Correios comemoram 357 anos de história e o dia do Carteiro

http://apps2.correios.com.br/blogcorreios/wp-content/uploads/2020/01/CarteiroCorreios357_720p.mp4 Neste sábado (25), os Correios comemoram um marco na história do Brasil: em 1663, há 357 anos, foi instituído o serviço postal no Brasil. Há três séculos, teve início a missão dos Correios de promover a integração e o desenvolvimento da nação por meio da comunicação. Também nessa data, são homenageados os profissionais que … Leia Mais



Bahia lidera crescimento do número de passageiros em voos nacionais

A Bahia foi o estado com o maior crescimento no número de passageiros em voos nacionais. De acordo com a Vinci Airports, a Bahia cresceu 37%, número duas vezes superior à média do Brasil (16%). O volume de assentos comercializados para os destinos turísticos baianos são resultado da política adotada pelo Governo do Estado com … Leia Mais



Flávio Bolsonaro será denunciado e governo vai retaliar, avisa colunista

Flávio Bolsonaro vai ser denunciado por algum tipo de corrupção nas próximas semanas, caso que deve envolver mais gente da família e agregados, diz o jormalsta Vinícius Torres Freire (Foto: Reuters | Reprodução)  O governo Bolsonaro será atingido por novas denúncias de corrupção e irá retaliar a imprensa, prevê o jornalista Vinícius Torres Freire, em … Leia Mais


Alvim diz que assina embaixo das declarações de Goebbels; Um idiota querendo ser nazista


O secretário de Cultura de Bolsonaro, Roberto Alvim, diz que “assina embaixo” o vídeo que postou nesta quinta-feira, onde ele reproduz uma fala de Joseph Goebbels, ideólogo da propaganda nazista. “As ideias contidas na frase são absolutamente perfeitas”, defende ele

Roberto Alvim
Roberto Alvim (Foto: Reprodução)

 O secretário nacional de Cultura do governo Bolsonaro, Roberto Alvim, diz que “assina embaixo” o vídeo que postou nesta quinta-feira, onde ele reproduz uma fala de Joseph Goebbels, ideólogo da propaganda nazista. “As ideias contidas da frase são absolutamente perfeitas”, defende ele.

Alvim foi alvo de diversas críticas nesta sexta-feira, acusado de fazer propaganda explícita do nazismo.

Ele declarou ao Estado de S.Paulo nesta sexta que “a origem [de Goebbels] é espúria, mas as ideias contidas da frase são absolutas perfeitas e eu assino embaixo”.

Alvim também ressaltou que permanecerá no cargo. Segundo ele, na conversa com Bolsonaro, o ocupante do Planalto lhe garantiu que não será demitido.

Entenda: 

 O secretário nacional de Cultura, Roberto Alvim, copiou a proposta nazista ao propor uma nova arte para o Brasil. Reproduzindo uma fala de Joseph Goebbels, ideólogo da propaganda nazista, ele propôs uma nova arte para o Brasil. “A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional. Será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes de nosso povo, ou então não será nada”, disse ele.


Venda de reservas internacionais pelo governo deixará Brasil vulnerável a crises externas


Acumulados nos governos Lula e Dilma, ativos são um “seguro” que o país tem, mas do qual está se desfazendo para implementar a agenda ultraliberal

Na verdade, o governo vende as reservas para abater dívida bruta e se desfazer de um instrumento de política cambial

São Paulo – No ano passado, o Banco Central (BC) vendeu US$ 36,9 bilhões das reservas internacionais brasileiras, que servem como garantia ou seguro em momentos de crises cambiais. Ao final do ano de 2002, antes de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumir a presidência da República, as reservas brasileiras eram de US$ 38 bilhões. Em março de 2016, em pleno processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, elas somavam US$ 372 bilhões.

