Obras e ações com recursos de emenda parlamentar são entregues em Guajeru

A inauguração da Praça Marcelino Meira Neto com a Academia de Saúde deu início à programação realizada no município de Guajeru para entrega de obras e equipamentos à população, iniciada às 8:30 da manhã da segunda-feira (19). Como um dos principais apoiadores que investiu mais de R$ 500 mil de suas emendas de parlamentar nestas … Leia Mais


Bolsonaro acerta com centrão a volta da CPMF

Justificativa oficial será de que recursos ajudarão a bancar a desoneração da folha de pagamentos. Em 2015, Bolsonaro fez campanha contra o imposto que agora irá recriar Bolsonaro, Marco Feliciano, Sóstenes Cavalcante e Eduardo Bolsonaro contra a CPMF em 2015 (Foto: Arquivo) Depois de produzir o maior rombo fiscal da história do Brasil, em razão … Leia Mais


Empresária que combate o racismo é a mulher mais rica do Brasil

Dona da rede de lojas Magazine Luiza, Magalu, a empresária Luiza Trajano tem patrimônio avaliado em R$ 24 bilhões. Ela ocupa a 8ª posição na lista da revista Forbes, sendo a única mulher entre os top 10 da lista de bilionários no Brasil. A companhia tem sido alvo de elogios e críticas depois de anunciar … Leia Mais



Líder na produção de oito minérios, Bahia tem nova província mineral na região Norte

Estado é quarto maior produtor brasileiro de bens minerais O Norte da Bahia pode ser a região responsável por abrigar uma das mais importantes províncias minerais do estado. Trata-se da Província Metalogenética do Norte, situada na borda norte do Cráton de São Francisco, onde foram descobertas mineralizações de fosfato, ferro, ferro-titânio-vanádio, níquel-cobre-cobalto, ouro, metais base … Leia Mais


Nordeste da Bahia terá complexo eólico com R$ 1,3 bilhão em investimentos


Fotos: Divulgação AES Tietê

Nordeste da Bahia terá complexo eólico com R$ 1,3 bilhão em investimentos

Os parques devem gerar até 500 empregos nos municípios de Tucano, Araci e Biritinga

A região Nordeste da Bahia vai ganhar seu primeiro complexo eólico, que ficará localizado nos municípios de Tucano, Araci e Biritinga. A estimativa é que a AES Tietê invista R$ 1,3 bilhão na primeira fase de construção dos parques, que terão capacidade instalada de 322 Megawatts (MW). Estima-se que todas as etapas da obra gerem até 500 empregos, aproveitando em parte a mão de obra local. Além do pioneirismo na região, de acordo com a empresa, o parque terá as maiores turbinas já instaladas no País em potência e tamanho. O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), tem apoiado institucionalmente a implantação do empreendimento.

“A Bahia já se consolidou como a terra dos bons ventos. Saber que passaremos a produzir energia a partir da fonte eólica onde até então nem poderíamos imaginar que seria possível, é uma grata surpresa. Teremos novos municípios beneficiados pela força das energias renováveis. A SDE desempenha um papel de articulador com objetivo de melhorar os processos autorizativos que impactam no prazo e até na viabilidade dos empreendimentos eólicos”, afirma o vice-governador João Leão, secretário da pasta.

De acordo com a AES Tietê, a primeira etapa das obras do Complexo Eólico Tucano será composta por 52 turbinas, que serão fornecidas pela Siemens Gamesa, cuja unidade produtiva fica no município de Camaçari, na Bahia. As turbinas serão instaladas em torres de aço de 115 metros de altura e terão pás de mais de 80 metros de comprimento, formando uma circunferência de 170 metros de diâmetro. A estimativa é que as obras da primeira fase sejam iniciadas a partir de outubro, após parecer do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e emissão das licenças ambientais emitidas pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA).

A segunda fase do projeto, embora ainda sem prazo para o início nem estimativa de custos, terá capacidade instalada de 258 MW, totalizando 580 MW em todo o parque. A AES Tietê iniciou um trabalho de diagnóstico social da região para identificar as potencialidades da comunidade e os desafios locais. Com esses dados, a companhia planejará iniciativas de desenvolvimento social a serem implementadas nos municípios do entorno do complexo eólico, alinhadas com as diretrizes de Sustentabilidade e de Investimento Social Privado.

“Estamos ansiosos para iniciar a construção do Parque Eólico de Tucano, que abrirá uma nova fronteira para a geração eólica na Bahia e contribuirá para o desenvolvimento socioeconômico da região”, afirma Rodrigo D’Elia, diretor de Engenharia e Construção da AES Tietê.

