Estudo apresenta diagnóstico de mercado do biscoito caseiro

Apresentação será realizada no próximo dia 18 e é direcionado aos parceiros do projeto, empresários e potenciais compradores do biscoito O Sebrae em Vitória da Conquista e o Movimento PróConquistas realizam a apresentação do 1° Estudo de Competitividade do Biscoito Caseiro no próximo dia 18 de dezembro, às 18h30, no auditório do Multiplace Shopping Conquista … Leia Mais


Agronegócio depende cada vez mais da China

Embora o presidente eleito faça sinais adversos à China e sinalize submissão aos Estados Unidos, o agronegócio brasileiro é cada vez mais dependente do país asiático; foram 80 milhões de toneladas de soja no mercado externo, sendo que 82% desta montanha de grãos foi para a China (US$ 26 bilhões) O Brasil, que nos últimos … Leia Mais


PF faz busca e apreensão em apartamento de Aécio

Operação similar no endereço de Andrea Neves, irmã de Aécio, que chegou a ser presa em 2017 Imagem de arquivo de Aécio Neves: alvo de mais investigações da Polícia Federal (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) A Polícia Federal (PF) cumpre na manhã desta terça-feira, dia 11 mandado de busca e apreensão no apartamento do senador Aécio Neves … Leia Mais


Municípios recebem repasse extra de R$ 377 milhões da União

Valor é referente a uma fatia extra do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) Foto: Marcello Casal/ Agência Brasil   Os municípios baianos vão iniciar a próxima semana com mais recursos  para fechar as contas do ano, depois do repasse de cerca de R$ 377,9 milhões às 417 cidades do estado, nesta sexta-feira (7). O … Leia Mais



Último FPM de novembro será transferido aos cofres municipais nesta sexta-feira, 30


FPM

Os cofres municipais receberão nesta sexta-feira, 30 de novembro, o último Fundo de Participação dos Municípios (FPM) do mês, que segundo análise da Confederação Nacional de Municípios (CNM) será 16,77% maior que o montante repassado no mesmo decêndio do ano passado. Será partilhado entre todos os Municípios e o Distrito Federal R$ 1,8 bilhão, considerando a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Sem a retenção constitucional da educação, segundo estimativa da CNM com base nos dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), de 11 a dia 20 do mês, o montante somará mais de R$ 2,2 bilhões. O decêndio representa 30%, em média, do valor total transferido em novembro – a soma dos três repasses. E comparação com o valor repassado no mesmo período de 2017 e considerando os efeitos da inflação, o Fundo apresenta crescimento de 16,77% – termos nominais. No entanto, se aplicada a inflação, o crescimento reduz para 11,99%.

Em 2017, os Municípios partilharam R$ 6,6 bilhões, por meio do FPM, em novembro. “Ao longo de todo o ano, com exceção de julho e setembro, o fundo constitucional dos governos locais apresentou crescimento. No entanto, quando se considera inflação de um ano para o outro e o acúmulo de responsabilidade, percebe que os recursos ainda não são suficientes para atender as necessidades locais e promover melhoria na vida da população”, aponta o presidente da CNM, Glademir Aroldi.

Comparação
Com esse último repasse, o mês fechará com repasse total de R$ 7,9 bilhões e crescimento de 14,69%, em comparação com novembro do ano passado. Do início do ano até agora, o FPM registrou crescimento nominal de 8,01%, sem considerar os efeitos da inflação, mas considerando o repasse de 1% de julho, viabilizado pela Emenda Constitucional (EC) 84/2014. Quando se considera a inflação, o acumulado deste ano apresenta crescimento bem menor, de 4,23%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Do total repassado para todos os Municípios, os de coeficientes 0,6 receberão pouco mais de R$ 453 milhões, o que representa 20,03% do valor total. Dos 5.568 Municípios, 2.470 recebem com base neste coeficiente apenas o valor serem diferenciados de Estado para Estado. Como por exemplo: Os Municípios 0,6 de Roraima não recebe o mesmo valor dos Municípios 0,6 do Rio Grande do Sul.  “Município 0,6 do estado do Amazonas deve receber R$ 196.309,61, enquanto que um Município de Santa Catarina deve receber valor bruto de R$ 155.667,44 sem os descontos”, explica o levantamento da CNM. (mais…)


