Ao completar 42 anos, Polo reafirma ideal de crescimento superando adversidades

  Mesmo em cenário tão adverso, como o causado pela pandemia da Covid-19, o Polo Industrial de Camaçari completa 42 anos no dia 29 de junho, mantendo a disposição para superar desafios, ampliando seu horizonte competitivo para continuar como grande vetor de desenvolvimento da Bahia e, especialmente, dos municípios vizinhos de Camaçari e Dias d´Ávila. A atitude dominante … Leia Mais


Sonho de ligar região central ao litoral baiano está próximo

Projetos da Fiol e do Porto Sul vão transformar a logística do país  Correio Perspectiva do Porto Sul (Imagem: Casa Civil Bahia/divulgação) Em momentos como o que vivemos, o jornalismo sério ganha ainda mais relevância. Precisamos um do outro para atravessar essa tempestade. Se puder, apoie nosso trabalho e assine o Jornal Correio por apenas R$ 5,94/mês. O … Leia Mais


Ferrovia vai aproximar municípios do interior baiano

Carlos González Obras da Fiol na região de Brumado (Foto: Eloi Correa/GOVBA) Em momentos como o que vivemos, o jornalismo sério ganha ainda mais relevância. Precisamos um do outro para atravessar essa tempestade. Se puder, apoie nosso trabalho e assine o Jornal Correio por apenas R$ 5,94/mês. A distância viária entre Jequié e Ilhéus atualmente … Leia Mais


Conab estima recorde da produção de grãos no país: 250,5 milhões de toneladas

Levantamento da Safra 2019/2020 mostra 8,5 milhões de t (3,5%) a mais do que o colhido em 2018/19 Redação Foto: Divulgação/ Agência Brasil   Um crescimento recorde da produção de grãos no país foi registrado no 9º Levantamento da Safra 2019/2020, divulgado nesta terça-feira (9) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Foram cerca de 250,5 milhões de … Leia Mais


Cadastro para auxílio emergencial passa a ser feito em agências dos Correios

Ministério da Cidadania firmou parceria para atender à população mais vulnerável, sem acesso a meios digitais, que ainda não conseguiu benefício Foto: Elza Fiúza/Arquivo Agência Brasil   Mais de seis mil agências da empresa, presente em todos os municípios do país, estão habilitadas a fazer o cadastramento de quem precisa do auxílio emergencial. A expectativa … Leia Mais


Bahia é líder nacional na produção de 11 bens minerais


A Bahia lidera nacionalmente a produção de 11 bens minerais – Barita, Bentonita, Cromo, Diamante, Magnesita, Níquel, Quartzo, Salgema, Talco, Urânio e Vanádio. O estado encerrou o mês de abril com um aporte de R$ 7,9 milhões na arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) e R$ 482 milhões arrecadados com a Produção Mineral Baiana Comercializada (PMBC). Estes dados fazem parte do Informe Executivo de Mineração, divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), nesta Segunda-feira (1°).

“Os três principais bens minerais responsáveis por este resultado foram o Ouro, com 36% da exploração, nos municípios de Jacobina e Barrocas; o níquel, com 18% da exploração em Itagibá e; o Cobre, com 12% da exploração em Juazeiro. O nosso estado é uma verdadeira potência em bens minerais e isto tem forte impacto positivo na economia”, destaca o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico.

Um dos destaques, no segmento empresarial, reportado no Informe de Mineração, é a Yamana Gold. A empresa, que possui uma mina subterrânea na cidade de Jacobina e é responsável por cerca de 1,4 mil empregos diretos e mais 700 indiretos no estado, anunciou a fase dois do seu projeto de expansão, com investimentos na ordem de R$ 300 milhões e conclusão prevista para o início de 2023.

Já o destaque entre municípios, Jacobina protagoniza o documento divulgado pela SDE. A cidade tem a lavra legalizada de Ouro e é uma das mais antigas do estado, com operação desde 1880. Além do ouro, o município produz agregados para construção civil, como areia e argila, e rochas ornamentais. No mês de abril, a PMBC do município foi de aproximadamente R$ 134 milhões e a CFEM gerada foi de quase R$ 2 milhões.

Ascom/SDE


Vitória da Conquista deve receber R$ 17,7 milhões investimentos


SDE assinou protocolos de intenções nessa segunda-feira (18)

Indústria Chiacchio

O município de Vitória da Conquista tem previsão de receber R$ 17,7 milhões em investimentos privados, com a ampliação e modernização de duas empresas e implantação de um novo empreendimento. Os três protocolos de intenções foram assinados nesta segunda-feira (18), na Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), pelo vice-governador João Leão, titular da pasta.

