Barracas de feira beneficiam agricultores familiares em municípios

Brumado, Rio do Antônio e Malhada de Pedras foram beneficiados com 60 barracas de feira para a comercialização de produtos provenientes da agricultura familiar, fortalecendo as associações de pequenos produtores locais. Os equipamentos foram adquiridos através de emendas parlamentares dos deputados Waldenor Pereira (federal) e Zé Raimundo (estadual) em atendimentos às lideranças políticas destes municípios. … Leia Mais



Camaros, BMWs, lancha e festas: a história do PM, bandido e boa-vida

Policiais federais prendem subtenente da Polícia Militar que operava um dos principais braços de tráfico de drogas do PCC na fronteira com o Paraguai PM OSTENTAÇÃO – Molina (à esq.) andava de helicóptero (acima) e tinha carrões na garagem (no alto, ao lado da Ferrari, sua filha e o marido)  Silvio César Molina foi preso … Leia Mais



Melhorou muito: Com Temer, 64 mil empresas fecharam as portas e demitiram 2 milhões

Entre 2015 e 2016, o número de empresas registradas no Brasil caiu 1,3%, passando de 5.114.983 para 5.050.615. No período, foram demitidos 4% dos trabalhadores  REPRODUÇÃO/NBR Sob comando de Temer e Meirelles, economia adormece São Paulo – Depois do golpe que destituiu a presidenta legitimamente eleita, Dilma Rousseff, 64.368 empresas brasileiras fecharam as portas e … Leia Mais


Greve dos caminhoneiros faz economia despencar 10,9% em maio, diz IBGE


A produção industrial recuou 10,9% em maio, a maior queda registrada desde dezembro de 2008 (-11,2%) e a segunda maior desde o início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2002. Segundo o IBGE, o recuo é decorrente da greve dos caminhoneiros, que paralisou o abastecimento por via rodoviária em todo o país por 11 dias.

De acordo o instituto, a falta de insumos, a dificuldade de escoamento da produção e de acesso dos trabalhadores ao serviço foram fatores decisivos para o resultado negativo. Na prática, o patamar de produção retornou a nível próximo ao de dezembro de 2003. O recuo em maio foi 23,8% abaixo do ponto recorde alcançado em maio de 2011.

O setor industrial acumulou crescimento de 2% nos cinco primeiros meses de 2018, ritmo abaixo do resultado registrado até abril (4,5%). O índice acumulado dos últimos 12 meses, ao passar de 3,9% em abril para 3% em maio de 2018, assinalou redução na intensidade do crescimento e interrompeu a trajetória ascendente iniciada em junho de 2016 (-9,7%).

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Fãs usam imagem de torturador para promover Bolsonaro


Primeiro militar a ser reconhecido pela Justiça como torturador durante a ditadura, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra (1932-2015) é homenageado em camisetas vendidas em lojas virtuais que apoiam Jair Bolsonaro (PSL). Morto em outubro de 2015, o coronel aparece na estampa das camisetas como um ícone pop. Sua imagem, estilizada em forma de cartum, é ladeada pelas palavras “Ustra Vive”.

O nome do coronel passou a ser associado a Bolsonaro desde que o deputado federal justificou seu voto pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 17 de abril de 2016, em nome “da memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra”, que seria “o pavor de Dilma”. A fala provocou protestos e aplausos em plenário, com repercussão imediata nas redes sociais, contra e a favor da homenagem ao torturador.

Na época, pelo menos duas lojas aproveitaram o filão e começaram a produzir camisetas com o rosto do coronel. O boom de vendas foi instantâneo. Em poucos dias foram mais de 300 camisetas vendidas pela loja “Direita Store”, o que é considerado um número expressivo para o dono da marca, José Leão, de Barueri (SP).

“A ideia é provocar esquerdistas”, disse Leão ao Congresso em Foco. Sua loja vende três modelos de camisetas que remetem a Ustra, com preço entre R$ 28,90 e R$ 49,90.

