Bolsonaro acerta com centrão a volta da CPMF

Justificativa oficial será de que recursos ajudarão a bancar a desoneração da folha de pagamentos. Em 2015, Bolsonaro fez campanha contra o imposto que agora irá recriar Bolsonaro, Marco Feliciano, Sóstenes Cavalcante e Eduardo Bolsonaro contra a CPMF em 2015 (Foto: Arquivo) Depois de produzir o maior rombo fiscal da história do Brasil, em razão … Leia Mais


Empresária que combate o racismo é a mulher mais rica do Brasil

Dona da rede de lojas Magazine Luiza, Magalu, a empresária Luiza Trajano tem patrimônio avaliado em R$ 24 bilhões. Ela ocupa a 8ª posição na lista da revista Forbes, sendo a única mulher entre os top 10 da lista de bilionários no Brasil. A companhia tem sido alvo de elogios e críticas depois de anunciar … Leia Mais



Líder na produção de oito minérios, Bahia tem nova província mineral na região Norte

Estado é quarto maior produtor brasileiro de bens minerais O Norte da Bahia pode ser a região responsável por abrigar uma das mais importantes províncias minerais do estado. Trata-se da Província Metalogenética do Norte, situada na borda norte do Cráton de São Francisco, onde foram descobertas mineralizações de fosfato, ferro, ferro-titânio-vanádio, níquel-cobre-cobalto, ouro, metais base … Leia Mais


Nordeste da Bahia terá complexo eólico com R$ 1,3 bilhão em investimentos

Fotos: Divulgação AES Tietê Nordeste da Bahia terá complexo eólico com R$ 1,3 bilhão em investimentos Os parques devem gerar até 500 empregos nos municípios de Tucano, Araci e Biritinga A região Nordeste da Bahia vai ganhar seu primeiro complexo eólico, que ficará localizado nos municípios de Tucano, Araci e Biritinga. A estimativa é que … Leia Mais


Em cada 10 brasileiros, 9 acham cara e 8 gostariam de escolher sua empresa fornecedora de energia


Em 7 anos de pesquisa, número de entrevistados que acham a conta de luz cara ou muito cara subiu de 67% para 84%

A Pesquisa de Opinião Pública 2020, realizada pelo IBOPE e a Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) sobre o que pensa e quer o brasileiro do setor elétrico, apontou que 88% dos entrevistados acham muito cara a energia e 80% gostariam de escolher sua operadora de energia elétrica. Esta é a sétima edição da pesquisa que visa traçar o perfil e opinião dos brasileiros sobre a possibilidade de escolher o seu fornecedor de energia.

Desde 2013, o valor pago pelos consumidores tem se tornado um tema mais evidente nas despesas das famílias e isso se reflete no aumento no número de brasileiros que consideram o preço da energia elétrica cara ou muito cara, que saiu de 67% para 84%. Para o presidente da Abraceel, Reginaldo Medeiros, o resultado confirma que o consumidor não está satisfeito com o atual modelo empregado de serviço do setor elétrico. “A pesquisa mostra claramente que as pessoas gostariam de escolher sua empresa fornecedora de energia. Eram 66% dos brasileiros há 7 anos; agora são 80%, um recorde. Ou seja, a cada 10 pessoas, 8 querem mudanças na sua conta de luz. Isso também mostra que as pessoas estão mais atentas a seus direitos e que este debate sobre o mercado livre de energia precisa continuar no Congresso Nacional para respeitar os anseios da população. “, destacou.

O estudo também trouxe dados sobre uma possível mudança do mercado cativo de energia (atual sistema no qual o consumidor é obrigado a compra energia da distribuidora) para o mercado livre (quando o consumidor tem a possibilidade de escolher quem será a sua fornecedora de energia). O resultado foi que a cada 10 pessoas, seis trocariam imediatamente de fornecedor de energia caso a medida fosse adotada. Questionado dos motivos, 83% apontam que o alto preço é causado pelos impostos e pela falta de concorrência. “O amadurecimento do mercado livre já é uma realidade entre os consumidores e pagadores de conta de luz. E não toleram mais pagar caro pela energia. Tanto que 62% dos entrevistados acreditam que a conta de energia deve diminuir caso seja implantado a livre escolha e haja concorrência entre operadores. Estamos nesta luta há mais de 20 anos e até agora a liberdade de escolha segue restrita apenas para a grande indústria. O pequeno consumidor segue tutelado pelo Estado que escolhe a conta de luz que ele vai pagar”, completa o Medeiros.

