Consumidores que optam por energia solar economizam até 190% na conta de luz

Com maior procura por fonte renovável, senadores discutem, em audiência pública nesta semana, incentivos à produção de energia fotovoltaica no Brasil A energia fotovoltaica, que é gerada a partir da luz do sol, é uma boa alternativa para quem quer economizar. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o consumidor que optar por … Leia Mais






IBGE: 2,7% das famílias concentram 20% de toda a renda brasileira


Ilton Rogerio/Getty Images/iStockphoto

 

  • 2,7% das famílias acumularam 20% do total da renda
  • 23,9% dos brasileiros vivem com até 2 salários mínimos
  • Gastos são maiores com habitação, transporte e alimentação

A desigualdade social no país fez com que apenas 2,7% das famílias acumulassem 20% do total da renda entre os anos de 2017 e 2018. A revelação faz parte da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), divulgada hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). As famílias brasileiras tiveram uma renda média de R$ 5.426,70.

O estudo traz informações sobre a composição orçamentária doméstica e sobre as condições de vida da população, incluindo a percepção subjetiva da qualidade de vida. A coleta da pesquisa foi realizada nas áreas urbana e rural de todo o país no período de junho de 2017 a julho de 2018. O resultado ainda é preliminar. Mais dados serão divulgados nas próximas semanas.


Após derrota em votação da Previdência, Guedes desmarca reuniões com senadores


Após derrota em votação da Previdência, Guedes desmarca reuniões com senadores

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Diante do revés na votação da reforma da Previdência, o ministro da Economia, Paulo Guedes, cancelou uma série de reuniões que teria nesta quarta-feira (2) com senadores. Isso ocorre porque o plenário do Senado aprovou o texto-base da reforma, mas aprovou também um destaque, que, segundo o governo, retirou R$ 76 bilhões da previsão de economia.

 

O destaque em questão excluiu um trecho aprovado pela Câmara sobre abono salarial. Com isso, permanece a lei vigente com o abono sendo pago uma vez ao ano para quem recebe até dois salários mínimos, o equivalente a R$ 1.996,00. Pelo texto aprovado pelos deputados, o pagamento ficaria restrito aos trabalhadores que ganham até R$ 1.364,43.

Segundo informações do blog de Andréia Sadi, no G1, Guedes tinha encontros marcados com parlamentares do PP, PSD e MDB, este último avaliado pela equipe econômica como um dos principais responsáveis pela derrota do governo no plenário. Já o partido nega que tenha patrocinado a derrota. O MDB, inclusive, é o partido do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (PE).

Oficialmente, o ministério diz que as reuniões foram canceladas porque o governo está fechando a reforma e nega represálias. Mas, de acordo com a publicação, a equipe econômica se sente frustrada e refaz cálculos para fechar as contas públicas. “Cada bilhão a menos na Previdência tem de tirar um bilhão do pacto federativo. Não tem mágica”, disse um integrante do grupo.


Expansão do agronegócio e a formação das cidades


O agronegócio tem papel fundamental para a economia brasileira e a tendência é de crescimento impulsionado, principalmente, pela produção de grãos, como a soja. O PIB (Produto Interno Bruto) do Agronegócio brasileiro cresceu 0,65% em maio de 2019, de acordo com cálculos realizados pelo Cepea* (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil).

O IBGE* (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) também divulgou projeções otimistas para o setor e calculou que, em março deste ano, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas foi estimada em 230,1 milhões de toneladas, 1,6% acima da safra de 2018.

Cultura da soja

O Brasil está entre os maiores produtores de soja do mundo (atrás apenas dos Estados Unidos) e o cultivo de soja tem sido considerado a melhor opção por parte dos produtores nas últimas safras. Segundo dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) computados pela Embrapa Soja* a área de plantio de soja em 2019 está estimada em mais de 35,8 milhões de hectares e produção de 114 milhões de toneladas.

Com esses números é de se esperar que essa cultura mude, não apenas a vida de centenas de milhares de pessoas, mas também a estrutura das cidades. Os polos de desenvolvimento e as áreas com maior incremento da produção de soja geram empregos e empresas, atraindo o desenvolvimento urbano.