“Eu tinha uma loja de camisetas de super-heróis e o faturamento não estava bom. Resolvi focar no nicho da direita. Eu sou de direita e via muita gente reclamando que fazia falta produtos assim. Deu certo e o negócio está rendendo”, diz o empresário. Ele não costuma usar as roupas da sua marca, pois prefere camisas do tipo social.

Conselho de Ética rejeita processo contra Bolsonaro por homenagem a torturador

Para Denise Bueno Amaral, de Caçapava (SP), da loja “Camisetas Opressoras”, os produtos com nome do coronel seriam uma brincadeira. “É uma sátira. Achamos engraçado que as pessoas nos questionam por causa do Ustra, mas ninguém fala nada quando se usa uma camiseta do Che Guevara, do Carlos Marighella, que também são acusados de atos violentos”, disse à reportagem. “Só vou deixar de produzir [o modelo de Ustra] quando acabar a demanda.”

O nome da loja, segundo ela, é uma resposta às pessoas que dizem que todo mundo de direita é “opressor”. “Eu vou oprimir pacificamente” é a estampa de uma caneca vendida no site. Bolsonaro e seus filhos já apareceram em eventos usando camisetas da marca, o que Denise considera “uma grande honra”.

“Admiração”

As duas lojas virtuais vendem prioritariamente produtos que exaltam a campanha de Bolsonaro. Ambas dizem não ter qualquer relação com o militar, “a não ser a de admiração”.

Passados dois anos do pronunciamento de Bolsonaro, as camisetas continuam vendendo consideravelmente, a ponto de não serem retiradas do catálogo de produtos. De acordo com os dois empresários, a procura pelas camisetas não é muito grande, mas constante.

Até o momento, dizem, as duas marcas nunca foram questionados judicialmente por causa das estampas das camisetas. Ambos relatam sofrer críticas de internautas que se sentem ofendidos, mas não chegam a responder, uma vez que os próprios apoiadores da causa já o fazem.

“Quem critica está no direito de não gostar do nosso trabalho. Mas para cada um que não gosta, tem dez que gostam”, comentou Amaral.

Apologia a crime

Para o advogado Antonio Rodrigo Machado, presidente da Comissão de Legislação Anticorrupção da seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/DF), os empresários deveriam se preocupar com possíveis representações criminais. Para ele, a homenagem a Ustra pode ser considerada como publicidade ou apologia a crime de ódio – no caso, a tortura.

“A liberdade de expressão permite que todos possam emitir opiniões. Uma das poucas limitações é quando é usada para a prática de ideias de crimes de ódio. E Ustra é reconhecido oficialmente como um dos que organizaram atos de tortura”, diz o advogado.

Quem foi Ustra

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PF cumpre mandados contra ministro e em gabinete de deputado


Por meio de medida cautelar expedida pelo STF, o ministro do Trabalho, Helton Yomura (PTB), foi afastado do cargo

Redação
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

 

Dez mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) são cumpridos em Brasília e Rio de Janeiro, pela Polícia Federal, na manhã desta quinta-feira (5).

A operação chamada de “Registro Espúrio” provocou, por meio de medida cautelar, o afastamento do cargo o ministro do Trabalho, Helton Yomura (PTB), que teve o gabinete e a casa onde mora vasculhadas pela PF, segundo a TV Globo.

Outro alvo da ação é o gabinete do deputado federal Nelson Marquezelli (PTB-SP), onde são procuradas provas de fraudes na concessão de registros de sindicatos pelo Ministério do Trabalho.

A pedido da PF e Procuradoria-Geral da República, o STF impôs aos investigados a proibição de frequentar o Ministério do Trabalho e manter contato com os servidores da pasta.


