CNM divulga pesquisa sobre pagamento do 13º salário pelos Municípios em 2019

Cerca de dois terços das administrações municipais devem pagar os salários do mês de dezembro em dia e 26,8% dependem de receitas extras para efetuar o pagamento. Os dados constam da pesquisa O pagamento do 13º Salário pelos Municípios brasileiros em 2019, divulgado nesta sexta-feira, 13 de dezembro, pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). A pesquisa foi … Leia Mais




Governo suspende nomeação de presidente da Fundação Palmares

Por declarações que relativizaram temas como a escravidão e o racismo no país, o jornalista Sérgio Camargo foi amplamente contestado no cargo Por Diego Freire – da VEJA Sérgio Camargo Reprodução/Reprodução Em versão extra do Diário Oficial da União (DOU), o governo suspendeu a nomeação do jornalista Sérgio Camargo à presidência da Fundação Cultural Palmares, órgão de promoção da cultura afro-brasileira. Por declarações que relativizaram … Leia Mais



Alvo maior da Lava Jato, Rio de Janeiro empobrece e cai no ranking do PIB


O Rio de Janeiro deve perder o terceiro lugar com maior PIB per capita do país para Santa Catarina. Em decadência há 20 anos, o Estado teve sua economia dilacerada pela Lava Jato

(Foto: Yescom | Mídia NINJA)
O Rio de Janeiro está às portas de perder para Santa Catarina sua posição como terceiro maior PIB per capita do país. Maior vítima da Lava Jato, o Estado teve sua economia, baseda no petróleo, destruída nos últimos anos, agravando uma crise aberta há pouco menos de 20 anos.  

Embora os números oficiais estejam previstos para serem divulgados apenas no ano que vem, projeção do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), indica que desde o ano passado os catarinenses já estão mais “ricos” do que os fluminenses pelo critério do Produto Interno Bruto por habitante, informa Rodrigo Carro no Valor Econômico.

Desde 2008, segundo a série histórica das contas regionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Rio de Janeiro ficava atrás apenas de Brasília e São Paulo nesse quesito de PIB per capita. Mas estimativa da pesquisadora Juliana Trece, do Ibre/FGV, indica agora PIB por habitante de R$ 38.874 para o Rio de Janeiro em 2018 contra um valor de R$ 40.316 calculado para Santa Catarina.

 O Rio de Janeiro está às portas de perder para Santa Catarina sua posição como terceiro maior PIB per capita do país. Maior vítima da Lava Jato, o Estado teve sua economia, baseada no petróleo, destruída nos últimos anos, agravando uma crise aberta há pouco menos de 20 anos.


IDH 2018: quase estagnado, Brasil ocupa a 79ª posição no ranking


Em relação a 2017, o país subiu 0,001 no Índice de Desenvolvimento Humano, mas decresceu uma posição na lista

O Brasil ficou na 79ª posição no ranking mundial do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), com nota de 0,761 para 2018, entre 189 países e territórios. Em relação a 2017, o país subiu 0,001 no valor, mas decresceu uma posição na lista.

Os dados, aos quais o BLOG DO PAULO NUNES teve acesso, foram lançados nessa segunda-feira (09/12/2019), em Brasília, pelo escritório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

De acordo com o Relatório Global de Desenvolvimento Humano (RDH) 2019, a performance nacional evidencia “leve crescimento” e sinaliza “tendência de melhora constante” desde o início da série histórica, em 1990.

O documento, entretanto, aponta que, apesar dos ganhos substanciais em saúde, educação e padrões de vida, as necessidades básicas de muitas pessoas permanecem não atendidas, indicando que uma próxima geração de desigualdades se inicia.
Segundo o relatório, enquanto a esperança de vida ao nascer e a renda per capita subiram no Brasil, os anos esperados de escolaridade e a média de anos de estudo ficaram estagnados – ou seja, os resultados na área de educação “travaram” o crescimento do índice brasileiro.

O Pnud também mediu a perda do desenvolvimento humano devido à distribuição desigual dos ganhos do IDH. Neste caso, o Brasil ficou com o índice 0,574 e ocupou a 102ª posição.

O IDH é um indicador que vai de 0 a 1 – quanto mais próximo de 1, mais desenvolvida é a nação de acordo com o cálculo. A avaliação leva em consideração saúde (expectativa de vida), educação (expectativa de escolaridade e média de anos de estudo para pessoas com 25 anos ou mais) e renda.

