O Vitória não tomou conhecimento do Vitória da Conquista e, aplicou uma sonora goleada de cinco a zero, fato que vai ficar gravado na memória dos torcedores do Bode e em toda a imprensa. O Vitória, mesmo sem um time estruturado, mostrou que crescerá dentro da competição, pois conta com jogadores qualificados, alguns oriundos de suas divisões de base, tendo à frente um treinador que conhece do ofício e, além do mais, tem por filosofia de jogo a velocidade e, ontem não foi diferente. O jogo começou com o Leão indo pra cima do Bode, tentando sufocá-lo em seu campo, tanto sim que em menos de 15 minutos, já havia chutado cinco bolas a gol. O treinador do Cerezzo, vendo a fragilidade da defesa do Bode, colocou o jogador Rildo para jogador como ponta esquerda, aproveitando-se das descidas do lateral Zé Leandro e, nas costas deste fazer as jogadas de linha de fundo, para a chegada dos atacantes e, em uma dessas jogadas, surgiu a penalidade máxima que resultou no primeiro gol. Em desvantagem no placar, o Bode foi pra cima do Leão, mas sua defesa pecava e, novamente, Rildo pela esquerda passou fácil pelo Sílvio, que continua irreconhecível, e tocou para a pequena área, fazendo com que o avante Maurício Pantera (não sei o que ele estava fazendo ali), atrapalhasse o goleiro Neto que levou o segundo gol da partida. Ainda no primeiro tempo, o árbitro deixou de assinalar uma penalidade máxima contra o Vitória, sofrida pelo Pantera e, o auxiliar Jefferson Abel Lima, assinalou dois impedimentos, equivocamente, ou intencionalmente, ficando a dúvida. No segundo tempo, com a contusão do zagueiro Emílio, o treinador do Bode efetuou duas mudanças que mexeram na estrutura do time, que já não vinha bem, gerando uma desarrumação do meio de campo, e tirando a capacidade de articulação meio de campo ataque.