CONTAGEM REGRESSIVA : O tempo conta a história: são 9⃣9⃣1⃣ dias de uma gestão que trocou a obrigação de governar pela demagogia da hipocrisia.

  Quando a tirania se torna lei, a rebelião é um direito. Simón Bolívar Vamos colocar medo nas nossas costas e salvar o nosso país. Simón Bolívar Para a conquista da vitória sempre foi indispensável percorrer o caminho dos sacrifícios. Simón Bolívar O prefeito Herzem tem uma inveja absurda dos prefeitos do PT que conseguiram … Leia Mais


O governo Pereira não tem onde cair morto

  Não é novidade para a sociedade conquistense que,  a gestão fracassada do Prefeito Herzem Gusmão,  não tem governado em favor dos vivos. A surpresa agora é o vilipêndio à memória dos mortos, bem como às suas famílias enlutadas. Esse é, sem nenhuma dúvida, um dos piores conjuntos de governo da história da cidade. É … Leia Mais



O PT, ESTÁ DIVIDIDO ?

No próximo domingo, dia 08 de setembro, quase 3.000 filiados(as) estarão elegendo o Presidente Municipal, o Diretório, Comissão de Ética e o Conselho Fiscal do Partido dos Trabalhadores. Também serão escolhidos os delegados ao Encontro Estadual e Nacional do PT. Logo que foi divulgada, em Conquista, a formação de três chapas municipais e indicados dois … Leia Mais


Eu, vaqueiro diplomado!

Eu, vaqueiro diplomado! – Fora! Pode ir embora logo! Fora! Fora! Nem houve tempo para contar quantas placas de homenagens e troféus cobriam as paredes de dois cômodos amplos, logo na entrada do casarão de fachada imponente, com rampa em dois lances para se chegar à porta de entrada, na Rua da Itália, 20, no … Leia Mais


Prisão Política: Emoção marca reencontro de militantes do movimento de moradia presas em São Paulo


Lecy e Dimitri: “O que a gente quer é que haja um pouco de sensibilidade, que haja uma revisão nessa questão, porque o que a gente entende é que essas prisões foram feitas de forma injusta”

São Paulo – Esta sexta-feira (30) foi um dia de fortes emoções para as militantes dos movimentos sociais de moradia no centro de São Paulo, presas na Penitenciária Feminina da Capital sob acusação de extorsão pelo Ministério Público estadual. Uma ação, porém, marcada pela politização do Judiciário. Presas desde 24 de junho, Preta Ferreira e Ednalva reencontraram Angélica, que foi transferida para essa prisão.

“A gente está sob o impacto de muita emoção, porque as nossas amigas se encontraram, e isso nos comoveu muito. Ao se encontrarem, elas choraram, caíram no chão. Esse reencontro para elas foi muito forte. Elas precisam estar juntas, pelo menos, e isso não estava acontecendo”, disse a deputada estadual Lecy Brandão (PCdoB), que em visita à penitenciária acompanhou o reencontro.

“O que a gente quer é que haja um pouco de sensibilidade, que haja uma revisão nessa questão, porque o que a gente entende é que essas prisões foram feitas de forma injusta. Ali não existem criminosas, não existem ladras, absolutamente. Existem três cidadãs, seres humanos, que precisam ser reconhecidas, porque as mulheres guerreiras que lutam pela igualdade, por inclusão, não vão fazer nada de mais, isso não é crime”, defendeu a deputada.

O presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana do Estado de São Paulo (Condepe), Dimitri Sales, também acompanhou a visita. “Viemos à penitenciária da capital visitar a Preta, a Angélica e a Edinalva, presas do movimento de moradia. Hoje foi um momento muito forte, impactante, porque pela primeira vez a Angélica, que estava em outra penitenciária, reencontrou a Preta e a Edinalva, e foi um momento muito forte. Que a Preta, a Edinalva, a Angélica, o Sidnei e todos os outros que tiveram prisão decretada possam, enfim, ter reconhecida sua inocência e gozar plenamente da liberdade a que têm direito”, disse.

