Cãmara de Vitória da Conquista comemora os 60 anos do Colégio Paulo VI

A Câmara Municipal de Vitória da Conquista(CMVC) realizará na próxima sexta-feira (27), uma audiência pública em homenagem aos 60 anos de Fundação do Colégio Paulo VI. A audiência, solicitada pelo vereador Luís Carlos Dudé (PTB), será realizada no auditório do próprio colégio, às 19h. Com o lema “Educar para Amar” e uma formação pautada nas … Leia Mais


Transporte coletivo: Relação incestuosa entre Prefeitura, Sindicato, Vanzeiros e Viação Vitória (Parte 4)

  O transporte seletivo tem características peculiares, entre elas prevalecem as de conforto e rapidez, normalmente garantidas economicamente pela tarifação distinta destinada a uma demanda reprimida disposta a bancar por um serviço público prestado sob um nível de serviço melhor classificado. Evidentemente deve ser precedido de pesquisa e estudo técnico abrangente que possa detectar essa … Leia Mais



Transporte coletivo: Relação incestuosa entre Prefeitura, Sindicato, Vanzeiros e Viação Vitória (Parte 2)


Nossa intenção em tratar esse tema tem duas frentes principais: uma é voltada para a qualidade e a outra para a sustentabilidade. Queremos melhorar o serviço de transporte público, levando informação sobre seus direitos e estimulando você a exigi-los. Além disso, pretendemos levantar o debate sobre meios de transporte ativos, em um cenário histórico de políticas que privilegiaram o uso do automóvel e cujos resultados afetam toda a sociedade – com congestionamentos, poluição do ar e emissão de gases que contribuem para o aquecimento global. Todavia, já que optamos pelo transporte que temos hoje, devemos trabalhar para que a viagem dos usuários seja de boa qualidade.
Ao longo dessa série iremos explicar “pari passu”, absolutamente tudo que tentam esconder de você, sobre o transporte coletivo urbano em nossa cidade, cabe às autoridades informar tudo ao usuário, inclusive a composição da tarifa, cabe a Imprensa espalhar essa informação e descobrir o que se tenta esconder e passar à população.
A atual administração insiste em recuperar economicamente, uma das empresas prestadoras do serviço de transporte urbano em nosso município, apesar da administração anterior ter cancelado o contrato com a referida empresa. Baseada entre outros problemas, ao não pagamento por parte da Viação Vitória do valor da outorga, que foi de 36 milhões de reais, mas, trataremos sobre esse assunto com mais profundidade mais adiante, hoje queremos informar aos usuários do transporte, que a Prefeitura  está trabalhando e ajudando a Viação Vitória ,em sua recuperação econômica, às custas do usuário e o faz da forma mais cruel, desumana e irresponsávelVeja aqui a parte 1
A população reclama de atrasos, de falta de veículos, de abrigos que a proteja da chuva e do sol, ao esperar os ônibus, o que faz a Prefeitura: Reduz a quantidade de veículos disponíveis para a população e faz um esgaçamento nos horários, prejudicando sobremaneira os usuários, já que serão reduzidos dos ônibus da Viação Vitória cerca de 14%  e cerca de 50 viagens por dia, na pior hipótese 2.500 pessoas não usarão o transporte coletivo com a qualidade anterior, terão que alterar seus horários e usarão ônibus lotados, ou utilizarão o transporte clandestino autorizado pelo prefeito Pereira, que fez o primeiro decreto municipal oral da História de Vitória da Conquista, e quem sabe talvez, do Brasil.
É interessante frisar, que a cobertura dessas linhas pendentes, não será feita pela outra empresa prestadora de serviço, uma vez não faz parte do lote outorgado a essa pela Licitação em vigor, muito pelo contrário, será explorada por quem não pagou por lote algum, ou seja as “VANS” que possuem o carinho do dadivoso prefeito, embora tenha recebido desses condutores apoio eleitoral, mesmo assim, não pode pagar os acordos de sua campanha ao custo do suor, do sangue e das lágrimas da população usuária do transporte público. Outro detalhe importante e, que a população precisa saber, é que a tarifa de R$ 3,30 foi calculada com a quantidade de linhas, quantidade de viagens, quantidade de veículos, desse modo, a redução para melhorar as finanças da empresa em questão, não pode ser feita sem redução da tarifa, isso numa administração séria se chama de quebra de contrato social.

