China atinge a marca de 20 milhões de vacinados contra a Covid-19 por dia

País acelerou a vacinação e pode já ter imunizado 27% de seus 1,4 bilhão de habitantes A China atingiu a marca de 20 milhões de pessoas vacinadas por dia. Depois de iniciar de forma tímida sua campanha de vacinação e privilegiar a diplomacia global de vacinas, exportando doses, os chineses aceleraram a imunização interna de … Leia Mais


Líderes da Universal são indiciados por lavagem de dinheiro em Angola

O bispo Honorilton Gonçalves, ex-vice-presidente da Record está entre os quatro bispos da Igreja Universal indiciadosImagem: Reprodução YouTube Gilberto Nascimento Colaboração para o UOL, de São Paulo Quatro líderes da Igreja Universal do Reino de Deus – entre eles o bispo Honorilton Gonçalves, ex-homem forte da TV Record no Brasil e pessoa de confiança do … Leia Mais


Família real se despede do príncipe Philip

Velado no Castelo de Windsor Cerimônia com 30 convidados William e Harry compareceram O príncipe Philip morreu na 6ª feira (11.abr.2021), aos 99 anosReprodução/Twitter O funeral do príncipe Philip, morto aos 99 anos, foi realizado neste sábado (17.abr) em uma cerimônia com somente 30 convidados. A restrição é por causa dos protocolos sanitários da covid-19. … Leia Mais


Vacinado, presidente da Argentina está com covid-19

Recebeu Sputnik V em janeiro Teve dor de cabeça e febre O presidente da Argentina, Alberto Fernández, foi o 1º líder da América Latina a ser vacinado contra a covid-19Casa Rosada – dez.2020 O presidente da Argentina, Alberto Fernández, informou neste sábado (3.abr.2021) que contraiu covid-19. Ele fez um teste de antígeno depois de apresentar … Leia Mais


Portugal freia pandemia depois de 2 meses de lockdown severo

Sistema de saúde quase colapsou Desconfinamento é “a conta-gotas” Portugal esteve confinado de 15 de janeiro a 15 de março. Na foto, a Torre de Belém, um dos principais pontos turísticos de Lisboa, vaziaArvid Olson/Pixabay  Portugal viu a pandemia da covid-19 sair de controle em janeiro. Também viu seu sistema de saúde quase colapsar. Como … Leia Mais


Nigeriana se torna primeira mulher escolhida para comandar a OMC


A ex-ministra das Finanças nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala, de 66 anos, será a primeira mulher e a primeira africana a se tornar diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). Ela foi anunciada como a nova representante da instituição nesta segunda-feira, 15, durante uma reunião virtual.

Como diretora-geral da instituição, uma posição que exerce poder formal limitado, a nigeriana precisará intermediar as negociações comerciais internacionais, em face da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. Ela também terá o desafio de responder à pressão para reformar as regras comerciais e combater o protecionismo intensificado pela pandemia de covid-19.

Ela, que foi ministra das Finanças de seu país por duas vezes, vai substituir o diplomata brasileiro Roberto Azevêdo, que estava no posto desde 2013, mas deixou a OMC e hoje é vice-presidente-executivo e diretor de Relações Corporativas da PepsiCo. Os membros da OMC consideravam oito candidatos para o cargo.

Em seu discurso, a ex-ministra disse que conseguir um acordo comercial na próxima reunião seria a “prioridade máxima” e também pediu aos membros da organização que rejeitassem o nacionalismo da vacina contra a covid-19. A economista também disse que ficou honrada por ter sido selecionada e trabalharia com os países membros da organização para tratar de questões de saúde causadas pela pandemia e “fazer a economia global funcionar novamente”.

“Uma OMC forte é vital, se quisermos nos recuperar completa e rapidamente da devastação causada pela pandemia de covid-19”, disse Okonjo-Iweala. “Nossa organização enfrenta muitos desafios, mas trabalhando juntos podemos tornar a OMC mais forte, mais ágil e mais bem adaptada às realidades de hoje”.

