Moradia é a área com mais cortes na gestão Bolsonaro

Contigenciamento acerta em cheio programas habitacionais. Foto: Divulgação Agência Brasil O Brasil tem um déficit de 7,7 milhões de moradias, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). E o buraco não diminuirá em curto prazo. Levantamento do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) revela que o contingenciamento do governo Jair Bolsonaro acertou em cheio a moradia: R$ … Leia Mais


Primeiro Encontro de Cooperativas da Região Sudoeste da Bahia vai homenagear ex-deputado Coriolano Sales

  Coopera Sudoeste pretende reunir presidentes, dirigentes e gestores cooperativistas para debater o “Desenvolvimento sustentável das cooperativas do Sudoeste da Bahia” Promover a intercooperação e o fortalecimento das cooperativas e do cooperativismo no sudoeste baiano são os objetivos do I Encontro de Cooperativas da Região Sudoeste da Bahia – Coopera Sudoeste, que vai ocorrer nos … Leia Mais


Municípios baianos devem 360 milhões a previdência

Foto: Reprodução / Agência Brasil Foco em Brasília durante toda a semana, a reforma da Previdência tenta equilibrar a equação da seguridade social do país: existem cada vez mais aposentados em relação ao número de contribuintes. Parte dessa estrutura deficitária, uma lista de 40 municípios baianos e quatro Câmaras de Vereadores no estado acumulam aproximadamente … Leia Mais



Faturamento bruto das lavouras cafeeiras reduz 24% nos últimos 10


Em 2010 receita bruta da produção dos Cafés do Brasil atingiu R$ 25,81 bilhões e em 2019 estima-se R$ 19,70 bilhões

O total do faturamento bruto de todas as lavouras brasileiras previsto para 2019 está estimado em R$ 398,64 bilhões. Nesse contexto, a receita bruta das lavouras dos Cafés do Brasil foi calculada em R$ 19,70 bilhões, valor que corresponde a 5% do total de todas as lavouras. Em uma década, o faturamento total das lavouras evoluiu de R$ 283,55 bilhões para R$ 398,64, o que representa um crescimento de 37%. Em contrapartida, o faturamento bruto dos Cafés do Brasil, nesse mesmo período em destaque, decresceu 24%, o qual passou de R$ 25,81 para R$ 19,70 bilhões.

Se for estabelecido um ranking dos cinco principais produtos em termos de receita bruta, em 2019, verifica-se que se destaca em primeiro lugar a soja, com R$ 127,63 bilhões, valor que corresponde a 32% do total. Em segundo, vem a cana-de-açúcar, com R$ 59,86 bilhões, receita que equivale a 15% desse mesmo faturamento. Na sequência, em terceiro, o milho, com R$ 57,70 (14%), em quarto, o algodão herbáceo, R$ 41,86 (11%). O café ocupa o quinto lugar, com R$ 19,70 bilhões, receita correspondente a 5% da arrecadação das lavouras.

Entretanto, em relação ao período de 2010 a 2016, vale destacar ainda que o café figurou em quarto lugar no citado ranking, à frente do algodão. Mas, desde 2017, o algodão suplantou o café, o qual passou a figurar em quinto lugar. Tais dados e números que permitiram realizar esta análise da performance do faturamento bruto dos Cafés do Brasil foram obtidos da edição de maio de 2019 do Valor Bruto da Produção – VBP, o qual é elaborado e divulgado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola – SPA, do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – Mapa. Referido VBP está disponível na íntegra no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

Leia esta ANÁLISE/divulgação na íntegra na página da Embrapa Café, do Observatório do Café e do Consórcio Pesquisa Café.

Conheça também o Portfólio de tecnologias do Consórcio pelo link http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/publicacoes/637 e também acesse todas ANÁLISES e notícias da cafeicultura.


R$ 6 bi em impostos, empregos formais e vício: os desafios da legalização dos jogos de azar no Brasil


Apesar de ser proibido no Brasil há 77 anos, 20 milhões de brasileiros apostam diariamente no jogo do bicho

Foto: Cintia Moreira

Ainda que seja proibido no Brasil, os jogos de azar nunca deixaram de fazer parte da rotina dos brasileiros. Um estudo de 2018 do Portal BNLData, em parceria com o Instituto Brasileiro Jogo Legal, indica que as apostas ilegais movimentam, anualmente, cerca de R$ 20 bilhões.

