Vamos salvar nossas vidas e a vida dos outros

Infelizmente o governo brasileiro, não tem a responsabilidade devida para com sua população. Em tempos de guerra, enchentes, grandes incêndios, fome, pandemias, é obrigação do Governo Federal suprir economicamente a população com dinheiro e alimentos para  que sua qualidade de vida, não sofra ao extremo, alguns perguntam, mas por  que isto? simples, Governo Federal é … Leia Mais


Flávio Dino monta ‘operação de guerra’ para levar respiradores ao Maranhão

Logística que incluiu alteração de rota foi planejada para evitar “atravessadores” externos e possibilidade de confisco pelo governo federal Chegada de equipamentos no Maranhão: governo estadual anuncia que 80 respiradores ainda devem chegar em próximo carregamento   São Paulo – O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), montou o que foi classificado como uma verdadeira “operação de … Leia Mais


Núcleo do PT discute apoio à artistas e setor turístico na pandemia

O apoio financeiro e medidas como isenção fiscal, proibição de corte das contas de luz, água e acesso à internet para apoiar os trabalhadores das áreas de cultura e turismo, produtores culturais e artistas, foram discutidos pelo Núcleo de Educação e Cultura do PT no Congresso Nacional, em reunião remota realizada na terça-feira (14). O … Leia Mais


As medidas do governo Bolsonaro e a reação popular

Cláudio Félix (professor na UESB) No dia 23 de março de 2020 a maioria do povo brasileiro tomou um susto logo pela manhã com a publicação da Medida Provisória 927/2020, que dispõe sobre as medidas trabalhistas para o enfrentamento do estado de calamidade pública. No artigo 18 dessa MP consta que “Durante o estado de … Leia Mais


Morro do Chapéu – Bahia: Grande Exemplo!!!

Morro do Chapéu é uma cidade da Bahia, da região da Chapada Diamantina, conhecida pela delícia de sua temperatura média, pela beleza da “Ferro Doido” e pelo Centro de Pesquisas Ufológicas de “seu” Alonso. Recentemente, outra façanha de “Morro” me encantou mais ainda: há cinco anos, um empresário da cidade, Luciano da Casa do Pão, … Leia Mais


Nordeste tem 2,934 mi em situação de desalento; Sudeste tem 921 mil, diz IBGE


A Região Nordeste tem quase 3 milhões de pessoas em situação de desalento no terceiro trimestre, ou seja, 2,934 milhões de habitantes da região não procuravam emprego por acreditar que não conseguiriam uma vaga, por exemplo. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Brasil registrou um total de 4,703 milhões de pessoas em situação de desalento no terceiro trimestre de 2019. Na região Sudeste, 921 mil pessoas estavam nessa condição.

Os maiores contingentes estavam na Bahia (781 mil pessoas) e no Maranhão (592 mil desalentados). Os Estados com menor população em desalento foram Roraima (17 mil) e Amapá (19 mil).

O porcentual de pessoas desalentadas – em relação a todos os desocupados, ocupados e pessoas com disponibilidade para trabalhar mas que não estão procurando emprego – foi de 4,2% na média do País no terceiro trimestre, mas alcançou 18,3% no Maranhão e 16,5% em Alagoas.

Os menores porcentuais foram registrados em Santa Catarina (1,1%), Rio Grande do Sul (1,3%) e Distrito Federal (1,3%).

Subutilização da força de trabalho

A taxa composta de subutilização da força de trabalho – que mostra o porcentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e inativos com potencial para trabalhar – superou o patamar de 40% no terceiro trimestre em dois Estados brasileiros: Maranhão (41,6%) e Piauí (41,1%).

Na média nacional, a taxa de subutilização foi de 24,0% no terceiro trimestre. Os menores resultados ocorreram em Santa Catarina (10,6%), Mato Grosso (14,7%), Rio Grande do Sul (16,3%) e Mato Grosso do Sul (16,3%). (mais…)




Brasília vive dia de temperatura máxima


O Congresso está em ebulição nesta quarta-feira (2). Câmara e Senado vivem a expectativa de votações importantes. Também está prevista a retomada de julgamento decisivo para a Lava Jato.

– Reforma da Previdência
Dada como certa para hoje, a votação dos destaques remanescentes corre o risco de ser adiada. Os senadores ainda discutem o que fazer. O temor dos defensores da reforma é que a proposta seja desidratada depois da rejeição ao endurecimento das regras do abono salarial e comprometa a economia pretendida pelo governo. Entre os destaques que mais causam preocupação à equipe econômica está o que derruba a idade mínima para aposentadoria especial. A reunião de líderes para tratar do assunto que estava marcada para esta manhã foi cancelada. Mas as articulações seguem nos bastidores. Há possibilidade de que a retomada só ocorra na próxima semana para que o governo tenha tempo de negociar.