No mesmo discurso, ela descreveu os desafios a enfrentar como “numerosos e complicados, mas não intransponíveis”. Ela deve começar em 1.º de março seu mandato — que termina em 31 de agosto de 2025, mas pode ser renovado.

Em outubro, a maioria dos países havia anunciado seu apoio à nigeriana. Mas os funcionários do governo do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, que não conseguiu ser reeleito no ano passado, expressaram apoio à ministra do Comércio da Coreia do Sul, Yoo Myung-hee. Com o início do mandato do democrata Joe Biden, no entanto, a sul-coreana retirou sua candidatura.

O delegado dos EUA na OMC disse que Washington estava empenhada em trabalhar estreitamente com a nova diretora e que o país será um “parceiro construtivo”. O representante da China prometeu “total apoio” à nova diretora.


A contraofensiva econômica dos EUA na América Latina


por João Estevam dos Santos Filho/Le Monde Diplomatique
O aumento da influência chinesa na América Latina, tanto por meio do aumento do comércio quanto de investimentos não tem passado despercebida pelas elites dirigentes dos EUA. Estas têm aumentado sua retórica anti-China, tanto por meio de pronunciamentos quanto por documentos de agências estatais. Mais do que isso, o governo norte-americano tem buscado reverter esse quadro através da criação de programas de investimento bilaterais e multilaterais na região, com vistas a recuperar sua influência econômica em sua zona de influência histórica

Desde meados dos anos 2000, a China vem ganhando uma maior proeminência no sistema econômico internacional. Por um lado, tem se configurado como o maior exportador de bens e serviços do mundo, alcançando o valor de US$ 2,6 trilhões em 2019, em sua maior parte produtos manufaturados, como aparelhos eletrônicos e máquinas. Por outro, essa expansão também tem sido verificada na área de investimentos, que alcançaram a marca de US$ 97,7 bilhões em 2019 – com perspectivas de aumento com a continuação da implementação da Nova Rota da Seda (One Belt, One Road, em inglês).

Atualmente, a China é o maior parceiro comercial da América do Sul, tanto em importações quanto exportações. Na América Latina e Caribe, em porcentagem do PIB, as importações vindas do país asiático cresceram de 1,8% para 3%, enquanto as exportações aumentaram de 1% para 2,6% entre 2008 e 2018, o que confirma a presença comercial chinesa na região desde a década passada. Além disso, o governo chinês assinou acordos de livre-comércio com Chile, Costa Rica e Peru e tem negociado um com o Panamá – todos países que possuem acordos desse tipo com os EUA. É importante ressaltar que a maior parte das exportações latino-americanas são compostas de bens primários, concentrados principalmente em quatro produtos: soja, petróleo, minérios de ferro e de cobre. Por outro lado, as exportações chinesas para os países da região são compostas sobretudo por bens industrializados – e, portanto, com maior valor agregado. Desse modo, os crescentes fluxos comerciais entre as economias latino-americanas e a chinesa têm perpetuado o padrão de assimetria e dependência externa existente desde o século XIX.

Moeda Chinesa
Moeda chinesa (Crédito Pixabay)
Também na área de investimentos os capitais chineses têm marcado forte presença na região, tanto com investimentos diretos – ou seja, compra de empresas e construção ou ampliação de instalações em outro país – quanto com empréstimos financeiros. Entre 2009 e 2019, o volume total de investimentos cresceu de US$ 2,5 bilhões para US$ 12,8 bilhões, tendo chegado a ultrapassar o volume de investimentos norte-americanos e europeus (as principais fontes de capitais para a região) em 2017. Atualmente as aquisições das empresas chinesas têm se concentrado principalmente nas áreas de extração mineral, agronegócio, setor elétrico e infraestrutura – enquanto os investimentos norte-americanos e europeus tem sido mais diversificados, focando em setores de maior tecnologia.