A “queima” das reservas pelo governo Jair Bolsonaro é explicada comumente pela necessidade de o BC conter a alta do dólar, e porque o Brasil registrou em 2019 a expressiva saída de recursos da ordem de US$ 45 bilhões.

“Na verdade, o governo vende as reservas para abater dívida bruta e para se desfazer de um instrumento de política cambial, porque acha que não precisa dela. Acha que o mercado de câmbio tem que se autorregular e ser determinado exclusivamente pelo mercado”, explica o economista e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Pedro Rossi.  “As reservas dão ao governo mais autonomia de política econômica. Mas vender desta forma é ruim, porque não tem objetivo estratégico claro.”

O fato de as reservas internacionais – deixadas por Lula e Dilma – ainda estarem em um patamar alto “é um fator crucial para o país não estar numa situação igual ou pior do que a da Argentina”, diz o economista e ex-presidente da Caixa Econômica Federal Jorge Mattoso.

A continuidade desse movimento é perigosa, na opinião de Rossi. “Se o governo continuar sinalizando na redução das reservas e o mercado entender que o Brasil quer se desfazer dos instrumentos de política econômica e cambial, é preocupante, ainda mais porque o mercado externo é complexo e há mudanças em curso que precisam de atenção do governo.”

A complexidade do cenário internacional, hoje instável, envolve a guerra comercial China-Estados Unidos, a reorganização da Europa, com o Brexit, as várias tensões geopolíticas de desfecho imprevisível, como a dos EUA com o Irã.  Esses fatores trazem consigo a possibilidade de crise financeira e, portanto, quanto mais as reservas brasileiras caírem, maior será a vulnerabilidade do país.

O comércio exterior é revelador da atual conjuntura interna brasileira, e também da conjuntura internacional. A balança comercial apresentou em 2019 o pior resultado desde 2015, com superávit de US$ 46,7 bilhões no ano. Em 2015, o superávit foi de US$ 19,5 bilhões.

Para Mattoso, o horizonte está longe de ser promissor, dado que o governo Bolsonaro, com sua agenda ultraliberal, ainda tem três anos de mandato. “Os estrangeiros não estão investindo, estamos exportando menos. Não tem investimento nem na área financeira, nem na

href=”https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2020/01/belluzzo-crise-entre-estados-unidos-e-ira-deve-provocar-efeito-desagradavel-no-brasil/” target=”_blank” rel=”noopener”>área produtiva e muito menos investimento público, e não podemos esperar que este governo vá fazer alguma coisa nesse sentido”, diz. “Portanto, a situação em 2019 deve continuar em 2020. Vamos provavelmente usar ainda mais as reservas  e dependemos cada vez mais desses recursos para garantir alguns anos de sobrevivência ao país.” (mais…)


Bolsonarista é acusado de estuprar e matar a filha de 14 dias


Cleyton Ramos França foi preso em Santana do Araguaia, no Pará, após buscar atendimento juntamente com a mãe da criança no hospital, onde o bebê morreu. Ao limpar o corpo enfermeiras encontraram sinais de violência sexual

Cleyton Ramos França
Cleyton Ramos França (Foto: Reprodução)

Portal Forum – Apoiador de Jair Bolsonaro e “cidadão de bem”, Cleyton Ramos França foi preso em Santana do Araguaia, no Pará, pelo estupro e assassinato da filha, Maria Vitória, 14 dias após o nascimento da menina.

Cleyton foi preso preventivamente por ordem do juiz Erichson Alves Pinto, da Comarca de Santana. Ele converteu o flagrante em prisão preventiva, “em face da necessidade de garantir a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal”.O caso aconteceu no sábado (11), quando os pais buscaram atendimento no hospital de Santana. O bebê, no entanto, morreu pouco tempo depois por insuficiência respiratória.


