PSB e PSD abrem diálogo para uma possível união nas eleições de 2020

  Em encontro realizado no final de tarde dessa sexta feira 28, lideranças do PSB e do PSD realizaram uma reunião que sinaliza a possibilidade de unidade para construção de uma nova força nas eleições de Vitória da Conquista desse ano. Partidos bem estruturados nacionalmente, com grandes bancadas federais, tempo de Televisão e com dois … Leia Mais




Nota de esclarecimento da Embasa

Em relação à recente publicação deste site, a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) esclarece que a Projecon não é responsável pela manutenção de redes e ramais em Vitória da Conquista e que esse serviço segue sendo realizado por outra empresa contratada. É preciso também esclarecer que o único contrato de manutenção de redes … Leia Mais


Vamos salvar nossas vidas e a vida dos outros

Infelizmente o governo brasileiro, não tem a responsabilidade devida para com sua população. Em tempos de guerra, enchentes, grandes incêndios, fome, pandemias, é obrigação do Governo Federal suprir economicamente a população com dinheiro e alimentos para  que sua qualidade de vida, não sofra ao extremo, alguns perguntam, mas por  que isto? simples, Governo Federal é … Leia Mais


Flávio Dino monta ‘operação de guerra’ para levar respiradores ao Maranhão


Logística que incluiu alteração de rota foi planejada para evitar “atravessadores” externos e possibilidade de confisco pelo governo federal

Chegada de equipamentos no Maranhão: governo estadual anuncia que 80 respiradores ainda devem chegar em próximo carregamento

São Paulo – O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), montou o que foi classificado como uma verdadeira “operação de guerra” para conseguir trazer 107 respiradores e 200 mil máscaras da China para seu estado. Antes disso, em outras três oportunidades, reservas dos equipamentos haviam sido atravessadas pelos Estados Unidos e Alemanha, que pagaram mais aos fornecedores chineses e ficaram com os respiradores. E pelo governo federal, que confiscou os produtos para distribuir conforme suas próprias prioridades.

A saída encontrada pelo governo maranhense para assegurar a chegada dos equipamentos foi alterar a rota de compra, trazendo as mercadorias pela Etiópia. Após o desembarque em São Paulo, a carga seguiu para o Maranhão e somente no estado passou pela inspeção da Receita Federal, evitando uma possível retenção na chegada do exterior.

De acordo com o governo do Maranhão e matéria do jornal Folha de S.Paulo, parte dos equipamentos foi comprada com recursos doados pela iniciativa privada. A Secretaria Estadual de Saúde informou que empresário locais doaram até o momento mais de R$ 10 milhões para auxiliar no combate ao coronavírus.

“Se não fizéssemos dessa forma, demoraríamos três meses para conseguir essa quantidade de respiradores. Assim que os equipamentos chegaram já os conectamos para ampliar a nossa oferta de leitos de UTI”, disse ao jornal o secretário estadual de Indústria e Comércio, Simplício Araújo. Segundo ele, 60% dos leitos de UTIs do estado estão ocupados.

A operação teria custado, segundo o jornal, R$ 6 milhões, envolvendo 30 pessoas. Em vídeo, o governo estadual anuncia que mais 80 respiradores chegarão ao Maranhão nos próximos dias.

“Vários estados estão com problemas similares. Pedimos ajuda de transporte ao governo federal e não conseguimos. Penso que até o avião presidencial deveria ser usado para buscar equipamentos de saúde comprados na China ou outro país. Nada é mais importante no momento”, disse Flávio Dino em seu perfil no Twitter.


Núcleo do PT discute apoio à artistas e setor turístico na pandemia


O apoio financeiro e medidas como isenção fiscal, proibição de corte das contas de luz, água e acesso à internet para apoiar os trabalhadores das áreas de cultura e turismo, produtores culturais e artistas, foram discutidos pelo Núcleo de Educação e Cultura do PT no Congresso Nacional, em reunião remota realizada na terça-feira (14).

O Núcleo está preocupado com o segmento, que deve sofrer um impacto brutal. A estimativa é de uma perda de R$ 46,5 bilhões e um encolhimento de 24% no setor da cultura e da indústria criativa nesse ano em 2020, conforme os cálculos da Fundação Getúlio Vargas a pedido do jornal Valor Econômico.