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Transporte coletivo: Relação incestuosa entre Prefeitura, Sindicato, Vanzeiros e Viação Vitória (Parte 1)


Com a candidatura de Pereira à Prefeitura de Vitória da Conquista, nasceu a ideia de se colocar três empresas de transporte coletivo no município, concorrendo entre si, o magnânimo prefeito não entendeu que a tal concorrência não beneficiaria ninguém, com sua cabeça tosca entendia que, mais importante do que a quebra do pseudo monopólio, era a qualidade do serviço. Pereira entendia que quebra de monopólio, implicaria no fato da linha de ônibus, ter mais de uma empresa, o monopólio pra ele era por lote, e não no município todo.
Surge então no curso da campanha eleitoral, três elementos colaboradores da eleição de Pereira: o Sindicato dos Rodoviários, a Viação Vitória e os motoristas de (VANS) clandestinas, que juntamente com a organização da campanha começaram a trabalhar pela eleição do dadivoso prefeito, lastreados em promessas, alguns das quais, ilegais. Cada elemento com sua participação dentro da campanha, aguardando a vitória do candidato para a partir de janeiro, usufruírem das benesses prometidas pelo prefeito municipal.

Na campanha salarial da categoria no ano em curso, foi visível a (vista grossa) feita pelo prefeito, quando permitiu que o Sindicato dos Rodoviários impedisse o funcionamento da Viação Cidade Verde por trinta e oito dias. Prejudicando a população, mas acariciando os amigos que o ajudaram na eleição.

No primeiro momento o presidente do Sindicato dos Rodoviários, espalhou uma mentira de que havia conseguido junto a Viação Vitória, um aumento de salário no percentual de 15% e, que por esse motivo a greve deveria atingir exclusivamente a Viação Cidade Verde e assim foi feito, não era verdade o aumento de 15%, haja vista que a Viação Vitória atravessava grandes dificuldades financeiras.

Todavia, com 70% dos veículos da Viação Cidade Verde parados, essa receita da Viação Cidade Verde, cairia nos cofres da Viação Vitória, a Prefeitura sabia disso, os proprietários da Viação Vitória também. O prejuízo do povo, se resumia na perda do conforto e na regularidade do horário, proporcionados pelos ônibus da Viação Cidade Verde, o terceiro elemento, aproveitando da precariedade da Viação Vitória, abocanhou por trinta e oito dias uma quantia maior do que a costumeira, tudo isso com a aquiescência do fiscal do sistema. No caso o ilustre prefeito municipal.

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Meu Sertão da Ressaca- “José Pedral e o golpe de 64”


“O planalto de Conquista tem a configuração de um triângulo, com base descansando nas cabeceiras do Rio Pardo, na divisa com Minas, entre a Serra Geral e a Serra dos Aimorés, e vértice oposto apontando para o norte, em Cachoeira de Mané Roque, atual Manoel Vitorino. A Região tem topografia e situação geográfica que a distinguem de outras da província da Bahia, conferindo-lhe identidade própria. Completamente isolada até 1930 da região costeira pela Mata Atlântica, que cobria os baixios, indo do Jequitionha ao baixo Rio de Contas, essa mata, uma barreira natural, povoada de índios, com cerca de 500.000 hectares, foi completamente destruída, de 1930 a 1960, a um ritmo médio de 16.600 hectares/ ano. Compreendia as terras férteis do Vale do Palmeira, do Córrego do Nado até Coroa, hoje Pau Brasil, as terras do Couro Danta e Pedra de Três Pontas, Rancho Queimado, Agelim, Samba e Cotinguiba. Todas devastadas, principalmente por conquistenses, da cidade, pois ali só se estabeleceram Américo Nogueira, em Palmares, Atanazinho no Córrego do Nado e Paulino Gugé no Samba, em 1935. Até 1930 portanto a Mata Atlântica nos isolava da costa.

