela Coordenação de Qualidade do Gasto Público, de todos os processos de aquisição de materiais e contratação de serviços cuja previsão de despesas ultrapasse o montante de R$ 455 mil. O mesmo decreto, ao tratar da execução orçamentária pelos órgãos, fundos e entidades integrantes da administração estadual, disciplinou a realização de uma série de despesas, incluindo viagens, assinatura de periódicos e contratação de consultorias. (mais…)


Pagamento mínimo e parcelado do cartão de crédito ajuda no endividamento de consumidores


SicorroNão faça pagamento mínimo e parcelado
Taxas de juros de cartões de créditos são altas e
acabam endividando cada vez mais o consumidor

Mesmo sendo um dos maiores motivos de endividamento, as compras parceladas e o pagamento mínimo do cartão de crédito são cada vez mais utilizados pelas famílias. De acordo com o Banco Central, as taxas de juros do pagamento rotativo do cartão de crédito subiram 431,4% em 2015. Já os juros das compras parceladas encerraram o ano com alta de 136,2%.
A dica do consultor Cristian Miguel, da Fiel Consultoria, é parar de comprar no cartão de crédito e procurar outra maneira de quitar a dívida. “Comprar pelo cartão de crédito é sempre menos burocrático do que conseguir um empréstimo. Contudo, muitos empréstimos possuem juros bem menores que dos cartões de crédito, entretanto, é preciso tomar muito cuidado: deve-se buscar crédito somente em momentos de extrema necessidade e jamais se esquecer de pesquisar os menores juros”, orienta.
Mas, antes de procurar um empréstimo, tente outros meios de obter o dinheiro, como usar uma poupança, trocar ou ficar sem carro, por exemplo. “Cortar gastos com supérfluos e diminuir temporariamente o padrão de vida, como colocar os filhos em uma escola pública por um período podem ser melhores que contrair uma nova dívida”, afirma o consultor. Quando não se consegue administrar um empréstimo, as consequências são sempre maiores que passar por um período em contenção de gastos. “Empréstimos mal administrados se tornam endividamentos, que podem se tornar inadimplência e essa, por sua vez, virar dívidas impagáveis”, observa.
É preciso lembrar que, independente da sua escolha, antes de pagar a dívida é fundamental fazer um planejamento e tentar negociar com os credores. “O melhor é procurar o auxilio de profissionais e consultores especializados para fazer uma renegociação com a instituição, não se esquecendo de tomar todas as medidas de segurança, como anotar as propostas e fazer com que enviem tudo por escrito”, considera Cristian Miguel.
Evite o parcelamento
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