Alto Sertão II

A AES Tietê é responsável pela operação do Complexo Eólico Alto Sertão II, localizado nas cidades de Caetité, Guanambi, Igaporã e Pindaí, também na Bahia. No local, a empresa emprega nove colaboradores e outros 70 prestadores de serviço. Os parques, com 230 torres eólicas, têm capacidade instalada para gerar 386,1 MW de energia, contratada por 20 anos, por meio do leilão de energia de reserva e leilão de energia nova realizados em 2010 e 2011, cujos contratos expiram em 2033 e 2035, respectivamente.

Energia eólica na Bahia

De acordo com o Informe de Energia Eólica da SDE, a Bahia liderou nacionalmente, com 32,4%, a geração de energia eólica no primeiro semestre de 2020. No mesmo período, a fonte produzida pelos ventos foi responsável por 48,2% da matriz de geração do estado. Os 172 parques em operação, espalhados por 20 municípios, têm 4,2 Gigawatts (GW) de capacidade instalada. Desde 2012, o montante investido nos parques em atividade ultrapassa os R$ 16,5 bilhões e foram gerados mais de 45,9 mil empregos diretos na fase de construção desses parques. Os 123 novos parques contratados, que entram em operação até 2025, terão capacidade instalada de 3,5 GW e vão gerar 53 mil empregos. A previsão é que, juntos, possam injetar R$ 13,2 bilhões em investimentos no estado. (mais…)


Em cada 10 brasileiros, 9 acham cara e 8 gostariam de escolher sua empresa fornecedora de energia


Em 7 anos de pesquisa, número de entrevistados que acham a conta de luz cara ou muito cara subiu de 67% para 84%

A Pesquisa de Opinião Pública 2020, realizada pelo IBOPE e a Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) sobre o que pensa e quer o brasileiro do setor elétrico, apontou que 88% dos entrevistados acham muito cara a energia e 80% gostariam de escolher sua operadora de energia elétrica. Esta é a sétima edição da pesquisa que visa traçar o perfil e opinião dos brasileiros sobre a possibilidade de escolher o seu fornecedor de energia.

Desde 2013, o valor pago pelos consumidores tem se tornado um tema mais evidente nas despesas das famílias e isso se reflete no aumento no número de brasileiros que consideram o preço da energia elétrica cara ou muito cara, que saiu de 67% para 84%. Para o presidente da Abraceel, Reginaldo Medeiros, o resultado confirma que o consumidor não está satisfeito com o atual modelo empregado de serviço do setor elétrico. “A pesquisa mostra claramente que as pessoas gostariam de escolher sua empresa fornecedora de energia. Eram 66% dos brasileiros há 7 anos; agora são 80%, um recorde. Ou seja, a cada 10 pessoas, 8 querem mudanças na sua conta de luz. Isso também mostra que as pessoas estão mais atentas a seus direitos e que este debate sobre o mercado livre de energia precisa continuar no Congresso Nacional para respeitar os anseios da população. “, destacou.

O estudo também trouxe dados sobre uma possível mudança do mercado cativo de energia (atual sistema no qual o consumidor é obrigado a compra energia da distribuidora) para o mercado livre (quando o consumidor tem a possibilidade de escolher quem será a sua fornecedora de energia). O resultado foi que a cada 10 pessoas, seis trocariam imediatamente de fornecedor de energia caso a medida fosse adotada. Questionado dos motivos, 83% apontam que o alto preço é causado pelos impostos e pela falta de concorrência. “O amadurecimento do mercado livre já é uma realidade entre os consumidores e pagadores de conta de luz. E não toleram mais pagar caro pela energia. Tanto que 62% dos entrevistados acreditam que a conta de energia deve diminuir caso seja implantado a livre escolha e haja concorrência entre operadores. Estamos nesta luta há mais de 20 anos e até agora a liberdade de escolha segue restrita apenas para a grande indústria. O pequeno consumidor segue tutelado pelo Estado que escolhe a conta de luz que ele vai pagar”, completa o Medeiros.

Outro resultado que mostra a mudança no perfil do pagador de energia é que 17% das pessoas escolheriam sua operadora se baseando em uma geração de energia mais limpa. Questionado se gostaria de gerar sua própria energia em casa, 90% disse que sim – o número é 13 pontos percentuais maior que 7 anos atrás. Para Medeiros, o modelo atual gera ineficiência. (mais…)


Unidade de Terapia Intensiva é inaugurada em Salto da Divisa com grande homenagem ao médico Bolivar


Com o objetivo de proporcionar melhor atendimento aos pacientes do município, a Prefeitura de Salto da Divisa inaugurou na tarde dessa sexta-feira 14/08, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) que levou o nome de “Sala Intensiva Dr. Bolivar Aristides.”

Obedecendo as normas preventivas das autoridades em Saúde devido a pandemia do Novo Coronavirus, a cerimônia contou com a presença de autoridades políticas, religiosas, civis, militares e servidores do Hospital Senhor do Bonfim.