Em 1928 meu pai conduziu duas carneiradas, para vender em Ferradas e Tabocas, atual Itabuna. Eram 4 meses de viagem, incluindo o tempo de vender a carneirada e descansar a tropa. Durante este período, minha vó vestia-se de luto, tal era o perigo de atravessar a mata da atual Itapetinga, que não existia, até Floresta Azul, pois os índios eram os donos absolutos da terra.

Na seca de 39, meu pai e meu tio compraram umas matas no Rancho Queimado. Enquanto preparava algum pasto, eles arrendaram uma fazenda no pé da Pedra de Três Pontas, que pertencia ao senhor Janga, exatamente onde está hoje Itarantim. Meu tio era o gerente e fez amizade com os índios do Couro Danta. E me levou para conhecê-los. Eu tinha cinco anos. A aculturação apenas começava. Os jovens, moças e rapazes, expunham as suas vergonhas naturalmente. Uma velha catava piolhos em um menino e os mastigava com gosto. Foi a imagem que eu guardei.

A terra ali não valia nada; a mata, muito menos. Em meados dos anos 20 João Fonseca, pai de Paulino Fonseca, com pouco mais de dez alqueires, em Ribeirão do Largo, comprou duzentos na Pedra de Três Pontas, nas águas do João Diá e Maiquinique. (mais…)


Exposição fotográfica sobre os 37 anos da greve dos catadores de café chega ao povoado de Campo Formoso


A exposição fotográfica A Greve dos Catadores de Café Itinerante, com tema “O Despertar das Consciências Oprimidas”, evento que resgata a história da greve do café em Vitória da Conquista e Barra do Choça, passou ontem (30) pelo povoado de Campo Formoso, a 40 km de Vitória da Conquista.

A exposição comemora os 37 anos da greve dos catadores de café.. O tema começou a ser abordado em abril, com a realização de um seminário na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB).

A exposição está sendo realizada em várias localidades de Vitória da Conquista e região Sudoeste. É organizada pela Fundação Edivanda Maria Teixeira com o apoio do Laboratório de História Social do Trabalho (Lhist) da UESB, dos mandatos dos deputados Zé Raimundo (estadual) e Waldenor Pereira (federal), do escritório jurídico do advogado Rui Medeiros, da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE) e do Centro de Estudos e Ação Social (CEAS). Tem como colaboradores a secretária executiva da Fundação, Elane Ferraz, Noeci Salgado, Daniel Piccoli, Luciene Rocha, Inez Andrade e Arnaldo Pereira. (mais…)


Isnard Vasconcelos: uma lenda no jornalismo conquistense


          Em 1974  chegava em Vitória da Conquista, o jornalista Isnard   Vasconcelos,  ex-secretário de Comunicação  na Prefeitura de Salvador, gestão Clériston Andrade ,Chegou e casou com a conquistense Ana Maria Salves de Queiroz ,então Miss Conquista, com quem teve três filhos, Gibran,  hoje advogado no Rio Grande do Sul, Dreyfus, engenheiro eletricista, diretor geral da Solução 555, holding da  CEMAR  ( a Coelba de do Maranhão ) e Marjorie turismóloga em Belo Horizonte.

       Em Vitória da Conquista, Isnard fundou o jornal Tribuna do Café que por aqui circulou durante 25 anos ,chegando  a ter circulação diária, e muitas campanhas pelo desenvolvimento do município. Para Isnard, a mais importante foi sobre a Escola Agrotécnica   Sergio de Carvalho, fechada há muitos anos, com moveis e vários utensílios em seu interior e até mesmo com um quadro de funcionários , sem jamais ter funcionado Certa  vez relata Isnard ,três carretas estacionaram junto a Sergio de Carvalho com ordem para levar tudo que ali se encontrava, para Cruz das Almas, imediatamente o jornalista se dirigiu via  aérea a Salvador, indo do aeroporto  junto ao governador ` Antônio Carlos Magalhães relatar o fato, reivindicando que o governador sustasse a ordem da mudança, sendo atendido em seu pleito.

