Angola fecha mais três templos da Igreja Universal

Revista Fórum – A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Angola fechou mais três templos da Igreja Universal do Reino de Deus na última quarta-feira (7). Os três estão situados na província de Uíge. Decisão ocorre no âmbito do processo judicial que investiga líderes da congregação por fraude fiscal e associação criminosa. De acordo com o … Leia Mais




Chefe das Forças Armadas dos EUA pede desculpas por foto com Trump

“Minha presença naquele momento e por todo o ambiente criado deram uma percepção de que os militares estavam envolvidos em política doméstica. Foi um erro com o qual aprendi”, disse o chefe do Estado Maior das Forças Armadas dos Estados Unidos, Mark Milley, em vídeo (Foto: Reprodução) (ANSA) – O chefe do Estado Maior das Forças … Leia Mais



Cuba é o país com o maior percentual de pacientes com Covid-19 recuperados na América Latina


Entre os êxitos de Cuba no combate à Covid-19 está o índice de recuperação de pacientes,, o maior da região latino-americana

(Foto: Divulgação)

 Até a noite de terça-feira, Cuba tinha 1.724 pacientes recuperados, o que representa 87,3% de todos os infectados pelo coronavírus no país.

Com esse número, Cuba é o país latino-americano que apresenta o maior percentual de recuperações e é uma das 20 nações com mais recuperações do mundo, também em percentuais, informa Cubadebate.


Cuba acusa os EUA de impedir suas compras de medicamentos e respiradores


Havana envia segunda brigada médica à Itália composta por 38 profissionais que trabalharão em Turim
MAURICIO VICENT
Havana


Cuba denuncia que a política de embargo dos Estados Unidos está impedindo suas compras de medicamentos e respiradores, enquanto continua enviando brigadas médicas ao estrangeiro para colaborar no combate contra a pandemia de coronavírus. Como informou na segunda-feira a Chancelaria cubana, duas empresas médicas que habitualmente forneciam à ilha equipamentos de ventilação artificial, fundamentais ao tratamento dos casos graves de coronavírus, suspenderam suas relações comerciais com a ilha após ser adquiridas por uma corporação norte-americana.

Segundo a imprensa oficial, trata-se da fabricante suíça IMT Medical e a empresa Acutronic. Essas empresas passaram a fazer parte da corporação norte-americana Vyaire Medical em 2018, e após a incorporação expressaram sua incapacidade para continuar fazendo negócios com Cuba. “Lamentavelmente, a diretriz corporativa que temos hoje em dia é suspender toda a relação comercial com a Medicuba; a única maneira de que possamos retomar o trabalho conjunto é por meio de uma licença da OFAC [Oficina de Controle de Ativos Estrangeiros] expedida pelo Departamento de Tesouro dos Estados Unidos e que ainda não temos”, notificaram as companhias à empresa estatal cubana responsável pela importação de provisões médicas, disse o diretor geral da América Latina e Caribe do Ministério das Relações Exteriores, Eugenio Martínez, ex-embaixador de Cuba na Espanha.

O Governo de Havana acusa Washington de dificultar sistematicamente o acesso a medicamentos e provisões médicas que a ilha precisa, o que a obriga a adquiri-los em mercados muito mais distantes, como a China, pagando o transporte e sofrendo demoras desnecessárias. “Há um grupo de recursos que nós adquirimos e que se pudéssemos comprar nos EUA nos favoreceria, porque é um mercado muito mais próximo”, afirmou o vice-presidente da Medicuba, Lázaro Silva. (mais…)


    Boris Johnson deixa hospital após ser internado e ficar na UTI por causa do novo coronavírus


Por G1

Boris Johnson recebe alta após ser internado com Covid-19

Boris Johnson recebe alta após ser internado com Covid-19

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, hospitalizado há uma semana com Covid-19, deixou o hospital neste domingo (12). Ele não vai voltar ao trabalho imediatamente e permanecerá em recuperação em casa.

O balanço da universidade americana Johns Hopkins até as 9h50 deste domingo aponta que o Reino Unido tem 79,8 mil casos confirmados e 9,8 mil mortes devido à pandemia.

Johnson, de 55 anos, foi levado ao hospital St. Thomas, em Londres, no dia 5 de abril. Dez dias antes, ele havia testado positivo para o Sars-Cov-2, o novo coronavírus. O político passou três noites em terapia intensiva (UTI) antes de seguir para uma ala de cuidados na quinta-feira (9).

