Com agendas em ministérios da Alemanha, governadores encerram missão na Europa

​A primeira missão internacional dos governadores do Nordeste foi encerrada nesta sexta-feira (22), em Berlim. Como último compromisso na Europa, eles estiveram nas sedes dos Ministérios da Economia, Educação e Cooperação e Desenvolvimento da Alemanha, onde explicaram o funcionamento do Consórcio Nordeste. ​Ampliar o fluxo de negócios com investidores europeus e fortalecer as relações de … Leia Mais



Damares premia delegado da PF que atacou vigília Lula Livre

O Ministério da Justiça, chefiado por Sérgio Moro, liberou o delegado Gastão Schefer Neto “para tornar-se assessor do ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos”, destaca Marcelo Auler, do Jornalistas pela Democracia. “Schefer Neto ficou famoso em maio do ano passado ao destruir a aparelhagem de som montada na Vigília Lula Livre”, complementa … Leia Mais



Como as teorias pedagógicas estão influenciando no mercado da educação

A nova onda tecnológica e a chegada da industrialização 4.0 vêm mudando o mundo e o mercado de trabalho. Segundo dados do Laboratório de Aprendizado de Máquina em Finanças e Organizações da UnB (Universidade de Brasília) até 2026 mais de 30 milhões de vagas de emprego poderão deixar de existir. Esse impacto direto no mercado … Leia Mais


Polícia volta a ouvir assessores de Carlos Bolsonaro e de Marielle


A Polícia Civil do Rio de Janeiro voltou a convocar para depor, depois de mais de um ano, pessoas ligadas à vereadora Marielle Franco e ao vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro. Os investigadores tentam entender melhor como era a relação entre os dois parlamentares, que eram vizinhos de gabinete na Câmara do Rio e teriam se envolvido em uma discussão no corredor do prédio.

Em 29 de outubro, no dia em que o Jornal Nacional, da TV Globo, revelou o depoimento do porteiro do condomínio Vivendas da Barra, a viúva da vereadora, Monica Benicio, voltou a ser ouvida pela polícia. Segundo pessoas que acompanharam o depoimento, houve insistência em perguntas sobre Carlos.

Um ex-assessor da vereadora, que afirma ter discutido com o filho do presidente, também foi convocado novamente para falar sobre o episódio. Carlos teria tentado agredir um assessor de Marielle, e ela teria ameaçado chamar a segurança da Câmara para intervir. Carlos nega que tenha havido tentativa de agressão, diz que nunca brigou com Marielle e que o episódio com o assessor tratou-se de uma “discussão sem desdobramentos” .

A briga foi abordada em depoimentos de ex-funcionários de Marielle no início das investigações, quando o próprio Carlos foi ouvido pela polícia na condição de testemunha, mas havia sido deixada de lado ao longo de 2019. Carlos não é investigado neste caso nem foi chamado a prestar novo depoimento.

Em nota enviada à reportagem, o gabinete de Carlos disse que não tem nada a declarar sobre as apurações da Polícia Civil. “Ressalto que nunca houve brigas entre os parlamentares, não sei de onde você tirou esta informação. Ela não procede. O relacionamento entre o vereador Carlos Bolsonaro e a ex-vereadora Mariele Franco, sempre foi cordial e amigável.”

Quanto ao episódio envolvendo o assessor, a equipe do vereador alegou que “a vereadora estava em seu gabinete e prontamente interviu com a cordialidade que lhe era peculiar.”

Até o momento, as investigações apontam para o envolvimento dos ex-PMs Élcio de Queiroz e Ronnie Lessa, presos desde março. A Procuradoria-Geral da República apontou o ex-deputado e conselheiro licenciado do Tribunal de Contas do Estado, Domingos Brazão, como provável mandante.