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Saúde injustiçada


Thiago A. Fonsêca Nunes

Ler notícias na imprensa nacional sobre o uso de verba pública para bancar mordomias das altas cúpulas do judiciário brasileiro é, no mínimo, constrangedor. Impossível não fazer um paralelo às necessidades da saúde através do SUS, onde esse desperdício de dinheiro poderia fomentar melhorias à população que precisa da saúde pública no Brasil.

Na última semana, foi publicado na revista Crusoé que verba pública de ITAIPU (usina hidrelétrica) era utilizada para pagar eventos jurídicos, viagens e hospedagens em hoteis de luxo na europa aos mais diversos membros do poder judiciário, a exemplo de ministros do Supremo Tribunal Federal. Muitos levando, inclusive, a família para aproveitar as férias com tudo pago. Dinheiro utilizado para fins não justificáveis. No entanto, sem que houvesse qualquer registro no tribunal de contas da união, pois por se tratar de uma usina binacional (Brasil e Paraguai) não ocorre a devida fiscalização, servindo como brecha para ludibriar as prestações de contas.

É notório os inúmeros desafios da saúde pública em nosso país. São diários os esforços das secretarias municipais e estaduais de saúde para amenizar os entraves inerentes ao SUS, que cursam desde a dificuldade em conseguir tratamentos de alta complexidade em tempo hábil, a exemplo do câncer, até à escassez de recursos na atenção básica para proporcionar serviço de qualidade aos usuários do sistema único de saúde, conforme é preconizado na constituição federal. Portanto, nos gera o questionamento do uso adequado de verba federal ao que de fato é importante à sociedade, principalmente aos mais pobres e mais carentes. É correto pagar mordomias na Europa para alto escalão do judiciário enquanto a população sofre com assistência à saúde deficitária? Obviamente que não. Os gestores municipais desdobram-se para ofertar o melhor à população, porém a equação financeira fica extremamente difícil de equilibrar diante das limitações do que chega para aos cofres municipais.
Em suma, esse episódio nos faz refletir que é urgente a necessidade de descentralizar a verba federal direcionando às reais prioridades do país. Aumentar o aporte financeiro aos municípios é essencial para gerar mais autonomia ao utilizar os recursos de acordo com a realidade local. Dessa forma, os gestores poderão alocar dinheiro onde o povo mais precisa, seja na saúde, educação ou segurança. E, obviamente, buscando acabar com esses tipos de farras de dinheiro público para benefício das altas castas do Brasil. Afinal, todo cidadão merece ser respeitado e o uso do que é público tem que ser transparente e aplicado com justiça e responsabilidade.

Tiago A. Fonseca Nunes
Médico


Em menos de três anos, cinco secretários… tem remédio para a Saúde?


*Ernesto Marques é jornalista e radialista

Se os serviços públicos municipais de saúde de Vitória da Conquista estão a mudar, mas não para melhor, não foi por falta de competência técnica no comando da Secretaria. O acerto na escolha de Ceres Almeida Costa era reconhecido até pela oposição derrotada em 2016.

Mas em junho de 2018, de repente, não mais que de repente, a pretexto de um “redirecionamento da gestão”, Ceres e Vitória da Conquista foram surpreendidas com a demissão da secretária. A oposição não entendeu. A situação, menos ainda.

Ninguém entendeu a razão de uma secretária bem avaliada precisar ser removida para acontecer o tal do “REdirecionamento”.

Porque, veja bem… o Conselho Municipal de Saúde se pronunciou em Nota Pública, registrando para a posteridade a preocupação com os rumos da saúde pública a partir da substituição de uma gestora que mereceu, do colegiado, o seguinte reconhecimento, na nota:

“Ceres mostrou-se muito comprometida com todas as ações que visavam fazer avançar o SUS, demonstrando ter conhecimento de saúde pública, de gestão e do funcionamento dos mínimos detalhes da Secretaria.”