A maior fatia vem do jogo do bicho (R$ 12 bi), seguido por bingos (R$ 1,3 bi), caça-níqueis (R$ 3,6 bi) e apostas esportivas e jogos pela internet (R$ 3 bi). Apesar de ser proibido desde a década de 40 no Brasil, a estimativa é que 20 milhões de brasileiros apostam diariamente no jogo do bicho e mais de 10 milhões em jogos pela internet.

O assunto volta à pauta do Congresso Nacional, que pode aprovar ainda este ano a criação do Marco Regulatório dos Jogos no Brasil, através do substitutivo ao PL 442/91, na Câmara dos Deputados, e o PLS 186/14, no Senado Federal. As duas propostas estão prontas para votação no Plenário das duas Casas Legislativas.

“O jogo está proibido no Brasil há 77 anos. Se a gente tributasse os R$ 20 bilhões que hoje nós temos em arrecadação com o jogo clandestino, nós estaríamos falando em algo de R$ 6 bilhões por ano (de impostos). Se a gente multiplicasse R$ 6 bilhões por 77, a gente chegaria em uma conta tão absurda, mas que vale a pena fazer, que é algo em torno de R$ 462 bilhões, recursos estes que seriam para os cofres públicos”, estima o presidente do Instituto Brasileiro Jogo Legal, Magno José.

O levantamento do instituto calcula que a legalização dos jogos de azar no Brasil geraria 658 mil empregos diretos e 619 mil empregos indiretos por meio da cadeia produtiva. Mais da metade dessas vagas formais de emprego (450 mil) viriam do jogo do bicho.

Apesar do ganho econômico e social, o aspecto da saúde deve ser levado em conta. Segundo a especialista em transtornos de impulso, Suely Sales Guimarães, a regulamentação desses estabelecimentos aumentaria, naturalmente, o número de pessoas viciadas.

“Esse envolvimento com a atividade de jogo, em princípio, acontece em um contexto prazeroso. Acontece que, ao longo do tempo, essa atividade torna-se uma atividade adictiva (de recuperação de dependências). É semelhante a adicção ao álcool, à cocaína, à heroína, a qualquer droga química. Então, isso seria uma adicção comportamental, não química. E a pessoa pode desenvolver o transtorno do jogo patológico”, alerta Suely. (mais…)


Empresas privadas devem R$ 450 bilhões à Previdência, mostra relatório final da CPI; por que isso não importa?


 

O senador Hélio José (Pros-DF) apresentou nesta segunda-feira (23) seu relatóriofinal na CPI da Previdência, no qual defende que a Previdência Social não é deficitária. A data de votação do texto ainda vai ser definida pelo presidente da comissão de inquérito, Paulo Paim (PT-RS), que deu mais prazo para análise dos parlamentares (vista coletiva). Ele garantiu que a CPI vai encerrar seu trabalho dentro do prazo inicialmente previsto, que é 6 de novembro. Uma das propostas do relatório é aumentar para R$ 9.370,00 o teto dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social (RGPS), que atualmente é de R$ 5.531,31.

O texto de 253 páginas aponta erros na proposta de reforma apresentada pelo governo; sugere emendas à Constituição e projetos de lei; além de indicar uma série de providências a serem tomadas para o equilíbrio do sistema previdenciário brasileiro, como mecanismos de combate às fraudes, mais rigor na cobrança dos grandes devedores e o fim do desvio de recursos para outros setores.

O relatório alega haver inconsistência de dados e de informações anunciadas pelo Poder Executivo, que “desenham um futuro aterrorizante e totalmente inverossímil”, com o intuito de acabar com a previdência pública e criar um campo para atuação das empresas privadas.

“É importante destacar que a previdência social brasileira não é deficitária. Ela sofre com a conjunção de uma renitente má gestão por parte do governo, que, durante décadas: retirou dinheiro do sistema para utilização em projetos e interesses próprios e alheios ao escopo da previdência; protegeu empresas devedoras, aplicando uma série de programas de perdão de dívidas e mesmo ignorando a lei para que empresas devedoras continuassem a participar de programas de empréstimos e benefícios fiscais e creditícios; buscou a retirada de direitos dos trabalhadores vinculados à previdência unicamente na perspectiva de redução dos gastos públicos; entre outros”, resume Hélio José em seu relatório.

Sonegação

Na visão do relator, não é admissível qualquer discussão sobre a ocorrência de deficit sem a prévia correção das distorções relativas ao financiamento do sistema.