“Por ser este um setor altamente dependente das aglomerações públicas, muitos que vivem disso, do entretenimento e do turismo, sobretudo os trabalhadores técnicos e artistas não famosos, os chamados anônimos, estão enfrentando dificuldades neste momento da pandemia”, observou Waldenor Pereira, coordenador-geral do Núcleo composto por parlamentares da Câmara Federal e do Senado, representantes de entidades da Cultura e da Educação e assessores.

Waldenor Pereira também é um dos autores de emenda à Medida Provisória 948/2020, dispondo sobre o cancelamento de serviços, de reservas e de eventos dos setores de turismo e cultura em razão do estado de calamidade pública. Ele propõe que na concessão de recursos no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e dos programas federais de apoio ao audiovisual, deve-se priorizar o fomento de atividades culturais que possam ser transmitidas virtualmente, pela internet ou disponibilizados por meio de redes sociais e de plataformas digitais.

Foram discutidos na reunião remota várias proposições visando apoiar os segmentos artístico e do turismo, como o PL 873/2020. Esta proposição garante o acesso à renda básica emergencial para “os trabalhadores das artes e da cultura, entre eles os autores e artistas, de qualquer área, setor ou linguagem artística, incluindo intérpretes e executantes, e os técnicos em espetáculos de diversões”. (mais…)


As medidas do governo Bolsonaro e a reação popular



Cláudio Félix (professor na UESB)
No dia 23 de março de 2020 a maioria do povo brasileiro tomou um susto logo pela manhã com a publicação da Medida Provisória 927/2020, que dispõe sobre as medidas trabalhistas para o enfrentamento do estado de calamidade pública.
No artigo 18 dessa MP consta que “Durante o estado de calamidade pública a que se refere o art. 1º, o contrato de trabalho poderá ser suspenso, pelo prazo de até quatro meses, para participação do empregado em curso ou programa de qualificação profissional não presencial oferecido pelo empregador”.
Em meio a um tempo de sofrimento e incertezas, o trabalhador se vê ameaçado pela suspensão de seu contrato de trabalho por até 4 meses. Isso escancara e reforça o caráter antipopular, pró-imperialista e voltado para a proteção dos interesses da minoria do atual governo.
Essa notícia veio como uma verdadeira facada no abdômen dos trabalhadores, sejam proletários ou da classe média, que depois de ver e ouvir tantas aberrações, atos irresponsáveis, incompetência, incapacidade de liderança e articulação, protagonizaram uma semana de barulhaço, panelaço, apitaço em bairros e condomínios em várias cidades do país, revelando o tom da insatisfação popular.
Com um barulho desses, só se finge de dorminhoco os que se beneficiam da situação ou os que ainda estão inebriados pelas doses cavalares de fake News e ódio destilados nestes últimos anos.
Voltando a MP. Diante da pressão que durou o dia inteiro, no começo da noite o governo voltou atrás e revogou o artigo que suspendia contratos de trabalho. Justificativa dos assessores: “foi um erro de redação”. Além disso informaram que “Bolsonaro não leu o documento”. (Quem quiser acredite.)
No site do Congresso Nacional há um link para o internauta opinar sobre as matérias em tramitação. Até a manhã do dia 24 de março, 3.087 pessoas haviam participado. 182 foram a favor da MP e 2905 contra. (Ver em https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/141145). Esse números expressam a grita geral da sociedade, especificamente da classe média, que geralmente acessam esses sites e pesquisas.
Os novos passos do governo
Como esse governo é ardiloso e mente descaradamente, ele jogou alto. No lugar da MP 927, foi publicada a outra MP, a 928, que revoga a suspensão dos contratos de trabalho. Contudo, continua prejudicando os trabalhadores e trabalhadoras, pois permite acordos individuais diretamente entre patrão e empregado em relação ao pagamento dos salários. Além disso, admite a ampliação da jornada dos profissionais de saúde (o que os expõe a mais riscos) e flexibiliza a fiscalização de segurança de trabalho. Some-se a tudo isso, um artigo da MP 298 suspende os prazos da lei de acesso à informação, ferindo o princípio da transparência pública. O que a camarilha Bolsonarista pretende esconder?
Como é de se esperar de um governo pró-imperialista, tomado pelo coronavírus e por um parasita mais perigoso: a política do capital financeiro, não são tomadas medidas em relação aos aluguéis, pagamento de água e luz; tampouco ações sérias sobre garantia de renda para os trabalhadores autônomos, precarizados ou desempregados; nem em relação aos pequenos e médios empregadores, nem aos profissionais liberais.
São tempos difíceis e que podem desdobrar numa ainda maior precarização do trabalho a partir do argumento da crise do Covid-19, a qual terá sua fatura colocada na conta das trabalhadoras e trabalhadores.
Setores da sociedade cochilaram com as cantigas de ninar de picaretas que se diziam anti-sistema e baluartes da moralidade. Vários desses setores estão despertando, no susto, pela dureza da realidade. Ao que parece, acordando para a necessidade de lutar pelo fim do Governo Bolsonaro.