Homem mata moradora de rua a tiros após ela pedir dinheiro em Niterói; crueldade


A moradora em situação de rua Zilda Henrique dos Santos foi morta no sábado, em Niterói, após pedir dinheiro a Aderbal Ramos de Castro. O homem tentou alegar que foi roubado, mas vídeos desmentem a versão

 A Polícia Civil prendeu um homem acusado de matar uma mulher que lhe pedia dinheiro, no centro de Niterói. Imagens de câmeras de segurança ajudaram a identificar Aderbal Ramos de Castro, que confessou o crime, de acordo com as autoridades. A reportagem é do Portal UOL.

Zilda Henrique dos Santos foi morta no sábado (16). Relatos de testemunhas dão conta de que ela pediu dinheiro a Aderbal Ramos de Castro, que sacou uma arma da cintura e a baleou. O revólver calibre 38 foi apreendido.

Vídeos de segurança dos entornos do local foram usados pela Delegacia de Homicídios de Niterói, que identificou e prendeu Aderbal. O caso aconteceu na rua Barão de Amazonas.

Em sua confissão, o homem alegou que a vítima teria tentado lhe roubar, versão que foi descartada pela polícia, por conta das imagens do incidente.

Só o homem é capaz de tamanha crueldade, A cena é forte, mas se faz necessário mostrar para que a sociedade se dê conta que quanto mais armas à disposição da população, essas ficarão  com aqueles cujo desejo de matar faz parte da educação familiar.

O Brasil seguem um caminho onde a insegurança da população sai do âmbito daqueles que assaltam para aqueles que se acham donos da terra,  donos do mundo e se acham no direito de determinar quem vive e quem morre, apesar do título dizer “homem” mas apenas para identificação do sexo, mas na verdade deveria dizer um verme.


Casa de Bolsonaro teria sido a única visitada pelo réu no caso Mariell


Segundo planilha manuscrita obtida pela Folha de S.Paulo, alguém da casa 58, onde vivia Jair Bolsonaro, autorizou a entrada de Élcio Queiroz em 14 de março
AGÊNCIA BRASIL

Bolsonaro, que veio mais cedo de Brasília no dia do crime, teria sido o único a receber visita de Élcio Queiroz

São Paulo – Réu no caso Marielle Franco, o ex-policial militar Élcio Queiroz, acusado de participar do assassinato da vereadora do Psol e de seu motorista Anderson Gomes, foi ao condomínio Vivendas da Barra no dia do crime, 14 de março de 2018, exclusivamente para visitar a casa de número 58 – imóvel em que morava Jair Bolsonaro.

É o que mostra reportagem da Folha de S.Paulo publicada hoje (16). O jornal teve acesso a planilhas de acesso ao condomínio, preenchidas à mão, que estão sendo analisadas pela polícia. As anotações indicam que ao longo de 2018, Élcio sempre visitou o outro réu,  Ronnie Lessa, exceto no dia do crime.

A casa de Bolsonaro passou a ser investigada há um mês, quando um dos porteiros afirmou que o “seu Jair” teria autorizado a entrada na casa. A menção ao presidente havia sido desconsiderada pelos investigadores no início da apuração do caso. Isso porque o então deputado federal estaria na Câmara, em Brasília. E também porque a perícia do Ministério Público em gravação da portaria autorização da entrada de Élcio por Ronnie Lessa.

Nesta quarta-feira (13), veio à tona que o então deputado federal Bolsonaro teria voltado mais cedo para casa. Um tuíte da jornalista Thais Bilenky, de 14 de março de 2018, revelado pelo advogado Eduardo Goldenberg, informava que naquele dia – do assassinato de Marielle e Anderson – o parlamentar teve “intoxicação alimentar” e voltou mais cedo para o Rio de Janeiro.

No dia 1º de novembro, a promotora Carmen Eliza Bastos de Carvalho, que atuava na ação penal relativa aos assassinatos,  pediu afastamento do caso. A decisão foi tomada após repercussão negativa de imagens e posts em redes sociais que evidenciam seu apoio ao então candidato Jair Bolsonaro. Além de ser defendida pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), a própria servidora divulgou carta aberta, alegando liberdade de expressão e afirmando que “jamais atuei sob qualquer influência política ou ideológica”.


