Câmara dos Estados Unidos aprova impeachment do presidente Donald Trump

Republicano é acusado de incitar formalmente a invasão do Capitólio; afastamento só ocorre após votação no Senado Foto: reprodução Globo News   Por 231 votos favoráveis e 197 contrários, a Câmara dos Estados Unidos aprovou a abertura de processo de impeachment contra o presidente Donald Trump. O republicado é acusado de incitar formalmente a invasão … Leia Mais


Donald Trump avalia conceder “perdão presidencial” a ele mesmo

Segundo o The New York Times, isso seria inédito na história dos EUA e poderia abrir um precedente perigoso para futuros presidentes Donald Trump (Foto: REUTERS/Jim Bourg) O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avalia conceder “perdão presidencial” a ele próprio antes de deixar o cargo, livrando-o de todos os seus eventuais crimes na esfera … Leia Mais


Após tentar golpe, Trump promete transição ordenada nos Estados Unidos

“Embora eu discorde totalmente do resultado da eleição e os fatos me confirmem, haverá uma transição ordenada em 20 de janeiro”, disse Trump em um comunicado postado no Twitter pelo porta-voz da Casa Branca Dan Scavino. Trump está bloqueado na rede social (Foto: Reuters) WASHINGTON (Reuters) com 247  – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, … Leia Mais



Colégio Eleitoral confirma vitória de Biden e encerra a era Trump


Durante votação nesta segunda-feira (14), os membros do Colégio Eleitoral dos EUA confirmaram a eleição do democrata Joe Biden para presidente e de Kamala Harris para vice, confirmando o fim do governo de extrema-direita de Donald Trump

Joe Biden e Kamala Harris
Joe Biden e Kamala Harris (Foto: REUTERS/Kevin Lamarque)

LANSING, Michigan (Reuters) – O democrata Joe Biden venceu nesta segunda-feira a votação do Colégio Eleitoral que determina formalmente o ganhador da eleição presidencial dos Estados Unidos, praticamente encerrando a campanha do presidente Donald Trump em busca de reverter sua derrota.

A Califórnia, o Estado mais populoso dos EUA, entregou seus 55 delegados a Biden, colocando oficialmente o ex-vice-presidente acima dos 270 votos necessários para garantir a Casa Branca.

Com base nos resultados da votação de novembro, Biden obteve 306 votos do Colégio Eleitoral contra 232 do republicano Trump. Biden e sua companheira de chapa, Kamala Harris, tomam posse no dia 20 de janeiro.

Os votos do Colégio Eleitoral, tradicionalmente apenas uma confirmação formal, tomaram um significado maior neste ano por conta das muitas acusações de Trump, que diz sem apresentar evidências que houve fraude generalizada no processo eleitoral.

Com a votação sem surpresas no Colégio Eleitoral e o fracasso da campanha jurídica de Trump para reverter os resultados, as esperanças do atual presidente de se manter no poder irão se concentrar em uma reunião especial do Congresso no dia 6 de janeiro, quando as chances a favor dele são praticamente nulas.

Pessoa mais velha a se tornar presidente dos Estados Unidos, aos 78 anos, Biden deve discursar nesta noite sobre o Colégio Eleitoral e “a força e resiliência da nossa democracia”, afirmou sua equipe de transição em nota.

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Colégio Eleitoral formaliza eleição de Biden como presidente dos EUA


 A chapa democrata formada por Joe Biden e Kamala Harris foi declarada vitoriosa na eleição presidencial dos EUA, mas só nesta segunda-feira (14), após a votação do Colégio Eleitoral, os dois serão considerados oficialmente presidente e vice-presidente eleitos

Os delegados do Colégio Eleitoral dos Estados Unidos se reúnem nesta segunda-feira (14) em seus estados para votar nos candidatos a presidente e vice-presidente seguindo o resultado da votação em seu território. A chapa democrata formada por Joe Biden e Kamala Harris foi declarada vitoriosa desde 7 de novembro, mas só nesta segunda, após a votação do Colégio Eleitoral, os dois serão considerados oficialmente presidente e vice-presidente eleitos dos EUA.

São os 538 membros do Colégio Eleitoral que, na prática, oficializam quem comandará o país durante quatro anos, conforme regras do sistema eleitoral norte-americano estabelecidas na Constituição.