Por outro lado, os bancos chineses têm se consolidado como os principais emprestadores de recursos para os países latino-americanos, substituindo as principais instituições financeiras internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Essas instituições são peças centrais da arquitetura financeira internacional, criada no pós-Segunda Guerra Mundial pelos EUA (com apoio da Europa Ocidental) e reforçada nas décadas de 1980 e 1990, a fim de pressionar os países da região para aceitação de políticas neoliberais. Portanto, o declínio da influência dessas instituições nas políticas econômicas da América Latina – devido às maiores facilidades de acesso a capitais chineses – tem profundos impactos de longo prazo nas relações econômicas de poder a nível internacional, uma vez que produz uma diminuição da influência política das elites norte-americanas e das ligadas ao capital transnacional sobre os governos da região. Nesse sentido, além dos juros mais baixos, os empréstimos dos bancos chineses também impõem menos condicionamentos políticos para os países devedores.

Os principais receptores de empréstimos chineses na região são Venezuela, Brasil, Equador e Argentina, somando um total de US$ 137,1 bilhões e com a maior parte dos recursos indo para as áreas de energia e infraestrutura. Esses investimentos têm perspectivas de crescimento no médio e longo prazo, uma vez que alguns países latino-americanos e caribenhos serão incorporados na iniciativa da Nova Rota da Seda. Nesse sentido, desde 2017, 18 países da região já assinaram acordos de inclusão na iniciativa chinesa – apesar de as principais economias da região (Brasil, México, Colômbia e Argentina) ainda apresentarem relutância. Também é importante mencionar que, a fim de adiantar os diálogos com os governos da região, foi criado o Fórum China-CELAC em 2014, que tem se configurado como o principal espaço de articulação política e econômica do país do Leste Asiático com a América Latina e Caribe. (mais…)


Cuba autoriza medida que amplia possibilidades de atividade individual na economia


A medida anunciada pela ministra do Trabalho, Marta Elena Feito, libera mais de 2 mil atividades onde o trabalho por conta própria poderá ser exercido. Seu propósito, diz, é garantir que “o trabalho por conta própria continue se desenvolvendo”

A ministra do Trabalho de Cuba, Marta Elena Feito, anunciou um aumento substancial no número de atividades que poderão ser exercidas por conta própria na economia.

A lista que reconhecia 127 atividades foi ampliada para 2 mil. 124 continuam listadas como proibidas, por serem setores mais estratégicos.

A ministra apontou que a medida faz parte do “aperfeiçoamento do trabalho por conta própria” e que seu propósito é garantir que “o trabalho por conta própria continue se desenvolvendo”, disse, conforme reportado no mexicano La Jornada.

Segundo o ministro da Economia, Alejandro Gil, a medida também visa estimular a economia cubana, após o estrangulamento internacional e a pandemia da Covid-19 levarem a uma queda de 11% do PIB em 2020.

Ele disse que esse é “um passo importante para o aumento do emprego”.

O governo cubano vem há uma década ampliando as possibilidades para que o trabalho individual, com reformas em setores como o turismo, gastronomia e transporte.

13% da força trabalhista de Cuba já exerce o trabalho por conta própria.

 

DADOS GERAIS PRINCIPAIS:

Área: 110.861 km²

Capital: Havana

População: 11,6 milhões de habitantes (estimativa 2020)

Moeda: Peso cubano


Nome Oficial
: República de Cuba

Nacionalidade: cubana

Data Nacional: 1º de janeiro – Revolução Cubana

Governo: República Socialista (Regime de Partido Único)

Divisão administrativa: 15 províncias e uma municipalidade especial.

Presidente da República: Miguel Díaz-Canel (desde 19/04/2018).

DADOS GEOGRÁFICOS

Localização: Ilhas do Caribe – norte da América Central.

Cidade Principais:  Havana, Santiago de Cuba, Las Tunas, Camagüey e Holguín.


Densidade Demográfica: 104,63 habitantes/km2 (estimativa 2020).

