Por Francisco Silva*
Como é de conhecimento de todos nós que, levamos uma parte das nossas vidas alisando bancos de escolas, como também, de faculdades; que os nossos antepassados (muito remotos), o “Homem Primitivo”, tinham rabo. Mas, a evolução natural foi, ao cabo de centenas de milhares de anos, incumbindo-se de eliminar “partes” do nosso corpo humano, tais como: caninos vampirescos, pêlos abundantes, encurtamento dos braços e dedos e finalmente, o rabo (cauda). Duvidas que o homem já teve rabo? Pois é! Já teve sim, mas, se a dúvida permanecer, faça um teste em você mesmo (a)! Desça a sua mão, com o dedo polegar, descendo da nuca até parte inferior da sua coluna vertebral, onde, vai encontrar um “ossinho” chamado de CÓCCIX, isso mesmo! Pronuncia-se assim: “coc-cics”; esse ossinho é que era o pé do rabo (digo: cauda) do então homem primitivo.
Agora, que sabemos dessa maravilhosa descoberta, vamos viajar no campo das suposições, e, a suposição é que o ser humano não tenha perdido o rabo, digo, cauda, e que, nos dias atuais, tempos de muita vaidade, imaginemos...
1 - Uma turma de rapazes (todos de rabo é claro!) sentados naturalmente em cima do rabo em um barzinho, bancos da praça ou no seu point natural; como preferirem, exclamarem:
- Olhem só que gatinha! E que rabo (literalmente) ela tem!
Outro responde: Ah, o rabo nem tanto, mas, vejam como ela o abana! Chocante, não?
Ou... Passando uma senhora:
- Ei! Olhem só o rabo daquela mulher!..
... - Êêêê! Vamos parar com isso; aquela senhora é a minha mãe!
2 – E aquela turma de gatinhas igualmente sentadas no rabo, também em um barzinho, bancos da praça ou no seu point natural; como preferirem, exclamarem:
- Vejam que gato!
Outra responde:
- Ah, não faz o meu gênero, tem o rabo muito para baixo!
Já outra gatinha muito romântica diz:
- Eu prefiro rapaz que, quando anda, não abane tanto o rabo, senão, dá uma impressão de ser muito paquerador.
3 – E no salão de beleza, a cabeleireira/rabeira pergunta:
- E aí madame, não vai querer dar uma descolorida no rabo?
Resposta: Ah, sim! Faça também um permanente, ok?
E também, no cabeleireiro/rabeiro, a pergunta:
- E aí doutor! Vamos dar uma geral no rabo?
Resposta: Oh, sim! Quero-o impecável, tenho uma conferência hoje à noite no Centro de Convenções.
4 – E a festa no Clube Social! Todo mundo se divertindo e...
- Êpa, parem de pegar no meu rabo! Não quero confusão!
No mesmo Clube, longe dessa confusão, um rapaz chega para outro e diz:
- Você viu como a Aninha não pára de olhar para você?
- Já vi, sim!
- E aí bicho, não vai ao ataque?
- Não!
- Qual o problema?
- Você já sentiu o rabujo que ela tem?
5 – E no consultório médico, o paciente diz:
- Ah! Doutor, o que me traz aqui, é este maldito rabujo!
O clínico diz:
- Você deveria ter ido ao veterinário!
6 – Na conferência anual da ONU, dois presidentes de superpotências mundiais, abraçados, numa explosão de risos, um olha para o outro, riem mais ainda, e um deles diz:
- Vossa Excelência está com o rabo todo amassado!
O outro responde:
- Vossa Excelência diz isto, porque, não viu que ao se sentar no vaso sanitário, se esqueceu de afastar para o lado o vosso rabo!
É minha gente, o rabo, com certeza iria nos deixar muito dependentes dele. Imaginem num Fla-Flu, o Flusão ganhar o jogo pelo placar de 4 X 2 com gols de cabeça, barriga e, até de rabo! E ao final do jogo as torcidas indo para suas casas; os flamenguistas, literalmente com os rabos entre as pernas e, os tricolores, abanando os rabos para todos os lados, e, o que diriam os vascaínos, parafraseando um velho provérbio?!
“QUEM TEM RABO, NÃO FALA DOS RABOS DOS OUTROS!”
*Francisco Silva Filho – Curitiba-PR |