— Os casos emblemáticos de sonegação que recorrentemente são negligenciados por ausência de fiscalização e meios eficientes para sua efetivação são estarrecedores e representam um sumidouro de recursos de quase impossível recuperação em face da legislação vigente — argumentou.

Segundo o relatório da CPI, as empresas privadas devem R$ 450 bilhões à previdência e, para piorar a situação, conforme a Procuradoria da Fazenda Nacional, somente R$ 175 bilhões correspondem a débitos recuperáveis.

— Esse débito decorre do não repasse das contribuições dos empregadores, mas também da prática empresarial de reter a parcela contributiva dos trabalhadores, o que configura um duplo malogro; pois, além de não repassar o dinheiro à previdência esses empresários embolsam recursos que não lhes pertencem — alegou.

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Função de cobrador de ônibus começa a ser extinta pela prefeitura de São Paulo


Administração determinou que novos ônibus inseridos no sistema de transporte a partir de setembro devem ter assento do auxiliar excluído

Ofício de cobrador assegura cerca de 20 mil empregos com salário médio de R$ 1.700 na cidade de São Paulo

São Paulo – A gestão do prefeito da capital paulista, Bruno Covas (PSDB), determinou que os novos ônibus que venham a ser colocados em operação no sistema de transporte da cidade não tenham o assento do cobrador, cuja função deve ser extinta nos próximos anos, de acordo com a nova licitação do transporte coletivo. Carta circular divulgada pela São Paulo Transporte (SPTrans) às empresas de ônibus, no último dia 11, orienta que os veículos tamanho Padron e Básico – veículos com mais de 12 metros, não articulados – já não devem mais ter o lugar do cobrador a partir de 2 de setembro.

A extinção da função de cobrador vem sendo estudada desde a gestão de Gilberto Kassab (2009-2012). O principal argumento da prefeitura é que o custo de manutenção do cobrador não se justifica pelo número de tarifas pagas em dinheiro no sistema: cerca de 5% do total de passagens. No entanto, esse percentual significa 12 milhões de passagens pagas em dinheiro por mês. No sistema local, em que operam cerca de 6 mil veículos, operado pelas empresas surgidas das antigas cooperativas, já não há atuação do cobrador desde 2014.

O Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (Sindmotoristas) demonstrou preocupação com a medida, que pode abrir caminho para o fim da função em todo o sistema. “Pegou a gente de surpresa. Não vamos aceitar a extinção dos cobradores. Não são profissionais que apenas cobram a tarifa, são agentes sociais, que ajudam no embarque de idosos e deficientes, orientam passageiros e auxiliam o motorista”, explicou o secretário-geral da entidade, Francisco Xavier, o Chiquinho. O sindicato vai pedir reunião com a prefeitura para discutir a medida.

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Petrobras faz no NE a maior descoberta desde o pré-sal


De seis campos de exploração em Sergipe e Alagoas, Petrobrás espera extrair o equivalente a um terço da produção atual brasileira

ARACAJU – A Petrobrás fez em Sergipe sua maior descoberta desde o pré-sal, em 2006. De seis campos, espera extrair 20 milhões de m³ por dia de gás natural, o equivalente a um terço da produção total brasileira. Divulgada no mês passado, a descoberta deve gerar R$ 7 bilhões de receita anual à estatal e sócias, calcula a consultoria Gas Energy. Na avaliação do governo, a conquista pode ajudar a tirar do papel o esperado “choque de energia barata” prometido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes – plano para baratear em até 50% o custo do gás natural e “reindustrializar” o País.

A aposta do governo é que, em pouco tempo, deva sair de Sergipe o gás mais barato do Brasil. Primeiro, pelo próprio aumento da produção, que ajuda na redução dos custos. Segundo, pela entrada em operação de rivais da petroleira, como a americana ExxonMobil, que tem projetos de exploração na região. Por fim, pela presença de empresas importadoras de gás, que também vão concorrer pela infraestrutura de escoamento. Dessa maneira, a tendência é de redução na tarifa de transporte e, com isso, também do preço final do produto.

“Vamos ter competição. É isso que vai fazer o preço baixar”, afirma o secretário de Petróleo e Gás Natural do Ministério de Minas e Energia (MME), Márcio Felix, que participa da elaboração do plano de Guedes.

O governo também tem a expectativa de estimular a economia na região com o gás. De 2014 a 2017, a cadeia de óleo e gás ficou praticamente paralisada como reflexo da forte queda no preço do insumo no mercado internacional e das revelações da Operação Lava Jato da Polícia Federal, que revelou bilhões em desvios de recursos na Petrobrás. “É possível que a gente assista a uma retomada da indústria de petróleo e gás no Nordeste, onde tudo começou”, diz o presidente da Gas Energy, Rivaldo Moreira Neto.

O diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Felipe Kury, classifica o potencial da Bacia de Sergipe-Alagoas como “muito promissor”. Além dos seis campos da Petrobrás, a ANP acredita que existem na região outras áreas com indícios de presença de petróleo e gás que, nos próximos anos, podem resultar em novas descobertas relevantes.

Pelos dados do MME, para delimitar o reservatório e construir um gasoduto até a costa, a Petrobrás deve gastar US$ 2 bilhões ainda neste ano. A estatal não revela os planos para a região. Por meio de sua assessoria, informou apenas que “as águas profundas de Sergipe vêm mostrando grande potencial para o desenvolvimento”. Disse também que o orçamento do projeto está previsto em seu plano estratégico para os próximos cinco anos. Por enquanto, a estatal está trabalhando apenas na exploração, mas não na produção dos campos.

Expectativa
O gás já provoca uma reviravolta na economia de Sergipe. “Virei um caixeiro viajante, batendo de porta em porta de indústrias, oferecendo as vantagens do gás natural a quem quiser se instalar no Estado”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, José Augusto Pereira de Carvalho.

O Estado está agora concentrado em atrair grandes consumidores de gás para o município de Barra dos Coqueiros, vizinho a Aracaju, onde funciona o Porto de Sergipe, e, no futuro, deve estar de pé um novo distrito industrial. Na pequena cidade de apenas 25 mil habitantes, cercada por praias e mangue, começa a surgir um arranjo inédito de empresas interessadas no combustível. (mais…)


Sete cidades baianas vão receber R$ 77 milhões em investimentos


 

Ampliação e implantação de unidades industriais vão gerar 238 novos empregos

Sete municípios baianos vão receber R$ 77 milhões em investimentos e 238 novos postos de trabalho, com a ampliação, implantação e modernização de unidades industriais. O volume de recursos é fruto de protocolos de intenções assinados com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), na quinta-feira (13), e vai beneficiar Vitória da Conquista, Juazeiro, Feira de Santana, Cabaceiras do Paraguaçu, Belo Campo, Lauro de Freitas e Entre Rios.

“Esses novos protocolos são de extrema importância para a população baiana, pois atestam nosso esforço em interiorizar os investimentos e a industrialização no estado. Quem já investe na Bahia tem ampliado ou modernizado suas plantas fabris e, quem ainda não investe, tem nos procurado. Aí a economia e o povo baiano ganham, com a geração de emprego e de renda”, afirmou João Leão, vice-governador e secretário da SDE.

No setor de Alimentos, foram três protocolos que juntos terão um aporte de R$ 13,8 milhões, com a fábrica Lago Dourado, em Cabaceiras do Paraguaçu, a Café Pinga Fogo, em Juazeiro, e a C&M, em Lauro de Freitas. Já em Vitória da Conquista, a Motech do Brasil vai investir R$ 12 milhões na ampliação e modernização de sua fábrica do segmento de Plástico e Borracha. (mais…)


Soja e milho ficam mais baratos


A saca de 50 quilos do arroz vendido do Rio Grande do Sul teve redução de 0,79% no preço e o produto é negociado a R$ 44,18

Foto: Notícias Agrícolas

A saca de 60 quilos da soja começou a quarta-feira (12) com queda de 0,03% no Paraná, onde grão é vendido a R$ 75,53. Na cidade de Bebedouro, em São Paulo, o produto é comercializado a R$ 83. Enquanto em Dourados, no Mato Grosso do Sul a mercadoria é vendida a R$ 71,50, a cidade goiana de Rio Verde negocia a soja a R$ 72.

Já a saca de 50 quilos do arroz vendido do Rio Grande do Sul teve redução de 0,79% no preço. O produto em terras gaúchas é negociado a R$ 44,18. Enquanto isso, o valor do açúcar registra queda de 0,98% na cidade de São Paulo e chega a R$ 62,50.

Foto: Ítalo Novaes - Agência do Rádio Mais

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve redução de 1,42% e é negociada a R$ 36,19. Em Campinas, em São Paulo, o produto registrou queda de 1,61% no valor e a saca é comercializada a R$ 35,47. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 32. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o produto é vendido a R$ 28. Em Barreiras, na Bahia, o preço à vista é R$ 30,50. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.