Fuso Horário: – 1h (em relação à Brasília) e UTC-5

Clima: tropical

Limites geográficos: Oceano Atlântico e Estreito da Flórida (norte), Golfo do México (noroeste), canal da Península de Iucatã (oeste), Mar das Caraíbas (sul), Passagem de Barlavento (leste).

Mapa de Cuba

Mapa de Cuba (clique no mapa para ampliar)

DADOS CULTURAIS E SOCIAIS:

Composição da População: afro-cubanos 51%, europeus ibéricos 37%, afro-americanos 11%, chineses 1%.

Expectativa de vida ao nascer: 79,9 anos (Pnud 2017).


Idioma
: espanhol (oficial)


Religião
: cristianismo 41,9% (católicos 39,5%, protestantes 2,4%), sem filiação 57,9%, outras 0,2%.


IDH: 0,778 (Pnud 2018) – índice de desenvolvimento humano alto.

Brasão de arma de Cuba

Brasão de armas de Cuba

 

PRINCIPAIS DADOS DA ECONOMIA CUBANA:

Produtos Agrícolas: cana-de-açúcar (principal), tabaco, arroz e frutas tropicais (banana, laranja, abacaxi).

Pecuária: bovinos, equinos, aves e suínos.

Mineração:  níquel, cobre, cromita e cobalto.


Indústria
: alimentícia, bebidas, tabaco (produção de charutos), máquinas e química.

Renda per capita: US$ 6.850,00 (ano de 2019 – estimativa).

PIB (nominal): US$ 99,5 bilhões (ano de 2019).

RELAÇÕES INTERNACIONAIS:

Grupo do Rio, OEA, OMC, ONU e ALBA.

Educação

Universidade de Havana, fundada em 1728.

A educação é controlada pelo Estado e a Constituição de Cuba determina que o ensino fundamental, médio e superior devem ser gratuitos a todos os cidadãos cubanos e é obrigatória até o 9º ano.

Em 1958, antes do triunfo da revolução, 23,6% da população cubana era analfabeta e, entre a população rural, os analfabetos eram 41,7%. Em 1961 se realiza uma campanha nacional para alfabetizar a população e Cuba torna-se o primeiro país do mundo a erradicar o analfabetismo (Segundo dados do próprio governo). Hoje não há mais analfabetos em Cuba. Segundo o The World Factbook 2007,[125] publicado pela CIA, 99,8% da população cubana, acima de 15 anos, sabe ler e escrever.

De acordo com os resultados obtidos nos testes de avaliação de estudantes latino-americanos, conduzidos pelo painel da Unesco, Cuba lidera, por larga margem de vantagem, nos resultados obtidos pelas terceiras e quartas séries em matemática e compreensão de linguagem. “Mesmo os integrantes do quartil mais baixo dentre os estudantes cubanos se desempenharam acima da média regional”, disse o painel.[126]

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Em discurso de posse, Biden prega união: ‘vamos começar do zero e mostrar respeito uns aos outros’


“Hoje, neste momento, vamos começar do zero, todos nós. Vamos começar a ouvir uns aos outros novamente, ver uns aos outros, mostrar respeito uns aos outros”, disse o novo presidente

O novo presidente dos Estados Unidos, o democrata Joe Biden, realizou seu discurso de posse no início da tarde desta quarta-feira (20).

Nele, Biden enfatizou a união e a esperança por um recomeço: “Hoje, neste momento, vamos começar do zero, todos nós. Vamos começar a ouvir uns aos outros novamente, ver uns aos outros, mostrar respeito uns aos outros”, disse.

Biden também mencionou os invasores do Capitólio, dizendo que seus objetivos nunca terão sucesso.


Câmara dos Estados Unidos aprova impeachment do presidente Donald Trump


Republicano é acusado de incitar formalmente a invasão do Capitólio; afastamento só ocorre após votação no Senado

Foto: reprodução Globo News
Foto: reprodução Globo News

 

Por 231 votos favoráveis e 197 contrários, a Câmara dos Estados Unidos aprovou a abertura de processo de impeachment contra o presidente Donald Trump. O republicado é acusado de incitar formalmente a invasão do Capitólio – sede do parlamento -, ocorrida há uma semana.É a segunda vez que a Câmara aprova um impeachment de Trump, que se tornou o primeiro presidente dos EUA a sofrer este duplo processo.