Greve de caminhoneiros fez indústria da construção civil ter maior queda em 41 meses


Foto: Lucas Baptista/Estadão

A indústria da construção amargou fortes prejuízos com a greve dos caminhoneiros

A indústria da construção amargou fortes prejuízos com a greve dos caminhoneiros, que se estendeu pelos últimos dez dias de maio. A interrupção no transporte de insumos e produtos causou queda da atividade e aumento da ociosidade, além de impactar negativamente a expectativa dos empresários. A atividade recuou 2,5 pontos, de 46,9, em abril, para 44,4, em maio, na maior retração registrada desde dezembro de 2014, quando o indicador apresentou queda de 3,6 pontos. O indicador de Sondagem da Indústria da Construção, divulgado hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), revelou ainda piora na situação atual de emprego. O número de empregados recuou 0,3 ponto, o que fez com que o indicador ficasse em 44,3 pontos em maio. Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando estão abaixo dos 50 pontos, mostram queda da atividade e do emprego. A utilização da capacidade de operação ficou em 57%. Isso significa que o setor manteve fora de operação 43% das máquinas, equipamentos e pessoal no mês passado. “Com a greve dos caminhoneiros, a indústria da construção tem sofrido ainda mais dificuldades para se recuperar da crise econômica. O setor foi o primeiro a sentir os efeitos da recessão e vem enfrentado quedas consecutivas na atividade e no emprego”, afirma a economista da CNI Isabel Mendes. De acordo com a pesquisa, os índices de expectativas e de confiança dos empresários mostram que não há perspectivas de reação do setor nos próximos meses. Todos os indicadores de expectativa tiveram quedas expressivas neste mês. Com exceção do índice de expectativa de nível de atividade, que recuou para 50 4 pontos, os demais indicadores ficaram abaixo dos 50 pontos, mostrando que os empresários esperam a queda de novos empreendimentos e serviços, da compra de insumos e matérias-primas e do número de empregados nos próximos seis meses.

Estadão Conteúdo


Qualquer semelhança com o MDB; não será mera coincidência: Segundo Sol’ ganha audiência com heróis de moral incerta


Ao explorar personagens que raramente fazem uma escolha clara entre o bem e o mal, novela transforma horário nobre em palco de vibrante debate

Esse debate é interessante para que as pessoas ligadas na peça de ficção pense um pouco na realidade, todavia na Bahia é um reality show, afinal o grande filósofo baiano, ex-governador da Bahia dizia: ” pense num absurdo que aconteça no Mundo, por certo haverá um precedente na Bahia”  “moss” não é que ele tinha razão.

A Polícia Federal encontrou, nesta terça-feira (5), uma grande quantidade de dinheiro em apartamento que seria utilizado por Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) em Salvador. O ex-ministro cumpre prisão domiciliar na Bahia.

Segundo informações do G1, a polícia localizou o montante na residência que fica em um edifício na Rua Barão de Loreto, no bairro da Graça, área nobre da capital baiana, durante busca e apreensão autorizada pela 10ª Vara Federal de Brasília. Conforme a Justiça Federal, a ação faz parte de apurações relacionadas à prática de corrupção, quadrilha e lavagem de dinheiro envolvendo a Caixa Econômica Federal.

Durante as investigações, surgiu a suspeita de que Geddel estaria escondendo provas de atos ilícitos no apartamento no bairro da Graça, imóvel que teria sido emprestado a ele pelo proprietário para que o ex-ministro guardasse pertences de seu pai, já falecido.

Conforme a PF, a Operação Tesouro Perdido deflagrada nesta terça tinha objetivo de cumprir o mandado de busca e apreensão emitido pela Justiça, e após investigações decorrentes de dados coletados nas últimas fases da Operação Cui Bono, a PF chegou ao endereço em Salvador, que seria, supostamente, utilizado por Geddel Vieira Lima como “bunker” para armazenagem de dinheiro em espécie.

Segundo a polícia, os valores apreendidos serão transportados a um banco onde será contabilizado e depositado em conta judicial.