Médico cubano a Bolsonaro: ‘Aprenda o que é amor ao próximo’


Em carta, Yonner González diz que não veio ao Brasil pensando no salário que receberia e critica presidente eleito por “privar os pobres de ter acesso a saúde”
DIVULGAÇÃO/MINISTÉRIO DA SAÚDE

Mais médicos

‘Eu não trabalho só por uma questão econômica. Eu trabalho porque gosto da minha profissão’, diz médico

Nocaute – Eu respondo: Bolsonaro, meu filho, quando o Sr. diz que Cuba fica com meu salário eu só penso nas seguintes questões:

1) Eu aceitei os termos de um contrato por livre e pessoal determinação.

2) Ciente de que, com esse dinheiro, minha mãe, irmãos, sobrinhos, primos, tios, vizinhos, famílias todas tem garantido o cuidado de sua saúde. Sem pagar nada.

3) Ciente de que minha formação como médico é graças à criação de universidades públicas em todo o território nacional. Onde filhos de pedreiros, advogados, fazendeiros, faxineiras, empregados dos correios, médicos etc. compartilham a mesma sala de aula sem discriminação por sexo, cor, ideologia, ou riqueza. Isso, Bolsonaro, chama-se igualdade. Coisa que Sr. não conhece, porque não existe num país onde a corrupção e os privilégios políticos acabam com a riqueza do Brasil.

4) Eu tenho coragem de trabalhar para o povo brasileiro ainda sem perceber esse salário de que o Sr. fala. Porque eu não trabalho só por uma questão econômica. Eu trabalho porque gosto da minha profissão, por que jamais vou ficar rico às custas dos pobres.

ARQUIVO PESSOALmais medicos carta bolsonaro
O médico cubano Yoner González: humanismo no lugar de ganância e de solidez na carreira

Porque jamais vou usar a política como meio de vida. Porque jamais vou enganar os pobres com falsas promessas. Porque jamais vou plantar o ódio e discriminação no coração de ninguém. Porque vou pensar bem as coisas antes de falar para não ter que fazer como você (pedir desculpas todos o dias pelas loucuras que fala).

5) Eu posso sim trazer alguém de minha família. Não trouxe porque, Sr. Bolsonaro, o pobre tem que ter prioridades na vida e para mim a prioridade é ajudar minha família, mais que comprar uma passagem aérea sabendo que em casa temos outras necessidades e prioridades.

6) Sei também que o Sr. conta com o apoio de uma pequena parte de meus colegas que, por motivações políticas e econômicas, acham melhor se enriquecer de dinheiro e não de amor, experiência, valores morais , patriotismo, dignidade.

Porque eu posso não concordar com meu salário lá em Cuba. Eu posso até não concordar com o sistema político da Cuba. Mas também não tenho porque difamar meu país. Eu vi isso também nos brasileiros pobres, maioria no Brasil. Eles gostam do Brasil, daquele povinho onde eles nasceram, só que com certeza gostam que esse mesmo Brasil que eles têm no coração tenha igualdade, pobreza zero, fome zero, discriminação zero, violência zero, corrupção zero, saúde e educação de qualidade. Mas ainda assim, no Brasil imperfeito, eles gostam de seu país. (mais…)


Atos nesta quinta-feira defendem a Previdência e a seguridade social


Serão as primeiras manifestações da campanha permanente pela Previdência. “Bolsonaro quer trazer para o Brasil modelo de aposentadoria que levou milhares de chilenos à miséria”, diz Vagner Freitas
por Redação RBA 
ADONIS GUERRA/FOTOS PÚBLICAS

Dia Nacional de Mobilização em defesa da Previdência e da Seguridade Social

Reforma da Previdência deve ser o primeiro tema a exigir a mobilização dos trabalhadores no governo Bolsonaro

São Paulo – Centrais sindicais realizam nesta quinta-feira (22), em ao menos oito estados do pais, o “Dia Nacional de Mobilização em defesa da Previdência e da Seguridade Social”, com assembleias, diálogo nas ruas com a população e panfletagem nos locais de trabalho, praças públicas e ambientes de grande circulação.