Na votação desta quarta (13), dez republicanos votaram contra o presidente do mesmo partido. Em 2020, quando foi acusado de obstrução ao Congresso e abuso de poder, nenhum deputado correligionário votou favoravelmente ao presidente em final de mandato. De maioria governista, o Senado garantiu a absolvição. Ao contrário do Brasil, nos EUA o presidente  é afastado somente se o processo for aprovado também pelo Senado.

Nunca um presidente norte-americano teve o impeachment aprovado no Senado. Antes de Trump, Andrew Johnson e Bill Clinton também foram absolvidos pelos senadores. Já Richard Nixon renunciou antes de o processo ser votado na Câmara.

No caso de Trump, há duas dúvidas: a primeira é se o Congresso pode prosseguir com o impeachment após o presidente deixar o cargo. No dia 20, o presidente eleito Joe Biden toma posse no cargo. Em caso de condenação, Trump ficaria inelegível.

Outra indagação é se os senadores republicanos que romperam com o atual presidente  formarão, junto com os democratas, a maioria de dois terços no Senado para destituí-lo. Na Câmara é preciso apenas maioria simples para o processo avançar. Com informações do G1 e do UOL.


Donald Trump avalia conceder “perdão presidencial” a ele mesmo


Segundo o The New York Times, isso seria inédito na história dos EUA e poderia abrir um precedente perigoso para futuros presidentes

Donald Trump
Donald Trump (Foto: REUTERS/Jim Bourg)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avalia conceder “perdão presidencial” a ele próprio antes de deixar o cargo, livrando-o de todos os seus eventuais crimes na esfera federal. A notícia foi publicada pelo jornal The New York Times, um dia depois da invasão e depredação do Capitólio por seguidores de Trump.

“O presidente Trump sugeriu aos assessores que deseja se perdoar nos últimos dias de sua presidência, de acordo com duas pessoas com conhecimento das discussões, um movimento que marcaria um dos usos mais extraordinários e não testados do poder presidencial na história americana”, diz o texto, assinado por Michael S. Schmidt and Maggie Haberman.

“Nenhum presidente se perdoou, então a legitimidade de uma possível autocomiseração nunca foi testada no sistema de justiça e os juristas estão divididos sobre se os tribunais a reconheceriam. Mas eles concordam que o perdão presidencial pode criar um novo precedente perigoso para os presidentes declararem unilateralmente que estão acima da lei e se isolarem de serem responsabilizados por quaisquer crimes que cometeram no cargo”, escrevem ainda os jornalistas.


Após tentar golpe, Trump promete transição ordenada nos Estados Unidos


“Embora eu discorde totalmente do resultado da eleição e os fatos me confirmem, haverá uma transição ordenada em 20 de janeiro”, disse Trump em um comunicado postado no Twitter pelo porta-voz da Casa Branca Dan Scavino. Trump está bloqueado na rede social

(Foto: Reuters)

WASHINGTON (Reuters) com 247  – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recuou de sua posição golpista e afirmou na madrugada desta quiinta-feira (7) -6h49 hora de Brasília, 4h49 hora de Washington- que haverá uma “transição ordenada” quando Joe Biden tomar posse como presidente em 20 de janeiro. O tweet foi postado uma hora depois de o Congresso certificar a vitória democrata na eleição de 3 de novembro.

Apesar disso, Trump continuou a insistir na tese da “fraude”, que foi a base de seu projeto golpista. No tweet, escreveu, antes de reconhecer a derrota: “Embora eu discorde totalmente do resultado da eleição e os fatos me confirmem”.

Trump usou o perfil , do porta-voz da Casa Branca Dan Scavino, para o comunicado, uma vez que está bloqueado por 12 horas na rede social desde a noite desta quarta-feira.