Outro resultado que mostra a mudança no perfil do pagador de energia é que 17% das pessoas escolheriam sua operadora se baseando em uma geração de energia mais limpa. Questionado se gostaria de gerar sua própria energia em casa, 90% disse que sim – o número é 13 pontos percentuais maior que 7 anos atrás. Para Medeiros, o modelo atual gera ineficiência. (mais…)


ANEFAC: BC deve reduzir SELIC para 2,00% ao ano


Nos dias 04 e 05 de agosto a diretoria do Banco Central estará reunida para definir a nova taxa de juros básica (SELIC). Para Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da ANEFAC, tendo em vista os efeitos do Coronavírus na economia mundial, inflação baixa, bem como o fato de que os bancos centrais das principais economias do mundo estarem reduzindo suas taxas básicas de juros, isto deve levar o banco central brasileiro a, igualmente, reduzir sua taxa de juros nesta reunião do COPOM. “Em nossa opinião o Banco Central vai reduzir a SELIC para 2,00% ao ano, redução de 0,25 ponto percentual”, explica.

Abaixo as simulações demonstrando os efeitos de uma eventual redução da SELIC, nas operações de crédito bem como nos investimentos considerando:

• Simulação demonstrando todo o impacto ocorrido nas taxas de juros das operações de crédito no período de agosto/2016 a junho/2020, período este que o Banco Central reduziu a SELIC de 14,25% ao ano para 2,25% ao ano, redução de 12,00 pontos percentuais;

• Simulações com a redução da SELIC de 2,25% ao ano para 2,00% ao ano (redução de 0,25 ponto percentual).

Abaixo, igualmente, simulações de como ficarão os rendimentos da Poupança X Fundos de Renda Fixa.

• Como ficarão os rendimentos com a SELIC sendo mantida em 2,25% ao ano;

• Como ficarão os rendimentos com a SELIC sendo reduzida de 2,25% ao ano para 2,00% ao ano. (mais…)


Dívida Pública Federal sobe para R$ 4,39 trilhões em junho, informa o Tesouro


Endividamento externo cresceu 9,65%, resultado de uma emissão no mercado internacional de US$ 3,5 bilhões

Foto: Marcello Casal/ Agência Brasil
Foto: Marcello Casal/ Agência Brasil

 

A dívida pública federal subiu 3,27% em termos nominais em junho, no comparativo com maio, segundo informou nesta quarta-feira (29) a Secretaria do Tesouro Nacional. Em valores, o passivo da União – somando débitos internos e no exterior – pulou de R$ 4,251 trilhões para R$ 4,39 trilhões.

Segundo a Agência Brasil, a dívida mobiliária interna – correspondente aos títulos públicos emitidos – passou de R$ 4,033 trilhões para R$ 4,151 trilhões (alta de 2,93%). A alta deve-se, conforme o Tesouro, à emissão líquida de R$ 99,18 bilhões. Houve incorporação de juros ao montante total de R$ 18,8 bilhões.

A emissão no mercado internacional no início de junho de US$ 3,5 bilhões – em torno de R$ 18 bilhões na cotação de terça – fez o estoque da Dívida Pública Federal Externa (DPFe) subir 9,65%. O débito total passou de R$ 218 bilhões em maio para R$ 239,03 bilhões em junho.

As instituições financeiras foram as principais detentoras da Dívida Pública Federal interna, com 27,47% de participação no estoque. Os fundos de investimento, com 25,79%, e os fundos de pensão, com 24,47%, aparecem em seguida.

Com a retirada de recursos de investidores internacionais do Brasil, decorrente da crise econômica, a participação dos não residentes (estrangeiros) caiu, atingindo 9,09% em junho. Este é o menor percentual de estrangeiros na dívida interna desde 2009. Os demais grupos somam 13,19% de participação, segundo os dados apurados no mês.


Brasil primário: soja será o principal item exportado pelo sexto ano seguido


País não tem conseguido diversificar sua pauta de exportações, que se concentra cada vez mais em itens de pouco valor agregado

(Foto: CELSO JUNIOR)

SÃO PAULO (Reuters) – A soja registrará em 2020 seu sexto ano consecutivo como principal produto de exportação do Brasil, em lista dominada por commodities nas dez primeiras posições, indicou nesta quarta-feira a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

Até a terceira semana de julho, 66,5 milhões de toneladas de soja haviam sido embarcadas pelo país no ano, ante projeção de 78,5 milhões de toneladas para 2020 completo, em meio à forte demanda pela oleaginosa —especialmente da China— e ao câmbio favorável às commodities, com o real desvalorizado frente ao dólar.

O setor agropecuário foi um dos menos afetados pela pandemia de coronavírus, que puxou para baixo a participação dos manufaturados na lista de exportações.

Segundo a AEB, as posições da soja e das outras duas principais commodities exportadas pelo Brasil (petróleo e minério de ferro) foram beneficiadas pela queda dos manufaturados, “consolidando o peso das commodities nas exportações e no superávit comercial”.