O Brasil é considerado um país de Alto Desenvolvimento Humano, uma espécie de segundo escalão na lista, dividindo a posição com a Colômbia. Na América do Sul, os dois países compartilham a 4ª posição do IDH. Chile, Argentina e Uruguai aparecem na frente.

O RDH aponta que o Brasil teve o 5º maior crescimento na região entre 2010 e 2018, atrás da Bolívia, Chile, Equador, Peru e Guiana. Porém, entre 2013 e 2018, caiu três posições no ranking.

Diferenças entre gêneros

Um dos recortes do relatório traz o retrato das diferenças sociais e econômicas entre homens e mulheres (gênero). No Brasil, em média, a renda feminina é 42% menor que a masculina, mesmo as mulheres apresentando melhor desempenho na dimensão educação, fator-chave para o desenvolvimento das atividades laborais.

Nas informações que abordam o empoderamento feminino, o relatório aponta que o país tem apenas 15% dos assentos preenchidos por mulheres nas funções parlamentares, o que deixa o Brasil atrás, regionalmente, do Chile, da Argentina, do Uruguai e do Paraguai.

A boa notícia é que na América do Sul, no painel sustentabilidade socieconômica, os gastos com pesquisa e desenvolvimento, em porcentagem do Produto Interno Bruto (PIB), colocam o Brasil na primeira posição.

O lançamento do Relatório Global de Desenvolvimento Humano (RDH) 2019 terá a presença da representante-presidente do PNUD no Brasil, Katyna Argueta, e de autoridades do governo, da sociedade civil, do setor privado, da academia, do corpo diplomático e de organismos das Nações Unidas.

A coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do PNUD no Brasil, a economista Betina Barbosa, apresentará os resultados do relatório, entre eles, a atual situação do Brasil, conforme os indicadores de acesso à saúde, educação e distribuição de renda medidos até 2018


Caminhoneiros prometem greve nacional e se dizem traídos por Bolsonaro; pura lambança



Em vídeo de 2018, Carla Zambelli mostra comitê eleitoral ilegal de Bolsonaro em Belo Horizonte


Denúncia da Folha nesta sexta-feira 6 revelou que o comitê da capital de Minas, estratégico para a campanha presidencial, não foi declarado à Justiça Eleitoral. “Gente, olha que coisa mais linda o que o pessoal de BH fez aqui”, diz a hoje deputada do PSL Carla Zambelli

(Foto: Reprodução)

Após denúncia publicada pela Folha de S.Paulo nesta sexta-feira 6, que revela omissão de gastos da campanha de Jair Bolsonaro à Justiça Eleitoral, o que configura um novo crime eleitoral do atual presidente, circula nas redes sociais imagens do comitê eleitoral de Belo Horizonte, justamente o que não foi declarado na relação de despesas.

Em um dos vídeos de 2018 resgatados pelos internautas, Carla Zambelli, que se elegeu deputada federal pelo PSL na onda bolsonarista, exibe o espaço: “Gente, olha que coisa mais linda o que o pessoal de BH fez aqui. Olha isso, adesive o seu veículo grátis aqui. Drive Trhu17. Tem um luminoso BH17”.

“Aqui em Belo Horizonte já foram mais de 5.000 veículos adesivados”, acrescenta Zambelli. O empresário mineiro Abraão Veloso, que também aparece no vídeo, chama o local de “um centro de convivência Bolsonaro”.

Um documento da Prefeitura de BH mostra que o imóvel pertence a uma empresa, a concessionária de veículos Brasvel. Um dos donos, Eduardo Brasil, confirmou à Folha que o imóvel foi “cedido” a um grupo de bolsonaristas. Mas desde 2015 as doações de empresas para campanhas eleitorais são proibidas, o que mostra que Bolsonaro violou a lei.

Rubens Valente

@rubensvalente

neste vídeo da campanha de 2018 a hoje deputada Carla Zambelli apresenta o QG eleitoral pró-Bolsonaro que não foi declarado à Justiça Eleitoral:

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William De Lucca

@delucca

Foi esse espaço de campanha que Bolsonaro escondeu de sua prestação de contas, o que configura crime eleitoral. https://twitter.com/GentilMarcos1/status/1051194833052798977 

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Alta do preço das carnes puxa inflação em novembro no país, diz IBGE


Frigorífico de Vitória da Conquista

A alta de 8,09% no preço das carnes foi o item que mais influenciou a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em novembro deste ano. Segundo dados divulgados hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 0,51% em novembro, maior taxa para o mês desde 2015 (1,01%).