– Cessão onerosa
O relator da PEC, deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), ainda resiste, como mostrou o Congresso em Foco, a rever sua posição sobre a divisão dos recursos do leilão do pré-sal entre estados e municípios. Ele propõe redução no percentual aprovado pelos senadores para estados – de 15% para 10% – e aumento para os municípios – de 15% para 20%. A apresentação do relatório de Aureo está prevista para hoje na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ele sofre pressão dos senadores para manter a distribuição igualitária de 15% para os entes federativos.

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Dois terços dos desaparecidos no Brasil têm relação com violência policial, diz procuradora


Exonerada por Bolsonaro da comissão da presidência da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, Eugênia Gonzaga contou como é o trabalho da comissão e qual a realidade dos desaparecidos brasileiros. “Se alguém nesse país for enterrado como ‘indigente’, acabou”, afirmou Eugênia. Assista

(Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247)

 

A procuradora regional da República e ex-presidente da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), Eugênia Augusta Gonzaga, foi exonerada do cargo após críticas feitas à fala de Bolsonaro, que ironizou a morte do desaparecido político durante a ditadura Fernando Santa Cruz, pai de Felipe Santa Cruz, presidente da OAB.

Em entrevista à TV 247, a procuradora explicou qual o trabalho da comissão e qual a realidade das famílias que aguardam por respostas de entes desaparecidos ou mortos no Brasil.

Eugênia Gonzaga disse que a ministra da Mulher e Direitos humanos, Damares Alves, que tem a CEMDP como parte integrante de seu ministério, passou a fazer distinção entre os desaparecidos.

“A ministra começou a dar declarações bastante infelizes em relação a isso, a própria atuação dos peritos e a fazer diferenças entre desaparecidos. Ela queria cuidar de desaparecidos ‘civis’”.

A procuradora contou também o motivo de sua preocupação com a fala da ministra. “Me deu medo dessa distinção porque o Brasil tem muitos desaparecimentos até hoje e a política que existe, desde 1970, de sepultamento em cemitério público diz que esses corpos são simplesmente exumados e enviados para ossários ou incinerados. No Brasil, não é que a gente não encontra corpos de 1970, a gente não vai encontrar corpos de 2010. Se alguém nesse país for enterrado como chamado ‘indigente’, acabou”.

A ex-presidente da CEMDP explicou a classificação feita entre os desaparecimentos. “Desses milhares de desaparecimentos por ano que acontecem no Brasil a gente tem dois terços que são desaparecimentos forçados, pessoas que a polícia prendeu, muitas vezes indevidamente, bateu demais e essas pessoas morreram e desaparecem. E tem o caso da irmã do Vitor Belfort, a irmã dele desapareceu voltando da aula, sem nenhuma relação aparente com violência policial. Um terço desses desaparecidos são essas pessoas”.

E completou dizendo que os desaparecimentos forçados existem no Brasil pela “penumbra” que existe e que permite este tipo de acontecimento. Quando a ministra fala em desaparecido civil, imagino que ela esteja se referindo a este um terço. Esses desaparecimentos só acontecem por conta dessa penumbra que existe aqui e que garante o desaparecimento forçado”.

Assista a entrevista aqui:


Ex-diretor da Odebrecht diz ter sido coagido pelo MP a construir relato no caso do sítio de Atibaia


Mais uma denúncia bombástica atinge a Lava Jato. Em depoimento ao Tribunal de Justiça de São Paulo, o executivo Carlos Armando Paschoal diz ter sido coagido pelo Ministério Público a construir um relato sobre o sítio de Atibaia (SP), que rendeu a segunda condenação ao ex-presidente Lula, que vem sendo mantido como preso político desde abril do ano passado no Brasil


O ex-diretor-superintendente da Odebrecht Carlos Armando Paschoal disse à Justiça de São Paulo que foi “quase que coagido a fazer um relato sobre o que tinha ocorrido” e que teve que “construir um relato” no caso do sítio de Atibaia, aponta reportagem do jornalista Nathan Lopes, no Uol. O caso do sítio rendeu a segunda condenação ao ex-presidente Lula, que vem sendo mantido como preso político desde abril do ano passado.