  ¨ Uma   Universidade para Conquista ¨  mais uma campanha do jornal Tribuna  do Café, iniciando-se ali os primeiros  passos para a implantação da UESB.

   O jornalista  recebeu por unanimidade dos vereadores na época, o título de Cidadão Conquistense, e teve inúmeras participações ativas no rol da sociedade conquistense, tais como :Presidente da Associação de Pais e Alunos da Rede Particular de Ensino, diretor do Lions Cnetro e também do Clube Social Conquista, ao lado dos esportistas Nelival Pereira Sá e Salvador Freitas, fundou o Serrano Sport Club de quem foi presidente do Conselho Deliberativo e Presidente Executivo, ocupou a cadeira 24 da Associação Conquistense de Letras ,foi vice presidente da Associação Conquistense de Imprensa, vice-presidente da Associação dos Reservistas do Exército ( AREX)  em Conquista, assessor de Imprensa da COOPMAC, gerente comercial da SUDIC no Distrito Industrial dos Imbores,   do  SERIN em Conquista ( órgão ligado a secretaria de Planejamento do    Governo  do Estado),membro do  Movimento de Cursilho (Decolores ) e festeiro do evento Nossa Senhora das Vitórias, coordenou  a Micareta Alto Astral nos anos de 1993,1994 e 1995 e foi correspondente em Vitória da Conquista  jornais  Correio da  Bahia e Tribuna da Bahia. (mais…)


O ideal modernizador da educação em Vitória da Conquista entre as décadas de 1930 a 1950


 Maria Cristina Nunes Cabral1 Lívia Diana Rocha Magalhães2

Resumo O presente trabalho objetiva situar, sobretudo, o ideal modernizador da educação em Vitória da Conquista – BA, entre os anos de 1930 e 1950, bastante difundidos, prioritariamente, em exemplares de jornais locais da época. É fruto de uma pesquisa efetivada em consonância à realizada pelo Grupo de pesquisa: Memória geracional e políticas educacionais em Vitória da Conquista – Bahia, do Museu Pedagógico/UESB. Priorizamos esse período, por considerar ser o momento em que o Brasil assumiu uma nova postura econômica e educacional, através do pensamento modernizador que se desenvolvia frente às transformações conjunturais do país. Pretendemos, então, analisar os elos entre a localidade e os grandes debates nacionais, dentre eles o Movimento pela Escola Nova que, defendendo a civilidade como condição primordial de progresso da nação, levantava a bandeira da educação como propulsora da modernidade. Além disso, observamos que nesta cidade as contradições dentro do próprio discurso dos interlocutores, partidários dos ideais de progresso estavam presentes quando, ora se posicionavam favoráveis ao projeto de modernização ora contra. Palavras – chave: Educação, Escola Nova, Ideal Modernizador na Educação

Introdução

Para compreender como os ideais propugnados pelo movimento da Escola Nova entre os anos de 1930 a 1950 eram difundidos na cidade de Vitória da Conquista, interior da Bahia, realizamos uma pesquisa de cunho documental em alguns exemplares de jornais da cidade. Num primeiro momento apresentaremos uma breve contextualização do período para, em seguida situarmos como estava a cidade de Vitória da Conquista na Bahia no período estudado. Por último revelaremos a pesquisa realizada: A localização, avaliação e sistematização de jornais encontrados no Arquivo Público Municipal da Cidade de Vitória da Conquista e no arquivo particular de um pesquisador desta. A proposta foi analisar 1 Graduanda em Pedagogia pela Universidade Estadual do Sudoeste – UESB, bolsista de iniciação científica pela FAPESB, cabralcris19@yahoo.com.br. 2 Doutora em Educação pela UNICAMP. Professora titular da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, orientadora, lrochamagalhaes@gmail.com. como os ideários difundidos entre as décadas de 1930 a 1950 foram representados na nossa cidade, por meio de seus interlocutores, professores e/ou políticos. Buscando responder à pergunta: Como os ideários de educação difundidos nacionalmente no período chegavam a Vitória da Conquista? Quais as suas singularidades e confirmações diante da realidade nacional? Apesar de termos encontrado algumas notícias significativas em jornais como: “O Ruy”, “O Boré”, “O Clarim” e “A Alvorada”, priorizamos em nossa análise os jornais “O Combate”, e “A Conquista”, por serem jornais que apresentaram maior riqueza de notícias referentes ao tema proposto, abrangendo o final da década de 1920 até a década de 1950.