 


A revolução de Temer: Brasil amarga 7 mil obras paradas na esfera federal


O  volume de obras paradas no Brasil é tão grande que nem mesmo os pesquisadores conseguem mensurar a dimensão do desastre. Claudio Frischak, presidente da InterB, afirma que as 7 mil obras paradas do governo federal representa um número conservador, pois a própria capacidade de o governo fornecer as informações está comprometida.

O gasto com a retomada dessas obras seria, dentro desse quadro conservador, da ordem de R$ 144 bilhões. As paralisações atingem todas as esferas públicas: governos federal, estados e municípios.

As paralisações vão desde creches a escolas até a grandes obras com as ferrovias Norte-Sul e Oeste-Leste. Toda essa paralisação de projetos no meio do caminho faz com que o problema seja muito maior do que o mero desperdício de dinheiro público. A interrupção arrasta cadeias produtivas inteiras, incidindo no emprego, na violência e nos dados gerais de retração econômica.

“Além dos transtornos para a população, a interrupção de uma obra representa grande prejuízo para o poder público, com o inevitável aumento dos custos numa retomada, afirma o presidente da Comissão de Infraestrutura da Cbic, Carlos Eduardo Lima Jorge. Isso ocorre por causa da deterioração de serviços já feitos e de reajustes do contrato pelo tempo parado. (mais…)


Censura: Delegado da PF quer fechar blog e obrigar jornalista a revelar fontes


Eduardo Maut Silva tenta calar críticas aos métodos utilizados pela Operação Lava Jato, demonstrando prepotência, aversão à transparência e querer apenas elogios

ADPF

Eduardo Mauat Silva.jpg

Só aceita elogios. Embora Mauat alegue injúrias e difamações, ele não contesta nenhuma informação publicada pelo blog

Blog Marcelo Auler, repórter – O verdadeiro – e inacreditável – propósito do delegado da Polícia Federal Eduardo Mauat Silva (DPF Mauat) ao processar este blog no Juizado Especial Cível de Santa Cruz do Sul (RS) – como noticiamos em Questionado, DPF Mauat, ex-Lava Jato, processa o Blog – ao que parece, não é tanto a indenização por danos morais de 40 salários mínimos (R$ 37.480), como solicitou na inicial da ação.

Bem mais pretensioso, ele reivindica o fechamento deste Blog e a identificação das fontes que nos alimentam com informações – verídicas, ressalte-se – sobre os bastidores da Operação Lava Jato. Isto foi verbalizado pelo próprio, no início da noite de terça-feira, no Juizado de Santa Cruz do Sul, cidade distante 150 quilômetros de Porto Alegre. Tal como fizemos constar da Ata de Audiência, cujo trecho reproduzimos ao lado (a íntegra apresentamos abaixo).

Com isso, ele não apenas quer calar as vozes que criticam os métodos pouco ortodoxos utilizados pela Força Tarefa da República de Curitiba. Afinal, a eles só interessam os elogios. A prepotência e o absurdo estão no fato de o fechamento do Blog significar o fim do instrumento – legítimo e legal – com o qual se ganha o pão de cada dia. Apenas e tão somente por terem sido feitos questionamentos, jornalisticamente cabíveis, Independentemente de o próprio delegado ter incentivado o público a fazê-los. Mas, o que ele desejava, é ser incensado. Não criticado.

Curiosamente, embora alegue que a nossa reportagem contenha injúrias, calúnias e difamações, o delegado, ao prestar seu depoimento – assim como na própria inicial da ação – não contestou nada do que ali está. O que o surpreendeu foi termos apresentado um e-mail, que lhe foi enviado três meses antes da publicação da matéria, questionando-o sobre o assunto abordado. Na ação ele alegou não ter sido procurado. Falou, inclusive, que descumprimos a ética.

Tese rebatida com veemência na contestação apresentada pelo advogado Antonio Carlos Porto Jr., do escritório Defesa Social, de Porto Alegre. Na nossa defesa por ele ajuizada, está destacado:

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