Organizado pela CUT, Força Sindical, CTB, Intersindical, CSB, CSP-Conlutas, NCST, UGT e CGTB, essa será a primeira manifestação da campanha permanente em defesa da Previdência, lançada no último dia 12 de novembro pelas centrais sindicais. Na ocasião, um documento com os princípios gerais para a garantia da universalidade e do futuro da Previdência e da Seguridade Social também foi divulgado pelas entidades.

Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, a proposta de reforma do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) é ainda pior do que àquela feita por Michel Temer (MDB) em 2017. “Bolsonaro quer trazer para o Brasil o modelo de capitalização da previdência que levou milhares de chilenos à miséria. Muitos não conseguiram se aposentar e outros ganham metade do salário mínimo”, diz o presidente da CUT, referindo-se ao modelo adotado pelo Chile na década de 1980, a denominada “capitalização da Previdência”, onde o trabalhador é responsável por fazer uma poupança pessoal sem a contribuição dos empregadores e do governo. “Se o trabalhador não contribui por alguns meses por ter ficado muito tempo desempregado, fazendo bicos ou totalmente sem renda, nunca conseguirá se aposentar”, critica Vagner.

Para o presidente da CUT, é fundamental a manutenção do modelo de repartição, onde os trabalhadores que estão na ativa contribuem para que os aposentados, que já contribuíram, recebam o benefício. Nesse modelo há a contribuição dos trabalhadores, empresas e governo, com a garantia de que os benefícios sejam, pelo menos, atrelados ao salário mínimo.

Vagner Freitas diz ser fundamental a mobilização dos trabalhadores em todo o país em defesa das aposentadorias, tema que prevê ser a primeira grande disputa com o novo governo federal. (mais…)


Juiz censura Globo e proíbe divulgação de investigação sobre assassinato de Marielle


O juiz Gustavo Gomes Kalil, da 4ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, proibiu a TV Globo de divulgar informações sobre a investigação dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes. A emissora vai recorrer da decisão. A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) divulgou nota repudiando a decisão (leia mais abaixo).

Segundo o portal G1, o juiz atendeu a um pedido feito pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro para que a emissora ficasse proibida de divulgar o conteúdo de qualquer parte do inquérito que investiga os assassinatos, que completaram oito meses na última quarta-feira (14). Até agora, nenhum suspeito foi preso.

A emissora diz que, nas reportagens sobre o caso, evitou dar publicidade a qualquer informação que pudesse colocar as testemunhas ou as investigações em risco.

Em sua decisão, o magistrado afirma que “o vazamento do conteúdo dos autos é deveras prejudicial, pois expõe dados pessoais das testemunhas, assim como prejudica o bom andamento das investigações, obstaculizando e retardando a elucidação dos crimes hediondos em análise”.

A decisão de Kalil proíbe a TV Globo de divulgar termos de declarações, mesmo que as testemunhas não sejam identificadas. Também proibiu que a emissora divulgue informações sobre técnicas e procedimentos sigilosos usados na investigação; conteúdos de gravações de áudios de pessoas investigadas ou não; áudios e mensagens, extraídos de contas de e-mails e telefones das vítimas, testemunhas e investigados; e qualquer outro conteúdo do inquérito.