Patrões não poderão deduzir gastos com empregados domésticos no IR


A Receita Federal permitia a dedução de gastos de até 1200,32 reais com o pagamento de INSS até o ano passado

A dedução do Imposto de Renda (IR) por parte de patrões com a Previdência de empregados domésticos não será mais permitida na declaração deste ano. Com a medida, o Ministério da Economia espera arrecadar cerca de 700 milhões de reais — a renúncia fiscal apresentada pela pasta no ano passado por conta do benefício foi de 674 milhões de reais. A Receita Federal permitia a dedução de gastos de até 1200,32 reais com o pagamento de INSS até o ano passado. A norma perdeu a validade e não foi renovada pelo Executivo.

Para ser prorrogado, o benefício teria de ser votado pelo Congresso Nacional no ano anterior. Portanto, como não foi apreciada no ano passado, a medida só poderá voltar às regras de declaração do imposto no ano que vem, se votada pelo Legislativo até o final de 2020.

Em 2019, a defasagem na tabela do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) chegou a 103,87%, segundo levantamento do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional). O estudo foi feito com base na diferença entre a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulada de 1996 a 2019 e as correções da tabela no mesmo período. Desde 2015, a tabela do Imposto de Renda não sofre alterações. De 1996 a 2014, a tabela foi corrigida em 109,63%.

Desde o ano passado, o governo estuda realizar mudanças no IR. Fontes no Ministério da Economia admitem que o ministro Paulo Guedes avalia que medidas desta natureza apenas beneficiam os mais ricos. Em setembro, VEJA revelou a proposta de reforma tributária em estudo pelo governo. O texto, desenhado ainda sob a gestão de Marcos Cintra como secretário de Receita Federal, previa o limite de isenção para pessoas com doenças graves. As mudanças no IR estão em pauta para a reforma tributária preparada pelo secretário de Receita, José Barroso Tostes Neto.


Escritório ligado a Barroso, do STF, recebeu R$ 3,67 milhões de empresa que faz gestão do DPVAT


Barroso Fontelles, Barcellos, Mendonça e Associados foi constituído em 2013, como sucessor do escritório Luís Roberto Barroso & Associados, do qual Barroso era sócio. Rafael Barroso Fontelles, que dá nome à banca, é sobrinho do ministro

Da revista Fórum – Auditoria nas contas da Seguradora Líder, responsável pela gestão do seguro DPVAT, questionou pagamentos por prestação de serviços para o escritório Barroso Fontelles, Barcellos, Mendonça e Associados. Esse escritório foi constituído em 2013, como sucessor do escritório Luís Roberto Barroso & Associados, do qual o ministro do STF Luís Roberto Barroso era sócio.

De 2009 a 2016, a Líder fez ao escritório 21 pagamentos, totalizando R$ 3,67 milhões. Barroso se desligou ao se tornar ministro da corte, em junho de 2013. Rafael Barroso Fontelles, que dá nome à banca, é sobrinho do ministro.

A auditoria foi realizada pela consultoria KPMG, a pedido da atual gestão da seguradora. A análise dos documentos e processos abarca o período que vai de 2008 a 2017.

Os sócios atuaram na defesa da Líder no STF em duas ADIs (Ação Direta de Inconstitucionalidade) que alteravam regras do DPVAT. A decisão dos julgamentos das duas ADIs foi a favor da Líder.

Leia a íntegra na Fórum


Comandante da PM é exonerado no Piauí após defender morte de criminosos


“Eu quero que eles reajam, eu sempre vou usar aquela minha frase, reagiu tem que descer as cordas”, afirmou o coronel Edwaldo Viana Lima, em áudio vazado

Foto: Reprodução/Redes sociais
Foto: Reprodução/Redes sociais

 

A Polícia Militar do Piauí exonerou do cargo um comandante que defendeu, em áudio vazado, que seus comandados “descessem as cordas” de criminosos em confrontos.

A polêmica envolvendo o coronel Edwaldo Viana Lima, 55, comandante da Polícia Militar de Picos, cidade a 306 km de Teresina, se deu após um empresário da cidade ser morto em tentativa de assalto.