Ora, havia, no momento da surpreendente troca de comando na Saúde Municipal, uma opinião geral de aprovação do d-i-r-e-c-i-o-n-a-m-e-n-t-o dado por Ceres. Havia um direcionamento, afinado com os conceitos do SUS, segundo o Conselho. E houve a decisão de redirecionar, ou seja, em português claro: dar uma nova direção.

Não ficou muito transparente o que seria o tal “redirecionamento da gestão”, nem com que modos e metas esse direcionamento novo se comprometeria.

Para dar conta da tarefa foi escalado um quadro técnico da gestão anterior, o competente administrador Juca Fernandes, com 20 anos de serviço público na Prefeitura. Antes de completar um ano no cargo e ter direito a gozar merecidas férias, Juca precisou sair porque estava tendo picos de pressão.

Teve que cuidar da sua própria saúde, ou terminaria sendo afastado do cargo por um repentino piripaque. Ultimato do médico.

A enfermeira Ramona Cerqueira Pereira ficou interina por dois meses, foi efetivada como secretária no dia 2 de agosto e exonerada uma semana depois. Demissão ainda mais repentina e inesperada do que a de Ceres, igualmente não explicada.

Segundo a bem informada imprensa conquistense, haveria um “nome técnico” definido em bastidores, a ser anunciado em breve. Nome técnico…

Ceres, Juca e Ramona não eram nomes técnicos? Contando com Regina Lúcia, nomeada sub-secretária no mesmo DO que exonerou Ramona, o suposto “nome técnico” será o quinto titular da Secretaria Municipal de Saúde de Vitória da Conquista, antes de se completar o terceiro ano do atual governo. Em menos de três anos, cinco técnicos terão colocado seus respectivos jamegões sobre decisões políticas e administrativas que envolvem centenas de milhares de vidas e muitos milhões de reais.

Para quem tem mania de ficar olhando pelo retrovisor, um dado interessante: em vinte anos, cinco mandatos de governos liderados por prefeitos petistas, foram seis: três secretários (João Melo, Ademir Abreu, Jorge Solla) e três secretárias (Lygia Matos, Suzana Ribeiro e Márcia Viviane). (mais…)


A Dignidade da Política


Em 1992, durante as eleições municipais de Vitória da Conquista, o então candidato José Pedral Sampaio, político de relevância histórica na Bahia, defendeu a construção de um aeroporto internacional. Tirando a grandeza de uma promessa típica de campanha, já se pressentia a necessidade de um aeroporto à altura da importância regional do município. Quase 30 anos depois, inaugura-se a esperada obra em meio a gestos de indignidade política.

A indignidade não está na disputa do protagonismo da construção da obra aeroportuária, mas na decadência que representa o gesto do atual prefeito no ato de inauguração do Aeroporto local.

Herzem Gusmão é um homem de direita. Tornou-se um político em busca de mandatos pela conveniência dos grupos locais antagonistas ao Partido dos Trabalhadores. Em 1996, foi cogitado a ser vice do então candidato petista à Prefeitura Municipal, Guilherme Menezes. Chegou a participar de reuniões do PT para discutir a chapa que sairia vitoriosa naquela eleição. Se incomodava ao ser comparado à Fernando José, ex-prefeito de Salvador, jornalista como ele, cuja gestão foi um fracasso dantesco.

Desde então, Herzem se cacifou pelas críticas, ora ácidas, outrora moderadas, às sucessivas gestões petistas, a partir da conveniência do momento político.

Na ausência de lideranças capazes de suplantar o projeto petista de perpetuação da gestão municipal, já que figuras como Coriolano Sales e Murilo Mármore não obtiveram êxito nas tentativas de derrotar o candidatos da situação, Herzem foi construindo um arco frágil de alianças, aproximando-se de políticos tradicionais, ligados à velha oligarquia cartista, ou lideranças de direita sem sólida base ideológica, cujo pragmatismo acentuava-se com a necessária tomada do poder local, ainda que inexistente um projeto claro para o município. Ou seja: alinhava-se ao velho da política, ainda que o PT não representasse necessariamente o novo.

