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Vitória da Conquista: O passado em imagens
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:Publicado em 18/07/2008, às 16:21 |
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Colaboração de Esaú Silveira Mendes

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:Publicado em 09/03/2008, às --:-- |
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Comércio Primitivo dos tropeiros e,
depois, dos Caxeiros Viajantes
Em 1888, Durval Vieira de Aguiar descreveu os fatores econômicos da Imperial Villa da Vitória e assim se expressou em relação às suas atividades comerciais: "O comércio é pequeno e também o mercado da feira..."

Barracão utilizado para o comércio variado em 1915
" Tudo isso não tem desenvolvimento pela falta de meios de exportação..."
Até 1926 o comércio, propriamente dito, não tinha expressão econômica, com relação aos produtos e bens que vinham de outras cidades. As poucas mercadorias compradas pelos comerciantes em Salvador chegavam a Nazaré e Cachoeira, no Recôncavo, depois de Jequié pela estrada de ferro, seguindo dali em transporte de tropeiros até Conquista.
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Publicado em 04/03/2008, às 17:16 |
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TIPOS POPULARES
Os tipos populares, cada um a seu modo, sensibilizaram esta cidade, ora com sua beleza e camaradagem, ora com a ingenuidade aparente daqueles que sabem viver a vida
Quase que não se vêem mais em Conquista, os seus tipos populares, aqueles vultos pictórios que conviveram com o povo e o alegrou nas suas dores ou deram mais brilho á sua festa. Desapareceram com o progresso da cidade. Mas fazem falta a sua geografia humana e não podem, como história, serem esquecidos nas páginas deste jornal rememorativas.
João Maribondo - o célebre leiloeiro das festas de Nossa Senhora da Vitória, Padroeira de Conquista, autentico vulto popular de antanho.
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Publicado em 28/02/2008, às 15:42 |
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Antes dos Meletes e Peduros
Lutas entre famílias: "Tragédia do Tamanduá"
Anteriormente, no ano de 1895, o Município de Conquista foi palco de um tremenda luta entre famílias do Cel. Domingos Ferraz de Araújo e da viúva Lourença de Oliveira Freitas, ambas aparentadas entre si. O fato se deu na fazenda Tamanduá de propriedade daquele coronel, cuja sede se situava no atual Município de Belo Campo, outrora distrito de Conquista.
Fizeram-se sobre o assunto pesquisas minuciosas, para se saber as causas da luta entre aquelas duas famílias, mas não se chegou ainda a nenhuma conclusão unânime. Tudo indica que fora por questões de terras. Um acontecimento fútil, qual seja a morte de uma vaca do coronel, que teria sido morta pelos filhos de Lourença (Calixto, Sérgio e Gasparino), ou " por causa de uma quarta de mandioca, segundo Leobino Dias Lima. Foi, sem dúvida, a causa inicial.
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Publicado em 24/02/2008, às 09:02 |
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Meletes e Peduros:
uma luta armada entre pessoas da mesma família
Do final do século passado até 1909, a política local, situacionista, era liderada pelo Cel. Francisco José dos Santos Silva. O seu adversário político era o Cel. Pompílio Nunes de Oliveira ( que só conseguiu o poder uma vez, quando fez seu concunhado, Cel. José Antônio de Lima Guerra, Intendente de 1896 a 1903).
A política local nessa época era agitada. Os coronéis utilizavam dois jornais de Salvador ( pois o jornalismo ainda não chegara em Conquista) para alfinetarem um ao outro e fazerem suas campanhas. Manoel Fernandes de Oliveira (Maneca Grosso), através do "Jornal de Notícia", da capital, publicou uma série de artigos em 14 de janeiro de 1901, em 2 de Maio, em 20 de Junho e em 27 de Setembro, com os títulos "Conquista". À Sua Majestade EL Rei Lobisho-mem e ao Príncipe seu Irmão (o lobisomem era o Cel. Pompílio Nunes e o príncipe era seu irmão Cel. Terêncio Nunes Bahiense) e outro artigo "Pingos nos II". Estes artigos eram respondidos pelo Cel. Terêncio que também utilizava-se de uma linguagem contundente.
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