O próprio comandante fez a gravação e anunciou que estava “prestando contas”, pedindo para que os assaltantes fossem identificados. “Eu quero que eles reajam, eu sempre vou usar aquela minha frase, reagiu tem que descer as cordas”, afirmou, em áudio acessado pelo portal UOL. O coronel disse, ainda, que as “leis beneficiam a bandidagem” e defendeu a morte deles.

“Minha equipe só vai parar quando pegar eles vivos ou mortos, porque bandidos dessa característica, covardes, não têm condições de serem pegos vivos”, apontou. Descer as cordas é uma gíria policial relacionado ao fato de que ao enterrar uma pessoa, muitos cemitérios usam cordas para descerem os corpos na sepultura.

Após a divulgação do áudio, o comando da Polícia Militar determinou a exoneração de Viana. Ao tomar conhecimento do seu afastamento, na última terça-feira (7), o coronel gravou um áudio em tom de desabafo, atribuindo sua exoneração a “forças políticas”.

Ao UOL, Viana disse ter se surpreendido com a exoneração e ressaltou ter feito as afirmações no calor dos acontecimentos. O oficial afirmou que vai entregar o cargo hoje na sede da PM em Teresina. “A população é que vai julgar. Sou contra tortura, nunca torturei ninguém, mas defendo que em combate é preciso descer as cordas”, disse.

O coronel afirmou ter sido convidado para assumir um batalhão na capital piauiense, mas afirmou não ter aceitado – ele confirmou ao UOL que pediu licença especial de seis meses e que será pré-candidato a prefeito em Picos, ainda sem partido definido.

O comandante da Polícia Militar do Piauí, coronel Lindomar Castilho, disse que o afastamento de Viana faz parte de um rodízio no cargo.

“A mudança de comando faz parte de nossa carreira. Há uma estratégia de estar sempre mexendo com os comandos para dar condições que outros possam comandar”.

Ao ser questionado sobre a polêmica do áudio, Lindomar avaliou que as declarações de Viana foram no calor da emoção, mas defendeu que a PM não é para “descer as cordas” ou fazer justiça com as próprias mãos.


Bolsonaro e Guedes queimam as reservas internacionais acumuladas por Lula e Dilma e já venderam quase US$ 37 bilhões


Com isso, as reservas cambiais, que haviam atingido o pico de US$ 390,5 bilhões em junho, caíram para US$ 356,9 bilhões no fim do ano. A política de acumulação de reservas foi iniciada no governo do ex-presidente Lula, e mantida por sua sucessora Dilma Rousseff, depois que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso entregou a economia brasileira no colo do Fundo Monetário Internacional

 

 “O Banco Central vendeu US$ 36,9 bilhões das reservas internacionais no ano passado. Essas vendas se deram principalmente em razão de intervenções cambiais realizadas pelo BC para conter a alta do dólar em um ano em que o país teve a maior saída de divisas da história recente, US$ 44,8 bilhões. Com isso, as reservas cambiais, que haviam atingido o pico de US$ 390,5 bilhões em junho, caíram para US$ 356,9 bilhões no fim do ano”, informa reportagem do jornal Valor Econômico.

“A reservas internacionais são ativos que o país possui em moedas estrangeiras e representam um seguro contra crises cambiais. Com a venda de reservas, houve uma redução desse seguro. O lado positivo dessa operação, porém, foi a queda de cerca de R$ 140 bilhões na dívida bruta do país, ou dois pontos percentuais do PIB – em novembro, a dívida estava em 77,7% do PIB”, dizem ainda os jornalista Fábio Graner, Marcelo Osakabe e Lucas Hirata.

A política de acumulação de reservas foi iniciada no governo do ex-presidente Lula, e mantida por sua sucessora Dilma Rousseff, depois que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso entregou a economia brasileira no colo do Fundo Monetário Internacional.