Anuário detalha as despesas e receitas das cidades do Nordeste


 

Feira de Santana

Anuário detalha as despesas e receitas das cidades do Nordeste

Das 25 cidades selecionadas da Região Nordeste pelo anuário Multi Cidades – Finanças dos Municípios do Brasil, da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), três tiveram perdas de receitas e duas conseguiram reduzir as despesas em 2018. O estudo foi lançado no mês passado e faz um panorama dos municípios.

No comparativo com os dados de 2017, foram Arapiraca (AL)Maceió (AL) e Juazeiro do Norte (CE) que registraram quedas em suas receitas de 2,9% (de R$ 557,7 milhões para R$ 541,4 milhões), 4,5% (de R$ 2,07 bilhões para R$ 1,97 bilhão) e 18,6% (de R$ 638 milhões para R$ 519,3 milhões), respectivamente.

Por outro lado, os maiores aumentos de receitas, entre as cidades selecionadas pelo estudo, foram em Feira de Santana (BA), que passou de R$ 1,06 bilhão em 2017 para R$ 1,35 bilhão em 2018, uma alta de 27,8%; Imperatriz (MA), de 15,4%; Mossoró (RN), de 12,9%; Caruaru (PE), de 12%; e Petrolina (PE), de 11,6%.

Já João Pessoa (PB) e Campina Grande (PB) conseguiram reduzir seus gastos e ainda registraram aumento de receita de 3,4% e 2,8%, respectivamente. No primeiro caso, a capital registrou uma queda de 0,7% em suas despesas empenhadas, passando de R$ 1,92 bilhão em 2017 para R$ 1,90 bilhão em 2018; enquanto que Campina Grande reduziu em 1,2%, de R$ 882,8 milhões para R$ 871,9 milhões, no mesmo período analisado. Os valores são corrigidos pelo IPCA médio.

O estudo apontou, em contrapartida, que Caucaia (CE), Imperatriz (MA), Mossoró (RN), Caruaru (PE), Camaçari (BA) e Petrolina (PE) tiveram os maiores aumentos no comparativo de 2018 e 2017 em suas despesas empenhadas: 21,3%, 21%, 16,1%, 15,8%, 14,9% e 14,8%, respectivamente.

Em sua 15ª edição, a publicação utiliza como base números da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentando uma análise do comportamento dos principais itens da receita e despesa municipal, tais como ISS, IPTU, ICMS, FPM, despesas com pessoal, investimento, dívida, saúde, educação e outros.

Multi Cidades – Finanças dos Municípios do Brasil foi viabilizado com o apoio da Estratégia ODS, União Europeia, ANPTrilhos, Huawei, Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Saesa, Sanasa Campinas e Prefeitura de São Caetano do Sul.

 

AS 10 MAIORES RECEITAS DAS CIDADES SELECIONADAS EM 2018

 

Fonte: Multi Cidades – Finanças dos Municípios do Brasil, publicação da Frente Nacional de Prefeitos (FNP)

 

AS 10 MAIORES DESPESAS DAS CIDADES SELECIONADAS EM 2018

 

Fonte: Multi Cidades – Finanças dos Municípios do Brasil, publicação da Frente Nacional de Prefeitos (FNP)

 

Panorama Brasil

A economia brasileira apontou um tímido desempenho no último biênio, quando o Produto Interno Bruto (PIB) nacional aumentou 1%, em 2017, e 1,1%, em 2018. Esse cenário deve se repetir em 2019, pois as projeções de mercado sinalizam um avanço de cerca de 1% para o ano. Dados do Compara Brasil apontam que a receita total administrada pela União cresceu 4,8%, e a receita corrente dos estados subiu 3,1%, em 2018.

Já a receita corrente dos municípios, por sua vez, exibiu alta de 4,7% em 2018. Com essa melhora, o volume do somatório das cidades do país atingiu os R$ 594,5 bilhões e ficou 1,8% acima de 2014, sua melhor posição até então. Apesar de ser um novo pico, as prefeituras operaram, em 2018, com um nível de receita praticamente igual ao de quatro anos atrás.