“O trabalho de atração de investimentos não para. Temos nos esforçado para continuar alavancando a economia e gerando empregos. Eu sempre digo que empreendimentos que ampliam e modernizam são negócios que deram certo e continuam crescendo. Além de garantir 195 empregos, os protocolos vão gerar 63 novas vagas de trabalho”, diz Leão.

Os empreendimentos que serão ampliados e modernizados fazem parte do segmento plástico e pertencem ao grupo Chiacchio. A Cesbap Centro Sul Bahia Plástico vai investir R$ 6,2 milhões na ampliação de sua unidade industrial destinada à produção de tubos de polietileno, tubos e perfis de PVC e sua capacidade de produção terá um incremento de 500 toneladas/ano. Além de manter os 73 empregos existentes, vai criar 17 novas vagas de trabalho direto.

Já na ampliação da Plaschio Plásticos Chiacchio serão investidos R$ 10 milhões na produção de copos, pratos plásticos, tampas e potes plásticos recicláveis. O incremento na capacidade de produção será de 1 mil toneladas/ano. Serão mantidos os 122 empregos existentes e criados 22 novos.

“A ampliação é voltada para implantação de novas linhas de produtos e consequentemente geração de empregos. A concessão do benefício é de fundamental importância para conseguirmos alavancar os novos negócios e nos mantermos no mercado. A ideia é abrir o leque de produtos e ter condições de concorrer com marcas de fora do estado”, afirma Agnaldo Cordeiro, diretor administrativo do grupo Chiacchio.

A implantação ficará por conta da Megaferro Comércio de Ferragens e Ferramentas, que vai investir R$ 1,5 milhão para fabricação de estruturas metálicas, artefatos e armações de metais. A unidade terá capacidade para produzir 3 mil toneladas/ano, onde serão gerados 24 empregos diretos.


Guedes já queimou US$ 54 bilhões das reservas acumuladas por Lula e Dilma – e o dólar se aproxima de R$ 6


Incapaz de produzir confiança, a equipe de Paulo Guedes vai torrando as divisas que vinham sendo acumuladas desde 2014 e o Brasil sofre uma das maiores fugas de capitais da sua história

Dólar e o ministro da Economia, Paulo Guedes
Dólar e o ministro da Economia, Paulo Guedes (Foto: Reuters | Wilson Dias/Agência Brasil)

A reportagem deixa claro que a acumulação de reservas ocorreu exatamente nos governos Lula e Dilma – o que permitiu ao Brasil ter tranquilidade cambial e deu a milhões de brasileiros a oportunidade de viajar e estudar no exterior. “De 2001 a 2003, o BC chegou a vender cerca de US$ 15 bilhões. A partir de 2004, não houve mais vendas, só compras, com exceção da injeção de recursos durante a crise de 2008/2009, também nesse montante. Depois disso, a instituição só voltaria a vender dólares em agosto de 2019”, aponta o jornalista.

Com a falta de confiança na economia brasileira, em razão da incapacidade do choque neoliberal de Paulo Guedes e Jair Bolsonaro de produzir crescimento, o dólar fechou no dia de ontem a R$ 5,83, maior cotação da história.

 O fracasso da política econômica de Paulo Guedes pode ser medido pela queima de reservas internacionais acumuladas nos governos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, bem como pela acentuada desvalorização do real. “No momento em que a taxa de câmbio se aproxima de R$ 6, o Banco Central promove um cavalo de pau na política de acumulação de reservas internacionais iniciada em 2004. Foram injetados US$ 54 bilhões no mercado desde agosto do ano passado apenas por meio da venda à vista de dólares. No mesmo período, a fuga de recursos do país soma US$ 57 bilhões. Ambos os valores são recordes”, aponta reportagem de Eduardo Cucolo, na Folha de S. Paulo.


Pastora cobra dízimo do auxílio emergencial e afirma que Deus mandou Bolsonaro dar (vídeo)


“O senhor está usando o presidente para nos abençoar”, afirma a pastora após pedir o dízimo dos fieis para “a casa do Senhor”

Jair e Michele Bolsonaro em culto
Jair e Michele Bolsonaro em culto (Foto: Carolina Antunes/PR)

 Trecho de live onde pastora cobra o dízimo do auxílio emergencial aprovado pelo Congresso Nacional, tentando justificar com a afirmação de que “foi Deus quem mandou Bolsonaro dar”, está circulando nas redes sociais neste sábado (18).

“Foi Deus quem mandou Bolsonaro dar. Isso é um dinheiro que você não ia ter. O senhor está usando o presidente para nos abençoar. É hora de abrir as mãos para a casa do senhor. Vamos plantar, vamos semear. Eu creio que Deus vai abençoar muito crente depois dessa grande luta”, declarou a pastora de igreja não identificada.