Acompanhado do médico Dr. Bolivar, do engenheiro da Nacional de Grafite, Daniel Silva Santos, do prefeito de Santa Maria do Salto, Marlon Caíres, do Vice-prefeito de Itagimirim, Luizinho e diversas autoridades, o prefeito Oximane Bomfim realizou o ato simbólico de corte das fitas e inaugurou oficialmente o Anexo 2 do HSB, contendo um Gerador de Energia, fruto da doação da Nacional de Grafite e a sala intensiva da Unidade de Terapia Intensiva do município, com 4 leitos divididos em 02 quartos.

Com mais esse grande recurso, o Hospital Senhor do Bonfim de Salto da Divisa terá condições técnica e de equipamentos para ofertar um melhor atendimento aos pacientes que estiverem em situação de gravidade.


ANEFAC: BC deve reduzir SELIC para 2,00% ao ano


Nos dias 04 e 05 de agosto a diretoria do Banco Central estará reunida para definir a nova taxa de juros básica (SELIC). Para Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da ANEFAC, tendo em vista os efeitos do Coronavírus na economia mundial, inflação baixa, bem como o fato de que os bancos centrais das principais economias do mundo estarem reduzindo suas taxas básicas de juros, isto deve levar o banco central brasileiro a, igualmente, reduzir sua taxa de juros nesta reunião do COPOM. “Em nossa opinião o Banco Central vai reduzir a SELIC para 2,00% ao ano, redução de 0,25 ponto percentual”, explica.

Abaixo as simulações demonstrando os efeitos de uma eventual redução da SELIC, nas operações de crédito bem como nos investimentos considerando:

• Simulação demonstrando todo o impacto ocorrido nas taxas de juros das operações de crédito no período de agosto/2016 a junho/2020, período este que o Banco Central reduziu a SELIC de 14,25% ao ano para 2,25% ao ano, redução de 12,00 pontos percentuais;

• Simulações com a redução da SELIC de 2,25% ao ano para 2,00% ao ano (redução de 0,25 ponto percentual).

Abaixo, igualmente, simulações de como ficarão os rendimentos da Poupança X Fundos de Renda Fixa.

• Como ficarão os rendimentos com a SELIC sendo mantida em 2,25% ao ano;

• Como ficarão os rendimentos com a SELIC sendo reduzida de 2,25% ao ano para 2,00% ao ano. (mais…)


Dívida Pública Federal sobe para R$ 4,39 trilhões em junho, informa o Tesouro


Endividamento externo cresceu 9,65%, resultado de uma emissão no mercado internacional de US$ 3,5 bilhões

Foto: Marcello Casal/ Agência Brasil
Foto: Marcello Casal/ Agência Brasil

 

A dívida pública federal subiu 3,27% em termos nominais em junho, no comparativo com maio, segundo informou nesta quarta-feira (29) a Secretaria do Tesouro Nacional. Em valores, o passivo da União – somando débitos internos e no exterior – pulou de R$ 4,251 trilhões para R$ 4,39 trilhões.

Segundo a Agência Brasil, a dívida mobiliária interna – correspondente aos títulos públicos emitidos – passou de R$ 4,033 trilhões para R$ 4,151 trilhões (alta de 2,93%). A alta deve-se, conforme o Tesouro, à emissão líquida de R$ 99,18 bilhões. Houve incorporação de juros ao montante total de R$ 18,8 bilhões.

A emissão no mercado internacional no início de junho de US$ 3,5 bilhões – em torno de R$ 18 bilhões na cotação de terça – fez o estoque da Dívida Pública Federal Externa (DPFe) subir 9,65%. O débito total passou de R$ 218 bilhões em maio para R$ 239,03 bilhões em junho.

As instituições financeiras foram as principais detentoras da Dívida Pública Federal interna, com 27,47% de participação no estoque. Os fundos de investimento, com 25,79%, e os fundos de pensão, com 24,47%, aparecem em seguida.

Com a retirada de recursos de investidores internacionais do Brasil, decorrente da crise econômica, a participação dos não residentes (estrangeiros) caiu, atingindo 9,09% em junho. Este é o menor percentual de estrangeiros na dívida interna desde 2009. Os demais grupos somam 13,19% de participação, segundo os dados apurados no mês.


Brasil primário: soja será o principal item exportado pelo sexto ano seguido


País não tem conseguido diversificar sua pauta de exportações, que se concentra cada vez mais em itens de pouco valor agregado

(Foto: CELSO JUNIOR)

SÃO PAULO (Reuters) – A soja registrará em 2020 seu sexto ano consecutivo como principal produto de exportação do Brasil, em lista dominada por commodities nas dez primeiras posições, indicou nesta quarta-feira a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

Até a terceira semana de julho, 66,5 milhões de toneladas de soja haviam sido embarcadas pelo país no ano, ante projeção de 78,5 milhões de toneladas para 2020 completo, em meio à forte demanda pela oleaginosa —especialmente da China— e ao câmbio favorável às commodities, com o real desvalorizado frente ao dólar.