Ao analisar o porte populacional, nos 106 municípios selecionados por Multi Cidades, grupo que inclui as capitais e pelo menos mais uma cidade entre as mais populosas de cada estado, a receita corrente ainda é ligeiramente inferior à anotada em 2014, quando se obteve o maior montante, ao passo que nos municípios com até 20 mil habitantes ela já a supera em 3,8%.

A receita de capital passou de R$ 13,8 bilhões, em 2017, para R$ 21,2 bilhões, em 2018. O baixo nível dessa captação em 2017 deveu-se ao encolhimento das operações de crédito e das transferências de capital voluntárias advindas das demais esferas de governo.

Em 2018, as transferências de capital, compostas majoritariamente por verbas que os municípios recebem da União e dos estados através de convênios para serem aplicadas exclusivamente em investimentos, tiveram forte aumento em 2018, depois de terem chegado a um de seus menores patamares históricos em 2017. As efetuadas da União passaram de R$ 5,8 bilhões, em 2017, para R$ 9 bilhões, em 2018, uma alta de 54,9%. Já os aportes dos estados, que haviam sido de apenas R$ 2,2 bilhões em 2017, avançaram 72,6% e chegaram a R$ 3,8 bilhões.

As receitas de operações de crédito foram responsáveis por injetar R$ 5,46 bilhões nos investimentos municipais em 2018, um ganho extra de R$ 1,32 bilhão em relação a 2017. Assim, a receita total dos municípios brasileiros, que engloba as correntes e as de capital, alcançou R$ 615 bilhões em 2018, alta real de 5,8% a do ano anterior.

A receita total per capita média dos municípios brasileiros foi de R$ 2.992,79 em 2018. As regiões do país onde os municípios possuem as maiores médias são Sul e Sudeste, seguidas do Centro-Oeste. No Norte e no Nordeste, o indicador ficou abaixo da média nacional.

As despesas empenhadas, por sua vez, cresceram 6,2% e atingiram R$ 602,1 bilhões para o conjunto dos municípios brasileiros em 2018. Mas esse desempenho foi variado entre as cidades, conforme o seu porte populacional. Nas cidades selecionadas por Multi Cidades, o aumento foi de 3,8%, passando de R$ 241,2 bilhões em 2017 para R$ 250,3 bilhões. Nas capitais, esse percentual foi de apenas 2,2%, ampliando de R$ 150,5 bilhões para R$ 153,8 bilhões no período analisado. Já nos municípios com até 20 mil habitantes, o crescimento foi maior, de 8,1%, passando de R$ 94,2 bilhões em 2017 para R$ 101,8 bilhões, em 2018, uma vez que as cidades desse porte foram as mais beneficiadas pelas transferências de capital da União e dos estados. Os investimentos, que atingiram R$ 38,37 bilhões em 2018, foram o item da despesa com a mais alta taxa de crescimento, de 35,8%.


Primeiro ano de Bolsonaro e Guedes provoca saída recorde de dólares do Brasil


Embora prometessem trazer de volta a confiança ao país, Jair Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes (Economia) provocaram o efeito inverso com um governo incapaz de gerar crescimento. Segundo dados oficiais, a fuga de capitais do Brasil em 2019 é a maior da história: o fluxo cambial em outubro ficou negativo em US$ 8,49 bi, elevando o déficit no ano

(Foto: Reuters | Carolina Antunes/PR)

O fluxo cambial em outubro ficou negativo em US$ 8,49 bilhões, elevando o déficit no ano a US$ 21,46 bilhões. O número já é maior que os US$ 16,18 bilhões registrados em 1999, até então o pior ano da série histórica do Banco Central, iniciada em 1982. Os dados publicados pelo jornal Valor Econômico refletem a incapacidade de Jair Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes (Economia) de atrair investidores em quase um ano de governo.