Morro do Chapéu – Bahia: Grande Exemplo!!!


Morro do Chapéu é uma cidade da Bahia, da região da Chapada Diamantina, conhecida pela delícia de sua temperatura média, pela beleza da “Ferro Doido” e pelo Centro de Pesquisas Ufológicas de “seu” Alonso.

Recentemente, outra façanha de “Morro” me encantou mais ainda: há cinco anos, um empresário da cidade, Luciano da Casa do Pão, resolveu dar uma pequena mostra de solidariedade para ajudar estudantes da rede pública no seu desempenho escolar.

Começou doando um computador para o aluno que tivesse o melhor aproveitamento ao longo do ano. Isso já deixou a comunidade estudantil atenta e empenhada em ganhar o cobiçado prêmio.

No ano seguinte, outros empresários e profissionais liberais juntaram-se a Luciano e ampliaram o leque das premiações: notebooks, motos, uma agência bancária local ofereceu uma poupança de R$ 2.000,00 (dois mil reais), a dentista do lugar entrou com tratamento ortodentário por um ano.

Além disso, aos melhores das séries finais do fundamental e médio, garantiram cestas básicas por um ano,
O movimento foi crescendo com a participação entusiasmada de mais pessoas da cidade. Hoje, premiam, principalmente, o desempenho escolar (notas boas) e a assiduidade.

Primeiro resultado: existem alunos, há dois anos, sem uma falta sequer e as “supermédias“ chegam a atingir a nota 9,75, levando em conta todas as matérias.

Segundo resultado: a elevação da média do IDEB dos alunos do município.

A entrega dos prêmios é feita em noite de gala, com a comunidade presente, em clima de verdadeiro “Oscar da Educação Morrense”.

Não à toa, num distrito de Morro do Chapéu chamado Fedegosos, conheci a escola pública Edigar Dourado Lima, que me fez parecer estar entrando em algum colégio suíço, dada a organização, limpeza e alto padrão de civilidade entre professores, servidores e alunos.

O diretor, Professor Edinho, tem tratamento de pop-star pela sua comunidade.

Pergunto à Bahia e ao Brasil: será que só Morro do Chapéu consegue fazer isso? Que tal pegarmos esse extraordinário exemplo e espalharmos pelo restante do país?

Morro do Chapéu: copiem sem moderação!

Jorge Portugal – Educador.


Nordeste tem 2,934 mi em situação de desalento; Sudeste tem 921 mil, diz IBGE


A Região Nordeste tem quase 3 milhões de pessoas em situação de desalento no terceiro trimestre, ou seja, 2,934 milhões de habitantes da região não procuravam emprego por acreditar que não conseguiriam uma vaga, por exemplo. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Brasil registrou um total de 4,703 milhões de pessoas em situação de desalento no terceiro trimestre de 2019. Na região Sudeste, 921 mil pessoas estavam nessa condição.

Os maiores contingentes estavam na Bahia (781 mil pessoas) e no Maranhão (592 mil desalentados). Os Estados com menor população em desalento foram Roraima (17 mil) e Amapá (19 mil).

O porcentual de pessoas desalentadas – em relação a todos os desocupados, ocupados e pessoas com disponibilidade para trabalhar mas que não estão procurando emprego – foi de 4,2% na média do País no terceiro trimestre, mas alcançou 18,3% no Maranhão e 16,5% em Alagoas.

Os menores porcentuais foram registrados em Santa Catarina (1,1%), Rio Grande do Sul (1,3%) e Distrito Federal (1,3%).

Subutilização da força de trabalho

A taxa composta de subutilização da força de trabalho – que mostra o porcentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e inativos com potencial para trabalhar – superou o patamar de 40% no terceiro trimestre em dois Estados brasileiros: Maranhão (41,6%) e Piauí (41,1%).

Na média nacional, a taxa de subutilização foi de 24,0% no terceiro trimestre. Os menores resultados ocorreram em Santa Catarina (10,6%), Mato Grosso (14,7%), Rio Grande do Sul (16,3%) e Mato Grosso do Sul (16,3%). (mais…)