As exportações de petróleo totalizam no ano, até a terceira semana de julho, 41,6 milhões de toneladas, enquanto os embarques de minério de ferro no período somam cerca de 166 milhões de toneladas, também puxados pela demanda chinesa, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Ainda assim, a receita com exportações de produtos básicos do Brasil deve recuar 7,2% em 2020 na comparação anual, a 109,65 bilhões de dólares, disse a AEB. No final do ano passado, antes dos impactos da pandemia, a entidade projetava o resultado em quase 116 bilhões de dólares.

Entre os fatores, além dos impactos gerais da Covid-19 em vários segmentos, estão as fortes oscilações dos preços das principais commodities.

“Apesar de fortes oscilações de preços e quantum dos três principais produtos da pauta de exportação, soja, petróleo e minério de ferro aumentarão sua representatividade para 34%, beneficiadas pela queda dos manufaturados”, afirmou a AEB.

As exportações de manufaturados foram projetadas em 56,3 bilhões de dólares em 2020, patamar que remete aos níveis de 2004, afetadas especialmente pela crise na Argentina e América do Sul.

No total, as exportações brasileiras devem atingir 192,72 bilhões de dólares em 2020, queda de 14% na comparação anual e de 11,3% em relação às estimativas da AEB ao final do ano passado. Já as importações tendem a somar 145,25 bilhões de dólares, recuo de 18,1% no ano a ano e de 24% ante as projeções iniciais.

“O superávit comercial projetado para o Brasil em 2020 (de 47,47 bilhões de dólares) será triplamente negativo, pois será obtido com queda das exportações, das importações e na corrente de comércio, com geração de redução da atividade econômica”, afirmou a entidade.


Auxílio emergencial: mais da metade dos que receberam ainda não consegue pagar todas as despesas


 Entre as pessoas que já vêm recebendo o auxílio emergencial do governo federal, 57% ainda não conseguem pagar todas as despesas, sendo necessário priorizar o pagamento de uma conta em detrimento de outra. A conclusão é de uma pesquisa inédita da Boa Vista, que ouviu cerca de 1300 consumidores de todo o Brasil.

Entre estes 57%, o auxílio emergencial de R$ 600 (ou de R$ 1.200 para mulheres chefes de família), tem sido usado prioritariamente para pagar as contas de concessionárias (luz, água, etc) por 47%. Em seguida, 20% priorizam o valor para quitar as contas relacionadas à moradia. Em terceiro lugar vêm os gastos com supermercado, prioridade para 13%. A imagem abaixo contém o detalhamento.

93% destinaram os recursos recebidos exclusivamente para as despesas da casa, enquanto uma minoria (7%) estendeu o emprego do valor a familiares e amigos.

Valor insuficiente
Entre os entrevistados da pesquisa que conseguiram receber as primeiras parcelas, 95% consideram o valor insuficiente. Somando todas as despesas da casa, 82% consideram o valor suficiente para pagar no máximo 40% das contas. A imagem a seguir ilustra este apontamento:

O que é o auxílio emergencial
O auxílio emergencial é um benefício financeiro do governo federal destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia da Covid-19.

Consumidor Positivo
A Boa Vista, por meio do seu site www.consumidorpositivo.com.br, oferece diversos serviços gratuitos ao consumidor que deseja limpar seu nome e organizar as finanças. No portal, é possível checar o score de crédito, verificar se há dívidas registradas no CPF, de quais valores e credores, e baixar materiais de apoio para organização da vida financeira, como planilhas e cartilhas, além de ter acesso a dicas de educação financeira e do Cadastro Positivo.

Esses e outros dados da pesquisa também estão ilustrados em forma de infográfico.

Metodologia
A pesquisa sobre o Auxílio Emergencial foi realizada pela Boa Vista, no último mês de junho, com cerca de 1300 pessoas, representantes das diferentes regiões do País e classes sociais. Para a leitura dos resultados considerar cerca de 3 p.p. (pontos percentuais) de margem de erro e 95% de grau de confiança.

SOBRE A BOA VISTA

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar os dados dos seus clientes em soluções para os desafios de empresas e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível. Por isso, Cadastro Positivo é na Boa Vista.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no site www.consumidorpositivo.com.br

Atualmente a Boa Vista é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.


INSS: Quem nunca contribuiu vai receber até R$1.045 NESTAS condições


O valor, correspondente a um salário mínimo, é uma ajuda do Governo Federal para as pessoas de família de baixa renda

Quem tem direito a este benefício são pessoas com mais de 65 anos de idade ou, de qualquer idade, se tiverem alguma incapacidade de longa duração.

Além da idade ou da incapacidade, o interessado ao benefício tem que provar também que a família não tem condições de manter este idoso ou esta pessoa com deficiência, que pode ser de natureza mental, física, intelectual ou sensorial.

Veja algumas dúvidas respondidas logo abaixo.

É como se fosse uma aposentadoria?

