A comissão estadual de arbitragens avalia a atuação dos árbitros da FBF, nos jogos do campeonato baiano, no entanto não publica o resultado dessas avaliações, que diga-se de passagem é uma ótima iniciativa, no entretanto seria melhor, se houvesse uma conseqüência das falhas, omissões, erros e acertos, o que, por certo iria diminuir, em muito, as reclamações e protestos de dirigentes e torcedores. Vimos, ouvimos e lemos as reclamações e protestos das Diretorias e técnicos de Bahia de Feira e Itabuna, contra as péssimas atuações dos árbitros Lucio José Araujo, no jogo Vitória X Bahia de Feira, em que o mesmo assinalou uma penalidade máxima a favor do rubro negro, segundo os analistas, inexistente, bem como, outras atitudes que desestabilizaram o time feirense, inclusive, a expulsão do treinador Arnaldo Lira, do banco de reservas. A outra desastrosa atuação foi do já comentado e polêmico Gleidson da Silva Oliveira, no jogo Itabuna x Bahia, em que um dos gol do tricolor foi irregular, uma penalidade que não existiu, não ter expulso o zagueiro Titi, do Bahia, e o exorbitante acréscimo no tempo de jogo, no segundo tempo, possibilitando a virada no placar, em favor do Bahia, tudo isso, parece uma repetição do que aconteceu, no dia 20 de março de 2011, no jogo entre Vitória da Conquista X Bahia, apitado por esse mesmo árbitro, que no finalzinho da partida assinalou uma penalidade máxima inexistente contra o Bode, mesmo sendo advertido pelo seu auxiliar de linha, via rádio, de que não houvera a penalidade, o que na época provocou a indignação da torcida, dirigentes e jogadores do ECPP, inclusive, após o jogo, quando questionado pelo presidente do time conquistense, simplesmente disse: “Vá chorar longe, no pé do caboclo”. De tudo isso, só temos a lamentar que esses senhores, justiça seja feita, nem todos erram tanto, somente favorecem a Bahia e Vitória.