As projeções indicam que a chapa democrata deve obter 306 votos no Colégio Eleitoral contra 232 de Donald Trump, atual presidente, e Mike Pence. São necessários, ao menos, 270 votos para vencer a eleição norte-americana.


Maradona tinha gasto mensal de R$ 650 mil e sustentava 50 famílias


Detalhes da vida do craque argentino continuam sendo revelados após a sua morte

Por iG Esporte 

Maradona
Lance!

Maradona

Após sua morte , Diego Maradona continua sendo notícia pelos detalhes da sua vida pessoal que continuam a ser revelados, passado mais de dez dias de sua morte.

Durante uma edição da Intrusos (América TV), o conceituado apresentador e empresário Jorge Rial revelou o valor das despesas fixas mensais do astro global, que chegariam a pouco mais de cem mil euros, o que equivale a R$ 650 mil (na cotação atual).


Irã adverte que assassinato de Fakhrizadeh não ficará sem resposta


Embora tanto Khamenei quanto Rohani prometam punir os autores, presidente diz que isso será feito “no devido tempo”

Manifestantes radicais protestam neste sábado em Teerã contra o assassinato do cientista nuclear.
Manifestantes radicais protestam neste sábado em Teerã contra o assassinato do cientista nuclear.ABEDIN TAHERKENAREH / EFE

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, e o presidente Hassan Rohani garantiram neste sábado que o assassinato de Mohsen Fakhrizadeh não ficará sem resposta nem freará seu programa nuclear. Suas palavras ecoaram as ameaças de vingança feitas na véspera por vários líderes militares da República Islâmica. No entanto, Rohani, depois de acusar Israel de querer semear o caos, disse que seu país não cairá na armadilha e que responderá “no devido tempo”.

“O povo iraniano é muito inteligente para cair na armadilha da conspiração armada pelos sionistas. Tentam semear o caos, mas devem saber que não terão sucesso. O Irã responderá no devido tempo ao martírio de nosso cientista”, afirmou Rohani durante uma reunião do Conselho de Ministros transmitida pela televisão estatal.

Fakhrizadeh, considerado o pai do programa nuclear iraniano, foi assassinado na sexta-feira em um atentado perto de Teerã. Tinha 59 anos. Não há notícias sobre o paradeiro dos autores da emboscada, que, segundo a mídia iraniana, detonaram uma caminhonete-bomba ao lado do carro do cientista antes de trocar tiros com seus guarda-costas. A falha de segurança põe em evidência os serviços de vigilância do Irã, apenas duas semanas depois da revelação de que agentes israelenses assassinaram o número dois da Al-Qaeda na capital iraniana em agosto.

Khamenei, a mais alta autoridade política e religiosa do país, divulgou um comunicado exigindo que “esse crime seja investigado e os autores e seus chefes sejam perseguidos com firmeza”. Ele deixou claro que devem prosseguir “os esforços científicos e tecnológicos do mártir em todos os setores em que estava atuando”.

É um texto breve e excepcionalmente conciso que deixa a resposta nas mãos do aparato do Estado. Resta ver como o regime islâmico responderá. Depois de que os Estados Unidos assassinaram, em janeiro, o general iraniano Qasem Soleimani em Bagdá, o Irã disparou cerca de 20 mísseis contra duas bases iraquianas que abrigavam tropas americanas. A salva, que não causou mortes, pareceu calculada para evitar uma guerra entre os dois países, que não têm relações diplomáticas desde que, pouco depois da revolução de 1979, os iranianos invadiram a embaixada americana em Teerã e tomaram seus diplomatas como reféns.

O medo de um confronto ressurgiu com o assassinato de Fakhrizadeh, em meio a uma sucessão presidencial fora dos padrões nos Estados Unidos. Pouco depois que foi noticiada sua morte em um atentado, os setores radicais do regime organizaram um protesto em frente à residência do presidente, e neste sábado fizeram outro diante do Ministério de Relações Exteriores. “Não à submissão, não às concessões, guerra à América!”, gritava uma centena de homens, em imagens mostradas pela TV iraniana. Os manifestantes também pediram a expulsão dos inspetores da ONU que vigiam o programa nuclear.