Alguns fatores explicam o fracasso do Brasil no fluxo cambial, como queda das receitas com exportações. O resultado também foi atingido pelos juros baixos e pelas incertezas na guerra comercial entre Estados Unidos e China. Outro detalhe é que as empresas aproveitaram a queda do juro e o crescimento do mercado doméstico de debêntures para captar recursos e pagar compromissos no exterior.

Exportadores optaram, ainda, por manter parte de suas receitas fora do País com o objetivo de pagar suas operações e amortizações ou antecipar o pagamento de dívidas em moeda estrangeira. Foi o caso, por exemplo, da Petrobrás, que responde por grande parte da dívida corporativa brasileira no exterior. De acordo com dados fornecidos pela estatal, foram gastos US$ 14,72 bilhões entre pré-pagamentos, recompras de bonds e amortizações no exterior.

As estatísticas demonstram, que apesar de Bolsonaro e Guedes, adotarem o entreguismo como um dos princípios para guiarem o Brasil, os dois ainda são incapazes de atrair investidores. Sem mercado consumidor aquecido, com empregos precários e corte de direitos trabalhistas, e uma economia estagnada, a confiança de retorno de investimentos não alavanca.

Um país só pode crescer se, num primeiro momento conseguir educar de forma crescente sua população como um todo e não só parte dessa;  se a renda mínima for compartilhada com o total da população; se esse total da população for suprida  dos requisitos básicos, como alimentação, transporte regular, saúde e trabalho. Mais adiante a parte mais qualificada dessa  população deve ser aproveitada na educação mais elevada,  ou seja na pesquisa, principalmente tecnológica, nenhum país rico, ficou rico sem passar por esse caminho.

Propositalmente, deixei para o fim, algo que os mais intelectualizados que estão lendo essa matéria diria, ele esqueceu do crédito. Como diz o poço na sua infinita sabedoria, apois,  O crédito é a mola propulsora da economia de um país,  se a sociedade empresarial tem crédito todos ganham, principalmente o país, um governo tem que liberar e fomentar empreendimentos que visem em primeiro plano alimentar a população, garantir moradia digna, saúde, educação e transporte, não há razão para distribuir crédito apenas à grandes empresas,muito pelo contrário, esse deve ter seu ponto principal nas pequenas empresas, no nosso caso, fundamentalmente ao produtor rural e as  pequenas indústrias de transformação que agreguem valor  ao produto, um litro de leito custa  R$1,50, por outro lado  um litro de doce de leite custa  R$ 70 reais.

Nosso blog, não pode abrir mão da informação instrutiva, sabemos que a maior parte da população na maioria das vezes não consegue compreender, ou se interessar por matérias como esta, todavia, sempre escreveremos para quem possa compreender e levar a mensagem adiante. Consideramos um crime jornalístico dizer à população que o país está bem, e que apenas com a troca de governo os problemas se resolvem: Antes da troca de governo, deve-se buscar se for o caso a troca de visão do governo.

Antes dissemos que o crédito é fundamental, é uma verdade absoluta, mas se não temos o  ” dinheiro” como conceder o crédito? atraindo capital externo, essa operação é por demais complicada, para o capital externo especulativo, temos que oferecer juros atraentes, se fazemos isso, penalizamos os empresário e o povo nativos, então qual o caminho? na minha visão produzir para vender mais caro.

O Brasil mudou de governo e adotou uma política que não engloba 150 milhões de brasileiros, a economia ficou concentrada apenas na parte mais rica da população e o chamado “miúdo” ficou fora do bolo, dessa forma, onde chegaremos? o  país não consegue captar recursos externos,mesmo tendo herdado uma reserva garantidora de 380 bilhões de dólares, a parte miúda da população, contente com os ganhos proporcionados nos últimos anos, não  se preocupa com os 20 anos futuros e imagina que esteja tudo bem.

Enfim, não conseguindo captar dólares,mesmo com as reformas feitas e outras em andamento, mesmo assim, os investidores internacionais preferem outros  países e começam a investir seu capital onde tenha maior segurança do lucro.