O Brasil nos anos de 1930

No século XX o Brasil começou a sofrer mudanças em seu modo de produção, começando a incorporar as indústrias manufatureiras. Tal processo acarretou uma série de modificações no modo de vida dos indivíduos que, migrando do campo para as cidades, provocou novas demandas de caráter social cultural e educativo (CORTÉS, 1996). Principalmente a partir de 1930 ocorreram no Brasil, algumas modificações estruturais que estabeleceram um novo rumo ao país, entre as quais: o declínio das oligarquias tradicionais rurais da República Velha e a ascensão das oligarquias industriais. A incipiente burguesia industrial formada em sua maioria por fazendeiros aliou-se a setores das classes tradicionais dominantes, firmando-se uma relação de dominação em relação ao operariado urbano-industrial também em ascensão no período. A nova classe ascendente vislumbrava o rompimento da dependência econômica brasileira em relação à economia externa, pois, o setor central da agricultura de exportação não mais oferecia condições para o crescimento dessas incipientes oligarquias (RIBEIRO, 1998). A urbanização, a industrialização, as novas demandas dos mercados de consumo e profissional, a burguesia industrial e o operariado urbano começam a se destacar como forças sociais, políticas e econômicas que, a partir deste período entram em vigor. A partir da década de 1930, observa-se a instalação das condições para a expansão do sistema capitalista de produção na sociedade brasileira. Marca-se o início de um novo padrão de acumulação com predominância da estrutura urbano-industrial e a conseqüente queda da hegemonia agrário-exportadora, consolidando a fase de expansão do capitalismo competitivo (RIBEIRO, 1998). O ideal de modernização, então iniciado, vem acompanhado de uma industrialização incipiente, de uma urbanização crescente e da necessidade da educação e das ciências como motor fundamental para ao desenvolvimento desse processo. O país precisava atender às exigências da modernização. Na educação ocorrem iniciativas importantes. Em 1932 foi criado o Ministério da Educação e da Saúde, intensificando-se, assim, os debates sobre o papel da educação tendo como base a psicologia e a sociologia sob a forte influência do movimento denominado “escola nova”, baseado no pragmatismo de John Dewey. (CURY, 1978). Desde a década de 1920 que já vinham ocorrendo iniciativas para a reforma da educação nos diversos estados brasileiros: a reforma da educação em São Paulo, por Sampaio Dória (1920), a do Ceará, por Lourenço Filho (1922), a do Distrito Federal, por Carneiro Leão (1922), a da Bahia por Anísio Teixeira (1924) a do Rio Grande do Norte, por Bezerra Menezes (1925) e a do Paraná, por Lisímaco da Costa (1927) Buffa (1997). O modelo educacional que então se propõe é a Escola Nova. Em 1924 é criada a Associação Brasileira de Educação – ABE da qual mais tarde foi extraída a elaboração do Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova de 1932. (mais…)


Nossa história, nossa gente


Há homens que participam da política, todavia há outros homens predestinados a se transformarem na história da política, cada um com o seu tamanho e com o seu lugar, mas seja como for, com suas ações transformaram suas comunidades, ele não está ao lado de Tancredo por estar, mas sobretudo porque o Tancredo já o conhecia, desde os tempos que o nosso Pedral visitava o presidente Jango, sem marcar audiência. E tem outras histórias mais, um dia eu conto tudo.