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Maioria dos assassinatos de comunicadores tem agentes públicos como suspeitos


Dados da organização Artigo 19 apontam que nas cidades pequenas, principalmente no Nordeste, número de casos de letalidade tem crescido, com blogueiros e radialistas entre as principais vítimas

ARQUIVO EBC/REPRODUÇÃO

Violência comunicadores

Relatório apresenta que em 54% dos casos de letalidade, políticos e policiais são suspeitos pela autoria do crime

São Paulo – Um relatório da organização não-governamental de direitos humanos Artigo 19, divulgado na quinta-feira (8), revela que, apesar da dimensão dos riscos que os comunicadores correm no Brasil ao exercerem sua profissão, a maioria dos casos de letalidade permanece sem reposta da Justiça. Com o intuito de dar visibilidade a estes índices e alertar para a impunidade, a entidade reuniu 22 casos de assassinatos, entre 2012 e 2016, para elaborar recomendações à imprensa e ao poder público.

Intitulado “Ciclo do silêncio: impunidade em homicídios de comunicadores”, o relatório destaca que a região Nordeste apresenta, desde 2015, o maior número de casos, principalmente no Maranhão. Nesse mesmo período, aumentaram os casos de mortes de blogueiros e radialistas, alterando o perfil mais comum que colocava os jornalistas tradicionais como principais vítimas.

A maioria dos comunicadores se dedicava à cobertura de política local ou à editoria policial, de acordo com o assessor de projeto do Programa de Proteção e Segurança da organização da Artigo 19, Thiago Fírbida. Em entrevista à repórter Ana Rosa Carrara, da Rádio Brasil Atual, ele destaca que agentes públicos, entre eles políticos e policiais, são os principais suspeitos pelas mortes. “Esse é um dos motivos pelos quais a gente enxerga que esse índice de impunidade também seja elevado. Muitas vezes essas figuras poderosas, que cometeram esses crimes, acabam tendo condições de interferir no processo de investigação”, afirma.

Ouça a reportagem na íntegra:


Nova aposentadoria que Paulo Guedes quer é melhor ou pior para você?


Right-wing federal deputy and presidential candidate Jair Bolsonaro, gives a thumbs up to supporters during a rally at Afonso Pena airport in Curitiba, Brazil on March 28, 2018.
Bolsonaro, who has repeatedly praised Brazil’s two-decade-long military dictatorship, taunted Lula, calling him a “bandit,” and challenging him in Curitiba to see “who can get the most people out on to the streets without paying them.” / AFP PHOTO / Heuler Andrey

Reformar a Previdência é um dos grandes desafios que se apresentam ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). O futuro ministro da área econômica, Paulo Guedes, afirmou que deve propor um novo modelo de aposentadoria, além de apoiar as mudanças enviadas ao Congresso pelo governo Michel Temer.

A proposta de Guedes seria substituir o modelo atual de repartição –no qual os trabalhadores da ativa bancam a aposentadoria dos mais velhos– por um modelo de capitalização –em que cada trabalhador faz a própria poupança, que é depositada em uma conta individual.

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A equipe de Bolsonaro ainda não informou como funcionaria o novo modelo nem como seria a transição. Segundo especialistas ouvidos pelo UOL, a nova proposta poderia zerar o rombo na Previdência, mas também haveria o risco de pagar aposentadorias muito baixas. Veja abaixo aspectos positivos e negativos da capitalização e como poderia ser a mudança.

Quais as vantagens e desvantagens da capitalização?

Mudar a Previdência para o sistema de capitalização poderia zerar o rombo no longo prazo, já que cada trabalhador recebe o que junta ao longo da vida, segundo Carlos Heitor Campani, professor do Instituto Coppead de Administração da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Porém, no curto prazo, geraria um custo muito alto para financiar a aposentadoria de quem está no sistema hoje. “Fiz um cálculo há um ano e meio, e o custo dessa transição seria da grandeza de um PIB [Produto Interno Bruto] brasileiro. É como se em um ano de trabalho toda a riqueza que o Brasil gerasse fosse apenas para financiar a mudança do sistema previdenciário”, disse.

Outro problema seria o baixo valor das aposentadorias. No Chile, um dos primeiros a implantar o modelo de capitalização no início da década de 1980, muitos reclamam que o valor pago é menor que um salário mínimo. Isso levou o governo chileno a criar um fundo estatal para garantir uma pensão mínima para quem não contribuiu com o sistema.