Surfando na onda de 2013, que faz nascer o fenômeno do ultraconservadorismo no país, Herzem se elegeu prefeito em eleição acirrada. Em pouco tempo de gestão, viu aliados importantes perderem espaço na política ou serem presos, como o caso dos irmãos Vieira Lima. Neste contexto de isolamento, tornou-se refém do que há de mais vil e antidemocrático na política nacional, expressado pela ascensão da extrema direita, encarnada na figura de Jair Bolsonaro.

É dentro deste contexto, e tentando reverter sua impopularidade junto aos Estados do Nordeste, aguçada após sua preconceituosa fala sobre todos os paraíbas, que Jair Bolsonaro se disponibilizou a inaugurar o aeroporto de Vitória da Conquista. Não se trata de um gesto de cordialidade entre chefes de poderes, mas um ato de profunda indignidade política, que representa a decadência moral do grupo político que ocupa o poder local. Não apenas por desprezar a história da construção da obra, e entregar a responsabilidade do ato inaugural a quem em nada contribuiu para a sua realização, mas por legitimar, em pressupostos falsos, um Governo que deteriora a democracia, exclui populações da proteção estatal e impõe limitações à pluralidade política. Como reflexo direto deste feito, a inauguração da obra aeroportuária se dará numa “festa” para poucos, longe da participação de todos, dias após o Presidente da República ter feito humilhado todo o povo nordestino: a encarnação do espírito destes tempos.

Ao se aproximar acriticamente de Jair Bolsonaro, Herzem Gusmão opta por um caminho sem volta, aproximando-se de um Governo cujos feitos deixarão desprezíveis marcas nas instituições democráticas. Radicaliza no gesto e compromete a legitimidade de sua liderança política. (mais…)


O Governo Herzem é uma cópia mal feita do bolsonarismo: estúpido e truculento


Herzem Gusmão e Bolsonaro são faces da mesma moeda, ambos sem projeto de desenvolvimento, sem apoio popular e reféns de uma narrativa baseada em notícias falsas. Os dois políticos tentam, de maneira desesperada, alavancar seus personagens a qualquer custo.

O Prefeito de Vitória da Conquista ganhou a eleição municipal de 2016 depois de passar quase uma década mentindo na Resenha Geral, já o Presidente ganhou as eleição de 2018 impulsionando, através de caixa 2, calúnias contra a honra de seus principais adversários.

Herzem trouxe para Vitória da Conquista a mentira e o culto ao ódio, já propagados pelos bolsonarismo, ao travar uma disputa com o Governo da Bahia pelo protagonismo na entrega do novo Aeroporto, não respeitando a história dos homens e mulheres que lutaram para que o equipamento se objetivasse em desenvolvimento para a cidade e para a região.

Em uma simples pesquisa na internet, é possível identificar quais foram os agentes políticos e da sociedade civil responsáveis pelo esforço para que o Aeroporto Glauber Rocha se tornasse uma realidade na vida de milhares de baianos.

Ao invés de intrigas, mentiras e truculência, já habituais na atual administração, o que a população de Vitória da Conquista espera de Herzem Gusmão é o cumprimento de suas promessas da campanha eleitoral – A Guarda Municipal, a reforma do terminal de ônibus e a regulamentação do transporte alternativo continuam do mesmo jeito de sempre, sem soluções efetivas. O caos no transporte coletivo, o desprezo pelo o servidor público, o descaso na saúde e na educação são, até agora, as principais marcas desta (indi)gestão.

Sendo assim, um Governo estúpido só poderia usar a truculência institucional como solução para os problemas da cidade. Exemplos não faltam: de Dona Eny a Rui Costa.

Por fim, desafio os integrantes da Administração Municipal a apresentar um único projeto que tenha tido início, meio e fim na atual gestão. Eles sobrevivem do legado deixado por outros, o maior, e mais atual, exemplo disso é o Aeroporto Glauber Rocha.