Confira o vídeo: 

 


Três pessoas por quarto e sem home office: as dificuldades do isolamento nas favelas; alguns querem a mistura por quê?


O cenário tende a ser ainda mais grave nas favelas, que, em grande medida, contam com casas de cômodos pequenos e com mais de três pessoas por quarto, segundo levantamento da ONG Casa Fluminense. Em relatório divulgado em seu site, a organização reitera o conselho da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, de que a população deve priorizar o distanciamento social e o isolamento domiciliar como estratégias eficazes para conter o avanço da disseminação do coronavírus.

 

Porém, o mesmo relatório apresenta o contexto do adensamento populacional excessivo nas periferias da região metropolitana do Rio de Janeiro. “Dados produzidos pela Casa Fluminense, a partir do Censo 2010 e do Índice de Progresso Social 2018, apontam que 300 mil casas na região metropolitana do Rio de Janeiro têm mais de 3 pessoas por quarto”, aponta a ONG.

Prefeitura do Rio de Janeiro higieniza áreas da Rocinha para combater coronavírus.

Marcos de Paula/Prefeitura do Rio

Como exemplo, a entidade mostra a situação do município de Japeri, na Baixada Fluminense, que “possui o maior adensamento habitacional excessivo, com 14% dos domicílios nesta condição. A favela do Jacarezinho, na zona norte do Rio, lidera entre as regiões administrativas da capital, seguido por Maré, Rocinha, Cidade de Deus, Zona Portuária e Santa Cruz”.O coordenador da pesquisa, Vitor Mihessen, aponta que a falta de acesso a direitos não vem de hoje e que, diante da pandemia de covid-19, não é diferente. “A pandemia tem escancarado as desigualdades nas metrópoles, o indicador de adensamento habitacional excessivo do Rio ajuda a mostrar que é preciso assegurar habitação adequada e renda básica para a população permanecer em distanciamento social”, aponta Vitor.

As favelas no Brasil abrigam 5,2 milhões de mães, com média de 2,7 filhos cada uma.

“Quando a gente fala evitem aglomerações,tem uma quantidade enorme de pessoas que vivem em famílias numerosas em casas de um único cômodo. Essas pessoas ao ficarem em casa estão aglomeradas”, alertou o deputado federal Marcelo Freixo (Psol-RJ), para a TV Câmara na terça-feira (8).

 

Não é à toa que levantamento do Instituto Locomotiva, em parceria com Data Favela, mostra que 75% dos moradores de favelas se sentem muito preocupados com sua saúde diante da pandemia de coronavírus. Mas quando se trata de parentes idosos a preocupação aumenta, chegando a 90%.

Os pais também sentem medo de transferir a doença aos filhos. No total, 82% dos entrevistados se disseram muito preocupados em transmitir covid-19 aos filhos.

Barriga vazia

Além do vírus, a pandemia atingirá as comunidades carentes em outros pontos. Segundo o levantamento, ao menos 60% dos moradores de favelas ficarão sem ter o que comer em uma semana, caso não haja uma intervenção estatal.

O mesmo levantamento chama a atenção para o fato de que, praticamente nenhum dos 1.808 entrevistados, residentes em 269 favelas, têm alimento para um mês. A pesquisa foi feita no último fim de semana.

Usado politicamente por apoiadores de Jair Bolsonaro para contrariar o isolamento horizontal – única medida defendida pela OMS como eficaz para conter a pandemia -, o fato de que muitos moradores de periferia precisam sair de suas casas para ir atrás do alimento de cada dia também foi apontado pela pesquisa. Oito em cada dez moradores de favelas no país precisam sair das comunidades para conseguir alimentos e itens de higiene.

Ceilândia é um espelho do Brasil

Para o coordenador pedagógico na Rede Urbana de Ações Socioculturais (RUAS), Max Maciel, um mês após o decreto que regulou a quarentena do Distrito Federal, as famílias da periferia do DF começaram a afrouxar o isolamento. Max é morador de Ceilândia, onde, segundo o Anuário do DF, 20% das famílias seguem sem acesso ao saneamento básico.

É em Ceilândia que fica Sol Nascente, conhecida como maior favela horizontal da América Latina. Segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Sol Nascente tem 56.483 moradores.

“A maioria das nossas pessoas está na informalidade, elas precisam do dia a dia para fazer renda, porque comercializam algo, ou para fazer bico. Eu estou falando de camelô, de empregada doméstica, de pedreiro… Essas pessoas pararam nos primeiro 15 dias, com o mínimo de reserva possível e a partir dali começou a criar um sentimento de ‘eu não vou dar conta de segurar a quarentena'”, conta Max.