“No Brasil, há muitos trabalhadores rurais e informais que não têm uma renda regular. Pode ser que eles cheguem à idade de se aposentar e não tenham dinheiro suficiente para se manter”, afirmou Kaizô Beltrão, professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da FGV-Rio.

Como seria a transição?

Sem os detalhes da proposta de Paulo Guedes, os especialistas disseram ser difícil opinar sobre como seria a mudança do regime de Previdência. O consenso entre eles é que uma mudança do dia para a noite causaria um impacto enorme nas contas públicas e para as pessoas. Sendo assim, a transição teria de levar alguns anos.

O que vai acontecer com quem já está no sistema hoje? A capitalização só vai valer para quem ainda vai entrar no mercado? Essas são questões que o governo precisa responder ao enviar a proposta.
Kaizô Beltrão, professor da FGV-Rio

Segundo ele, a capitalização poderia valer só para quem ainda vai entrar no mercado, enquanto quem estiver na ativa contribuiria com os dois sistemas ao mesmo tempo. “Nesse caso, teria de haver um cuidado para não cobrar demais do trabalhador”, declarou.

Outra possibilidade, de acordo com Beltrão, seria os trabalhadores da ativa migrarem para o regime de capitalização. O valor e o tempo de contribuição deles para o sistema atual seriam levados em conta, e eles passariam a receber uma pensão proporcional ao se aposentar, além do dinheiro das contas individuais.

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Equipe econômica de Bolsonaro quer nova CPMF para financiar a Previdência. Presidente eleito desautoriza economista


A equipe econômica do presidente eleito, Jair Bolsonaro, quer criar um imposto sobre movimentações financeiras, nos moldes da antiga CPMF, para acabar com a contribuição ao INSS que as empresas recolhem sobre os salários dos funcionários. O tributo incidiria sobre todas as operações, como saques e transações bancárias, informa O Globo. Autores da proposta estimam que a medida poderá gerar ao governo pelo menos R$ 275 bilhões em receita por ano.

A informação foi confirmada ao jornal pelo economista Marcos Cintra, responsável pela área tributária no grupo coordenado por Paulo Guedes, já anunciado como futuro ministro da Economia. Cintra, no entanto, rejeita a comparação com a extinta CPMF, alegando que não se trata da criação de um novo imposto, mas de substituição.

Nesta manhã Bolsonaro foi ao Twitter desautorizar o economista a falar sobre o assunto: “Desautorizo informações prestadas junto a mídia por qualquer grupo intitulado ‘equipe de Bolsonaro’ especulando sobre os mais variados assuntos, tais como CPMF, previdência, etc.”.

Durante a campanha eleitoral, a Folha de S.Paulorevelou a intenção de Guedes de criar um tributo sobre movimentações financeiras. Com a repercussão negativa da notícia, Bolsonaro negou que a proposta estivesse em discussão e fez seu assessor econômico cancelar a participação em debates e sabatinas.

A ideia da equipe econômica é implantar o tributo aos poucos, substituindo num primeiro momento apenas a contribuição previdenciária patronal. Segundo Marcos Cintra, a alíquota do novo tributo seria de 0,4% a 0,45%, em cada operação.

Na origem e no destino

De acordo com o economista, relata o Globo, numa transferência bancária, as duas partes seriam descontadas. Quem transferir dinheiro para outra pessoa será taxado entre 0,4% e 0,45%. Quando o dinheiro entrar na conta do favorecido, haverá um novo desconto na mesma alíquota. Portanto, a alíquota total da transação ficaria entre 0,8% e 0,9%.

Em contrapartida, ressalta a reportagem, as empresas deixariam de recolher os 20% sobre a folha de pagamento. Nos cálculos do economista, esse sistema faria frente à arrecadação da contribuição sobre folha, que ficou em cerca de R$ 275 bilhões, conforme o mais recente Balanço Geral da União, de 2017.

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