Considerado um moderado no contexto político iraniano, Rohani está em uma situação complicada. Por um lado, a eleição de Joe Biden para a Casa Branca lhe deu esperanças de poder retomar a via diplomática na relação com os Estados Unidos e abrir caminho para acabar com as sanções que sufocam o Irã, depois de ver sua aposta no acordo nuclear enterrada por Donald Trump. Por outro, os radicais de seu país veem com desconfiança a reativação de um pacto do qual nunca gostaram, embora queiram evitar as consequências internacionais de ser apontados como responsáveis por seu fracasso. Trump caía como uma luva para eles.

“Será que [Trump] atacará o Irã antes de deixar a presidência?”, perguntou, inquieta, uma professora de Teerã. Sem esperar uma resposta, ela acrescentou: “A dúvida é como a Pasdaran [Guarda Revolucionária] responderá ao assassinato do cientista”. Essa mesma incerteza aflige alguns países vizinhos da República Islâmica. “O Irã não se atreve a adotar represálias contra Israel, então ordenará que alguma de suas milícias ataque interesses dos EUA e [países do] Golfo, o que desestabilizará ainda mais a região”, assinalou um analista iraquiano. Por enquanto, Israel colocou suas embaixadas em alerta máximo.


Trump diz que Biden não pode se declarar vencedor: “processos judiciais estão apenas começando”


Donald Trump alertou que o democrata Joe Biden não deve se declarar “indevidamente” vencedor nas eleições presidenciais, e reforçou a ofensiva judicial questionado a legitimidade da apuração nos estados-chave

 

Donald Trump e Joe Biden
Donald Trump e Joe Biden (Foto: Reuters)

 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu na noite desta sexta-feira (6) o candidato democrata a presidente, Joe Biden, de que ele não deve se declarar vencedor nas eleições presidenciais.

Pelo Twitter, Trump disse que as ações judiciais estão “só começando”. “Joe Biden não deveria erradamente clamar para si o cargo de presidente. Eu poderia fazer isso também. Os processos legais estão apenas começando agora”, escreveu Trump.

Segundo a agência Reuters, a vantagem de Joe Biden, sobre Donald Trump no estado da Pensilvânia aumentou para 12.390 votos, com 96% das cédulas apuradas. De acordo com os números, a vantagem de Biden aumentou de 9.746 votos, para 12.390. Segundo a Edison Research, Biden aparece com 49,5% dos votos, contra 49,3% de Trump. A apuração continua.

Se vencer na Pensilvânia, que dá 20 votos no Colégio Eleitoral, que decide o vencedor da eleição presidencial nos EUA, Biden superará a marca de 270 votos no Colégio Eleitoral necessários para chegar à Casa Branca.

Biden já acumula 253 votos no Colégio Eleitoral, contra 213 de Trump. Se vencer em todos os estados nos quais lidera, Biden chegaria a 306 delegados.


Angola fecha mais três templos da Igreja Universal


Revista Fórum – A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Angola fechou mais três templos da Igreja Universal do Reino de Deus na última quarta-feira (7). Os três estão situados na província de Uíge. Decisão ocorre no âmbito do processo judicial que investiga líderes da congregação por fraude fiscal e associação criminosa.

De acordo com o Jornal de Angola, procuradores da PGR e agentes do Serviço de Investigação Criminal (SIC) colocaram faixas em todas as portas que dão acesso aos templos e compartimentos adjacentes aos edifícios, além de instruírem os pastores e demais membros da congregação para não as removerem das portas, sob pena de crime de desobediência.

Em setembro, a Justiça de Angola já havia decretado o fechamento de quatro templos da Universal. De acordo com a agência Lusa, a ordem do Ministério Público angolano é de que todos os templos da igreja no país serão fechados. O processo, no entanto, se dará “de forma gradual”.

Leia mais na Fórum.


Em um ano de governo, Bolsonaro não foi recebido como chefe de Estado na Europa, diz coluna


Informação é da coluna de Guilherme Amado, da revista Época
Foto: Marcos Corrêa/PR
Foto: Marcos Corrêa/PR

 

Jair Bolsonaro (sem partido) é o primeiro presidente desde Fernando Collor a não viajar para a nenhum país europeu como chefe de Estado nos primeiros 18 meses de governo, diz a coluna de Guilherme Amado, da revista Época. Decisões polêmicas, desrespeito ao meio ambiente e atitudes autoritárias, tornaram o presidente do Brasil,  Jair Bolsonaro persona non grata no velho continente.

Segundo a publicação, todos os outros viajaram a algum país europeu neste período.