Nunes reclama que Lula não visitou túmulos de Marisa, Vavá e neto. Familiares foram cremados;o sepulcro é Augusto


O jornalista Augusto Nunes reclamou no Twitter que Lula não teria pensado em visitar os túmulos de seus familiares, como Marisa, Vavá e Arthur, antes de fazer seu discurso em um palanque em frente a sede da Polícia Federal em Curitiba. Os parentes de Lula foram cremados, ou seja, não há túmulos

“Como lembrou o autor anônimo, os filhos não estavam em Curitiba para abraçar o pai que saía da cadeia. Não lhe passou pela cabeça visitar os túmulos da mulher, do irmão e do neto antes de escalar o palanque para louvar a desunião e a violência. Faz sentido: Lula só ama Lula”, disse o jornalista.  Frustrado por não alcançar respeitono meio jornalístico,Augusto costuma como “puta” noticiar coisas agressivas aos familiares de sua vítima, como nunca foi um jornalista pesquisador, nunca se preocupou em estudar a notícia a qual iria comentar, acabou por dar mais uma das costumeiras barrigadas levianas.   Alguém vistaria túmulo de alguém que fora cremado?

A questão é que, na verdade, os familiares de Lula foram cremados, ou seja, não há túmulos, como lembrou a jornalista Mônica Bergamo. “Augusto Nunes questiona se não passou pela cabeça de Lula visitar os túmulos de Marisa e do neto. Mas eles foram cremados”.

Como eu acrescentei o comentário o jornalista Augusto Nunes é sepulcro mal caiado pelos tantos botox  colocado em sua cara sem vergonha.

 O jornalista Augusto Nunes, recentemente envolvido em uma briga corporal com o também jornalista Glenn Greenwald, foi ao Twitter reclamar que o ex-presidente Lula, após sair da prisão, não foi visitar os túmulos de sua ex-esposa Marisa Letícia, de seu irmão Vavá e de seu neto Arthur.


Postagens de Bolsonaro sobre obras, investimento em estradas cai; mas seus seguidores propagam o contrário


Pelo menos uma vez por semana, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) publica em suas redes sociais fotos e vídeos de obras em estradas espalhadas por vários estados brasileiros. Com isso, costuma ganhar uma avalanche de elogios, likes e curtidas de seus eleitores.

Mas os dados de execução orçamentária mostram que o governo não vai tão bem nesta que é uma das principais bandeiras do eleitor bolsonarista: no acumulado de janeiro a outubro, o investimento na construção e na recuperação de rodovias atingiu o menor patamar para esse período desde 2014.

De acordo com dados do Siga Brasil, sistema de informações orçamentárias do Senado, o governo federal investiu R$ 5,4 bilhões em transporte rodoviário nos primeiros dez meses de 2019, entre recursos pagos do Orçamento deste ano e restos a pagar de anos anteriores.

Não há informações no sistema do Senado sobre os investimentos realizados em anos anteriores a 2014.

Considerando o período de janeiro a outubro de 2014 para cá, em valores atualizados pela inflação, o montante deste ano é o mais baixo investimento dos últimos seis anos, incluindo as gestões dos ex-presidentes Michel Temer (MDB) e Dilma Rousseff (PT).

Em nota, o Ministério da Infraestrutura, comandado por Tarcísio Gomes de Freitas, informou que a pasta enfrenta restrição orçamentária e, por isso, priorizou obras já em andamento, estradas com necessidade de manutenção e rodovias consideradas estratégicas.

A construção e recuperação das estradas é uma das pautas de interesse direto dos caminhoneiros e de empresários ligados ao agronegócio, dois dos mais importantes nichos do eleitorado de Bolsonaro.

Por isso, desde o início do governo, o presidente e seus ministros têm turbinado a propaganda em torno dessas obras. Fotos e vídeos com obras em estradas têm sido postados em redes sociais, espelhando essa área como uma das vitrines da gestão.

Apenas na última semana, o presidente compartilhou em seus Twitter imagens da duplicação da BR-116 no Rio Grande do Sul, da manutenção das BRs 317 e 364 no Acre e da recuperação das BRs 319 e 174 no Amazonas e da BR-432 em Roraima.