Os alimentos e bebidas tiveram uma alta de preços de 0,72%. Além das carnes, também contribuíram para a inflação os cereais, leguminosas e oleaginosas (1,65%), óleos e gorduras (1,33%), os produtos panificados (0,71%) e as carnes industrializadas (0,69%). Com isso, se alimentar em casa ficou 1,01% mais caro em novembro.

“A alimentação no domicilio vinha caindo há seis meses. A alta de agora foi puxada pelas carnes. Para ter uma ideia do peso do aumento das carnes, o grupo alimentação e bebidas sem as carnes teriam um resultado de deflação de 0,18%”, disse o pesquisador do IBGE Pedro Kislanov.

A alimentação fora de casa teve alta de preços de 0,21% no período. Por outro lado, tiveram queda de preços alimentos como tubérculos, raízes e legumes (-12,15%), hortaliças (-2,20%) e leites e derivados (-0,93%).

Alguns itens não alimentícios também tiveram impacto importante sobre a inflação neste mês, como as loterias (24,35%), a energia elétrica (2,15%), o plano de saúde (0,59%) e o etanol (2,46%).

Grupos de despesas
Entre os grupos de despesas, os principais impactos vieram da alimentação (0,72%), despesas pessoais (1,24%) e habitação (0,71%). Também tiveram inflação os grupos transportes (0,30%), vestuário (0,35%), saúde e cuidados pessoais (0,21%) e educação (0,08%).

Por outro lado, tiveram deflação (queda de preços) os grupos de despesas artigos de residência (-0,36%) e comunicação (-0,02%).


No Maranhão, PM que agrediu e tentou abusar sexualmente de mulher é afastado


Um policial aparece em imagens divulgadas nas redes sociais tentando prender à força uma mulher e colocando a mão nas partes íntimas dela em São Luís, no Maranhão. Vídeo

O policial que aparece em imagens divulgadas nas redes sociais tentando prender  à força uma mulher e colocando a mão nas partes íntimas dela em São Luís, no Maranhão, foi afastado das ruas. Ele passará a executar funções administrativas até a conclusão das investigações sobre o caso. De acordo com a Polícia Militar do estado, o outro policial que aparece nas imagens também foi afastado.

Indignada, a população tentou impedir a prisão. Durante a ação moradores gritaram “respeite ela”.

Luiza Kinikinau Roggia 🚩🚩🚩@luroggia

Em São Luís, Maranhão, na área Itaqui Bacanga, o policial vai efetuar uma prisão. Legítima ou não, ninguém contesta nem impede. Até que o policial, despreparado, comete um abuso. Fim da operação.
Quando o povo sabe os seus direitos, a história é outra. 👇🏿👇🏿


Produção de petróleo chega a quase 4 milhões de barris por dia, mas economia ainda patina


A estreia de sete novas plataformas no pré-sal entre os anos de 2018 e 2019 impulsionou o PIB, mesmo diante do sofrível desempenho econômico em outros setores. O Brasil está produzindo quase 4 milhões de barris por dia, recorde histórico – e o pré-sal responde por 64% da produçao nacional

A estreia de sete novas plataformas no pré-sal entre os anos de 2018 e 2019 impulsionou o PIB, mesmo diante do sofrível desempenho econômico em outros setores. O Brasil está produzindo quase 4 milhões de barris por dia, recorde histórico – e o pré-sal responde por 64% da produçao nacional.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que “nos dois últimos anos, a Petrobras instalou plataformas no campo de Lula, o maior produtor de petróleo e gás do país, e Búzios, a maior descoberta já feita na costa brasileira. Com o crescimento das atividades, o pré-sal já representa 64% da produção nacional.”

A matéria ainda sublinha que “foi a maior campanha de instalação simultânea de sistemas de produção da história da Petrobras, movimento que reflete atrasos na entrega de algumas unidades contratadas durante governos petistas, gerando uma concentração de entregas de plataformas entre o início de 2018 e meados de 2019.”