Formação de cidades

No Brasil, o agronegócio não apenas levou desenvolvimento para cidades já existentes como foi responsável pelo nascimento de novos municípios. Tudo começa quando um grande latifundiário compra uma fazenda e começa a produzir e gerar receitas a partir do agronegócio. Com o passar do tempo, a agricultura passa a ser intensiva – modalidade de produção agrícola que utiliza intensivamente insumos e tecnologia para o aumento da produtividade e redução nos prazos – e surge a necessidade de o latifundiário arrendar parte das terras em módulos rurais com o intuito de trazer mão-de-obra e serviços essenciais para a sua produção.

Quando os módulos rurais começam a ser ocupados, são criadas demandas, oportunidades de negócios e infraestrutura. O fluxo de pessoas e mercadorias gera uma dinâmica econômica que resulta na formação de uma cidade.

Um exemplo é o município de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. A cidade, com 19 anos de emancipação, se destaca no cenário nacional pelo desempenho no agronegócio. Quando se emancipou de Barreiras, no ano 2000, o então povoado de Mimoso do Oeste tinha 18 mil habitantes. A cidade cresceu junto com o agronegócio e hoje tem uma população de quase 85 mil pessoas*.

Com a expansão, principalmente, da cultura da soja, chegaram indústrias, muitas multinacionais, lojas e grandes revendedoras. Grande parte da paisagem agora é urbana: são ruas asfaltadas, prédios e empreendimentos imobiliários de alto padrão.

Planejamento de longo prazo

Com todas essas informações em mãos, o que cabe aos proprietários de grandes áreas rurais? Planejamento de longo prazo. As boas perspectivas do mercado agrícola possivelmente resultarão em novas dinâmicas territoriais. Por isso é essencial planejar além da agricultura e da expansão da fazenda, fomentar o desenvolvimento de áreas com características urbanas que poderão sustentar, melhorar e dinamizar a distribuição da produção.

Especialista em inteligência de mercado, a Urban Systems tem toda a expertise necessária para avaliar o potencial agropecuário e de urbanização da sua propriedade. A empresa acumula, em seus 20 anos de atuação, 900 projetos, 700 cidades analisadas e mais de 300 indicadores de desenvolvimento econômico sustentável que ajudam a minimizar riscos e sinalizam oportunidades de negócios.

Quer planejar o futuro da sua propriedade? Fale com a Urban Systems!

André Cruz, sócio e diretor de planejamento urbano da Urban Systems

*Fontes:

Cepea: https://bit.ly/2BB4Goi

IBGE: https://bit.ly/2G4q5sN

Embrapa: https://bit.ly/2g7rlRE

Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães: https://bit.ly/2lIcq4a


Governo vai cobrar imposto sobre férias e 13º de acordo trabalhista


Sem conseguir fechar as contas para 2020, o governo avançou sobre os acordos trabalhistas firmados entre empregados e patrões e quer cobrar tributos sobre os valores negociados entre as partes. De acordo com a lei 13.876, os valores de acordos trabalhistas não poderão ser mais declarados apenas como indenizatórios

 Sem conseguir fechar as contas para 2020, o governo avançou sobre os acordos trabalhistas firmados entre empregados e patrões e quer cobrar tributos sobre os valores negociados entre as partes. De acordo com a lei 13.876, os valores de acordos trabalhistas não poderão ser mais declarados apenas como indenizatórios.

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que “como pagamentos indenizatórios são isentos de tributação, era comum que empresas e trabalhadores optassem por declarar o acordo inteiramente nessa modalidade, como forma de maximizar – para as duas partes – o valor acertado na negociação.”

A matéria ainda sublinha que “a partir de agora, porém, pelo menos parte do acordo deverá pagar tributos. De acordo com a nova lei, a parcela referente às verbas de natureza remuneratória não poderá ter como base de cálculo valores mensais inferiores ao salário mínimo ou ao piso salarial da categoria (caso exista).”


Bahia busca novos investimentos alemães em encontro internacional


Encontro Econômico Brasil-Alemanha ocorre na capital do Rio Grande do Norte

Com oito grandes empreendimentos alemães implantados na Bahia que, juntos, geram 2,3 mil empregos e somam cerca de R$ 4 bilhões em investimentos, o Governo do Estado participa do Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA-2019), para ampliar o fluxo de negócios com investidores do país europeu, além de fortalecer as relações de cooperação internacional nos campos da economia, turismo, planejamento e cultura. O evento iniciou nesta segunda-feira (16) e vai até o dia 17, em Natal, Rio Grande do Norte.