Em geral, a execução das obras é associada às Forças Armadas, reforçando uma ideia de maior eficiência ao trabalho dos batalhões de engenharia do Exército, que dariam uma maior celeridade às obras viárias.

Outros vídeos não produzidos diretamente pelo governo também circularam em grupos de eleitores do presidente. Nem todos, contudo, eram verdadeiros.

Parte associava ao presidente obras em rodovias realizadas em gestões anteriores. Um específico informava que o presidente concluiria o asfaltamento da Transamazônica em sua gestão, o que não reflete a realidade.

Os dados do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) apontam que, desde a posse do presidente Bolsonaro, em janeiro, o governo iniciou novas obras em 7,3% das estradas de responsabilidade da União. Das 149 rodovias federais existentes, há novas intervenções em 11 delas.

As construções iniciadas em 2019 estão nos estados do Amapá, do Espírito Santo, de Goiás, do Pará, do Piauí e de Sergipe. São duplicações, acessos, pontes e adequações nas vias de perímetros urbanos.

Os estados da Amazônia Legal concentram as novas obras viárias iniciadas pela gestão bolsonarista. Ao todo, o governo federal contratou a construção de 11 novos trechos de rodovias federais, num total de 1.040 quilômetros. Destes, 799 quilômetros, ou 77% do total, estão em rodovias no Pará e no Amapá.

A principal obra contratada, tanto em extensão quanto em valor orçado, está na Transamazônica. O governo contratou a construção de 643 quilômetros de estrada com um orçamento de R$ 1,6 bilhão.

A maior parte dos recursos, contudo, foi destinada a obras já em andamento, como é o caso da construção da nova ponte do rio Guaíba, no Rio Grande do Sul, e da duplicação da BR-101, em Alagoas.

Em geral, o número de contratos de obras viárias em andamento —o que inclui intervenções iniciadas em governos anteriores— também é inferior quando comparado a período semelhante dos governos Lula e Dilma. Segundo o Dnit, entre janeiro e julho deste ano, havia 228 contratos em execução.

No mesmo período em 2011, primeiro ano do governo Dilma, eram 1.060 contratos em execução —quase cinco vezes mais. De janeiro a julho de 2003, início do primeiro governo Lula, 511 contratos estavam sendo executados, dentre obras de construção e manutenção de estradas.

Ministério diz que há restrição fiscal e elegeu prioridades

O Ministério da Infraestrutura informou que enfrenta restrição orçamentária e que, por isso, priorizou três tipos de obras viárias: de rodovias que já estão em andamento, estradas que precisavam de manutenção e as obras consideradas estratégicas, em razão do seu impacto social e econômico.

Em nota, o ministro Tarcísio Gomes de Freitas informou que tem se reunido com parlamentares, governadores e bancadas federais dos estados para apontar obras prioritárias e buscar o direcionamento das emendas parlamentares para esses empreendimentos.

Além disso, o ministério informou que o objetivo do governo federal é transferir o máximo de ativos para a iniciativa privada para que os investimentos aconteçam de forma mais rápida.

Neste ano, já foram concedidos 27 empreendimentos de infraestrutura, entre portos, aeroportos, ferrovia e rodovia. Até 2022, devem ser concedidos ativos que irão atrair R$ 217 bilhões em investimentos privados nas próximas três décadas.

Sobre a atuação das Forças Armadas nas obras de rodovias, o Ministério da Infraestrutura informou que a medida serve para manter a tropa em treinamento e para formar mão de obra. E destacou que o trabalho do Exército é feito “com um excelente padrão de disciplina”.

Em relação aos novos contratos para construção de rodovias, o ministério alegou que não houve uma concentração orçamentária na região da Amazônia Legal em 2019. Contudo, informou que a implantação da BR-163, no Pará, é uma prioridade por ter sido uma obra iniciada há quase 20 anos. Atualmente, faltam apenas 3 km para que ela seja concluída.

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