O setor agropecuário foi um dos menos afetados pela pandemia de coronavírus, que puxou para baixo a participação dos manufaturados na lista de exportações.

Segundo a AEB, as posições da soja e das outras duas principais commodities exportadas pelo Brasil (petróleo e minério de ferro) foram beneficiadas pela queda dos manufaturados, “consolidando o peso das commodities nas exportações e no superávit comercial”.

As exportações de petróleo totalizam no ano, até a terceira semana de julho, 41,6 milhões de toneladas, enquanto os embarques de minério de ferro no período somam cerca de 166 milhões de toneladas, também puxados pela demanda chinesa, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Ainda assim, a receita com exportações de produtos básicos do Brasil deve recuar 7,2% em 2020 na comparação anual, a 109,65 bilhões de dólares, disse a AEB. No final do ano passado, antes dos impactos da pandemia, a entidade projetava o resultado em quase 116 bilhões de dólares.

Entre os fatores, além dos impactos gerais da Covid-19 em vários segmentos, estão as fortes oscilações dos preços das principais commodities.

“Apesar de fortes oscilações de preços e quantum dos três principais produtos da pauta de exportação, soja, petróleo e minério de ferro aumentarão sua representatividade para 34%, beneficiadas pela queda dos manufaturados”, afirmou a AEB.

As exportações de manufaturados foram projetadas em 56,3 bilhões de dólares em 2020, patamar que remete aos níveis de 2004, afetadas especialmente pela crise na Argentina e América do Sul.

No total, as exportações brasileiras devem atingir 192,72 bilhões de dólares em 2020, queda de 14% na comparação anual e de 11,3% em relação às estimativas da AEB ao final do ano passado. Já as importações tendem a somar 145,25 bilhões de dólares, recuo de 18,1% no ano a ano e de 24% ante as projeções iniciais.

“O superávit comercial projetado para o Brasil em 2020 (de 47,47 bilhões de dólares) será triplamente negativo, pois será obtido com queda das exportações, das importações e na corrente de comércio, com geração de redução da atividade econômica”, afirmou a entidade.


Auxílio emergencial: mais da metade dos que receberam ainda não consegue pagar todas as despesas


 Entre as pessoas que já vêm recebendo o auxílio emergencial do governo federal, 57% ainda não conseguem pagar todas as despesas, sendo necessário priorizar o pagamento de uma conta em detrimento de outra. A conclusão é de uma pesquisa inédita da Boa Vista, que ouviu cerca de 1300 consumidores de todo o Brasil.

Entre estes 57%, o auxílio emergencial de R$ 600 (ou de R$ 1.200 para mulheres chefes de família), tem sido usado prioritariamente para pagar as contas de concessionárias (luz, água, etc) por 47%. Em seguida, 20% priorizam o valor para quitar as contas relacionadas à moradia. Em terceiro lugar vêm os gastos com supermercado, prioridade para 13%. A imagem abaixo contém o detalhamento.

93% destinaram os recursos recebidos exclusivamente para as despesas da casa, enquanto uma minoria (7%) estendeu o emprego do valor a familiares e amigos.

Valor insuficiente
Entre os entrevistados da pesquisa que conseguiram receber as primeiras parcelas, 95% consideram o valor insuficiente. Somando todas as despesas da casa, 82% consideram o valor suficiente para pagar no máximo 40% das contas. A imagem a seguir ilustra este apontamento:

O que é o auxílio emergencial
O auxílio emergencial é um benefício financeiro do governo federal destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia da Covid-19.

Consumidor Positivo
A Boa Vista, por meio do seu site www.consumidorpositivo.com.br, oferece diversos serviços gratuitos ao consumidor que deseja limpar seu nome e organizar as finanças. No portal, é possível checar o score de crédito, verificar se há dívidas registradas no CPF, de quais valores e credores, e baixar materiais de apoio para organização da vida financeira, como planilhas e cartilhas, além de ter acesso a dicas de educação financeira e do Cadastro Positivo.

Esses e outros dados da pesquisa também estão ilustrados em forma de infográfico.

Metodologia
A pesquisa sobre o Auxílio Emergencial foi realizada pela Boa Vista, no último mês de junho, com cerca de 1300 pessoas, representantes das diferentes regiões do País e classes sociais. Para a leitura dos resultados considerar cerca de 3 p.p. (pontos percentuais) de margem de erro e 95% de grau de confiança.

SOBRE A BOA VISTA

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar os dados dos seus clientes em soluções para os desafios de empresas e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível. Por isso, Cadastro Positivo é na Boa Vista.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no site www.consumidorpositivo.com.br

Atualmente a Boa Vista é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.