.
.
  Canais
Página inicial
Fale com Paulo Nunes
Perfil
Comentários: regras
Vitória da Conquista
 
  Colunistas
Jeremias Macário
Luciano Pires
Francisco Silva
Ezequiel Sena
Paulo Pires
Dimitri Laguna
Jarbas Lacerda
Mozart Tanajura
Ruy Medeiros
Paulo Araújo
Paulo Nunes
 
  Institucionais
Municípios da Bahia
Assembléia Legislativa
Câmara dos Deputados
Câmara de Conquista
Revista Envolverde
Última Instância
 
  Serviços
Bancos
Correios
Previdência Social
Lista Telefônica
Loterias
Previsão do Tempo
Receita Federal
 
  Tempo
Previsão do Tempo
Todas as cidade da Bahia
 
 
 
 
 
 
 
O RABO E A HUMANIDADE
comente imprima
:Publicado em 23/07/2008, às 08:22

Por Francisco Silva*

Como é de conhecimento de todos nós que, levamos uma parte das nossas vidas alisando bancos de escolas, como também, de faculdades; que os nossos antepassados (muito remotos), o “Homem Primitivo”, tinham rabo. Mas, a evolução natural foi, ao cabo de centenas de milhares de anos, incumbindo-se de eliminar “partes” do nosso corpo humano, tais como: caninos vampirescos, pêlos abundantes, encurtamento dos braços e dedos e finalmente, o rabo (cauda). Duvidas que o homem já teve rabo? Pois é! Já teve sim, mas, se a dúvida permanecer, faça um teste em você mesmo (a)! Desça a sua mão, com o dedo polegar, descendo da nuca até parte inferior da sua coluna vertebral, onde, vai encontrar um “ossinho” chamado de CÓCCIX, isso mesmo! Pronuncia-se assim: “coc-cics”; esse ossinho é que era o pé do rabo (digo: cauda) do então homem primitivo.

Agora, que sabemos dessa maravilhosa descoberta, vamos viajar no campo das suposições, e, a suposição é que o ser humano não tenha perdido o rabo, digo, cauda, e que, nos dias atuais, tempos de muita vaidade, imaginemos...

1 - Uma turma de rapazes (todos de rabo é claro!) sentados naturalmente em cima do rabo em um barzinho, bancos da praça ou no seu point natural; como preferirem, exclamarem:

- Olhem só que gatinha! E que rabo (literalmente) ela tem!

Outro responde: Ah, o rabo nem tanto, mas, vejam como ela o abana! Chocante, não?

Ou... Passando uma senhora:

- Ei! Olhem só o rabo daquela mulher!..

... - Êêêê! Vamos parar com isso; aquela senhora é a minha mãe!

2 – E aquela turma de gatinhas igualmente sentadas no rabo, também em um barzinho, bancos da praça ou no seu point natural; como preferirem, exclamarem:

- Vejam que gato!

Outra responde:

- Ah, não faz o meu gênero, tem o rabo muito para baixo!

Já outra gatinha muito romântica diz:

- Eu prefiro rapaz que, quando anda, não abane tanto o rabo, senão, dá uma impressão de ser muito paquerador.

3 – E no salão de beleza, a cabeleireira/rabeira pergunta:

- E aí madame, não vai querer dar uma descolorida no rabo?

Resposta: Ah, sim! Faça também um permanente, ok?

E também, no cabeleireiro/rabeiro, a pergunta:

- E aí doutor! Vamos dar uma geral no rabo?

Resposta: Oh, sim! Quero-o impecável, tenho uma conferência hoje à noite no Centro de Convenções.

4 – E a festa no Clube Social! Todo mundo se divertindo e...

- Êpa, parem de pegar no meu rabo! Não quero confusão!

No mesmo Clube, longe dessa confusão, um rapaz chega para outro e diz:

- Você viu como a Aninha não pára de olhar para você?

- Já vi, sim!

- E aí bicho, não vai ao ataque?

- Não!

- Qual o problema?

- Você já sentiu o rabujo que ela tem?

5 – E no consultório médico, o paciente diz:

- Ah! Doutor, o que me traz aqui, é este maldito rabujo!

O clínico diz:

- Você deveria ter ido ao veterinário!

6 – Na conferência anual da ONU, dois presidentes de superpotências mundiais, abraçados, numa explosão de risos, um olha para o outro, riem mais ainda, e um deles diz:

- Vossa Excelência está com o rabo todo amassado!

O outro responde:

- Vossa Excelência diz isto, porque, não viu que ao se sentar no vaso sanitário, se esqueceu de afastar para o lado o vosso rabo!

É minha gente, o rabo, com certeza iria nos deixar muito dependentes dele. Imaginem num Fla-Flu, o Flusão ganhar o jogo pelo placar de 4 X 2 com gols de cabeça, barriga e, até de rabo! E ao final do jogo as torcidas indo para suas casas; os flamenguistas, literalmente com os rabos entre as pernas e, os tricolores, abanando os rabos para todos os lados, e, o que diriam os vascaínos, parafraseando um velho provérbio?!

“QUEM TEM RABO, NÃO FALA DOS RABOS DOS OUTROS!”

*Francisco Silva Filho – Curitiba-PR

 
.
  Apoios
.
 
.
.
.
.
.
.
Hoje Pesquisas
.
Hoje Pesquisas
.
Fainor
.
Águia Filmes
.
  BlogTV
.
  Outros canais
Conquista Bairro a Bairro
Artigos
Entrevistas
Cidadania
Especiais
Imagens
Polícia
Artistas
Saúde
Meio Ambiente
Música
Esporte
Vídeos
Conheça sua cidade
 
.