Isac Bonfim


“Rocha que voa”: o novo aeroporto de Vitória da Conquista


 

Seria impossível que Érick Rocha, filho de Glauber Rocha, ao realizar um filme -documentário sobre a trajetória de seu pai, intitulado “Rocha que Voa”, em 2002, pudesse imaginar que um dia tivesse um aeroporto com o nome desse que é um dos mais originais cineastas, intelectuais e pensadores da cultura do Brasil e do mundo.

A “película” é uma espécie de encenação imaginária e documentada das ideias e concepções de Glauber sobre o papel da cultura, especialmente do cinema, no contexto da realidade das sociedades chamadas Latino-americanas. O filme é baseado em duas entrevistas publicadas em livro com o mesmo título, concedidas em Cuba, em 1971, a intelectuais amigos de Glauber, durante o seu exílio neste país, cujo áudio, recuperado por Erick, serviu de “roteiro” também para publicação da editora Aeroplano, RJ, 2002. Quanta coincidência!

Mas o “voar” do filme-entrevista é uma colagem de ideias e proposições que o espectador-leitor deve buscar e concluir sobre o sentido do que é dito e mostrado, bem na tradição glauberiana. O título é uma metáfora que expressa as inquietações, intuições, provocações, as irrupções vulcânicas próprias da personalidade de Glauber, no dizer de João Carlos Teixeira Gomes, um dos seus biógrafos mais autorizados.

É um momento em que o filho de Dona Lúcia expressa, de forma convicta, suas teses e ideias em defesa de uma arte politicamente engajada em favor de uma revolução social e estética na América Latina.

Agora, o que parecia impensável, para Erick, aconteceu. Glauber é o nome do aeroporto da cidade em que o pai dele nasceu, em 14 de março de 1939. (mais…)


Andanças e reviravoltas de quem não queria o aeroporto e agora quer


*Edwaldo Alves – PT Conquista

Poucas obras públicas foram tão politizadas como a construção do Aeroporto Glauber Rocha em Vitória da Conquista. Planejada, decidida e iniciada no momento em que Conquista era comandada pelo ex-prefeito Guilherme Menezes, a Bahia pelo ex-governador Jacques Wagner, e o Brasil tinha na Presidência da República, a ex-presidenta golpeada e afastada Dilma Roussef.
Apesar da maior parte da classe média e do empresariado aglutinados no movimento “Conquista Pode Voar mais Alto” apoiarem decididamente o projeto, os inconsequentes opositores do PT, desde o início, amedrontaram-se com receio dos possíveis benefícios políticos que a obra poderia trazer para as forças democráticas e populares que então governavam Conquista, a Bahia e o Brasil.
De tal forma, foi falsamente politizada a “questão aeroporto”, que, até, obra que julgo mais importante foi totalmente eclipsada, no caso, a extensão da rede sanitária de esgoto que tornou a área urbana do município uma das mais saneadas do Brasil. E, observem, que não há muita diferença entre os valores e recursos dispendidos nas respectivas obras.
Enfim, um fica debaixo da terra e a outra circula pelos ares sendo vista e apreciada por todos.
Claro, que longe desse artigo diminuir a importância e necessidade do novo aeroporto em todos os sentidos, mas trago a comparação apenas para analisar o comportamento faccioso daqueles que parecem viver somente para negar e difamar as inegáveis conquistas e avanços das administrações petistas.
No início, simplesmente, negavam a possibilidade de construção do novo aeroporto. Ameaçavam constantemente com ações judiciais para impedir a obra. Depois de problematizar a escolha do local, pregavam que alguns estabelecimentos situados na área escolhida (fábrica de farinha de ossos e a necessidade de adequação do frigorifico) deveriam se recusar a deixar o local o que dificultaria as desapropriações. Propagavam teses desfavoráveis à área selecionada e questões improcedentes sobre a legislação territorial da necessária zona aeroportuária. (mais…)