O ativista social diz ter visto na prática o quão prejudicial foram as falas do presidente Jair Bolsonaro, que desaconselhou o isolamento social. “Ele chegou a visitar Ceilândia, há uns dois domingos atrás. Ele veio na cidade, parou na rua, parou no centro, foi no mercado. A partir desse momento a gente percebeu que as pessoas começaram a afrouxar a quarentena”, afirma Maciel.

Ceilândia em 1971 – Arquivo GDF

Ceilândia já surgiu como fruto da desigualdade social. O seu surgimento, segundo conta nos documentos públicos do governo do DF, foi em decorrência da Campanha de Erradicação de Invasões (CEI), que foi o primeiro projeto de erradicação de favelas realizado no Distrito Federal pelo governador Hélio Prates. As remoções para a nova cidade foram iniciadas em 27 de março de 1971, estabelecendo a data de sua fundação a partir da transferência de, aproximadamente, 80.000 moradores de antigas favelas. (mais…)


Agredida pelo governo Bolsonaro, China troca soja brasileira por soja dos Estados Unidos


China inicia retaliação aos ataques despropositados do governo brasileiro de Jair Bolsonaro ao maior parceiro comercial do país e única nação capaz de fornecer equipamentos para o combate ao coronavírus. A primeira medida é reduzir as importações da soja brasileira

(Foto: Reuters)

Segundo o jornalista Nelson de Sá, na Folha de S.Paulo o diário Xin Jing Bao, de Pequim, noticiou no sábado (4) uma coletiva sobre “segurança e suprimento alimentar” de um diretor do ministério chinês da agricultura, convocada porque “muitas pessoas se preocupam que a soja importada do Brasil venha a ser afetada”.

Wei Baigang afirmou que “as importações do Brasil não foram afetadas em março”, mas que as importações dos EUA devem crescer”, agora que “a primeira fase do acordo comercial sino-americano foi implementada”.

A China é o principal importador de produtos agrícolas brasileiros. O valor das aquisições pelo país asiático foi US$ 31,01 bilhões em 2019, de acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Em sgundo lugar ficaram os Estados Unidos (US$ 7,18 bilhões).

De acordo com a agência de notícias chinesa Xinhua, em levantamento que envolveu 13 correspondentes na América Latina, o número de confirmações de coronavírus gira em torno de 30 mil na América Latina, sendo mais de um terço no Brasil, que tem pelo menos 11,2 mil e 489 mortes provocadas pela doença.

Segundo relato da coluna de Nelson de Sá, O tabloide Huanqiu/Global Times ironizou em título que, em meio à escalada dos números, “Presidente brasileiro convoca jejum para se livrar do pecado”. Na rede CCTV, “três epidemias estão para acontecer ao mesmo tempo no Brasil”, acrescentando dengue e gripe.

O fato é que, em meio a uma pandemia global, o governo Jair Bolsonaro ainda consegue arrumar briga com a China, após integrantes da atual administração acusarem o país asiático de esconder informações sobre a covid-19 e de querer dominar o mundo com a doença.

(mais…)


MP 936 – entenda a redução jornada e suspensão contrato


O Governo Federal, editou no dia 01º de abril a Medida Provisória 936, que institui o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda e dispõe sobre medidas trabalhistas complementares para enfrentamento do estado de calamidade pública, gerado pela pandemia do coronavírus.

Segundo o advogado trabalhista Mourival Boaventura Ribeiro, sócio da Boaventura Ribeiro sociedade de advogados, a MP é bastante ampla e tem impacto direto no dia a dia das empresas de dos trabalhadores de todo o Brasil, mas existem alguns pontos que podem ser destacados.

“Dentre outros itens a MP autoriza a redução da jornada de trabalho em percentuais de 25, 50 e 70% e mesmo suspensão do contrato por acordo individual ou coletivo pelo prazo de até 60 dias, instituindo como contrapartida o denominado “Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda”, que será pago ao empregado pelo governo a partir da data de início da redução de jornada ou suspensão temporária do contrato, devendo a formalização do ato ser comunicada ao Ministério da Economia e também ao sindicato da categoria profissional”, explica Boaventura Ribeiro.

Ele explica que o benefício a ser pago ao empregado será equivalente à base de cálculo do valor mensal do seguro desemprego (mínimo de R﹩ 1.280,00 e máximo de R﹩ 1.813,00) e proporcional à redução estabelecida no acordo, havendo suspensão total do contrato, de trabalho, o benefício será pago de forma integral. (mais…)