“A Alemanha é a quarta economia do mundo e, com essa integração, podemos trazer mais emprego para o Nordeste brasileiro. O encontro pode beneficiar ainda o Consórcio Nordeste, com a ampliação do comércio entre o Brasil, os estados nordestinos e o país alemão”, disse o governador Rui Costa. Em visita ao estande do Governo do Estado no evento, ele apresentou aos governadores da região as delícias da Bahia, produzidas por cooperativas da agricultura familiar.

O EEBA, na opinião do vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, João Leão, permite uma maior aproximação da Bahia com investidores alemães. “A Alemanha é um dos países que mais tem investido em nosso estado, com a Basf, Continental, Bosch, Sowitec, Siemens-Gamesa e Knauf. Além disso, em sendo Alemanha a mais importante e tecnologicamente desenvolvida economia da União Europeia, atrair suas empresas de médio e grande porte traz perspectivas de empregos e parcerias mais qualificados para nosso Estado”, afirma.

O governo baiano montou um estande no evento no qual expõe as oportunidades de investimento e o ambiente de negócios do estado. A Bahia está fortemente interessada em receber este encontro econômico em 2021, quando voltará a ser realizado no Brasil. (mais…)


Brasil começa importação de uva e alho do Egito


E mais: comissão brasileira tenta abrir mercado na Arábia Saudita, Kuwait e Emirados Árabes

Créditos: Tony Oliveira - CNA

Em um movimento comercial, o Brasil começou a importação de uva e alho vindos do Egito. Essa decisão vem após o país árabe abrir o mercado deles para a importação de produtos lácteos brasileiros.

“Essa decisão foi anunciada pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, neste domingo, de comprar os produtos egípcios. Durante muitos anos ficou fechado à este mercado e tem pressa por este mercado. O mercado egípcio é de extremo potencial para o agronegócio brasileiro, assim como é importante que o Brasil receba alguns produtos vindos de lá. Os dois países ainda estão revisando o protocolo de parceria entre a Embrapa e o centro de pesquisas do Egito que é extremamente moderno.”

E de olho em expandir ainda mais a rede de países que negociam com o Brasil, a ministra Tereza Cristina e uma comissão formada por membros do ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da CNA vão participar de uma missão oficial pela Arábia Saudita, Kuwait e Emirados Árabes. O que o Brasil pretende negociar com esses países, Carla?

“Mais uma vez as proteínas animais estão no topo da pauta. É um mercado tradicional das proteínas animais, mas o objetivo é não só fortalecer esses produtos, mas também ampliar e diversificar a pauta do agronegócio brasileiro.”

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Vanádio de Maracás comemora cinco anos de operação e projeto de expansão


A Vanádio de Maracás, única mineradora de vanádio das Américas e considerada a melhor mineradora desse produto do mundo, completa cinco anos de operação, com um anúncio de peso para o setor: a ampliação de sua produção que passou de 800 toneladas para 1 mil toneladas por mês. O projeto de expansão, que teve início no ano passado, atende a uma demanda do mercado e teve investimentos de R$ 82,7 milhões. A mudança nas operações também aumentou a geração de empregos diretos na planta, alcançando atualmente 800 colaboradores.

Para comemorar o sucesso de um empreendimento que tanto tem promovido o desenvolvimento do interior da Bahia com novas oportunidades de emprego e melhoria na qualidade de vida daquela região, a Vanádio de Maracás reunirá executivos e colaboradores da empresa, autoridades, representantes da comunidade e imprensa no próximo dia 18 de setembro, na sua unidade minero-industrial, em Maracás. A ação está alinhada com a prática já desenvolvida pela VMSA de promover visitas da comunidade nas suas instalações, através do Programa “Portas Abertas”, com o objetivo de consolidar a política de transparência da empresa.

A Vanádio de Maracás, que pertence à canadense Largo Resources, iniciou as operações em 2014 em Maracás, município do Sudoeste Baiano, distante 365 km da capital, com investimentos de mais de US$350 milhões, colocando a Bahia e o Brasil em posição de destaque na produção e exportação de Pentóxido de Vanádio, um dos minérios mais nobres e fundamental na produção de aços leves e de alta resistência, além de ligas de Titânio Alumínio usado pela indústria aeroespacial.