“Por indicação de sua equipe médica, o primeiro-ministro não retornará imediatamente ao trabalho. Ele deseja agradecer a todos em St. Thomas pelo brilhante atendimento que recebeu”, afirma a rede de notícias britânica BBC.

“Todos os seus pensamentos estão com os afetados por esta doença”, acrescentou o comunicado.

Pronunciamento após recuperação

Boris Johnson publicou um vídeo em uma rede social em que reconhece que o serviço público de saúde do Reino Unido (NHS, na sigla em inglês) salvou sua vida. “Eu deixei o hospital hoje após uma semana em que o NHS salvou minha vida, sem dúvida. É difícil encontrar palavras para expressar meus agradecimentos”, afirmou.

O primeiro-ministro agradeceu os esforços da população de se manter em distanciamento social, afirmou que o Reino Unido está progredindo no enfrentamento à pandemia e citou nominalmente profissionais de saúde que cuidaram dele.

Durante o pronunciamento, ele disse o nome de diversos profissionais da saúde. O premiê, que chegou ao cargo defendendo a saída da União Europeia e tendo um discurso alinhado a certa xenofobia, fez um agradecimento especial a dois enfermeiros que o apoiaram no período em que esteve em estado mais grave. Os dois profissionais são estrangeiros.

“Espero que (os outros profissionais) não se importem se eu citar aqui dois enfermeiros que estiveram ao meu lado durante 48 horas, quando as coisas poderiam ter ido por um outro caminho. Eles são Jenny, da Nova Zelândia, e Luís, de Portugal, de uma cidade perto do Porto. E a razão para o meu corpo voltar a ter oxigênio foi por eles estarem a todos os segundos da noite ao meu lado, me olhando, eles estavam pensando como agir e cuidando de mim, fazendo as intervenções que eu precisava. É assim que eu sei que em todo o país há milhares de agentes da saúde pública que estão cuidando com o mesmo cuidado e precisão que a Jenny e o Luís e é por isso que vamos derrotar o coronavírus e derrotaremos juntos. Nós vamos vencer porque o NHS (sistema de saúde pública ) é a batida do coração deste país” – Boris Johnson, primeiro-ministro britânico.

Críticas

O agradecimento público de Johnson acontece em um momento em que aumenta o descontentamento entre os profissionais da saúde, que denunciam a falta de equipamentos de proteção, segundo a France Presse.

A Associação Real de Enfermeiros (RCN), o maior sindicato do setor, aconselhou seus membros a se recusarem a trabalhar “como último recurso” no caso de uma grave falta de equipamentos de proteção.

Enquanto a epidemia já causava milhares de mortes no sul da Europa, no início de março, Johnson ainda menosprezava a gravidade do coronavírus.

Ele visitou doentes hospitalizados e distribuiu apertos de mão, dizendo que não tinha medo de contrair a doença.

Depois, quando viu o caos nos hospitais italianos e espanhóis, repletos de doentes, tomou medidas de distanciamento social no Reino Unido, mas a epidemia já tinha se espalhado no país.


Com coronavírus, Ministro da Saúde de Israel confia no “Messias” para combater a pandemia


“O Mashiach (Messias) virá e salvará todos nós”, disse Yaakov Litzman

Yaakov Litzman
Yaakov Litzman (Foto: Gali Tibbon/Reuters)

O ministro da Saúde de Israel, Yaakov Litzman, testou positivo para o novo coronavírus na última quarta-feira (1).

Ele foi criticado por confiar no “Messias” para combater o coronavírus. “Oramos e esperamos que o Mashiach (Messias) chegue antes da Páscoa, pois é um tempo de nossa redenção. Estou certo de que o Messias virá pela Páscoa e nos salvará da mesma maneira que Deus nos salvou durante o êxodo e fomos libertados. O Mashiach virá e salvará todos nós”.

Litzman tem 71 anos e está em quarentena com a esposa, também infectada.


Barcelona reduz salário dos atletas em 70% e eles vão ajudar no pagamento de funcionários


Lionel Messi revelou que jogadores aceitaram uma drástica redução salarial e que eles vão pagar para que funcionários também não tenham redução de orçamento

O craque argentino Lionel Messi tornou oficial nesta segunda-feira, através de suas redes sociais, que o elenco do Barcelona aceitou reduzir o salário em 70% face à pandemia do novo coronavírus, que está afetando todo o mundo, durante o Estado de Emergência decretado na Espanha. Os cortes salariais já eram conhecidos, como a direção do clube catalão anunciou na semana passada, mas os valores dos cortes ainda não haviam sido revelados. Além disso, os atletas também ajudarão no pagamento dos funcionários do clube.