Exatamente isso, mas é um benefício da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) conhecido como BPC – Benefício de Prestação Continuada.

A diferença é que as aposentadorias e pensões têm o décimo terceiro e o BPC não tem.

Como o INSS avalia se a pessoa é de uma família de baixa renda?

A avaliação é feita por meio de um assistente social. Por isso, é necessário que o interessado leve no INSS, no dia do protocolo do pedido, um estudo social feito por um assistente social.

Como conseguir um estudo social?

Basta procurar um assistente social no CRAS, que é o Centro de Referência de Assistência Social.

Toda cidade tem pelo menos um CRAS (encontre o CRAS da sua cidade).

A família deve estar inscrita e atualizada no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) antes da apresentação de requerimento à unidade do INSS.

Em quais situações o INSS pode negar o pagamento deste benefício?

Em apenas três situações. Quando a pessoa não tem a idade mínima, quando não prova a incapacidade ou quando entende que a família não é de baixa renda.

E o que fazer quando o interessado não conseguir o benefício?

Se a negativa for por que não ficou comprovada a incapacidade, deve-se questionar a perícia feita pela Previdência Social.

Se for negado por causa da renda familiar, deve-se ter o cuidado de apontar todas as despesas que a família tem com a pessoa deficiente ou idosa, por que nem sempre o INSS não leva isso em consideração.

Depois que o benefício começa a ser pago, ele pode ser cessado?

Sempre quando há mudança em um dos requisitos que deu origem ao pagamento.

O INSS tem um órgão chamado COINP – Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária que fica procurando pelo em ovo para cancelar benefícios.

Eu vi um caso que a pessoa estava viajando para o exterior e teve o benefício cortado. Tinha um que tinha uma caminhonete no nome dele. Em outro caso o filho abriu uma firma no nome da mãe e ela perdeu o benefício. Existem fraudes, mas também tem muita gente inocente.

As redes sociais podem servir de prova para que esses benefícios sejam cortados?

Muitas vezes colocamos algo que não somos no Facebook, no Instagram, enfim, na internet. E isso pode servir para o INSS fazer prova contra você mesmo. E depois, a pessoa pode não conseguir provar que focinho de porco não é tomada. E aí pode ficar sem o benefício.


Portaria da AGU permite desconto de até 70% para pagamento de dívidas


SOPA Images / LightRocket via Getty Images

Imagem: SOPA Images / LightRocket via Getty Images

Uma portaria publicada hoje pela AGU (Advocacia-Geral da União) no Diário Oficial da União regulamenta a negociação de dívidas tributárias entre a Administração Pública e pessoas físicas ou jurídicas com créditos de difícil recuperação ou vistos como “irrecuperáveis”. Na prática, isto tornará possíveis negociações com descontos de até 70%.

Além disso, podem ser obtidos parcelamentos em até 145 meses. As propostas poderão ser oferecidas pela Procuradoria-Geral Federal (PGF), pela Procuradoria-Geral da União (PGU) ou pelo devedor. A nova

norma foi explicada por Vanir Fridriczewski, diretor do Departamento de Patrimônio Público e Probidade da PGU.

“Um dos objetivos é permitir essa recuperação de valores para a União. E, com isso, uma vez regularizada a situação dos devedores, eles, como atores econômicos — pessoas físicas e jurídicas — passam a ser reinseridos e ter mais facilidades para voltar ao mercado, podendo fomentar a economia”, esclareceu o diretor.

A assinatura do Advogado-Geral da União, José Levi Mello do Amaral Júnior, regulamenta as negociações previstas pela Lei 13.988/20.

A transação por proposta individual terá validade a partir de 15 de julho e envolve créditos administrados pela PGF e cuja cobrança compete à PGU. Pessoas jurídicas poderão pagar uma entrada de 5% do valor devido e optar em pagar o restante em parcela única, com 50% de desconto, ou em até 84 parcelas com redução de 10%.

A situação para as pessoas físicas é diferente: elas também poderão dar entrada de 5% do valor, mas terão possibilidade de pagar o restante do montante em parcela única, com 70% de desconto, ou em até 145 meses com redução de 10%.

A classificação de créditos de difícil recuperação ou irrecuperáveis é feita a partir destes pontos:

  • Análise do tempo de cobrança definido nas normas da AGU
  • Suficiência e liquidez das garantias associadas aos créditos
  • Existência de parcelamentos ativos
  • Perspectiva de êxito das estratégias administrativas e judiciais de cobrança
  • Histórico de parcelamentos dos créditos
  • Capacidade de pagamento

De acordo com Fábio Munhoz, coordenador-geral de Cobrança da PGF, a portaria altera a possibilidade de concessão de pagamento, que, antes, era de 60 meses: “É uma quebra de paradigma, pois traz a transação como ferramenta de recuperação do crédito público”.