Paschoal prestou depoimento no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) no último dia 3 de julho como testemunha. “No caso do sítio, que eu não tenho absolutamente nada, por exemplo, fui quase que coagido a fazer um relato sobre o que tinha ocorrido. E eu, na verdade, lá no caso, identifiquei o dinheiro para fazer a obra do sítio. Tive que construir um relato”, disse ele. Ao explicar o que seria “construir um relato”, Paschoal disse que seria apontar algo como “olha, aconteceu isso, isso, isso e isso; e eu indiquei o engenheiro para fazer as obras”. Paschoal não explicou exatamente como teria sido a coação do MP nem deu mais detalhes sobre se o que teria sido “construído” em seu depoimento.


ADUSB faz carta ao Governo da Bahia


Carta
Aberta ao governo da Bahia
Na pessoa de seu Excelentíssimo Senhor Governador, Rui Costa
Bahia, 03 de junho de 2019

Nós, docentes das Universidades Estaduais da Bahia – UNEB, UESB, UESC e UEFS –, nos dirigimos ao Governo do Estado da Bahia, na pessoa de Vossa Excelência, para expressar a importância ímpar do papel das Universidades Estaduais da Bahia (UEBA’s) e suas demandas mais urgentes que motivam, até o presente momento, a manutenção da greve dos professores e professoras.
As UEBA’s são instituições fundamentais na execução de políticas públicas capazes de alavancar o desenvolvimento científico, tecnológico, social, econômico e cultural em âmbito estadual e nacional, além de serem as maiores responsáveis pela interiorização do ensino superior público em todo o Estado – quiçá, do Nordeste brasileiro. Por meio de seus cursos de graduação e pós-graduação de diversas áreas do conhecimento, são as que mais promovem o ingresso de milhares de jovens baianos e do Nordeste a um ensino público, gratuito e de qualidade. Suas pesquisas, desenvolvidas em inúmeros laboratórios e centros de pesquisa, são reconhecidas pela comunidade acadêmica internacional e brasileira como centros de excelência através de milhares de programas, projetos e ações em nível de pesquisa, extensão e ensino em curso – cuja articulação entre estes setores da Universidade projetam imenso êxito e resultados através de frutos incalculáveis.
Criadas há décadas, as UEBA’s constituem uma das mais extensas redes de universidades estaduais do Brasil e demandam investimento e atenção dos governos estaduais. Em todo o mundo, os governos reconhecem que o investimento nas universidades públicas é estratégico para a elaboração e execução de projetos destinados à formação de cidadãos críticos e muito bem capacitados. No Brasil, contudo, atualmente, a comunidade acadêmica e a sociedade resistem bravamente à visão retrógrada do governo brasileiro, que promove corte de verbas e duros ataques às Instituições Federais de Ensino Superior. Em nível local, a comunidade acadêmica também considera inadmissível que o governo da Bahia reproduza, em nosso estado, essa mesma política de desvalorização e desmonte da educação superior, que tem se caracterizado por congelamento de salários dos servidores públicos, ataques ao Estatuto do Magistério Superior, retirada de direitos conquistados por professores e professoras em lutas históricas, ataques à autonomia universitária e corte de verbas para as UEBA, além de declarações públicas que desqualificam o trabalho docente. É inadmissível que o governo da Bahia ainda relute em reconhecer as UEBA como instituições estratégicas para a afirmação do nosso estado, no país e no mundo.
Os professores e professoras das Universidades estaduais da Bahia estão comprometidos com um projeto de educação pública gratuita, financiada com verba pública, laica e socialmente referenciada. Nós acreditamos e defendemos um ensino superior público de qualidade que beneficie e melhore as condições de vida da população e promova a inclusão social. A valorização do trabalho docente, o respeito à carreira e aos nossos direitos, além do aumento de investimento nas Universidades não só criam as condições para um desempenho mais satisfatório de nossas funções, mas também devem ser o objetivo de um governo que acredite que a educação é, de fato, o elemento fundamental na transformação da sociedade.
Portanto, sr. Governador, no momento em que nos aproximamos do segundo mês de greve, com mais um corte de salários e enormes dificuldades de avançar no processo de negociação, apesar da disponibilidade e disposição do Movimento Docente em dialogar, nós esperamos que vossa Excelência tenha um comportamento republicano e democrático, retomando as negociações para a construção de um acordo no qual se chegue a um bom termo para a resolução de nossa greve e o retorno imediato das atividades acadêmicas.

FÓRUM DAS ASSOCIAÇÕES DE DOCENTES DAS UNIVERSIDADES ESTADUAIS DA BAHIA
ADUNEB, ADUSB, ADUFS, ADUSC