“Antes de mais nada queremos deixar claro que a nossa vontade sempre foi a de reduzir o nosso salário porque entendemos perfeitamente que se trata de uma situação excepcional e somos SEMPRE os primeiros a ajudar o clube quando nos é pedido”, começou dizendo Messi, em um post no seu Instagram, deixando ainda uma clara mensagem à direção do clube.

“Não deixa de nos surpreender que dentro do clube houvesse quem nos quisesse colocar pressão para fazermos algo que para nós sempre foi claro que faríamos”, acrescentou, revelando então que os cortes nos salários do elenco serão de 70%.

Além disso, ainda no mesmo comunicado oficial, Messi revela que os jogadores farão uma contribuição para que os funcionários do Barcelona possam continuar recebendo seus salários de forma integral. “Vamos fazer contribuições para permitir que os funcionários do clube recebam 100% dos seus pagamentos”, disse o argentino.

“Não queremos nos despedir sem enviar um afetuoso abraço e muita força a todos os torcedores do Barcelona que estão em situação difícil neste momento tão duro. Assim como todos que esperam pacientemente o final desta crise em suas casas. Juntos, rapidamente vamos sair disso”, encerrou Messi.

A pandemia do novo coronavírus levou o esporte a uma paralisação em quase todo o mundo e o futebol espanhol está suspenso por tempo indeterminado. E essa paralisação vem atingindo a receita de clubes de todo o país.


Primeiro-ministro britânico Boris Johnson diz que está com coronavírus


O primeiro-ministro britânico, Boris JohnsonChatham House

O primeiro-ministro do Reino Unido Boris Johnson, de 55 anos, está com covid-19 –doença causada pelo novo coronavírus. É o 1º chefe de Estado das principais economias do mundo a ser infectado com a doença desde o início da crise.

O anúncio oficial foi feito em 1 vídeo publicado em sua conta no Twitter. “Oi, pessoal, eu queria informar vocês sobre algo que aconteceu hoje. Eu desenvolvi sintomas leves da covid-19, como temperatura elevada e tosse persistente, e por aconselhamento médico, eu fiz o teste e ele deu positivo”, escreveu.

Assista ao vídeo:

Apesar de estar com a doença, o premiê britânico disse que continua trabalhando de casa. Johnson disse que continua liderando os esforços no combate à doença e agradeceu à mobilização do Reino Unido, especialmente ao NHS, Serviço Nacional de Saúde do país.

De acordo com 1 porta-voz do governo britânico, os sintomas de Johnson apareceram na 5ª feira (26.mar.2020), 1 dia depois de o premiê ter ido ao Parlamento em uma sessão de perguntas e respostas. A imprensa britânica diz que outros ministros poderão se isolar, por terem tido contato com Johnson.

A pandemia de coronavírus já deixou 24 mil pessoas mortas no mundo. Os Estados Unidos lideram em número de infectados e a Itália lidera em número de mortes.

A Inglaterra foi 1 dos últimos países da Europa a adotar medidas de isolamento. Em todo o Reino Unido cerda de 580 pessoas morreram e 11 mil estão infectadas.

Na 4ª feira (25.mar.2020), a família real britânica informou que o príncipe Charles, de 71 anos, também teve resultado positivo para a covid-19.


Teste de príncipe Charles para coronavírus dá positivo


Até esta quarta-feira (25), o Reino Unido tinha pouco mais de 8 mil casos confirmados do novo coronavírus e cerca de 420 mortes

Herdeiro do trono britânico, o príncipe Charles foi diagosticado com a covid-19, causada pelo novo coronavírus. Charles tem 71 anos e é o filho mais velho da rainha Elizabeth II. De acordo com a emissora BBC, o príncipe tem sintomas leve e está em boa saúde.

Charles está no castelo de Balmoral, uma das residências da família real, na Escócia, com sua esposa Camila Shand, duquesa de Cornualha, que não foi infectada pelo novo coronavírus.

Até esta quarta-feira (25), o Reino Unido tinha pouco mais de 8 mil casos confirmados do novo coronavírus e cerca de 420 mortes, de acordo com o levantamento da universidade Johns Hopkins.